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sábado, 5 de maio de 2012

0 Pilotos da TAM protestam contra falta de segurança de voo

Funcionários criaram blog com série de reivindicações e prometem seguir estritamente os manuais – o que pode gerar atrasos em voos e prejuízos para a companhia




Em protesto por melhores condições de trabalho e segurança de voo, pilotos e comissários da TAM iniciaram uma operação de “não-colaboração” à empresa. Para chamar a atenção da companhia aérea, os funcionários criaram um blog chamado “Aviador Anônimo TAM”. Os manifestantes dizem que mais de 10.000 funcionários que trabalham na área de segurança de voo (entre pilotos, comissários e mecânicos) estão insatisfeitos com a companhia.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

0 Iberia entra com ação para evitar greve de pilotos

Empresa entrou com recurso na Justiça para impedir as greves convocadas por pilotos e outros funcionários de bordo


Madri - A Iberia, parte da International Airlines Group, entrou com recurso na Justiça para impedir as greves convocadas por pilotos e outros funcionários de bordo nos próximos meses.

A companhia aérea espanhola também busca, com o recurso, indenizações por paralisações que já aconteceram.
O sindicato de pilotos Sepla convocou 30 dias de greve entre abril e julho em protesto contra o início das operações da companhia de baixo custo Iberia Express. A categoria vê a empresa como ameaça aos empregos e às condições de trabalho, enquanto a Iberia a considera vital para aumentar a rentabilidade.
Em comunicado nesta segunda-feira, a Iberia disse ter entrado com recurso na Alta Corte da Espanha solicitando que as greves sejam declaradas abusivas e ilegais, sob alegação de que as paralisações acontecem em períodos de grande movimento de passageiros, como o feriado de Páscoa.
"Greves como estas têm um alto custo para a companhia e quase nenhum para os pilotos", disse a empresa.
Os pilotos da Iberia planejam greves às segundas e sextas-feiras entre 9 de abril e 20 de julho.

Fonte: Exame/Abril

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

0 Greve dos pilotos da Iberia afeta ligações entre Lisboa e Madrid


Os pilotos da Ibéria voltam hoje à greve. A paralisação da companhia aérea espanhola já levou ao cancelamento de seis voos entre Lisboa e Madrid. O protesto dos pilotos regressa depois de amanhã, sexta feira 27, e ainda dia 30 deste mês. A greve, que já vai para terceira jornada, foi convocada depois de a companhia decidir criar a linha de baixo custo Ibéria Express.
Fonte: RTP, Via: Mercado e Eventos

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

0 Pilotos espanhóis ameaçam convocar mais dias de greve

Sindicato dos pilotos da Iberia afirmou que cancelará 118, ou 36%, de seus voos em 29 de dezembro


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Madri - O sindicato dos pilotos da Iberia advertiu nesta quarta-feira que pode convocar mais dias de greve, além do já planejado 29 de dezembro, se não houver acordo com o comando da empresa em relação à criação de uma nova unidade de baixo custo espanhola, a Iberia Express.
"Se não pudermos encontrar uma solução, entraremos em greve de novo, com certeza", disse Justo Peral, chefe do sindicato Sepla, em entrevista coletiva.

A Iberia, unidade espanhola do International Consolidated Airlines Group (IAG), afirmou que cancelará 118, ou 36%, de seus voos em 29 de dezembro, no segundo dos dois dias de greve até agora planejados pelos pilotos da companhia. O primeiro dia de paralisação ocorreu em 18 de dezembro.
A Iberia Express deve começar a operar voos no segundo trimestre do ano que vem. O Sepla afirma que a nova empresa viola regras trabalhistas, ao separar as operações dos voos da companhia sem a aprovação do sindicato.
A nova companhia de baixo custo operará parte dos voos de curta e média distância da Iberia. A companhia enfrenta dura competição com outras empresas de baixo custo e com os trens de alta velocidade.
O IAG, terceiro maior grupo aéreo na Europa, atrás de Air France-KLM e Deutsche Lufthansa, foi recentemente formado através da fusão entre a British Airways, do Reino Unido, e a Iberia. As informações são da Dow Jones.

Fonte: Exame/Abril

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

0 Faltam pilotos no Brasil, diz diretor da TAM

Companhia precisa contratar 120 profissionais no ano que vem, mas tarefa está cada vez mais difícil


A escassez de pilotos no Brasil será ainda mais intensa em 2012, na avaliação da TAM. A companhia precisa contratar 120 pilotos e copilotos no ano que vem, metade do total admitido em 2011. Mas a tarefa não será fácil. “Falta piloto no Brasil”, diz o comandante Leonard Grant, diretor de operações e treinamento da TAM.

Foto: AEAmpliar
Mercado de aviação cresce no Brasil, mas faltam pilotos
O desafio está no descasamento entre o ritmo de formação de profissionais e o crescimento do mercado de aviação no Brasil. Embora tenha desacelerado nos últimos meses, no acumulado do ano a indústria registra aumento de 17,5% em passageiros por quilômetro pago (RPK) e de 13,7% em assentos por quilômetro ofertado (ASK) em voos domésticos, segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

O problema, segundo Grant, é que “o País não está olhando para a formação de pilotos”. Não existe hoje nenhuma estratégia conjunta do setor para buscar soluções para a questão. “As companhias têm feito muito esforço para encontrar uma saída, mas são iniciativas isoladas”, diz.
Carolina Duque, diretora de recursos humanos da TAM, conta que 2011 já foi um ano mais difícil para a contratação de novos pilotos e copilotos. "A TAM é uma marca forte, tem bastante atratividade, e mesmo assim nesse ano não conseguimos contratar com tanta rapidez como em 2010", diz. Ainda assim, a empresa conseguiu atingir a meta e admitir 240 funcionários.
Mas as perspectivas para 2012 são mais preocupantes: “ano que vem vai ser ano de dificuldade”, prevê Carolina. A TAM precisa contratar pilotos para repor alguns funcionários que saíram e dar conta de atender às novas aeronaves que devem entrar e operação no ano que vem e no início de 2013. A empresa deve chegar ao fim do ano que vem com 159 aeronaves, três a mais que a frota no fim de 2011. A previsão divulgada anteriormente era de terminar 2012 com 163 aviões.
Requisitos mínimos
Segundo o comandante Grant, está cada vez mais difícil encontrar profissionais que atinjam os requisitos mínimos da empresa. A TAM exige no mínimo 800 horas de voo para quem possui curso superior em ciências aeronáuticas, ou pelo menos 1.200 horas para quem não tem graduação. Mesmo com a escassez de mão de obra, ele diz que não está nos planos da empresa diminuir os requisitos para pilotos. Pelo contrário, as exigências continuam bastante elevadas após a contratação. "O piloto tem três chances por ano de parar de voar: se for reprovado no exame médico, na reciclagem de equipamento e na teórica", diz Grant.
Logo que são contratados, os profissionais recebem treinamento na Academia de Serviços Comandante Rolim Amaro, que completa dez anos de existência. No caso de pilotos e copilotos, são três meses de curso, simulações de voos e avaliações, que custaram à TAM a quantia de R$ 20 milhões em 2011. Ao todo, a empresa investiu R$ 32 milhões investidos no desenvolvimento de funcionários, valor 24% maior que os aportes feitos em 2010.
Áereas disputam pilotos
A escassez de profissionais qualificados acirra a competição entre as companhias aéreas brasileiras. A diretora de RH da TAM conta que a empresa tem perdido alguns pilotos para concorrentes. “Alguns têm saído para tentar fazer carreira mais rápida em outras companhias”, afirma.
Para ser comandante na TAM, um piloto precisa acumular, em média, cinco mil horas de voo – processo que leva de cinco a seis anos. Já em outras companhias a espera pode ser menor, o que tem motivado alguns a mudar de emprego. “Em muitos casos, o piloto aceita até ganhar menos em busca do status de comandante”, diz Grant. Ele afirma que, em geral, a mudança ocorre para outras companhias que operam no Brasil. "São muito poucos os casos de quem está deixando o País para pilotar em companhias do exterior", diz.
Para tentar atrair novos funcionários, a empresa tem buscado parcerias com escolas e tem procurado no mercado profissionais qualificados para o cargo. Em algumas situações, a TAM também adota a estratégia de oferecer salários um pouco superiores à média, na tentativa de atrair e reter pilotos. Outro atrativo, segundo Grant, é o fato de que a empresa é a única aérea brasileira a oferecer possibilidade de carreira internacional.
Atualmente a TAM tem 2.300 pilotos e copilotos. O salário inicial de um copiloto é, em média, R$ 8 mil. Já um comandante ganha aproximadamente R$ 20 mil. A companhia tem 6.500 comissários de bordo. Ao todo, a TAM possui 29 mil funcionários.


Fonte: Economia/IG

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

0 Pilotos da TAP mantêm greve em Dezembro Empresa diz que “diálogo vai continuar”



Pilotos e Administração da TAP saíram de uma reunião hoje como entraram, os primeiros a manter a greve de 9 a 12 de Dezembro, e a empresa a afirmar que “o diálogo” prossegue, de acordo com declarações das duas partes publicadas pelo “Jornal de Negócios”.

“Mantém-se tudo na mesma”, disse no final da reunião “fonte oficial do Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil”, citada pelo diário económico.
"O diálogo vai continuar", disse, por sua vez, a empresa, indicando que, no entanto, não está agendada ainda uma nova reunião.
O SPAC anunciou em meados deste mês a convocação de dois períodos de quatro dias de greve, o primeiro de 9 a 12 de Dezembro e o segundo de 3 a 6 de Janeiro, duas épocas em que tradicionalmente o tráfego aéreo aumenta substancialmente, primeiro pelos passageiros que viajam para se juntar a familiares e amigos nas festas de Natal e Ano Novo e depois pelos seus regressos.
“O cumprimento das normas do Acordo de Empresa e a reposição de um clima laboral que reponha a equidade no tratamento entre pilotos e chefias” é uma das razões invocadas pelo SPAC para a convocação da greve.
A outra é o cumprimento do acordo que dá aos pilotos uma participação na companhia quando da privatização, em troca de terem prescindido dos aumentos que uma Comissão Arbitral considerou terem direito.




Fonte: Presstur

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

0 Alta: 11 milhões de brasileiros entram no mercado de aviação até 2014


O crescimento econômico brasileiro, as oportunidades de negócios e a melhora dos aeroportos brasileiros foram os temas principais da abertura da Alta´s Airline Leaders Forum. O encontro que aconteceu na manhã desta quinta, dia 17, no Rio de Janeiro, reuniu líderes da indústria de aviação comercial da América Latina e Caribe.

Para todos, a participação do setor privado será fundamental para que os grandes aeroportos brasileiros apresentem condições condizentes com o desenvolvimento do País, e não apenas para atender às necessidades da realização da Copa do Mundo em 2014 e dos Jogos Olímpicos em 2016.

A partir do segundo semestre de 2012, os Aeroportos de Guarulhos, de Viracopos e de Brasília passarão a ser administrados e operados por empresas privadas, sendo aberta a participação do capital estrangeiro. E o ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil, Wagner Bittencourt, ressaltou que o setor é vital para o desenvolvimento econômico do País.

“Não tenho dúvida nenhuma que o leilão dos três aeroportos no final do ano será um sucesso, pois são aeroportos muito bons e com potencial de crescimento. O setor privado está muito interessado”, declara.

Com base neste modelo, o diretor geral da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA, sigla em inglês), Tony Tyler, espera que haja uma melhora nos aeroportos brasileiros e que o novo modelo de concessão faça com que eles tenham condições de receber a nova demanda oriunda das classes B e C, que já respondem por 43% do potencial de consumo nacional.

“O Brasil vive um momento importante devido ao seu crescimento econômico. Espero que não vejam os aeroportos como coletores de impostos, é preciso ter cuidado com a privatização, pois a América Latina tem diversos exemplos de privatizações realizadas de forma errada”, contesta.

Outra cobrança feita por Tony Tyler é a redução do preço dos combustíveis para aeronaves no Brasil e na América Latina. “O Governo Federal deve rever o valor dos combustíveis, não é possível um país produtor cobrar um valor tão alto”, disse.

Discurso parecido é o de Roberto Kriete, presidente da Associação de Transporte Aéreo da América Latina e Caribe (Alta), que declarou que 11 milhões de brasileiros vão entrar pela 1ª vez em um avião até 2014. Ele vê nisso uma oportunidade para geração de empregos. “O mercado brasileiro, em termos de crescimento, só fica atrás do da China. A importância do crescimento da classe C é fundamental para o Brasil. O modelo de privatização deve estar atento para esses novos consumidores”, afirma.




terça-feira, 27 de setembro de 2011

0 Polêmica no ar: Nova Resolução da ANAC obriga pilotos e aeronautas a testes contra drogas


Visando aumentar a segurança e a regulamentação mais estrita sobre a questão, a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) publicou no Diário Oficial da União o Regulamento Brasileiro da Aviação Civil nº. 120 (RBAC 120), que trata dos programas de prevenção do uso indevido de substâncias psicoativas para os profissionais de aviação, que trabalhem em linhas e táxis aéreos, aplicáveis não só aos pilotos como aqueles que trabalham com a manutenção de aeronaves e aspectos ligados a segurança das operações aéreas.

Pela primeira vez são exigidos testes compulsórios de drogas, para uma categoria profissional, numa mudança radical de legislação que anteriormente só punia o piloto “embriagado”, ou que comprovadamente estivesse sob o efeito de tóxicos.

Não resta dúvida que os que compartilham a flutuação das drogas com a paixão por voar são uma minoria ínfima dentre os que detêm uma licença para pilotar, pois a maioria tem plena noção de que o consumo de tóxicos, ainda que em caráter eventual, não é compatível com o exercício das funções de aeronauta.

Os casos são pouco relatados, e escondidos do público em geral, mas basta verificar a preocupação de candidatos a piloto com os testes prévios de detecção de tóxicos, que são feitos por duas empresas aéreas, que transparece num Fórum da internet ligado a aviação o “Contato Radar”, onde há 4500 visitas e 240 comentários de profissionais relacionados à área sobre o tema, nos quais, segundo alguns pilotos, esta medida seria uma invasão de privacidade e os profissionais poderiam se recusar a fazer os testes com base no direito Constitucional da não incriminação.

Segundo a Dra. Vânia Melhado, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Aeroespacial e responsável na América Latina pelo programa de prevenção do uso de álcool e drogas na aviação, que levou o problema à ANAC, a implantação deste programa é "extremamente importante. Já estamos atrasados". "Quando fizemos testes para a admissão de pilotos na Varig, em 2007, detectamos que 16% dos candidatos tinham usado maconha ou cocaína", relata a médica. "Fiquei desesperada. Nos Estados Unidos, o programa de prevenção do uso de drogas na aviação tem 25 anos. Os testes de sangue em pilotos americanos envolvidos em acidentes ou incidentes mostram que 43% deles tomaram álcool, drogas ou remédios que mexem com a cognição o que mostra que manche e bebida passam a ser definitivamente incompatíveis”.

Os pilotos têm o direito constitucional de se recusarem a fazer o teste sem qualquer consequência? Até que ponto a intimidade do empregado pode ser violada? Qual a posição da Justiça do Trabalho sobre estes testes? O que muda na aviação depois da norma? Que tipos de testes são previstos? Como serão aplicados? Há furos jurídicos na norma.

Para saber as respostas a estas perguntas e conhecer mais sobre a resolução e como ela afeta a vida dos aeronautas, e dos passageiros, clique aqui.


Fonte: Portal Contato Radar

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