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sábado, 16 de junho de 2012

0 Gol e Azul farão voos com biocombustível na terça-feira

As duas demonstrações fazem parte dos eventos do Rio+20


São Paulo - As companhias aéreas Gol e Azul farão voos utilizando biocombustível na próxima terça-feira (19), durante a Rio+20.

A Gol realizará o voo na rota entre São Paulo (aeroporto de Congonhas) e Rio de Janeiro (aeroporto Santos Dumont). O voo da Azul partirá de Campinas (interior de São Paulo) com destino também para o aeroporto Santos Dumont.

terça-feira, 5 de junho de 2012

0 Avião da Azul vai testar bioquerosene na Rio+20

O avião da Azul que participará da demonstração é o E195, fabricado pela Embraer


Aviões da Azul

São Paulo - A companhia aérea Azul vai testar o biocombustível renovável para aviação produzido pela Amyris em voo a ser realizado durante a conferência sobre desenvolvimento sustentável, a Rio+20, em 19 de junho, no Rio de Janeiro.
O bioquerosene é produzido no Brasil a partir da cana-de-açúcar. O avião da Azul que participará da demonstração é o E195, fabricado pela Embraer, que utiliza motores da GE.
Segundo nota da Amyris, o bioquerosene de cana a ser testado no avião da Azul tem performance equivalente ao querosene derivado de petróleo e possui potencial de redução de emissão de gases de efeito estufa.

Fonte: Exame/Abril

quinta-feira, 22 de março de 2012

0 Boeing, Airbus e Embraer vão colaborar em biocombustíveis

Companhias querem acelerar a disponibilidade de combustíveis de aviação que reduzem emissões de carbono


Boeing, Airbus e Embraer aliaram-se para trabalhar com governos e produtores de biocombustíveis para acelerar a disponibilidade de combustíveis de aviação que reduzem emissões de carbono.

As três fabricantes assinaram um memorando de entendimento durante a Cúpula de Aviação e Meio Ambiente em Genebra, informou a Boeing em comunicado.
"Duas das maiores ameaças à nossa indústria são o preço do petróleo e o impacto do tráfego aéreo comercial no nosso meio ambiente", afirmou o presidente-executivo da Boeing, Jim Albaugh, em comunicado Uma nova legislação europeia que entrou em vigor em 1o de janeiro torna obrigatório que as companhias aéreas que atuam na região comprem créditos de emissão de carbono.
Entretanto, uma guerra comercial está sendo travada por Estados Unidos, China e Índia, os três maiores emissores de carbono do mundo, que questionam a jurisdição legal da União Europeia de cobrar a taxa durante todo o percurso dos voos que entram e saem da UE.

Fonte: Exame/Abril

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

0 Tam avança em projeto de biocombustível para aviões



O voo experimental foi realizado há um ano em um A320 da companhia

A Tam avançou nos estudos de viabilidade de uma cadeia de valor para o cultivo agrícola, o manejo industrial e a distribuição em larga escala de uma nova opção de combustível renovável e eficiente para a aviação. Trata-se de um projeto de produção sustentável do bioquerosene produzido a partir de diversas fontes de matéria-prima.


O Centro Tecnológico da Tam em São Carlos abriga uma área de cultivo experimental da semente de pinhão-manso, onde estão sendo testadas variedades do vegetal que futuramente serão utilizadas em cultivos comerciais. O óleo proveniente desta semente foi a origem do combustível utilizado para o voo demonstrativo feito pela aérea em novembro de 2010, numa mistura com 50% de querosene convencional.


“Atingimos um novo estágio do projeto. Nossa unidade de plantio de pinhão-manso já orienta os estudos de viabilidade técnica e econômica para o início da implementação de uma cadeia de valor integrada no Brasil. Com este trabalho de cooperação, pretendemos formar conhecimento técnico, infraestrutura, escala de produção e viabilidade comercial para o bioquerosene”, afirma o gerente de Energia da Tam, Paulus Figueiredo.

Fonte: Panrotas

terça-feira, 29 de novembro de 2011

0 Avião no Alasca voa com óleo de cozinha


São Paulo - Uma empresa de aviação do Alasca, a Alaska Air Group, está entrando no movimento pelo biocombustível em aviões. Dois voos já foram feitos usando uma mistura de 20% de biocombustível com 80% de combustível baseado em petróleo. Para compor a porcentagem sustentável, foi usado óleo de cozinha criado por uma empresa norteamericana.

Os dois aviões, um voou de Seattle até Washington e outro de Seattle até Portland, fazem parte de um projeto que pretende colocar mais 73 aviões voando com a mistura de biocombustível. As 75 rotas vão reduzir a emissão em 10% o que não parece muito, mas, em um ano, acaba resultando em uma redução equivalente a retirar 64 mil carros das estradas, de acordo com as estimativas da empresa aérea.

A companhia do Alasca não foi pioneira nos Estados Unidos, que recentemente teve a Continental Airlines usar biocombustível baseado em algas para um voo comercial regular. Neste voo, a combinação foi de 40% alga, 60% petróleo. As linhas norteamericanas seguem uma tendência ambientalista global que começou em 2008, com a Virgin Atlantic fazendo experimentos limitados no trajeto Londres - Amsterdam.


Fonte: Info Online

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

0 Fapesp, Boeing e Embraer planejam pesquisa de biocombustível para aviões

Acordo prevê a construção no Estado de São Paulo de um centro de pesquisa focado no desenvolvimento de biocombustível sustentável para aviação




São Paulo - A Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), Boeing e Embraer assinaram nesta quarta-feira (26/10), em São Paulo, uma carta de intenção para colaboração em pesquisa e desenvolvimento de biocombustíveis para aviação comercial.

A cerimônia de assinatura da carta de intenção teve a participação de representantes das três instituições: a conselheira da Fapesp, Suely Vilela, o diretor-administrativo da Fundação, Joaquim José de Camargo Engler, a presidente da Boeing Brasil, Donna Hrinak, o vice-presidente executivo de engenharia e tecnologia da Embraer, Mauro Kern, e o presidente da Boeing International, Shepard Hill.

O acordo prevê a construção no Estado de São Paulo de um centro de pesquisa focado no desenvolvimento de biocombustível sustentável para aviação, que será baseado no modelo dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs), da Fapesp, voltados para desenvolver pesquisas na fronteira do conhecimento.

Para criar o centro, inicialmente será realizado um estudo, com duração prevista entre 9 a 12 meses, para o levantamento das possibilidades e dos principais desafios sociais, econômicos, científicos e tecnológicos de diferentes rotas tecnológicas para o desenvolvimento de um biocombustível para aviação no Brasil, e para definir os investimentos que deverão ser realizados pelos participantes do projeto.

O estudo será orientado por uma série de workshops públicos a serem realizados ao longo de 2012 para coleta de dados. Esses dados serão fornecidos por diferentes integrantes da cadeia produtiva de biocombustíveis e por um Conselho Consultivo Estratégico. O Conselho será composto por empresas aéreas, produtores e fornecedores de combustível, pesquisadores e representantes do governo, entre outros.


Fonte: Exame/Abril

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