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quarta-feira, 28 de novembro de 2012

0 Passagens subiram 300% após fim da Webjet, diz sindicato


Trabalhadores demitidos da Webjet tentam sensibilizar o Executivo e o Legislativo de que, além de resultar na perda de 850 empregos, o fim da companhia acabou com as opções de voo barato.


"Há uma enorme sensibilidade em Brasília em razão da crueldade das demissões e também porque ninguém mais consegue comprar passagem a preço acessível", afirma Graziella Baggio, diretora do SNA (Sindicato Nacional dos Aeronautas).

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

0 Fim da Webjet deve enterrar o modelo de baixíssimas tarifas

Companhia aérea fez fama com a oferta de passagens com preço baixo - mas o modelo já não valeria para os dias de hoje


São Paulo - A Webjet teve apenas sete anos de vida. Mas é difícil dizer que eles não foram intensamente vividos. Da sua fundação até ontem - último dia em que seus aviões cruzaram os céus -, a companhia teve quatro controladores diferentes, somou 19 aeronaves à frota que começou com apenas um avião e chegou a abocanhar sozinha quase 5% do mercado.

Com o fim das atividades, o modelo de baixo custo e baixíssima tarifa não deixa de ser colocado em xeque. Afinal, a Webjet nasceu com a proposta de fisgar os consumidores pelo preço. A companhia não conseguiu, no entanto, levar o plano adiante sem sair do vermelho.
Criada em 2005 pelo advogado Rogério Ottoni, a empresa inovou ao adotar um preço único para uma mesma viagem, com bilhetes vendidos apenas pela internet. Mas a operação durou apenas seis meses, sufocada por uma guerra de passagens travada pela concorrência. Sem caixa, a Webjet foi vendida por uma pechincha a uma sociedade composta pelo grupo Águia, dono de agências de turismo, e o empresário carioca Jacob Barata, que fez fortuna no ramo do transporte rodoviário.

sábado, 31 de março de 2012

0 Companhia aérea boliviana Aerosur decreta falência

Os funcionários da empresa em Madri dizem aos passageiros que a companhia aérea "cessou operações"



Eles fecharam as portas, estão desprotegidos e as agências dizem que não vão mudar os passageiros. "A companhia aérea Aerosur Bolívia cessou temporariamente as operações, de acordo com a AENA, e tem em solo um grande número de passageiros que planejavam enviar hoje no vôo 544 da empresa para a Bolívia.


Um dos afetados entrou em contato com o jornal para relatar a situação de "Checkout" de passageiros. "Não há absolutamente nenhuma informação sobre isso e dizer que as agências não são responsáveis​​, uma vez que garantir que a empresa está falida."


Enquanto isso, fontes do aeroporto de Barajas explicou que a empresa efetivamente veio à falência e tenha deslocado uma grande parte dos passageiros e que continuaram em terra e estão sendo oferecidos reembolso de tarifas aéreas.


Fim das operações
Aerosur mantém seus escritórios fechados e, após várias tentativas, o ABC não conseguiu entrar em contato com a empresa.


Yolanda Alegre, um dos afectados, relatou que vários funcionários da Aerosur no aeroporto de Barajas ", disseram que a empresa faliu e que eles também perderam seus empregos, eles apenas têm de satisfazer os nossos pedidos. Meu vôo estava marcado para terça-feira, adiou a decisão até hoje, e ontem ele me ligou e disse que não havia nenhum voo porque Aerosur tinha quebrado. "
Além disso, Yolanda reclama que seu agente de viagens disse para ser realocada e poderia custar "muito mais dinheiro, o dinheiro que eu não posso pagar se eu devolver os 900 euros de bilhete."


Segundo a imprensa local, o ministro boliviano de Obras, Vladimir Sanchez teria recentemente se comprometido a ajudar a companhia aérea, desde que este provou ser uma "empresa de tangíveis, contas, imóveis é clara", além de apresentar e implementar um plano de investimentos para garantir sua estabilidade.


Enquanto isso, a Confederação Espanhola das Associações de Agentes de Viagens (CEAVYT) alertou agências do cancelamento de voos para Espanha da Aerosur através de um memorando.




Fonte: ABC.es/Economia

sábado, 11 de junho de 2011

0 Agência Nacional de Aviação Civil cassa concessão da Rico Linhas Aéreas



A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) cassou a concessão para exploração de serviço de transporte aéreo de passageiros e cargas da empresa Rico Linhas Aéreas S/A. A cassação atende a sentença judicial proferida em ação civil pública movida pelo Ministério Público Federal, que pediu a cassação por falta de segurança na prestação do serviço. Na ação, o MPF sustentou que a empresa não atendia aos requisitos legais para a prestação adequada do serviço. As condições precárias das aeronaves e dos serviços prestados pela empresa ficaram evidenciadas após a ocorrência de acidentes com vítimas fatais, além de constantes cancelamentos de voos.

No dia 30 de agosto de 2002, uma aeronave modelo “ Brasília” , de prefixo PT-WRQ, caiu ao tentar pousar no aeroporto de Rio Branco (AC), 23 pessoas morreram. Em 2004, um avião do mesmo modelo, de prefixo PT-WRO, com destino ao município de Tabatinga , distante 1.108 km de Manaus, caiu a aproximadamente 40 km de Manaus . No acidente, morreram 33 pessoas.

A decisão da 3ª Vara Federal no Amazonas ressalta que a empresa concessionária do serviço aéreo público deve realizar o transporte visando em primeiro lugar a segurança dos seus usuários. Com base na necessidade de proteção do direito à vida, a Justiça Federal condenou a União e a Anac a promover a extinção da concessão do serviço público da empresa Rico Linhas Aéreas S/A, nos termos do artigo 299 da Lei nº 7.565/86 (Código Brasileiro de Aeronáutica).


Fonte : Acritica/Uol

quarta-feira, 1 de junho de 2011

0 88% dos voos cancelados em JDF são da Pantanal




Um dia após a Pantanal anunciar o fim das operações em JF, preocupações se voltam para decisão da Azul de operar exclusivamente no Aeroporto Regional


Cento e seis voos foram cancelados no Aeroporto Municipal Francisco Alvares de Assis nos primeiros quatro meses deste ano. Destes, 88% foram da Pantanal. De acordo com balanço divulgado ontem pela gerência do Serrinha, a Trip transportou 5.735 passageiros, 50% a mais do que a Pantanal (3.842) no período. O número de pousos da Trip foi 77% maior do que os da concorrente (162). Entre janeiro e abril, a Pantanal cancelou 93 voos. A Trip, 13.

Um dia após a Pantanal anunciar o fim das operações na cidade a partir de 1º de agosto, as preocupações estão concentradas na decisão da Azul Linhas Aéreas de operar exclusivamente no Aeroporto Regional da Zona da Mata (ARZM). Confiante em uma reversão da escolha e na atração de outras companhias aéreas, a Prefeitura anunciou que o projeto de reclassificação do aeroporto, para comportar aeronaves com mais de 60 assentos (como as da Azul), não será engavetado.

Segundo a subsecretária operacional de Transporte e Trânsito, Roberta Ruhena, na sexta-feira será lançado edital para aquisição do equipamento de inspeção de bagagem por raio X. Paralelamente, seguem os estudos para aquisição de caminhão de bombeiros, exigência da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), considerada mais complicada em função do custo. A subsecretária lamenta não ter sido possível atender o interesse da Azul à tempo e avalia que o fim das operações da Pantanal é sentido, mas, devido ao alto índice de cancelamentos, não garantia o transporte ao passageiro. Para Roberta, é preciso trabalhar na melhoria do aeroporto, para que ele se torne atrativo.

A Azul, por meio de sua assessoria, confirmou ontem que fez uma escolha pelo ARZM em função de dois fatores: infraestrutura (por ser um aeroporto novo) e meteorologia (menos risco de problemas com teto). A informação é que, por enquanto, foram solicitadas à Anac duas frequências diárias: ida para o Aeroporto Internacional de Viracopos e volta. Segundo a companhia área, a partir de Campinas, o passageiro poderá fazer conexão para quase 30 cidades do país. Caso o pedido de autorização seja aprovado, o início das atividades está previsto para 4 de agosto. As aeronaves utilizadas serão turboélices ATR 72-200.

Fonte: Tribuna de Minas

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