Mostrando postagens com marcador Reclamações de Passageiros. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Reclamações de Passageiros. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

0 Passageiro viaja em pé em voo de 7 horas por causa de “vizinho” acima do peso

Com a poltrona ao lado vendida para um homem de quase 200 quilos e todos os lugares ocupados, o único jeito foi ficar em pé – inclusive durante decolagem e aterrissagem



Um passageiro foi forçado a ficar em pé dentro de uma aeronave americana durante um voo de sete horas porque o homem na poltrona ao lado estava tão acima do peso que “invadia” sua poltrona – sem deixar espaço para que ele pudesse sentar.

O americano Arthur Berkowitz tinha passagem comprada para o voo 901 da companhia aérea US Airways, com rota de Anchorage, no Alaska, à cidade de Filadélfia. Quando entrou no avião, descobriu que seu companheiro de assento era um sujeito que pesava quase 200 quilos. Como ele não cabia no assento, foi preciso levantar os dois braços das poltronas. Resultado: segundo Berkowitz, o homem “sobrava” e ocupou metade de sua poltrona – tornando impossível a tarefa para se acomodar.

“Eu não voei do Alaska para a Filadélfia no voo 901. Eu fui em pé”, reclamou a um blog da internet, elliott.org.

O problema é que o voo estava lotado. Não havia poltronas extra e as comissárias de bordo o informaram que não poderiam oferecer um dos assentos no fundo da aeronave porque seriam ocupados pela própria tripulação.

Com isso, o passageiro ficou de pé mesmo durante as manobras de decolagem e aterrissagem, o que constitui uma quebra das normas de segurança básicas da aviação.

Arthur Berkowitz disse ao blog que as comissárias admitiram que havia acontecido um problema na hora de reservar as passagens e seu pessoal de terra jamais deveria ter deixado aquele passageiro subir a bordo sem ter comprado dois assentos.

Em um comunicado, a companhia aérea pediu desculpas. “Nossa intenção é oferecer a melhor experiência de viagem. Os detalhes oferecidos pelo passageiro indicam que nós falhamos em atender a essas expectativas”.

Berkowitz recebeu um voucher de US$ 200 como compensação, que ele considerou pouco. “Eu paguei mais de US$ 800 por uma passagem, que não foi usada como deveria”, disse. E, acrescentou, a companhia sequer mencionou o problema de segurança no voo. Imagine o que ele deve ter sentido quando ouviu as comissárias anunciando "Atenção às normas de segurança dentro do voo"...



quinta-feira, 25 de agosto de 2011

0 Empresas vão ter que reduzir multa para remarcação de voos


A partir desta quinta-feira, as empresas aéreas TAM, Gol, Cruiser, TAF e Total vão ter que reduzir as taxas para remarcação ou cancelamento de voos a, no máximo, 10% do valor das passagens. A decisão, do juiz Daniel Guerra Alves, da Justiça Federal do Pará, foi publicada no Diário Oficia eletrônico.

O Ministério Público ajuizou a ação em 2007. As empresas ainda podem recorrer da decisão. Em caso de pedidos de cancelamento ou de remarcação das passagens feitos até 15 dias antes da data da viagem, a taxa máxima de cobrança permitida será de 5%. A decisão determina ainda que as empresas devolvam aos consumidores valores cobrados acima desse limite desde 5 de setembro de 2002.

Em caso de não cumprimento da decisão, as companhias aéreas terão que pagar R$ 500 para cada caso de descumprimento. As quatro empresas também terão que pagar uma indenização por danos morais coletivos equivalentes a 20% dos valores cobrado irregularmente. Esse dinheiro deverá ir para um fundo de defesa dos consumidores previsto em lei.

A sentença também determinou que a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) fiscalize o cumprimento das medidas. A Anac tem 120 dias para apresentar o plano de fiscalização.

A assessoria de imprensa da Gol informou que a empresa só irá se manifestar sobre o processo em juízo. Procuradas, TAM e Total ainda não se manifestaram sobre o assunto. A redação do Terra não conseguiu contato com representantes da TAF e da Cruiser.


Fonte: Terra Notícias

sábado, 25 de junho de 2011

0 TAM CNF/MIA atrasa por falta de lugares para funcionários da empresa

(Foto: Lucas Coacci,Via CNF ao vivo!)


Um problema no serviço do voo da TAM no Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, na Grande BH, levou passageiros a esperar cerca de duas horas na madrugada dessa quarta-feira pela partida para Miami (EUA). O voo 8058, marcado para decolar às 22h57, ficou em solo até a 0h44. O problema, dessa vez, não foi condições climáticas e nem interrupções por nuvem vulcânica. Faltou assento para embarcar os tripulantes extras, que fariam revezamento durante o voo e deveriam ser acomodados em classe executiva, conforme determinação da legislação aeroportuária. Para resolver a situação, a companhia teve que pedir aos passageiros para abandonar o voo ou trocar de classe em troca de compensações.

"O problema é que eles só começaram a pedir para ser feita a troca depois que já estávamos todos acomodados na aeronave, com crianças e bagagens despachadas. Essa negociação demorou quase duas horas e atrasou todo o voo", afirma uma passageira, que preferiu não se identificar. Ela viajou para Miami com os pais e duas crianças – uma de 1 ano e outra de 5. "Depois de muita pressão, acho que três pessoas saíram da classe executiva e foram para a econômica e outras deixaram o avião. Mas o voo acabou atrasando por um descontrole da companhia aérea", diz.

A TAM alegou, por meio de nota, que não houve venda de bilhetes acima do número de assentos (overbooking). A empresa informou que além de ter tido necessidade de embarcar tripulantes extras para o revezamento no voo na classe executiva, alguns assentos apresentaram defeito e ficaram indisponíveis. A empresa lamentou os inconvenientes e disse que a situação foi resolvida quando alguns passageiros concordaram em ceder seus lugares, mediante compensação.

Reclamações

De janeiro a maio, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) registrou 12.307 reclamações de passageiros em relação aos mais diversos assuntos, como bagagem, atraso e cancelamento de voos. O item overbooking não é tratado de forma isolada pela Anac, que ressalta que a prática não é considerada ilegal.

Os advogados e especialistas na área do consumidor ressaltam, no entanto, que o overbooking pode também ferir os direitos do consumidor. "A pessoa tem que ceder o assento de forma voluntária, mediante remuneração pactuada entre as partes. Se ele faz isso contra a vontade, o overbooking é ilegal", ressalta Luciana Atheniense, advogada especializada em direito do turismo.

Ela ressalta ainda que se a prática ocasionar atraso a outros passageiros, com danos como a perda de outras conexões, a companhia aérea deve providenciar todo o auxílio exigido pela legislação ao prejudicado. "Se a empresa não fez a logística necessária ao transporte dos funcionários, não pode jogar o ônus disso nos passageiros", explica. A advogada considerou a prática da TAM como overbooking.

Já Marcelo Barbosa, coordenador do Procon da Assembleia, destaca que o episódio ocorrido na madrugada dessa quarta-feira no voo da TAM pode ser caracterizado como uma má prestação de serviço. As indenizações, diz, estão previstas no artigo 14 do Código de Defesa do Consumidor (CDC). Ele lembra que em caso de atrasos de duas horas ou mais, a companhia aérea é obrigada a fornecer alimentação e meio de comunicação aos passageiros.


Fonte: O Estado de Minas

sábado, 11 de junho de 2011

0 Passageiros invadem pista em protesto contra atraso de voo para Natal



A pista do Aeroporto Internacional do Recife-Guararapes/Gilberto Freyre foi invadida na madrugada dessa sexta-feira (10) por um grupo de 30 passageiros da Gol Linhas Aéreas, que não aceitavam esperar mais de seis horas para embarcar para Natal, no Rio Grande do Norte. Os usuários, indignados, chegaram a se posicionar embaixo das asas de um avião da Gol e alguns colocaram as malas como obstáculo para a roda da aeronave que estava na pista. O tumulto durou cerca de 30 minutos e só foi desfeito depois que agentes da Polícia Federal e a equipe de segurança da Infraero conseguiram retirar os passageiros do
local.

O protesto feriu as normas de segurança do aeroporto, trazendo riscos à aterrissagem de outros aviões e à própria integridade física do grupo. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou que aguarda a notificação da Infraero para dar início a um procedimento investigativo sobre o caso. Em relação à invasão da pista, a Infraero também poderá ser responsabilizada
caso se confirme que houve falha no sistema de segurança.

O mal-estar teve início quando o voo 1802 partiu de Guarulhos (SP) às 23h da quinta-feira e faria uma escala em Natal (RN). A aterrissagem foi suspensa, segundo a companhia, em função da forte neblina que fechou o Aeroporto Augusto Severo, em Natal. O grupo de 30 passageiros teve que descer no Guararapes por volta das 4h e ficou esperando em uma sala para embarcar para
o Rio Grande do Norte. Cerca de uma hora e meia depois, eles foram informados de que só poderiam seguir para Natal às 12h30, num voo da TAM. Foi quando tomaram a decisão de invadir a pista.

Na manhã da sexta-feira, os passageiros reclamavam. O empresário Fábio Wilson Nonis, 28, não conseguiu ir a um leilão de telefonia móvel e perdeu cerca de R$ 180 mil. "Outros perderam licitações. Quero ver quem vai arcar com isso", desabafou. O grupo vai entrar com uma ação civil pública contra a companhia aérea.

A Gol disponibilizou R$ 25 para cada passageiro se alimentar e ofereceu transporte terrestre, viagem para Natal de Van, mas apenas quatro pessoas aceitaram. Em nota oficial, a companhia disse que o pouso em Natal não foi possível devido às más condições meteorológicas. "A companhia julga importante salientar que alterações de trajeto e horários de voos em virtude
de condições climáticas adversas são procedimentos, ainda que indesejados, às vezes necessários na aviação". A Infraero comunicou que a ocorrência não interferiu nas demais operações de pousos e decolagens no Recife.

SAIBA MAIS

O que diz trechos da resolução nº 141 da Agência Nacional de Aviação Civil

Art. 3º - Em caso de atraso no aeroporto de partida por mais de quatro
horas, o transportador deverá oferecer as seguintes alternativas ao
passageiro:
I - a reacomodação:
a) em voo próprio que ofereça serviço equivalente para o mesmo destino, na
primeira oportunidade;
b) em voo próprio a ser realizado em data e horário de conveniência do
passageiro;
II - o reembolso do valor integral pago pelo bilhete de passagem

Parágrafo único. O transportador também poderá oferecer ao passageiro, nas
hipóteses deste artigo, a opção de reacomodação em voo de terceiro que
ofereça serviço equivalente para o mesmo destino

1º A assistência material consiste em satisfazer as necessidades imediatas
do passageiro, gratuitamente e de modo compatível com a estimativa do tempo
de espera, contados a partir do horário de partida

I - superior a uma hora: facilidades de comunicação, tais como ligação
telefônica, acesso a internet ou outros;
II - superior a 2 (duas) horas: alimentação adequada;
III - superior a 4 (quatro) horas: acomodação em local adequado, traslado
e, quando necessário, serviço de hospedagem.



Fonte: Diário de Pernambuco

segunda-feira, 6 de junho de 2011

0 Reparo com fita preocupa passageiros da Webjet, mas aérea diz que procedimento é seguro



Alguns passageiros do voo 6700 da Webjet (Rio-Porto Alegre) que faziam o trajeto na manhã do último domingo (29) tomaram um susto ao olhar pela janela do avião. Parte da fuselagem da aeronave havia sido reparada com uma fita, que é permitida pelas autoridades para uso em consertos temporários; no entanto, o tamanho do reparo impressionou e assustou quem estava a bordo.

Ficamos todos assustados quando vimos. Duas pessoas na minha timeline (do Twitter) disseram que isso é aceito pela Anac, mas, pela quantidade de gente assustada como nós - e também pelo tamanho do buraco - me parece preocupante", contou, em entrevista pelo Facebook, Marcos Sketch, empresário da banda Forfun, que fez as fotos e divulgou no Twitter.
O empresário lembrou que costuma viajar de avião com frequência e nunca tinha visto algo do tipo. "O que me intriga é que, como disse um amigo meu, o Detran não aprova carros com o pisca-alerta quebrado. Então é natural a gente se preocupar ao ver um buraco desse tamanho", relatou.

Em nota enviada por e-mail, a Webjet explica que o material usado na aeronave é uma fita homologada para aplicação em superfícies externas das aeronaves. "Os critérios para utilização e aplicação também são especificados nos manuais dos fabricantes das aeronaves, tal como o manual de reparos estruturais, e são sempre usadas em caráter temporário até que o reparo definitivo seja realizado, não comprometendo a segurança. Neste evento em que foi usado um excesso redundante da fita, o problema foi resolvido de forma permanente no mesmo dia em que foi detectado pelo nosso passageiro", afirma a empresa.
A Anac, por sua vez, diz que "a fita foi colocada para cobrir a falta da porta de acesso em questão. A aeronave pode ser despachada para vôo sem esta porta de acesso" e, no caso em questão, "pode ser colocada uma fita aeronáutica".


Fonte : Jornal O Globo

segunda-feira, 25 de abril de 2011

0 Problemas com voos da TAM causam tumulto no Aeroporto Salgado Filho



Dois voos da TAM Linhas Aéreas tiveram problemas neste domingo no Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre. Os passageiros do voo da companhia previsto para as 10h40min, com destino a Guarulhos, em São Paulo, já tinham embarcado quando foram avisados de que o avião não iria decolar em razão de problemas mecânicos.

— Já estávamos há mais de 45 minutos dentro do avião, quando nos pediram para sair e esperar na área de embarque. Era um avião grande, com mais de 200 passageiros. Minutos depois, um funcionário chamou os passageiros que tinham conexão para o Exterior para remarcar as passagens — conta a funcionária pública Luana Campello, que faria escala para Roma, na Itália, onde vai passar as férias.

Luana conseguiu remarcar seus dois voos para esta segunda-feira, mas lamenta o ocorrido:

— Já perdi um dia de hotel e vou perder um dia de férias, mas consegui resolver a minha situação. Tem muita gente aqui esperando há horas e ainda não teve informações. Os ânimos se alteraram, um passageiro e um funcionário da empresa trocaram agressões físicas. É uma pena.

A diretora-comercial Roseli Sritzen também estava no voo. Ela veio de Recife (PE) com a família para visitar parentes em Porto Alegre:

— Cheguei aqui às 9h e ainda estou no aeroporto sem saber quando vou chegar em casa. Somos um grupo de 60 pessoas que iria para Guarulhos e depois para Recife. Até agora a TAM não nos informou sobre quando vamos conseguir embarcar. Estou esperando para poder desmarcar meus compromissos de amanhã.

Segundo Roseli, além disso, o que chamou atenção no caso foi a confusão que o problema gerou no aeroporto.

— Foi um caos. Não traziam as nossas bagagens, não organizaram uma fila para cada um tentar resolver a sua situação, enfim, ficamos aqui no meio de um tumulto. Eles estavam muito despreparados — critica.

Reclamação semelhante fez a gerente de contas Jerusa Dalla Valle. Ela mora em São Paulo e iria embarcar com o marido para Congonhas às 14h20min. No entanto, o casal e mais quatro passageiros foram impedidos de pegar o voo, pois, segundo a companhia, o voo estaria com excesso de peso.

— Foi bem complicado, esperamos muito tempo e queriam nos realocar em um voo com conexão em Curitiba que chegaria em São Paulo depois das 20h. Depois de muita discussão, conseguimos um voo às 17h20min — diz Jerusa.

De acordo com ela, este tipo de problema com a companhia aérea é recorrente no Aeroporto Salgado Filho:

— Eu e meu marido viajamos por todo Brasil e nunca temos problemas. Aqui já aconteceu mais de uma vez.

Passageiros que tentavam vaga em voos no fim da tarde informaram que muitas pessoas foram levadas a hotéis e só embarcariam no dia seguinte. Outras, que teriam perdido conexões, seriam levadas a São Paulo e lá seriam hospedadas em hotéis.

Segundo a psicóloga Luciane Ribeiro, que conseguiu garantir o embarque às 17h20min, a situação dos passageiros só começou a ser resolvida depois de quase cinco horas de espera:

— Esperava estar em casa para o almoço de Páscoa, em vez disso passamos a manhã e parte da tarde esperando uma explicação.

Funcionários da TAM no aeroporto não quiseram dar explicações sobre o ocorrido à reportagem. Zero Hora tentou entrar com contato com a empresa, mas não conseguiu retorno.

Fonte : ZeroHora

quinta-feira, 7 de abril de 2011

0 Passageiro da Delta dorme na praia para embarcar em Cumbica


Passageiros da companhia aérea norte-americana Delta esperaram 18 horas para viajar de São Paulo para Atlanta. Parte deles ainda viajou 100 km de táxi até Bertioga, no litoral, para passar menos de sete horas em um hotel.

Aeronave da Delta tem novos problemas na chegada aos EUA

O problema começou na terça à noite. O voo 104, que partiria às 20h50 do aeroporto de Cumbica, teve um problema mecânico e não decolou.

A Delta não informou qual a causa da falha. Passageiros relataram à Folha que a tripulação disse que era um problema no radar do avião, um Boeing 767-400.

"Parece que é o mesmo problema do voo da Delta do Rio para Atlanta nesta semana", disse Ernesto Gregório, secretário de Esporte e Recreação de Paulínia.

Ele falava do voo de domingo. O avião sobrevoava a região amazônica quando teve que voltar ao Galeão por problemas no radar. Na terça, o avião teve problemas de novo antes pousar.

A VIAGEM

Os passageiros ficaram mais de duas horas dentro do avião, em Cumbica. "Seguraram a gente até saírem todos os voos daqui para os EUA. A gente não teve nem a chance de tentar embarcar em algum voo de outra companhia", disse Marco Cozzi, empresário e piloto de Stock Car.

Fora do avião, os 180 passageiros receberam lanches e enfrentaram uma fila para pegar os tíquetes que davam direito ao táxi que os levaria para o hotel ou para casa.

Quem mora em São Paulo e cidades próximas optou por voltar para casa. Os demais, principalmente estrangeiros, encararam a estrada.

Funcionários da empresa relataram aos passageiros que os hotéis em SP, Guarulhos e cidades próximas estavam lotados. A única opção foi Bertioga.

Uma brasileira que mora em Boston (EUA) preferiu ficar dormindo no aeroporto mesmo. Ela --que não quis se identificar-- disse que não valia a pena o risco de enfrentar a estrada à noite para ficar poucas horas no hotel.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

0 Passageiros se revoltam com cancelamento de voo da TAM em Confins


Passageiros que tentavam embarcar no voo TAM 8096 no Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, na noite desta quinta-feira se revoltaram contra as medidas adotadas pela companhia aérea depois vários de seus voos sofreram atrasos e foram cancelados na tarde do mesmo dia, fazendo com que o 8096 não decolasse no horário previsto para Guarulhos (SP). A confusão ocorreu com os passageiros internacionais, que se conectariam com voos para Frankfurt, Milão, Nova York e Buenos Aires a partir do terminal paulista.

Os passageiros prejudicados acusaram a TAM de overbooking. "Uma funcionária me mostrou a tela e vi que estava lotado, por isso não consegui embarcar", disse a psicóloga Silvânia Garavelo, que estava com bilhete marcado para Milão, na Itália. A solução da TAM para Silvânia foi reacomodá-la, a contra-gosto da passageira, em um voo da TAP para Lisboa 24 horas depois. Da capital portuguesa, ela segue num voo da Lufthansa para Milão, chegando ao seu destino (caso não haja mais atrasos) quase 30 horas depois do esperado. Na confusão houve nate boca entre funcionários e passageiros.

Uma funcionária da TAM, que se identificou apenas como Dayse, responsável pela área de check-in da companhia em Confins, disse que não houve overbooking e que os problemas ocorreram por problemas metereológicos. Questionada por passageiros sobre a operação normal de outras companhias aéreas, outra funcionária da TAM admitiu que a falha foi operacional, com o cancelamento de alguns voos durante o dia.

Overbooking

A nutricionista Michelle Vasconcelos estava com compromisso profissional na tarde de sexta-feira em Nova York. Ela embarcaria em um voo doméstico da TAM até o Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, que partiu de Confins às 19h. De lá, faria uma baldeação até o Aeroporto Internacional de Cumbica, onde embarcaria em um voo da American Airlines para o Aeroporto de LaGuardia, em Nova York, com conexão em Miami.

No check-in, uma funcionária da empresa aérea convidou a nutricionista a embarcar no 8096 que a deixaria diretamente em Guarulhos. "Aceitei a proposta, mas a funcionária disse que eu estaria ajudando a TAM, uma vez que o voo para Congonhas estava lotado e estava em lista de espera, assim a companhia também me ajudaria evitando o transtorno da troca de aeroporto em São Paulo", explicou. O que Michelle não sabia era que o voo 8096 também estava cheio e muito atrasado, fato que, segundo ela, não foi comunicado pela TAM. A passageira procurou, então, a loja da TAM em Confins para ser reacomodada no voo 8058, que decolou às 22h57 com destino a Miami. Tentativa falha, pois o voo também estava lotado.

Uma funcionária da TAM que não quis se identificar confirmou à nossa reportagem que o voo direto para Miami também deu 'over' e que ninguém mais conseguiria embarcar. Michelle foi colocada no voo de 06h para Guarulhos, de onde segue para Nova York. "Quem vai pagar meu prejuízo? Perdi um dia de trabalho, havia reservado um carro numa locadora de LaGuardia e agora me colocam num voo no dia seguinte para outro aeroporto, longe do meu hotel e com risco de não conseguir mais alugar o veículo", conta.

A estudante Débora Bonfin, de 15 anos, que mora no interior de Minas Gerais, estava com voo marcado para a Itália. Era sua primeira viagem internacional e estava acompanhada pelo tio. "Não sei o que vou fazer, eles não me ofereceram nem um copo de água", disse chorando. A nenhum passageiro prejudicado foi oferecido algo para compensar o transtorno. "Nenhum funcionário me perguntou se eu estava precisando de alguma coisa", completa a adolescente.

Os passageiros prejudicados procuraram a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), mas a agência não possui mais sala em Confins. Um funcionário da Infraero, que atendeu os passageiros da TAM, orientou o grupo que entrasse em contato por telefone pelo número 0800-727-1234. Após seis horas de espera no aeroporto, a companhia disponibilizou vouchers para lanche e hospedagem aos passageiros que tiveram seus voos remarcados. Um funcionário da Infraero de plantão no incío da madrugada deesta sexta-feira informou que só pelo fato da empresa oferecer os vouchers, já indica que houve descumprimento do serviço de transporte e salientou a importância de guardar todos os comprovantes, além de fazer a reclamação formal à ANAC, para futuros processos judiciais.

A ANAC registrou a reclamação dos passageiros que ligaram para o atendimento 24 horas e disse que vai verificar com a companhia aéra o real motivo dos cancelamentos.

Fonte: Portal Uai

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

0 Voo da American Airlines acumula reclamações

No Recife, alguns clientes já evitam os serviços da companhia


Reclamações de atraso, atendimento ruim e até mesmo denúncias de racismo permeiam a história do voo Recife-Miami da companhia American Airlines. A empresa vem acumulando uma lista cada vez maior de clientes insatisfeitos. Muitos passaram a evitar os serviços, apesar de suas tarifas serem muitas vezes mais atrativas em relação à concorrência das empresas brasileiras. “Preferi pagar mais caro da última vez (em novembro) e troquei a minha passagem de volta de Miami. Fui pela AA, mas resolvi cancelar e voltar com a TAM”, relata a consultora de moda Isabela Gouveia, que vai aos Estados Unidos a cada dois meses.

Isabela afirma que a empresa não prima pela pontualidade nos voos e reclama do atendimento prestado pelos comissários de bordo. “O pessoal da American Airlines é extremamente desagradável. São grosseiros às vezes, além de sempre haver problema com malas”, enumera. Ela também reclama da manutenção das aeronaves e considera os aparelhos muito velhos e apertados. Neste voo a companhia usa o Boeing 757.

O operador de turismo Carlos Mariz coleciona reclamações de clientes insatisfeitos com a companhia. “Um de meus clientes teve de comprar um segundo assento na vinda para o Brasil porque a empresa não liberava o despacho de todas as malas dele. Para resolver o problema, ele comprou mais uma passagem. Um outro me ligou de Porto Rico dizendo que a companhia tinha feito uma parada imprevista por problemas técnicos, mas olhando pela janela, ele percebeu que na verdade estavam movimentando carga”, relata.

O voo Recife-Miami também registra casos de cancelamentos. Um de grande repercussão aconteceu em julho do ano passado, quando 100 adolescentes que deveriam embarcar para a Disney e sofreram com o atraso de mais de 24 horas. Até a PM teve de agir para acalmar os ânimos do grupo no aeroporto. A área de atendimento da empresa também registra problemas, como a acusação de racismo do cantor Dudu Nobre. Em novembro de 2009 o artista reclamou que um comissário de bordo fez gestos racistas (imitou um macaco olhando para o sambista), depois de uma discussão com a esposa do cantor.

Em nota, a American Airlines lembra que está no Brasil há mais de 20 anos e ampliou suas operações no País. “Hoje atendemos seis destinos: São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Salvador, Belo Horizonte e Brasília. Recife tem feito parte da malha da empresa continuamente por mais de dois anos. Desde 1º de outubro de 2010, 93% dos voos têm sido pontuais, o que representa um recorde extraordinário”, diz a nota.

A companhia salienta que fatores climáticos podem “afetar, de alguma forma, a pontualidade dos voos”, diz que é a única a oferecer serviço direto e diário do Recife para os Estados Unidos e que os Boeings 757 dispõem de assentos especias na classe executiva. “O mesmo modelo de aeronave que usamos para outras rotas internacionais, como, por exemplo, de Nova Iorque para Bruxelas, Barcelona e Madrid.”

Fonte: Jornal do Commercio

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

0 Passageiro reclama da redução da quantidade de batatas fritas no lanche da Gol Linhas Aéreas


Depois da barrinha de cereais, uma nova opção de lanche do passageiro da Gol Linhas Aéreas é um pacote de batatas fritas com redução de quantidade. Um leitor do SRZD reclamou do produto que tem na embalagem um destaque "com redução de 20g para 18g (diminuição de 2g, ou seja, 10%)."

A empresa, por meio da assessoria de imprensa, justificou ao SRZD que quando eles começaram a distribuir a batata fria o pacote já estava com tamanho menor. Segundo a Gol, este produto é entregue aos passageiros há cerca de dois meses.

Ainda de acordo com a companhia, o fabricante do produto escolheu adotar o aviso sobre a redução da quantidade de batata frita por uma questão de transparência para seus consumidores.

O leitor do SRZD que enviou a embalagem para nossa equipe classificou como "bizarra" a transparência alegada.

Visitantes do Mundo

free counters

Licença

Licença Creative Commons
Proibido Copiar Postagens Desse Blogger , Com Tanto que Adicione nosso Link a Tal Postagem Copiada. de Geração Aviação é licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-Uso não-comercial-Compartilhamento pela mesma licença 3.0 Unported.
 

Geração Aviação Copyright © 2011 - |- Template created by O Pregador - |- Powered by Blogger Templates