sábado, 4 de maio de 2013
0 Avião movido a energia solar chega a Phoenix após 18 horas de voo
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
0 NASA testa avião supersônico com pouco ruído em túnel de vento
Os aviões estão sendo projetados para superar a barreira do som sem produzir o estrondo característico, conhecido como boom sônico.
Foram construídos dois modelos, que estão sendo testados em túneis de vento.
O primeiro deles, visto na foto, possui sensores destinados a avaliar as forças e as ondas geradas com o avião em diversas inclinações, laterais e frontais, e até de cabeça para baixo.
O segundo modelo, um pouco menor, possui sensores para detectar as pressões fora do corpo do avião, que resultam na onda de choque propriamente dita, que causa o estrondo.
Os testes serão realizados em vários túneis de vento, cada um com capacidade de levar os modelos ao seu limite em diferentes aspectos.
sábado, 14 de abril de 2012
0 Carro voador deve ter versão comercial em 2014
A empresa holandesa PAL-V quebrou a famosa frase de Calderón de la Barca que diz "os sonhos, sonhos são" ao tornar realidade a fantasia de criar um carro voador, cuja versão comercial poderia sair à venda em 2014.
quinta-feira, 5 de abril de 2012
0 "Carro voador" é testado com sucesso na Holanda
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
0 Avião movido a hidrogênio tem design baseado em pássaro
0 Superavião de Paul Allen lançará satélites no espaço
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
0 Primeiro espaçoporto comercial é inaugurado nos Estados Unidos

Foi apresentado ao público o primeiro espaçoporto construído com fins comerciais. O Spaceport America fica em Los Cruces, no estado do Novo México, no sudoeste dos EUA, e foi feito pela Virgin Galactic. A obra, que custou mais de US$ 200 milhões, teve financiamento público.
O excêntrico milionário britânico Richard Branson, dono do grupo Virgin, inaugurou a obra estourando uma garrafa de champanhe no hangar e desceu de rapel do topo do prédio. Susana Martinez, governadora do Novo México, e Buzz Aldrin, segundo homem a pisar na Lua, estavam entre as centenas de pessoas que compareceram ao evento.
“Com o espaçoporto pronto, com o foguete pronto, com a nave pronta, com os testes em andamento, estamos muito, muito perto de começar as viagens espaciais comerciais”, discursou Brandon. A empresa planeja terminar os testes no fim de 2012 e começar a operar em seguida.
Mais de 450 pessoas já compraram bilhetes para viajar como turistas espaciais. Essas passagens custam entre US$ 100 mil e US$ 200 mil. A Virgin oferecerá viagens de duas horas e meia a uma altitude de pelo menos 100 km. O passeio incluirá vistas da Terra a que hoje só os astronautas têm acesso e cinco minutos de experiência sem gravidade.
A empresa espera ainda lançar satélites a um custo bem menor que o dos programas estatais, e, possivelmente, oferecer viagens intercontinentais em alta velocidade.
Fonte: G1.com
terça-feira, 13 de setembro de 2011
0 Virgin faz feira para achar fornecedores e contrata para ir ao espaço
Empresa de Richard Branson que fará viagens espaciais oferece folgas em sextas-feiras, benefícios e "salário competitivo"

Um desses benefícios é a jornada 9/80, ou seja, em nove dias o funcionário trabalha 80 horas, completando a carga de duas semanas sem precisar trabalhar o décimo dia. Assim, trabalha-se uma semana normalmente e a outra, só até quinta-feira. Segundo a Virgin, é algo "desejado" e que supostamente deve atrair pretendentes. Além disso, o site da empresa promete "salário competitivo" e "abrangente pacote de benefícios".
A Virgin Galactic, assim como a empresa que criou para fabricar as aeronaves – chamada The Spaceship Company –, têm ou terá vagas em aberto para uma série de carreiras. Desde controladores financeiros einspetores de qualidade, até empregos "com emoção", como pilotos astronautas (neste caso, apenas para cidadãos americanos). No total, incluíndo a gravadora, a companhia aérea e outros braços empresariais, a Virgin emprega mais de 47 mil pessoas.
Os primeiros voos tripulados das esquisitas aeronaves da Virgin vêm ocorrendo com sucesso, e o aeroporto que Branson está construíndo no deserto de Mojave (no estado americano do Novo México) deve ficar pronto em 2013. Cada voo ao espaço deve custar em torno de US$ 200 mil (ou R$ 320 mil), segundo estimativas da empresa. Veja, abaixo, o primeiro voo livre tripulado feito pela VSS Enterprise, em outubro passado.
A Virgin Atlantic Airways, empresa aérea "convencional" de Branson, afirmou ter planos de abrir rotas de voo para o Brasil em breve. A companhia também declarou interesse em usar o etanol brasileiro em seus aviões.
sexta-feira, 22 de julho de 2011
0 Empresa venderá carro voador por R$ 389 mil
A empresa americana Terrafugia criou um veículo que além de andar em ruas e estradas, pode voar. Batizado de Transition, ele está na fase final dos testes.
A carroceria é de fibra de carbono, tem lugar para duas pessoas e as asas são recolhidas em 30s.
O Transition acaba de ser aprovado pelas autoridades de trânsito dos EUA e a Terrafugia planeja iniciar as vendas em 2012.
O carro que vira avião deve custar entre US$ 200 mil (R$ 312 mil) e US$ 250 mil (R$ 389 mil).
segunda-feira, 27 de junho de 2011
0 Avião transparente e software que detecta suspeitos saem da ficção
Apresentados em Paris, na semana passada, os projetos vão desde a criação de aeronaves transparentes para a aviação civil até sistemas de monitoramento que permitem a pilotos de caça identificar em solo tropas amigas e inimigas.Entre as iniciativas de maior repercussão está o projeto da Airbus para criar aviões com fuselagem transparente.
A companhia está desenvolvendo modelos com material mais leve, que exigem menos consumo de combustível. Nos painéis internos da aeronave, a Airbus pretende empregar material capaz de reter o calor que é liberado pelo corpo humano para usar essa energia na iluminação interna do avião. O projeto é o que há de mais próximo do avião invisível da super-heroína, mas ainda permanece um sonho distante do consumidor: as primeiras aeronaves só devem chegar ao mercado em 2050.
Na feira anual Paris Air Show, o conceito predominante sobre as aeronaves do futuro foi o de aviões menores, mas com mais espaço para os passageiros e econômicos do ponto de vista energético. Esse último foi um ponto unânime entre os fabricantes: reduzir o consumo de energia e, consequentemente, as emissões de gases de efeito estufa.
A Honeywell fez uma demonstração do seu Honeywell Green Jet Fuel, combustível feito com 85% de querosene de aviação e 15% de biodiesel. A empresa espera a aprovação pelo governo americano para lançar a mistura comercialmente em julho. Internamente, a companhia também desenvolve uma mistura 50/50, que reduziria as emissões de gases de efeito estufa em 66%.
Em outra frente, a Honeywell assinou um memorando com a Safran para desenvolver um motor elétrico para uso no taxiamento nos aeroportos, que proporcionaria uma economia de combustível de 4% para as empresas aéreas. O protótipo tem lançamento previsto em 2013 e os motores chegariam ao mercado em 2016.
Nos Estados Unidos, um consórcio de empresas investiu em um fundo para pesquisas com o objetivo de desenvolver equipamentos e componentes que possibilitem a redução do consumo de combustível. A expectativa do fundo, conhecido como NextGen, é reduzir o consumo de combustível em 3 bilhões de galões até 2026, gerando uma economia de US$ 29 bilhões ao ano.
Os investimentos em inovação vão além do design dos aviões e das preocupações com a economia de energia. Componentes mais eficientes também são alvo de pesquisas que congregam estudiosos de vários países. Um grupo de 20 instituições europeias, que incluem a francesa Thales, desenvolve atualmente um componente para reduzir a temperatura dos chips usados em aeronaves.
Os pesquisadores desenvolveram uma espécie de placa, feita com nanotubos de carbono, que filtram e dissipam o calor do chip. Os semicondutores têm seu desempenho alterado pelo calor. A cada um grau centígrado de redução da temperatura, o desempenho do chip aumenta 10%. Até agora, os pesquisadores conseguiram reduzir a temperatura do chip em cinco graus centígrados, com um aumento no desempenho dos chips de 50%. De acordo com os pesquisadores, a mesma tecnologia pode ser adotada em chips de notebooks e outros eletroeletrônicos no futuro.
Na área de segurança, a Thales desenvolve em parceria com a empresa Theresis um algoritmo capaz de identificar pessoas e objetos com base no calor que emitem. O software pode ser integrado a uma série de câmeras, que identificam uma pessoa ou um objeto em movimento automaticamente, e o segue enquanto estiver ao alcance das câmeras.
O próximo passo será incluir no algoritmo uma classificação de gestos suspeitos. O objetivo é que o sistema de vigilância, sem o olho humano, seja capaz de identificar, por exemplo, um arrombamento, e fornecer à polícia a localização exata do bandido. A previsão da empresa é que a tecnologia esteja disponível no próximo ano.
A Thales também desenvolve uma arquitetura de software - a definição dos componentes de um sistema - para integrar satélites, radares, veículos e centros de informação por meio de um software que mostra em uma única tela todo o fluxo de dados. Se ocorre um problema na transmissão de dados de um veículo, por exemplo, o software mostra na tela todos os equipamentos que estão com problema.
"Esse sistema permitirá detectar e resolver problemas com muito mais rapidez", diz o diretor comercial e de desenvolvimento de negócios e propriedade intelectual da Thales, Philippe Klinge. O protótipo, hoje, é capaz de monitorar cerca de mil equipamentos, mas a expectativa é elevar esse número para 10 mil até o fim do ano, antes do seu lançamento comercial.
Também na área de defesa, a Thales desenvolveu uma série de sistemas para vigilância de fronteiras. Com uso de satélites e radares, esses softwares são capazes de identificar objetos que se movimentam no ar, em solo ou na água. Com base na radiofrequência do objeto, os programas identificam desde um celular até um navio ou avião.
"O usuário define o tipo de frequência que planeja monitorar. É um sistema bastante eficaz para controle de fronteiras", afirma o diretor de desenvolvimento de negócios de defesa da companhia, Dominique Attali.
sábado, 25 de junho de 2011
0 Helicóptero estaria ficando obsoleto?
Os cilindros do D-Dalus, como foi batizada a aeronave, podem efetuar até duas mil rotações por minuto. Dentro desses componentes cilíndricos existem lâminas que podem ser anguladas, direcionando a propulsão de ar de acordo com a necessidade do piloto.
Com esse deslocamento das lâminas, é possível movimentar o veículo em qualquer direção.
Podendo decolar verticalmente, realizar rotações de 360 graus, voar para trás e até ser impulsionado para baixo, o D-Dalus deve apresentar aterrisagens mais seguras – característica útil para missões de resgate, por exemplo.
Além disso, ele emite menos ruídos do que os helicópteros convencionais.
Os criadores dessa aeronave acreditam que ela possa substituir os helicópteros e chegue a ser utilizada como carro voador.
sexta-feira, 24 de junho de 2011
0 Nova geração de motor ameaça aviões da Embraer
A Embraer corre contra o tempo para não perder seu lugar ao sol. A terceira maior fabricante de aviões espera decidir até o fim do ano o movimento estratégico que fará contra a concorrência dos novos jatos de porte médio que vão entrar no mercado de aviação civil - um nicho entre os jatos regionais e os aviões de grande porte da americana Boeing e a europeia da Airbus.
A Embraer não tomou sua decisão, mas uma das possibilidades é o lançamento de uma nova família de jatos para suceder os E-Jets, a série de aviões de maior sucesso da companhia, produzido desde 2002 e que trazem os nomes de E-170/175 e E-190/195. Dois dos seus quatros concorrentes vão colocar no mercado novos aviões até o fim deste ano, mas a verdadeira concorrência acontecerá pouco antes de 2015 quando os jatos mais modernos chegarão ao mercado equipados com uma geração de novos motores.
O motor é o coração do avião e sua escolha é considerada de vital importância para o sucesso de um projeto de avião. “A decisão é superimportante”, diz Mauro Kern, o vice-presidente da Embraer para novos projetos de aviação comercial. “Diria que tem um peso maior do que 50% na decisão".
Mauro Kern já ouviu até comparações de que a escolha de um motor é muito similar ao que um usuário de computador faz ao escolher um PC ou um Apple. Em abril, Kern deixou o cargo de vice-presidente de aviação comercial da Embraer para se dedicar exclusivamente na definição do novo programa, que deverá trazer novidades na aviação comercial.
Gaúcho do “asfalto”, como diz, por ter nascido na "urbana" cidade de Porto Alegre, filho de funcionário da Varig (o que o fez se aproximar da área de aviação), o engenheiro mecânico formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Mauro Kern, de 52 anos, dos quais quase 30 anos de Embraer, foi diretor do programa do Embraer 170-190.
Na fase do atual programa de aviação civil da Embraer, ele coordena a equipe de cerca de 40 pessoas dedicadas ao projeto, entre engenheiros, especialistas em inteligência de mercado e gestão de produtos. A equipe deverá crescer para uma centenas de pessoas, caso a opção seja pela construção de um novo avião.
Outra possibilidade em estudo pela fabricante é "esticar" a atual família de jatos, criando um novo avião com 150 assentos, o que colocaria a Embraer de frente à concorrência com a americana Boeing e a europeia Airbus, as donas deste mercado.
Fabricantes de motor
A escolha de um motor não é fácil. Como montadora de avião, a Embraer tem de fazer uma escolha técnica e certeira para saber quais são as novas tendências da aviação comercial para os próximos 10 anos a 15 anos. Na visão da Embraer, há três grandes fabricantes disputando o mercado de motores para aviões: a americana General Electric Aircraft, a britânica Rolls-Royce e a Pratt & Whitney, uma divisão da americana UTC.
O avião chinês que a estatal Comac colocará no mercado até o fim do ano terá o motor da General Electric, da atual geração de jatos - o que não parece ser um concorrente à altura na visão da Embraer, embora poderá tirar um pedaço do valioso mercado que mais cresce no mundo - o asiático - das mãos da companhia.
Além das três tradicionais fabricantes, a russa Sukhoi, que prevê o lançamento do Superjet 100, encomendou um motor à joint venture franco-russa Snecma e NPO Saturn.
Mas dificuldades técnicas no desenvolvimento do equipamento atrasaram o lançamento da aeronave. Ela não é citada como fornecedora para a empresa brasileira.
A preocupação maior da Embraer são com os demais fabricantes. A japonesa Mitsubishi e a canadense Bombardier, a eterna rival da Embraer, escolheram o motor da Pratt & Whitney para equipar seus aviões que devem começar a operar comercialmente até meados de 2014.
Conhecido como PW1000G, o motor tem sido apontado por alguns especialistas como uma inovação capaz de romper o cenário atual da aviação comercial – um panorama que convive sob pressão de custos das companhias aéreas, em busca de aviões mais econômicos (tanto no consumo de combustível como no custo de manutenção), menos barulhentos e menos poluentes. (veja no infrográfico o funcionamento da caixa de redução)
Na visão da Pratt & Whtiney, o grande diferencial é uma caixa de redução que permite o turbofan (o grande ventilador do coração do avião) a operar a uma velocidade menor do que a um dos compressores e de uma das turbinas, elevando a circulação interna de ar dentro do motor. Esses sistemas, considerado mais avançado do que os motores que equipam os aviões atuais, melhora a eficiência do avião, assegura a empresa fabricante.
A P&W diz que a queima de combustível é 12% a 15% menor do que os motores atuais - economia de US$ 1 milhão por ano. Além disso, o volume de emissões pode ser reduzido em 3 mil toneladas por ano – o equivalente a 700 mil árvores. E a diminuição de ruído é de 50% a 75%, ou seja, 15 decibéis a 20 decibéis a menos do que um avião normal, que fica ao redor de 130 decibéis. Tudo isso, afirma a P&W, proporciona mais conforto aos passageiros.
Desde que foram lançados no início da década, a Embraer entregou mais de 600 modelos do E-jets para quase 55 companhias aéreas em quase 40 países - todos equipados com motores da GE. Em março, em apresentação a investidores em Nova York, a Embraer apontou os riscos associados ao novo motor da P&W escolhidos pela Mitsubishi e Bombardier.
Na conversa com iG, Mauro Kern não deu nenhuma pistas sobre a decisão da empresa, deixando o suspense sobre a escolha no ar. "Os fabricantes de motores têm hoje uma concepção diferenciada, até antagônica", diz o vice-presidente da Embraer.
Enquanto a Pratt & Whitney decidiu colocar a caixa de redução, os demais passaram a desenvolver aprimoramento nos sistemas internos, explica Kern.
“Há fornecedores que defendem uma simplificação no número de componentes internos de modo a reduzir os custos e aumentar os intervalos para manutenção da aeronave.”
Entre as demais alternativas de reação à concorrência, a Embraer poderá até optar pela escolha de um turbohélice, diz Kern. Mas o executivo faz questão de dizer que os estudos internos não tornam a escolha como prioritária pela companhia.
O que está em jogo é um mercado de US$ 80 bilhões ao longo desta década, com a venda de 2,6 mil jatos, nas contas da Embraer. Para Mauro Kern, a empresa entende que a incorporação de uma tecnologia deverá ser avaliada rigorosamente. “Não se pode não trazer uma solução de valor para as companhias aéreas”, diz.
Fonte: Defesa.net
quarta-feira, 22 de junho de 2011
0 Avião hipersônico pode chegar em 2020
Por enquanto o avião é apenas um conceito criado pela EADS, mas os projetos são consistentes e mostram que a velocidade pode chegar a 4,8 mil km/h. Para isso seriam instalados três motores de foguete, dois jatos de turbo e mais dois motores à jato comuns. Todos criados para levar o ZEHST até a estratosfera, 32 quilômetros acima do solo terrestre.
Você pode estar se perguntando: “Como esses cinco motores trabalham juntos sem eliminar poluentes na atmosfera?”. Os projetistas afirmam que os motores à jato serão movidos com biocombustível criado a partir de algas, já os motores de foguete queimarão oxigênio e hidrogênio, resultando apenas em vapor. Os planos para colocá-lo em prática apontam para o ano de 2020.
segunda-feira, 20 de junho de 2011
0 ATR pode desenvolver turboélice de 90 lugares
Filippo Bagnato, CEO da ATR Aircraft, afirmou que a empresa já está em conversações com os fornecedores de motores e que já existe uma "consenso" no que toca os requerimentos necessários para o eventual desenvolvimento de um novo avião na categoria de 90 assentos. Bagnatto sinalizou que a empresa terá uma base sólida para tomar uma decisão em 2012.
0 Paris-Tóquio pode levar duas horas e meia em hipersônico
O grupo aeroespacial EADS, dono da fabricante de aviões Airbus, acredita ter a resposta para isso: um jato hipersônico que voa sobre a atmosfera, mas decola de uma pista comum.
"Não é um Concorde, mas parece com um, mostrando que a aerodinâmica dos anos 1960 era muito inteligente", disse Jean Botti, técnico da EADS.
Voando acima da atmosfera e usando biocombustível para tirar o avião do chão, o grupo espera evitar o barulho e a poluição pela qual o Concorde era notório.
"Quando você está sobre a atmosfera ninguém pode ouvir nada", afirmou Botti.
O avião está sendo desenvolvido em cooperação com o Japão e poderia carregar até cem passageiros. A iniciativa utiliza pesquisa realizada pelo braço espacial da EADS, Austrium.
O projeto, chamado de ZEHST, sigla em inglês para transporte em alta velocidade com emissão zero, se dá no momento em que companhias como a Virgin tem planos para levar turistas em voos espaciais.
Ao contrário da Virgin Galcactic, o ZEHST, segundo a EADS, teria uma velocidade máxima que dispensaria os seus passageiros de um treinamento prévio ao voo.
O avião decolaria com turbinas regulares e depois foguetes o levariam para o voo sobre a atmosfera. O avião chegaria a altitudes de 32 km e viajaria a uma velocidade equivalente a quatro vezes a do som.
"ZEHST não é uma novidade. Essas coisas foram criadas antes", afirmou Botti. Segundo ele, a empresa pode iniciar demonstrações por volta de 2020.
O chefe da EADS, Louis Gallois, alertou que pode levar de 30 a 40 anos até os voos comerciais se tornarem uma realidade. "Não estamos falando de um produto que vamos lançar nos próximo anos. Temos que ver segurança, integração de tecnologias, como será a reação humana a ele."










