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segunda-feira, 11 de março de 2013

0 Efromovich pede ajuda ao Governo brasileiro para comprar a TAP

O empresário deverá voltar a concorrer à privatização da companhia aérea portuguesa através da Avianca, em vez da "holding" Synergy, segundo noticiou a "Folha de S. Paulo".



São Paulo - O empresário Germán Efromovich solicitou a ajuda do Governo brasileiro para reentrar na privatização da TAP Portugal, à qual já concorreu no final do ano passado, mas sem sucesso.
O investidor de tripla nacionalidade (do Brasil, da Colômbia e da Polónia) pretende agora concorrer à compra da TAP através da companhia aérea Avianca, e não por via da "holding" Synergy, escreve a "Folha de S. Paulo" na sua edição deste sábado.
Desta vez, o governo brasileiro pretende dar apoio oficial à operação, abrindo espaço para a criação de uma "superaérea" luso-brasileira, indica ainda a "Folha", referindo que a hipótese de o Banco Nacional de Desenvolvimento Económico e Social (BNDES) financiar a operação não está descartada, embora a avaliação do governo seja de que Efromovich terá capital suficiente para não precisar do BNDES.
A participação de Germán Efromovich na privatização da TAP chegou a uma fase adiantada no ano passado, mas em dezembro o Governo português suspendeu o processo de venda, alegando que o empresário que controla a Avianca não apresentou garantias financeiras para a operação.
O governo brasileiro, explica a "Folha", tem acompanhado as negociações por meio do ministro Fernando Pimentel (Desenvolvimento, Indústria e Comércio). Há três semanas, ele e o executivo se encontraram em Brasília.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

0 Privatização da Tap tem início até março, diz ministro


O início do processo de privatização da companhia aérea Tap será “muito em breve”, anunciou, na quarta-feira, o ministro das Finanças de Portugal, Vítor Gaspar, em Londres. De acordo com o calendário que mostrou, o processo se dará ainda no primeiro trimestre de 2012. 


“Tencionamos lançar o processo de privatização muito em breve”, afirmou, após uma palestra na Universidade London School of Economics. 
Larissa D`Almeida - Dados da Agência Financeira e A Bola

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

0 TAP diz que privatização deve começar ainda este ano

O primeiro passo é a formação de um grupo interno composto por representantes do governo, pela TAP e pela estatal que controla a aérea


Rio - O presidente da companhia aérea portuguesa TAP, Fernando Pinto, disse que o governo do país pretende iniciar o processo de privatização da empresa até o fim do ano. O primeiro passo, segundo ele, é a formação de um grupo interno do governo, composto por representantes dos ministérios das Finanças e dos Transportes, pela TAP e pela Parpública, estatal que controla a aérea.

"São basicamente essas quatro áreas que participam do processo, mas elas já vêm atuando na preparação de documentos", declarou, após participar de painel em encontro do setor realizado pela Associação Latino-Americana de Transporte Aéreo (Alta). Segundo ele, a perspectiva é de que 100% da empresa seja privatizada, embora o martelo ainda não tenha sido batido. "Essa é uma das partes importantes a serem definidas."

Pinto acrescentou que o objetivo do governo é concluir o processo até meados de 2012. "A ideia é ter uma definição do parceiro até metade do ano que vem", disse. O governo português também ainda não decidiu se a privatização será por leilão ou se seguirá outro modelo. Ao ser questionado se alguma empresa brasileira já manifestou interesse na privatização da TAP, Pinto respondeu que "oficialmente não". "Nossa análise mostra que (a aquisição da TAP) faria muito sentido para empresas que operam aqui nessa área", declarou.


Fonte: Exame/Abril

terça-feira, 4 de outubro de 2011

0 TAP e o processo de privatização.



O Grupo IAG, que alia a Ibéria e a British Airways, tem uma lista de 12 empresas com quem poderá fusionar a sua operação ou adquirir. Mas, existem três negócios que poderão ser mais imediatos, entre eles está a privatização da TAP.


O CEO do IAG, Willie Walsh, já admitiu que pretende acelerar a consolidação do grupo, com vista a acompanhar os grandes players de mercado Lufthansa e Air France-KLM.

O Financial Times sublinhou que o CEO não avançou quaisquer nomes, no entanto a TAP, Aer Lingus e BMI deverão constar nessa lista, uma vez que são três empresas à venda.

A Lufthansa já admitiu que pretende alienar a sua empresa britânica BMI, a TAP está a arrancar com o seu processo de privatização e o Governo irlandês já manifestou em alienar a sua posição na Aer Lingus.

A companhia aérea portuguesa surge na segunda posição de interesse, segundo os analistas citados pelo Financial Times.

A TAP, que está em fase de privatização, está a ser alvo do Grupo IAG que já admitiu interesse na companhia portuguesa, nomeadamente por causa da sua operação no Brasil. Inclusive, o grupo que resulta da fusão entre a British Airways e a Ibéria já contratou um banco de investimento para analisar a operação.

O jornal mencionou que o primeiro ministro, Pedro Passos Coelho, já demonstrou que poderia haver uma união entre a TAP e a Lufthansa, duas companhias da mesma aliança de transportadoras aéreas, a Star Alliance, o que facilitaria a operação. O mesmo não acontece com o IAG, cujas companhias pertencem à aliança rival, a Onewortld.

Andrew Lobbenberg, analista da RBS, citado pelo “Financial Times”, alertou que caso a Lufthansa se alie à TAP iria liderar o mercado da América Latina, havendo a hipotese de se juntar também ao novo grupo LATAM (LAN Chile e TAM estão em processo de fusão).

Os analistas citados pelo “Financial Times” referem dos três negócios mais imediatos, a aquisição da BMI é a “mais atractiva” para o IAG, uma vez que a companhia é a segunda maior transportadora em termos de número de “slots” (período de espaço e de tempo de aterragem e descolagem de um avião no aeroporto) aeroporto de Heathrow.

A British Airways, actualmente, não consegue expandir a sua operação, uma vez que Heathrow não tem mais espaço para aumentar a sua dimensão e o número das respectivas “slots”.

A Virgin Atlantic é a grande concorrente do IAG na “guerra” das “slots”, recordou a mesma publicação, bem como companhias provenientes do Médio Oriente, como a Etihad.

No entanto, a British Airways poderia enfrentar problemas de concorrência caso o IAG adquirisse a BMI, uma vez que a maior companhia britânica não poderá ultrapassar a quota de 50% no aeroporto. O IAG acredita na aprovação, uma vez que este cenário seria semelhante ao existente em Charles de Gaule com a Air France-KLM e da Lufthansa em Frankfurt.

As “slots” da BMI estão avaliadas em 770,5 milhões de libras, segundo os números de 2008, ano em que a empresa foi adquirida pela Lufthansa.

Segundo o Financial Times, o negócio menos interessante para o IAG é a Aer Lingus. O Governo irlandês e a Ryanair, dois dos accionistas da companhia, já manifestaram intenção de alienar a empresa.

A Aer Lingus tem algumas slots em Heathrow, mas também traz consigo um défice de 400 milhões de euros, relacionado com um fundo de pensões.

Os analistas referem que o Grupo IAG quer assegurar as sinergias de 400 milhões de euros relacionadas com a fusão entre a British e a Ibéria que deverão ser concretizadas na totalidade até 2015.


Fonte: Jornal de Negócios/Portugal

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

0 TAP pode ser um "bom investimento" para a Lufthansa



"Posso imaginar que a Lufthansa está a acompanhar com atenção o nosso programa de privatizações, do qual a TAP faz parte. Certamente que seria um bom investimento", disse o primeiro-ministro ao jornal alemão “Handelsblatt”.


Pedro Passos Coelho afirmou em entrevista a um jornal alemão que a privatização da TAP pode ser um "bom investimento" para a transportadora aérea alemã Lufthansa.

"Posso imaginar que a Lufthansa está a acompanhar com atenção o nosso programa de privatizações, do qual a TAP faz parte. Certamente que seria um bom investimento", disse o primeiro-ministro ao jornal alemão “Handelsblatt”.

“A Lufthansa ficaria muito bem se desenvolvesse o mercado na América do Sul e em África juntamente com a companhia aérea portuguesa”, disse o primeiro-ministro.

A International Airlines Group (IAG), empresa que engloba a British Airways e a Iberia, também está interessada no negócio.

A privatização da TAP faz parte do programa definido pela "troika" para Portugal.


Fonte: Sapo.PT

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

0 TAP vai ser privatizada não obstante aumento dos prejuízos



O governo de Portugal manteve a transportadora aérea TAP – Air Portugal na lista das privatizações a efectuar não obstante a empresa ter registado um aumento nos prejuízos contabilizados no primeiro semestre do ano, de acordo com a imprensa portuguesa.

A companhia aérea registou perdas de 137 milhões de euros nos primeiros seis meses do ano, contra um prejuízo de 79 milhões de euros, no período homólogo de 2010.

O aumento de 73,4% nas perdas ficou a dever-se, principalmente, ao aumento dos combustíveis, despesa que cresceu 43% entre Janeiro e Junho, atingindo um valor de 325 milhões de euros.

O acordo entre o governo português e o grupo conhecido como “troika”, constituído pelo Fundo Monetário Internacional, Comissão Europeia e Banco Central Europeu, determinou a privatização total da companhia aérea, bem como da ANA – Aeroportos de Portugal, CP Carga, Águas de Portugal, Correios (CTT), Rádio e Televisão de Portugal (RTP) e o ramo segurador do grupo financeiro estatal Caixa Geral de Depósitos.
A International Airlines Group (que resultou da fusão entre a British Airways e a espanhola Ibéria) já pediu pormenores sobre a operação.

As dez rotas para o Brasil, com um total de 75 voos semanais, são o principal atractivo para companhias de aviação como a Qatar Airways, do Oriente Médio ou a angolana Taag.

Uma aliança com a TAM-LAN, resultado da fusão da brasileira TAM com a chilena LAN, também é vista pelos especialistas como mais benéfica na perspectiva de desenvolvimento das rotas brasileiras e africanas da TAP, que apresentam um potencial de crescimento de 7% até 2014.


Fonte: MacauHub

segunda-feira, 27 de junho de 2011

0 Rússia inclui Aeroflot em programa de privatizações



A Rússia vai acrescentar a empresa de transporte aéreo Aeroflot à lista de empresas que pretende privatizar no período de três a cinco anos, informou nesta segunda-feira o ministro das Finanças, Alexei Kudrin.

- Há grande probabilidade de a Aeroflot ser incluída neste programa de privatizações - disse Kudrin durante um evento para investidores.

O presidente Dimitri Medvedev, que busca acelerar o processo de venda de empresas e reduzir o domínio estatal sobre a economia, solicitou ao governo a apresentação de um esboço da agenda de privatizações para 1º de agosto.

- Nos próximos três a cinco anos, deveremos deixar o controle das principais empresas - afirmou Kudrin em palestra na conferência anual do banco de investimentos Renaissance Capital.

- Estamos falando sobre as áreas financeira, de petróleo, setores de comunicações e empresas de transporte, começando pela Sovcomflot e Aeroflot.

Este ano, a Rússia vendeu 10% do banco de controle estatal VTB, levantando US$ 3 bilhões, e planeja vender 7,6% do Sberbank, avaliado em aproximadamente US$ 6 bilhões.

A estatal Sovcomflot, que atua no mercado de transporte marítimo, também está cotada para ter 25% de seu controle privatizado este ano.

O Estado detém 51,17% da transportadora de carga Aeroflot, enquanto o banco central possui outros 11,8%.

O alvo de Kudrin é obter US$ 30 bilhões com as privatizações nos próximos três anos, número que, segundo ele, poderia crescer de 25% a 50% se a Rússia realizar com sucesso seu mais ambicioso programa de venda de empresas.

Monopólios naturais como das empresas Gazprom and Transneft, que controlam a rede de gás e de oleodutos da Russia, respectivamente, seriam, entretanto, mantidos sob o controle estatal, de acordo com o governo.


Fonte: O Globo

sexta-feira, 17 de junho de 2011

0 Lufthansa atenta à privatização da TAP



A companhia Lufthansa está atenta ao processo de privatização da TAP, podendo até entrar na corrida pela companhia portuguesa, segundo a rádio Antena 1.
O interesse da germânica está relacionado com o obejtivo estratégico de manter operação no Brasil dentro da Star Alliance, de que fazem parte a TAP e a operadora alemã.

Segundo a mesma fonte, a eventual participação da Lufthansa no processo de privatização da aérea portuguesas poderia acontecer de forma direta ou indireta, mas sempre servindo o objetivo de travar a passagem das rotas do Brasil para a aliança concorrente (OneWorld), onde pontifica a IAG (British Airways-Iberia).

Fonte: Diario Digital

sexta-feira, 20 de maio de 2011

0 Lufthansa descarta corrida à privatização da TAP



A companhia aérea alemã adquiriu nos últimos três anos três transportadoras europeias e quer agora consolidar as operações.

"Temos estado muito activos na consolidação do sector nestes últimos três anos, em que compramos três companhias diferentes - Áustria Airlines, British Midland e Brussels Airlines -, e ainda temos trabalho para fazer" disse hoje Nikolas Wirtz, director-geral da Lufthansa para Portugal, numa conferência de imprensa para assinalar os 30 anos de operação no aeroporto do Porto.

"Ainda não estamos preparados" para outra aquisição, reforçou. Segundo Nikolas Wirtz, ainda há "reestruturações" a finalizar nas empresas adquiridas, que exigem "muita concentração".

Nikolas Wirtz considerou que a privatização das companhias aéreas "gera desenvolvimentos positivos", pois "a concorrência é algo que todos beneficiam, quer as companhias quer os clientes".

A Lufthansa transportou mais de 880 mil passageiros de e para Portugal no ano passado, um crescimento de 10% face a 2009. Nikolas Wirtz adiantou que, no primeiro trimestre deste ano, a Lufthansa aumentou o número de passageiros na operação em Portugal, mas reconhece que este é um ano de "desafios". "A Europa está a recuperar, mas Portugal está com dificuldades", admitiu o responsável.

sábado, 7 de maio de 2011

0 Pacote de privatização da TAP inclui sete empresas



O processo de privatização da companhia aérea portuguesa TAP, previsto para ter início após as eleições em Portugal, em 5 de junho, vai incluir um pacote de sete empresas controladas por ela. A brasileira VEM, de manutenção de aeronaves, é uma delas.

Também estão inseridas na privatização a Cateringpor, de refeições de bordo, a Lojas Francas de Portugal (LFP), do segmento de "duty free" em aeroportos e a bordo de aviões, a Groundforce, de apoio aeroportuário em pátios de aviões, a companhia aérea regional Portugalia, a Megasis, de tecnologia, e a UCS, de planos de saúde para funcionários das empresas do grupo.

Apesar de a privatização da TAP estar prevista para junho, algumas medidas internas e preparatórias para esse processo já estão sendo tomadas pela Parpública, a administradora das participações do governo português em empresas públicas. A TAP é 100% estatal.

A principal medida em curso é uma avaliação do valor da TAP, que está sendo apurado pelo Citibank. Um segundo banco português será contratado e deverá ser o estatal Caixa Geral de Depósitos, segundo uma fonte do setor que acompanha de perto a privatização da TAP.

Além dessa avaliação, um "data room" deverá ser realizado para detalhar todas as informações financeiras da companhia a potenciais compradores.

Recentemente, a brasileira TAM Linhas Aéreas manifestou interesse. Segundo a imprensa portuguesa, Qatar Airways, a IAG, fusão entre a British Airways e a Iberia, também estariam interessadas.

A fatia da TAP que o futuro governo português pretende passar para a iniciativa privada ainda não está definida, mas deve variar dependendo de quem vencer as eleições. De acordo com a fonte, caso o Partido Socialista (PS) permaneça governando, a tendência é a de manter um certo nível de participação. Caso o partido da oposição, o Partido Social Democrata (PSD), vença é provável que todo o controle seja repassado.

No ano passado, a TAP teve lucro de € 62 milhões, ante € 52 milhões do ano anterior. O faturamento da empresa foi de € 2,2 bilhões em 2010, sendo que o Brasil responde por 22% dos resultados do grupo e Portugal por 29%.

No Brasil, a TAP opera atualmente 71 frequências semanais, a maior operação estrangeira no país. Até o fim do ano, ela planeja oferecer 77 voos por semana.

"O dinheiro que será arrecadado com a privatização da TAP não será destinado para ajudar a reduzir o déficit público de Portugal. Os recursos serão usados para capitalizar a empresa", afirma a fonte.

O plano do governo de Portugal, de acordo com a imprensa portuguesa, é arrecadar € 5,3 bilhões até 2013 com o programa de privatizações dos setores de transportes, que inclui a TAP, energia, comunicações e seguros, entre outros.

Na quarta-feira, foi aprovado o programa de socorro a Portugal de € 78 bilhões, negociado entre a União Europeia, Fundo Monetário Internacional (FMI) e o governo português, o chamado triunvirato. A meta de redução do déficit público português é de 5,9% para este ano, de 4,5% para 2012, e de 3% para 2013.


Fonte: Valor Econômico

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