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terça-feira, 26 de março de 2013

0 Gol antecipou fim da Webjet para economizar com combustível



O fim das operações da Webjet estava nos planos da Gol para 2013. "Essa era a nossa previsão, mas antecipamos por conta do combustível", afirmou o vice-presidente financeiro da Gol, Edmar Lopes.
A Webjet operava com jatos Boeing 737-300, que consomem cerca de 25% mais combustível do que os modelos mais modernos usados pela Gol, o 737-700 e o 737-800.

A Gol encerrou as operações da Webjet em novembro, 16 meses depois de anunciar a aquisição da empresa. Foram demitidos 850 funcionários.
O combustível representou cerca de 95% do prejuízo operacional ajustado da Gol em 2012, de R$ 708,9 milhões. As despesas com o combustível aumentaram em R$ 680 milhões, segundo a companhia.


No ano, a Gol registrou prejuízo líquido de R$ 1,5 bilhão, o dobro do ano anterior. Nos dois últimos anos, o combustível subiu 18% ao ano.
Dentre os outros motivos apresentados pela companhia para explicar o prejuízo está a desvalorização do real frente ao dólar em 17% no ano, o aumento acima de 30% nas tarifas aeroportuárias, além dobaixo crescimento do PIB brasileiro.

MEDIDAS
A Gol também informou que, com o objetivo de elevar a receita por passageiro (rask) em pelo menos 10% e retomar as margens operacionais, reduzirá a capacidade doméstica em entre 8% e 10% no primeiro semestre de 2013 e em cerca de 7% no ano fechado, ante os níveis de 2012.
Além disso, a Gol não descarta estender para 2014 a estratégia de redução da capacidade doméstica, afirmou o presidente da companhia aérea, Paulo Kakinoff, em teleconferência com jornalistas nesta terça-feira.


Fonte: Portal Folha


sábado, 16 de fevereiro de 2013

0 O que a TAM pode ganhar com a maior companhia aérea do mundo

Segundo especialistas, fusão entre American Airlines com a US Airways pode favorecer a TAM por conta da parceria de compartilhamento de voos


São Paulo – No fim do ano passado, a TAM e a American Airlines assinaram um acordo para compartilhamento de voos. Nesta quinta-feira, a AA e a também americana US Airways anunciaram a fusão de suas operações, criando assim a maior companhia aérea do mundo em volume de passageiros – algo que pode beneficiar a TAM.

A Americam Airlines e a US juntas terão uma frota de quase 1.000 aeronaves e voarão para cerca de 350 destinos. “Parece interessante a TAM manter um parceiro como a AA e agora também a US; elas possuem dezenas de rotas que atendem muito bem a região das Américas. Isso é positivo para os clientes TAM, que terão mais opções de horários e destinos”, afirmou Richard Lucht, diretor da pós-graduação da ESPM SUL e vinculado ao ITA.

No Brasil, a American Airlines sozinha já é de longe a companhia aérea americana com o maior número de rotas. Segundo Mauro Martins, especialista do setor de aviação, até o fim do ano serão nove destinos da AA saindo do Brasil para os Estados Unidos. “Trata-se de uma companhia com forte presença para destinos que interessam à TAM, pois tem uma malha aérea muito forte em toda a América Latina”, afirmou Martins.
Em dezembro do ano passado, a TAM Linhas Aéreas e a LAN Colômbia, unidades da chilena LAN, assinaram voos com a American Airlines para aumentar as opções de destino para a América do Norte. Como a AA faz parte da OneWorld, o acordo entre as companhias pode oferecer aos passageiros brasileiros e colombianos mais de 40 opções de viagem para os Estados Unidos e para o Canadá.
Na época do anúncio da parceria, Marco Antonio Bologna, presidente da TAM, chegou a afirmar em nota que com o codeshare, a companhia iria aumentar e diversificar as opções de voos na América do Norte.
Segundo Martins, ao mesmo tempo em que a criação da maior companhia aérea do mundo fortalece as operações da TAM, por serem parceiras, também cria um gigante desse setor que será mais forte para lidar com a concorrência. “Embora elas tenham acordo para compartilhar voos, não podemos esquecer nunca que são companhias diferentes e que concorrem de igual para igual no mercado”, disse o especialista.
Para o mercado brasileiro como um todo, a operação pode não ser muito positiva, pois existe uma grande possibilidade de algumas das rotas mais competitivas das duas companhias serem riscadas do mapa. Hoje, por exemplo, a US Airways oferece uma opção de voo saindo do Galeão, no Rio de Janeiro, para Charlotte, na Carolina do Norte, que muita gente desconhece. Por não ser um destino tão procurado, os preços costumam ser mais atraentes.
“Não é regra, mas a tendência é que essa rota venha a desaparecer com o tempo, dando espaço para destinos mais procurados e dessa maneira os preços podem se tornar menos flexíveis para o bolso dos brasileiros”, afirmou Martins.
O acordo entre a TAM e a American Airlines ainda não está em vigor. Como foi assinado recentemente, depende agora da aprovação do Departamento de Transporte dos Estados Unidos, do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) no Brasil.
Até agora, segundo a TAM, somente o Departamento de Transporte dos Estados Unidos deu sinal verde para que a parceria vá adiante e os demais órgãos têm até novembro deste ano para dar seus pareceres. 


sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

0 AA e US Airways criam nova aérea de US$ 11 bilhões


A American Airlines confirmou ontem sua fusão com a US Airways, definida ontem em reunião dos Conselhos de ambas companhias aéreas. “Hoje é um dia histórico em que a American Airlines e a US Airways anunciam o plano de criação da nova American Airlines. Juntos, vamos criar uma companhia aérea líder, com uma extensa rede de conexões em todo o mundo, uma forte base financeira, moderna e eficiente frota e a melhor equipe profissional que oferecerá uma experiência de viagens sem paralelo aos nossos clientes”, diz o chairman da AA, Thomas Horton, que será o chairman do Conselho de Diretores das nova empresa, em comunicado oficial. 

Os Conselhos de Diretores aprovaram o acordo de fusão definitiva criando a nova American Airlines, com valor de mercado de US$ 11 bilhões, considerando o valor das ações da US Airways ontem. A nova empresa operará com a marca American Airlines, contando com 6,7 mil voos diários e integrando a aliança Oneworld, da qual a AA é um dos fundadores. 

Enquanto Thomas Horton assumirá a presidência do Conselho da nova aérea, Doug Parker, chairman da US Airways, será o Chief Executive Officer da empresa, sucedendo Horton na presidência do Conselho posteriormente. Inicialmente, a nova empresa terá 12 membros no Conselho, sendo três membros da American Airlines – incluindo Horton –, quatro da US Airways, já contando Parker – e outros cinco representantes da AMR, controladora da American. Em novembro de 2011 a AMR encaminhou pedido de concordata da American Airlines e,. no início do ano passado, a US Airways começou a buscar a fusão com a companhia. ´



Fonte: Panrotas

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

0 Marca Trip será extinta depois de fusão com a Azul


Depois da fusão com a Azul, oficializada em 28 de maio deste ano, a marca Trip deixará de existir. Apesar de o nome desaparecer, um novo logotipo fará uma referência visual à marca extinta. A decisão foi anunciada nesta quinta-feira (30/08) pela Azul Trip S.A., holding controladora das companhias.
"O índice de rejeição em relação à marca Azul era mínimo. A lembrança da marca tinha uma penetração mais relevante que a Trip", afirma José Mario Caprioli, presidente da Trip Linhas Aéreas. Segundo ele, foram feitos estudos nos mercados de maior relevância para descobrir o grau de aceitação de cada marca.

quinta-feira, 22 de março de 2012

0 TAM afirma não ter data definida para a conclusão da fusão com a LAN

A data não seria 12 de maio deste ano, como divulgado ontem pela imprensa  



São Paulo – A TAM, por meio de comunicado, afirma que ainda não tem uma data confirmada para a conclusão da fusão com a LAN. A declaração é uma resposta à informação de que o processo seria concluído em 12 de maio deste ano(Divulgada pela agência Estado).
De acordo com a companhia, não é possível determinar uma data para a conclusão da fusão, já que a mesma está sujeita tanto ao registro da oferta pública para troca de ações pela Comissão de Valores Mobiliários quanto pela Securities and Exchange Commission (SEC) dos Estados Unidos e inscrição na Superintendência de Valores y Seguros (SVS) do Chile das ações resultantes da fusão.
As duas companhias afirmam também que informarão a data de início da oferta pública para troca de ações tão logo tenham obtido os registros correspondentes.

Fonte: Exame/Abril



terça-feira, 15 de novembro de 2011

0 TAM registra sociedade com LAN para concretizar fusão entre companhias

Fusão deve ser concluída no primeiro semestre de 2012; integração vai gerar um das dez maiores empresas aéreas do mundo



Santiago do Chile - A companhia aérea chilena LAN solicitou nesta terça-feira o registro da sociedade Holdco II, criada para realizar a permuta de ações para concretizar sua fusão com a brasileira TAM, informou a companhia em comunicado.

'Isto constitui mais um passo no processo legal de criação da LATAM Airlines Group', afirmou a empresa.

Trata-se também de um passo necessário para que as duas companhias tenham cotas na bolsa americana, embora as duas empresas pretendam manter sua própria estrutura operacional.

A fusão deve ser concluída no primeiro semestre de 2012. Ambas as companhias já iniciaram os trabalhos técnicos para a integração, que vai gerar um das dez maiores empresas aéreas do mundo. A frota do grupo terá 280 aviões, aproximadamente 50 mil trabalhadores e rotas para mais de 115 destinos em 23 países.

LAN e TAM já conseguiram aprovação dos organismos antimonopólio do Chile e da Espanha para seguir seu processo de fusão. Agora, espera-se a o aval do Conselho Administrativo de Defesa Econômico (Cade). EFE


Fonte: Exame/Abril

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

0 Tam recua na Bovespa com avaliação ‘underweight’ do Barclays

Ações da empresa podem terminar o dia com a maior desvalorização em três semanas


São Paulo - A Tam SA, maior companhia aérea do Brasil em valor de mercado, caminha para sua maior desvalorização em mais de três semanas depois que o Barclays Capital classificou o papel como “underweight” com receios de que a fusão da companhia com a chilena Lan Airlines SA possa trazer “desafios” para as duas empresas.

As ações caíam 2,9 por cento às 13:26, para R$ 33,31, maior recuo desde 7 de outubro, considerando a variação do fechamento, depois de cair 5,2 por cento mais cedo.

A Tam pode enfrentar “desafios significativos de execução” em sua fusão com a Lan Airlines e a integração entre as empresas pode “levar anos” para ser finalizada, escreveram os analistas do Barclays Daniel Spilberg e Guilherme Vilazante em relatório a clientes.

“O choque de culturas, a integração dos sistemas, instalações, programas de fidelidade, redesenho das redes, complexas estruturas societárias e corporativas com diferentes bases de decisão, alinhamento das políticas salariais e outros interesses são apenas parte da gama de exemplos de onde as dificuldades podem surgir”, disseram os analistas do Barclays.

A Lan anunciou a compra da Tam em agosto de 2010 em uma transação avaliada em US$ 3,3 bilhões em troca de ações.


Fonte: Exame/Abril

sábado, 29 de outubro de 2011

0 TAM e LAN anunciam quadro diretor de empresa após fusão

O brasileiro Maurício Rolim Amaro será o presidente do Conselho de Administração da Latam, enquanto o chileno Enrique Cueto ocupará a Presidência Executiva





São Paulo - As companhias aéreas TAM e LAN deram início aos trabalhos técnicos e preparatórios de integração nesta sexta-feira, por meio de consultoras internacionais, e anunciaram o quadro diretor para a empresa resultante da fusão, num processo que deve ser concluído no primeiro trimestre de 2012.

A TAM informou em comunicado que a criação da unificada Latam Airlines Group deve ainda se submeter à aprovação final das autoridades competentes (do Brasil e do Chile) e ao aval dos acionistas não controladores.

Na nova estrutura, o brasileiro Maurício Rolim Amaro será o presidente do Conselho de Administração da Latam, enquanto o chileno Enrique Cueto ocupará a Presidência Executiva da nova companhia.

A brasileira Maria Cláudia Amaro continuará como presidente do Conselho de Administração da TAM e será conselheira da Latam, enquanto Marco Antonio Bologna seguirá à frente da filial brasileira e Ignacio Cueto, da chilena.

O atual presidente-executivo da TAM, Líbano Barroso, assumirá a Presidência Financeira da Latam.

Segundo o comunicado, a estrutura atual das duas companhias aéreas será mantida até a criação efetiva da Latam.

Paralelamente, serão criados quatro comitês de assessoria nas áreas de auditoria e finanças, estratégia, liderança de pessoas e de marca, produto e programa de fidelidade de clientes.

A fusão, segundo a TAM, tornará o novo grupo um dos dez maiores do mundo em capacidade e o terceiro em valor de mercado, com cobertura de voo em 115 destinos de 23 países, frota de 280 aeronaves e quase 50 mil funcionários.


Fonte: Exame/Abril

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

0 PAL aceita fusão entre Lan Airlines e Tam

A Lan reportou lucro líquido de US$ 94,5 milhões no terceiro trimestre de 2011, valor 11% inferior ao obtido um ano antes

A Lan reportou lucro líquido de US$ 94,5 milhões no terceiro trimestre de 2011, valor 11% inferior ao obtido um ano antes

A companhia aérea chilena Aerolínea Principal (PAL) decidiu retirar a sua apresentação ao Supremo Tribunal contra o processo de fusão entre Lan e Tam.

A decisão ocorre após a empresa analisar em profundidade a resolução do Tribunal de Defesa da Livre Concorrência (TDLC) e a queixa da Lan ao Supremo Tribunal.

Diante disso, a Lan concordou em reembolsar à PAL as despesas e custos incorridos durante o processo de questionamento e sua posterior queixa perante o Supremo Tribunal.

A PAL, por sua vez, concordou em retirar todas as objeções feitas contra a fusão, tanto no Chile como no Brasil.

Conforme comunicado da Lan, enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) no Brasil é o próximo passo regulamentar para a formação do Grupo Latam.

Resultados

A Lan reportou na véspera lucro líquido de US$ 94,5 milhões no terceiro trimestre de 2011, valor 11% inferior ao obtido um ano antes.

Mesmo com o crescimento do tráfego no período, o resultado foi impactado pelo processo de reestruturação da operação na Colômbia, bem como pelas diferenças de câmbio.

Durante o terceiro trimestre de 2011, as receitas consolidadas da empresa atingiram US$ 1,486 bilhão, o que representa um crescimento de 29% frente ao mesmo período de 2010, refletindo o aumento de 32,6% nas receitas de passageiros e de 22,5% nas receitas de carga.


Fonte: Brasil Econômico

terça-feira, 11 de outubro de 2011

0 Espanha autoriza fusão TAM-LAN

A fusão dará origem a uma das maiores empresas aéreas mundiais a Latam, avaliada em cerca de US$ 12,140 bilhões





Madri - A fusão da TAM com a chilena LAN foi aprovada pela Comissão Nacional da Concorrência da Espanha (CNC), informaram nesta segunda-feira as duas companhias aéreas.

A decisão representa o fim do processo de aprovações da união das empresas na Europa, o que deixa a operação mais perto de ser concretizada, provavelmente, no final do primeiro trimestre de 2012.

Há duas semanas, a fusão foi aprovada no Chile. No Brasil, a fusão não recebeu restrições da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), da Secretaria de Acompanhamento Econômico (SEAE) e da Secretaria de Direito Econômico (SDE), restando apenas a aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), o que acontecer ainda neste mês.

Antes da decisão da CNC espanhola, a fusão já tinha sido aprovada por órgãos antimonopólio de Itália e Alemanha.

A fusão entre TAM e LAN dará origem a uma das maiores empresas aéreas mundiais a Latam, avaliada em cerca de US$ 12,140 bilhões.


Fonte: Exame/Abril

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

0 TAM ficará com Conselho de Administração da Latam



Maurício Rolim Amaro será o presidente do Conselho da nova empresa, formada pela fusão com a chilena LAN

A TAM ficará com o Conselho de Administração da Latam, empresa resultante da fusão com a chilena LAN Airlines. Maurício Rolim Amaro, da família que controla a área brasileira, será o presidente do Conselho.

Já o CEO da Latam será Enrique Cueto, que hoje ocupa o mesmo cargo na LAN. Inácio Cueto continuará responsável pela área operacional da empresa chilena.

A informação, publicada no jornal Folha de S.Paulo, foi confirmada pela assessoria de imprensa da TAM.

A Latam terá 30% de participação da TAM e 70% da LAN. A nova empresa terá sede em Santiago, no Chile, por questões tributárias.

Segundo Líbano Barroso, presidente da Tam, o custo para transferir recursos do Brasil para o Chile é de 15%. Já em sentido contrário, o imposto incidente é de 4%.

Na semana passada, o tribunal antitruste do Chile negou uma solicitação da companhia aérea LAN pedindo a retificação das tarifas incluídas na aprovação com ressalvas da sua fusão com a brasileira TAM.



sexta-feira, 7 de outubro de 2011

0 Fusões no Brasil deverão ser analisadas em até 240 dias

Medidas foram incorporadas para acelerar o julgamento de processo de fusão, reduzindo um prazo que atualmente pode chegar a dois anos





Para o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, a contratação de 200 funcionários para o novo órgão não será um problema dentro do governo

São Paulo - As análises de fusões e aquisições deverão ocorrer em até 240 dias, reduzindo um prazo que atualmente pode chegar a dois anos. A mudança pode aumentar a disposição de investidores em trazer recursos para o País.

O novo prazo faz parte de emendas do Senado Federal ao projeto de lei que reestrutura o sistema brasileiro de defesa da concorrência e que a Câmara dos Deputados aprovou ontem à noite, permitindo que o Conselho Administrativo de Defesa Econômica faça análise prévia dos casos de fusão.

O novo sistema de concorrência vai trazer maior segurança para o resultado das análises e redução de prazos, disse o presidente interino do Cade, o conselheiro Olavo Chinaglia.

“A segurança quanto ao resultado das análises e tecnicidade das decisões aumenta a disposição dos investidores de colocar seu dinheiro no Brasil,” disse Chinaglia hoje a repórteres em Brasília. “A operação só pode ser efetivamente implementada após a prestação de todas as informações necessárias e após decisão do órgãos com relação aos efeitos anticompetitivos.”

Fusões e aquisições já em análise como a compra da Tam SA pela Lan Airlines SA, do Chile,e a da Webjet Linhas Aéreas pela Gol Linhas Aéreas Inteligentes SA serão analisadas pelo regime antigo até o fim do processo, sem mudança com a nova estrutura aprovada, disse Chinaglia.

Prazo

O prazo reduzido começa a valer seis meses depois da promulgação da lei pela presidente Dilma Rousseff, disse hoje o secretário de Direito Econômico, Vinicius Carvalho. A principal mudança no sistema brasileiro de concorrência permite que o Cade faça análise prévia dos casos de fusão. Isso evitará reversão de operações que já causaram danos concorrenciais, disse Carvalho.


Fonte: Exame/Abril

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

0 Corte chilena aprova fusão de TAM e LAN



Aprovação era o último obstáculo importante para a fusão no Chile; ainda falta aprovação do Cade no Brasil


O Tribunal de Defesa da Livre Concorrência do Chile (TDLC) aprovou nesta quarta-feira a fusão proposta entre a LAN e a TAM. A aprovação era o último obstáculo importante para a fusão no Chile, embora uma decisão do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), principal órgão regulador antitruste no Brasil, esteja pendente.

O TDLC exigirá que as companhias implementem medidas de mitigação adicional.

"As medidas buscam promover uma verdadeira concorrência no setor aéreo chileno e proteger os consumidores do impacto da fusão", afirmou o tribunal em comunicado. Se concluída, a fusão criará a maior companhia aérea da América Latina e uma das maiores do mundo. As informações são da Dow Jones.


Fonte: Economia IG

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

0 Fatores claros de curto prazo devem beneficiar ações da TAM, avalia IM Trust


Banco de investimentos chileno recomenda a compra dos papéis da companhia aérea

A companhia aérea brasileira TAM (TAMM4) recebeu a recomendação de compra nesta quinta-feira (18) da equipe de pesquisa da IM Trust, que citou fatores que deverão potencializar as ações da empresa no curto prazo.

Em relatório, Spencer explica que a volatilidade recente nos mercados financeiros globais fez com que as ações do setor aéreo fossem negociadas abaixo de seus níveis históricos. Com a TAM, a situação não foi diferente. Apesar dos bons resultados apresentados pela empresa no segundo trimestre de 2011, os papéis da companhia registram queda de 4,06% no mês e recuo de 23,86% no ano.Em início de cobertura, o analista Ignacio Spencer atribuiu um preço-alvo de 36 reais para cada papel preferencial da companhia até o final de 2011, o que representa um potencial de valorização de 23,49% frente à cotação de 29,15 reais vista no fechamento do último pregão.
Diante deste cenário, a IM Trust acredita que a TAM oferece pontos de entrada “saudáveis”. O múltiplo de preço sobre o valor patrimonial ajustado (P/BV) da companhia, projetado para 2013, é de 4,2 vezes, ante a média histórica de 5 vezes.
Além disso, Spencer prevê no curto prazo uma queda nos preços do petróleo, principalmente pelo temor dos investidores com o desaquecimento da economia mundial e, consequentemente, pela expectativa de menor demanda, o que deve beneficiar a TAM através de menos gastos com combustíveis.
Em sua avaliação, o analista também chamou a atenção para o fato da TAM ser líder de participação no mercado doméstico e internacional, com fatias de 43% e 86%, respectivamente. Ele prevê que isso deve ajudar a companhia a ter maior exposição diante de grandes eventos que devem ocorrer no Brasil, como a Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas de 2016.

TAM e LAN
A intenção da TAM de unir suas operações com a chilena LAN não foi incorporada nas estimativas de preço-alvo estabelecidas pela IM Trust. Contudo, segundo Spencer, o acordo deverá promover sinergias de 400 milhões de dólares por ano a partir de 2014.


Fonte: Exame

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

0 Fusão entre Lan e Tam é aprovada pela SEAE sem restrições



O pedido de fusão entre Tam e Lan foi aprovado num parecer da Secretaria de Acompanhamento Econômico, do Ministério da Fazenda. Segundo o relatório a operação diz respeito a associação entre os Grupos Tam e Lan, que operam nos mercados de transporte de passageiros e de cargas, além de outros serviços, como manutenção de aeronaves, agências de viagens e administração de programas de fidelidade.

Também foram identificadas pela Seae sobreposições de rotas nos trechos entre São Paulo e Santiago, Buenos Aires e Lima. A análise sobre a possibilidade de exercício de poder de mercado pelas requerentes revelou participações de mercado, em todas as rotas acima, superiores a 20%, o que apontou para a necessidade de analisar a probabilidade de abuso de posição dominante.

Diz a nota que se por um lado a análise da viabilidade de economias de escala sugere que algumas rotas poderiam apresentar dificuldade para novas entrantes, especialmente pela grande capacidade ociosa das companhias já existentes, por outro os demais fatores, tais quais acesso à infraestrutura e disponibilidades de slots, mostraram-se favoráveis à rivalidade, que pode se dar pelo redirecionamento de rotas de empresas já existentes e, até mesmo, pela potencial entrada de novos competidores.

Segundo a SEAE mesmo com poucos ofertantes efetivos, as ameaças dos participantes potenciais sugere a tendência de práticas de preços em moldes competitivos. Para o caso do transporte de cargas a questão é menos restritiva ainda, já que não
importam tanto quais são os horários disponíveis de slots e nem qual será a rota a ser utilizada, se por meio de vôos indiretos ou mesmo por meio de conexões.

“Há que se ressaltar, ainda, que nesses mercados, as empresas geralmente apresentam economias de escopo, uma vez que, em sua maioria, usam os porões de carga das aeronaves de passageiros para atender à demanda do transporte de carga. Dessa forma, se é viável para uma empresa operar no mercado de passageiros em uma determinada rota, é muito provável que também será viável transportar cargas naquela rota”.
Diante da análise, a Seae recomenda a aprovação da operação sem restrições.



Fonte: Mercados & Eventos

quinta-feira, 14 de julho de 2011

0 Cade pretende barrar fusão entre Gol e Webjet, diz jornal



Órgão quer evitar a formação de um duopólio entre a Gol e a TAM com a nova onda de aquisições


O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) pretende impedir temporariamente a fusão entre a companhia de aviação Gol e a Webjet, segundo reportagem publicada no jornal Valor Econômico nesta quarta-feira (13). A suspensão será feita para manter as condições de concorrência atuais no setor, sem o desaparecimento de nenhuma das empresas.


Segundo o presidente da Gol, Constantino de Oliveira Junior, a marca Webjet seria extinta após a aquisição da companhia, com aprovação do Cade e da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

O órgão, no entanto, quer evitar uma polarização maior da empresa com sua rival TAM, após essas novas aquisições, que devem diminuir o número de companhias no setor.

O possível duopólio entre a Gol e a TAM teria como concorrência apenas empresas menores, como a Azul e a Avianca, segundo o Valor.

O Cade deve discutir essa suspensão diretamente com a Gol. Caso a empresa se negue a assinar Acordo de Preservação da Reversibilidade da Operação (Apro), o órgão pode determinar a separação das empresas até o julgamento final da fusão, diz o jornal. Antes da Webjet, a Gol já havia adquirido a Varig, enquanto a rival TAM se uniu à chilena LAN.


Fonte: Exame/Abril

terça-feira, 12 de julho de 2011

0 Na fusão com a LAN, TAM dá o melhor retorno para o acionista



Nos cinco dias em torno do anúncio do negócio, retorno ao investidor beirou os 30% e transação leva o prêmio da categoria

Buscar uma alternativa que lhe permita retomar a trajetória de crescimento e fortaleça a empresa em um momento em que o mercado doméstico de aviação cresce em média 28% ao ano. Essa foi a motivação da TAM Linhas Aéreas para buscar uma parceria junto a chilena LAN, em 2010.

O acordo, ainda pendente de aprovação, prevê uma oferta pública de permuta de ações, com o objetivo de cancelar o registro de companhia aberta da empresa brasileira. A operação envolverá as ações preferenciais, aquelas sem direito a voto, em circulação - incluindo as detidas pelos controladores da TAM. Também englobará as ordinárias, até o limite de 20%, conforme determina a lei brasileira. Os acionistas parecem ter gostado. Pelo menos na época do anúncio da fusão, os ganhos dos detentores dos papéis beiraram os 30%, segundo os critérios estabelecidos pelo Insper, o que levou a TAM a ganhar o prêmio de Melhor Retorno ao Acionista do Prêmio Negócio do Ano iG/Insper.

Caso a operação seja aprovada, o nome da nova empresa será LATAM Airlines Group. A TAM deterá 30% do capital da nova empresa. As companhias aéreas continuarão operando com as marcas existentes e sob suas próprias certificações de operação. A união resultará em um grupo que será uma das dez maiores empresas aéreas do mundo, oferecendo serviços de transporte de passageiros e carga para mais de 115 destinos em 23 países, operando uma frota de mais de 280 aeronaves e empregando mais de 40 mil pessoas. O negócio deve gerar sinergias anuais de aproximadamente US$ 400 milhões, preveem as duas companhias.

Anúncio de união com LAN foi bem bem avaliado pelo mercado

A transação recebeu autorização prévia da Agência Nacional de Aviação Civil do Brasil (Anac), mas continua sujeita à aprovação de outras entidades governamentais do Brasil e do Chile. No momento, encontra-se em análise pelo tribunal chileno de defesa da livre concorrência. “Estamos confiantes na aprovação da fusão com a LAN pelo TDLC (Tribunal de Defensa de la Libre Competencia, do Chile) e continuaremos empenhando todos os nossos esforços na criação da LATAM, que será um dos maiores grupos de companhias aéreas do mundo, com inúmeros benefícios para nossos clientes e nossos países. Essa fusão é fruto de uma visão estratégica de que a consolidação da aviação comercial no mundo é inexorável”, diz Marco Antonio Bologna, presidente da holding TAM S.A. A TAM já decidiu que, caso o negócio com a LAN tenha de ser desfeito, irá procurar outro parceiro para união semelhante.

O acordo é promissor, porque dá uma visibilidade internacional para a empresa, aumenta seu número de rotas e oferece vantagens inexistentes no Brasil, afirma Fernando Góes, analista do home broker Rico (antiga Link Trade). Segundo Góes, o acordo vai dar à empresa brasileira a possibilidade de usar pelo menos em parte o sistema tributário do Chile, mais favorável que o brasileiro.

Além disso, o segmento da aviação é um dos mais promissores para os próximos anos, podendo crescer em taxas superiores às atuais ou manter o nível de crescimento por alguns anos. Eventos como a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada do Rio de Janeiro, em 2016, servirão de combustível para essa expansão, afirma Góes. Na visão do analista, a TAM é uma empresa que atua num segmento arriscado por natureza, mas apresenta consistência e possui bons fundamentos econômicos e financeiros.

Para a empresa, um fator que deve agregar novos ganhos é a ampliação do grupo de usuários da aviação doméstica. “Em 2010, constatamos uma mudança no perfil de passageiros, com a migração de viajantes de ônibus para o transporte aéreo, principalmente em viagens acima de 800 quilômetros. Em linha com essa tendência, ainda em 2010 iniciamos nosso projeto de varejo, pois acreditamos que grande parte do crescimento do setor de aviação civil nos próximos anos será proveniente das classes emergentes que voarão pela primeira vez”, afirma Líbano Barroso, presidente da TAM Linhas Aéreas.

Para conquistar esse público de passageiros entrantes, a TAM desenvolveu ações em três frentes: comunicação (campanha publicitária e outras ações); canais de venda (em que as parcerias com as Casas Bahia e as empresas de ônibus Pássaro Marron e Princesa do Agreste ocupam papel relevante); e meios de pagamento (a TAM é a empresa aérea que oferece o maior número de possibilidades de pagamento, e as iniciativas do projeto incluem novidades como o parcelamento no cartão Itaú e no cartão Casas Bahia).

Líbano Barroso, presidente da TAM, diz acreditar no crescimento da demanda das classes emergentes
A TAM aposta ainda nos horários fora do pico (off peaks), quando não há restrição de slots (autorização do número de pousos e decolagens no aeroporto concedida à companhia aérea pela autoridade aeroportuária), para conquistar uma fatia dos estimados 80 milhões de consumidores emergentes. A ideia, portanto, é manter a alta qualidade dos serviços, oferecendo passagens aéreas de 15% a 20% mais baratas em horários fora do pico.

A companhia é líder tanto no mercado doméstico de aviação civil, com participação de 42,5%, e no segmento das empresas aéreas brasileiras que operam voos internacionais, com participação de mercado de 86,6%, acumulados nos quatro primeiros meses de 2011. Como 75% dos passageiros da TAM viajam a negócios, eles se concentram entre 7h e 10h e entre 16h e 20h. Os passageiros que procuram preços mais baixos, portanto, podem voar no começo da tarde e à noite.

Segundo estudos da companhia realizados em parceria com instituto Data Popular (2010), cerca de 50% da população brasileira pertencente à classe C está na região sudeste do País, sendo, a maioria, migrantes que vieram das regiões Norte e principalmente Nordeste, a partir da década de 1980. A maior procura de viagens por parte desses passageiros tem como origem a região Sudeste (principalmente São Paulo e Rio de Janeiro) e, como destino, o Nordeste (Bahia, Pernambuco, Ceará e Rio Grande do Norte são os mais procurados).

Em 2007, a empresa passou a explorar negócios ligados à área principal, de transporte de passageiros. Além da TAM Cargo, à época já estruturada como unidade de negócios, foram avaliados o Programa TAM Fidelidade e a unidade de MRO (Maintenance, Repair and Overhaul). Criou também o Multiplus Fidelidade, que atua com o conceito de rede de empresas e programas de fidelização. Lançado em junho de 2009 como uma unidade de negócios da TAM, em outubro do mesmo ano tornou-se uma companhia independente e em fevereiro de 2010 abriu o capital, com ações negociadas na BM&FBovespa. Em levantamento realizado pela consultoria BrandAnalytics as marcas Multiplus e TAM ficaram entre as 25 mais valiosas do país em 2010. A marca TAM é a mais valiosa do setor aéreo e aparece na 15ª posição do ranking, enquanto a Multiplus está na 21ª.

Com um retorno extraordinário de 29,5% em cinco pregões em torno da data do anúncio, a empresa conquistou o primeiro lugar na categoria Melhor Retorno ao Acionista na primeira edição do Prêmio Negócio do Ano iG/Insper. “Este prêmio representa o reconhecimento de nosso comprometimento com as melhores práticas de governança corporativa e responsabilidade social, assim como de nossos esforços na geração de valor para nossos acionistas”, afirma Bologna.



Fonte: Ana Cláudia Landi, especial para o iG

quarta-feira, 8 de junho de 2011

0 Parceira da TAM, LAN Chile pagará US$ 66 mi aos EUA por cartel



A companhia de aviação chilena LAN Chile - em atual processo de fusão com a brasileira TAM - anunciou nesta terça-feira que sua divisão de carga, LAN Cargo, fez um acordo judicial para o pagamento de indenização de US$ 66 milhões a cidadãos dos Estados Unidos por manipulação de preços (formação de cartel), em um caso que envolve outras 42 companhias aéreas.

De acordo com informações da LAN Cargo, a empresa chegou a um acordo com o Departamento de Justiça dos Estados Unidos e pagará US$ 59,7 milhões aos seus reclamantes, enquanto que a brasileira ABSA - na qual a LAN Cargo possui uma participação acionária - pagará mais US$ 6,3 milhões, somando US$ 66 milhões em indenizações.

Segundo uma nota divulgada pela empresa, "só falta um tribunal americano aprovar o acordo para que a LAN realize o pagamento, que deverá ser feito até o dia 14 de junho". A LAN afirmou que o acordo está "dentro do seu compromisso permanente com a boa governança corporativa e de transparência nas práticas empresariais e dentro de uma política de rigoroso cumprimento da legislação vigente nos países em que opera".

LAN Cargo e ABSA, juntamente de outras 42 companhias aéreas, foram investigadas pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos. As investigações, concluídas em 2009, afirmaram que as 42 empresas haviam cometido manipulação de preços de passagens, configurando assim a formação de cartel.

Segundo a LAN, 19 das 42 companhias aéreas fizeram um acordo para cancelar as indenizações. Entre elas estariam American Airlines, Japan Airlines e Air France-KLM. A empresa chilena LAN, uma das mais poderosas da América Latina, já havia pagado em 2009 uma multa de US$ 109 milhões por outro caso de conluio, após firmar um acordo subscrito com o governo americano.

No Chile, a LAN tem sido investigada por supostos subornos relativos a US$ 1 milhão que teriam sido pagos às autoridades argentinas entre 2006 e 2007, período no qual o presidente chileno, Sebastian Piñera, era um de seus acionistas.

Fonte: Terra / Economia

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