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sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

0 Governo Federal investirá em novos aeroportos no CE


Nove cidades cearenses serão contempladas pelo pacote de investimentos do setor aeroportuário, anunciado ontem pelo Governo Federal, com implantação de novos equipamentos, reformas e ampliações. Segundo a Secretaria do Turismo do Ceará (Setur), tudo deve estar concluído até 2015, com voos comerciais operando.  
Serão implantados os aeroportos de Itapipoca, Sobral e Canindé. Jericoacoara, Crateús e Aracati terão os equipamentos ampliados. Já os aeroportos de Iguatu, Juazeiro do Norte e Quixadá passarão por reformas. De acordo com o titular da Setur, Bismarck Maia, os recursos aplicados virão do Fundo Nacional da Aviação Civil (Fnac), sem investimentos diretos do Governo do Estado.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

0 19% dos voos no aeroporto de Fortaleza estão atrasados




Foto: Thiago Cascais, TMA Fortaleza.net


Dos 47 voos programados para esta quinta-feira (7), feriado de Corpus Christi, no Aeroporto Internacional Pinto Martins, em Fortaleza, nove sofreram atrasos e três foram cancelados, correspondente a 19% e 6,4%, respectivamente. As informações foram divulgadas no boletim da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), atualizado às 15h.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

0 Infraero contrata Delta com pressa para obras em Guarulhos

Segundo Vale, a contratação emergencial da Delta foi decidida para evitar que o aumento de demanda no aeroporto pudesse causar problemas aos usuários




Brasília - O presidente da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), Gustavo do Vale, afirmou hoje (20) que o processo de contratação emergencial da construtora Delta para a implantação do Terminal 4 do Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos (SP), foi feito com transparência e atendeu às necessidades de ampliação do equipamento para enfrentar o crescimento de passageiros no fim do ano.

sexta-feira, 6 de abril de 2012

0 Publicado edital para construção da nova torre de controle do Aeroporto de Recife

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 A Infraero publicou na edição desta segunda feira (2/4) do Diário Oficial da União o edital para contratação de empresa para execução das obras e serviços de construção da nova torre de controle e prédio do Destacamento do Espaço Aéreo (DTCEA) do Aeroporto Internacional de Recife/Guararapes – Gilberto Freyre (PE).  A licitação será realizara pelo Regime Diferenciado de Contratações (RDC), na forma presencial e seguirá o critério do menor preço.

0 Infraero descarta novo leilão de aeroportos em 2012

Novo leilão não deve acontecer por falta de tempo hábil, segundo o presidente da instituição



(Foto: José Luiz Salgueiro Jr.)

Rio de Janeiro - O presidente da Infraero, Gustavo do Vale, afirmou nesta quinta-feira que não deve ocorrer novo leilão de aeroportos este ano, em decorrência da falta de tempo hábil para isso.
"Todo mundo sabe que para fazer uma concessão esse ano o processo já deveria ser começado. É uma questão de tempo. É impossível ser esse ano", disse Vale a jornalistas.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

0 Infraero: movimento no feriado deve superar o de 2011

A movimentação nos aeroportos brasileiros durante o feriado da Semana Santa atinja aproximadamente 2 milhões de passageiros, 9% superior a do ano passado



São Paulo - A Infraero estima que a movimentação nos aeroportos brasileiros durante o feriado da Semana Santa atinja aproximadamente 2 milhões de passageiros, número 9% superior ao movimento registrado no mesmo período do ano passado, de 1,9 milhão de pessoas. A Rede Infraero é composta por 66 aeroportos.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

0 Na cidade da Embraer, um aeroporto padece

Aeroporto de São José dos Campos (SP) não consegue receber dois vôos simultâneos; prefeitura que tomar o local e concedê-lo à iniciativa privada



São José dos Campos, a menos de 100 quilômetros de São Paulo, figura na lista das vinte cidades mais ricas do país, com um Produto Interno Bruto (PIB) de 22 bilhões de reais. Lá estão 26 mil empresas, algumas do porte da Embraer, General Motors e Ericsson, e os mais importantes centros de pesquisa da América Latina nas áreas espacial, energética e aeronáutica. O município conta ainda com pujantes polos de defesa e petroquímico. Na cidade que domina a tecnologia de voar, no entanto, o aeroporto é uma lástima. Operado há oito anos pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), o terminal Professor Urbano Ernesto Stumpf é um exemplo completo do descaso e incompetência da estatal.

Desde que a Infraero assumiu o controle do aeroporto, o fluxo anual de passageiros saltou de 50 mil em 2003 para 240 mil em 2011 (o limite é de 90 mil), sem que fosse feita sequer uma reforma nas instalações. Houve apenas o recapeamento das pistas. Passageiros que partem da cidade para estadias de curta duração não podem deixar seus carros em garagens – simplesmente porque só há uma com capacidade para apenas 50 veículos. Serviços simples e indispensáveis, como banheiro, causam vergonha nas empresas que recepcionam empresários vindos de outros locais e que são obrigados a descer em São José dos Campos pela falta de opção em Guarulhos. “Muitos chegam a pedir para desembarcar Guarulhos, apesar da distância, devido à falta de estrutura aqui”, afirma um executivo de uma empresa da cidade que pediu para não ter seu nome citado.

Ineficiência estatal
Em ano de revisão do sistema aeroportuário brasileiro, em que o governo arrecadou 24 bilhões de reais nas concessões à iniciativa privada dos aeroportos de Guarulhos, Viracopos e Brasília, o de São José dos Campos é um retrato da vergonhosa ineficiência que impera no setor aéreo nacional – sobretudo nos terminais de cidades de porte médio. No aeroporto que fica a poucos metros da sede da Embraer – empresa que é referência internacional em tecnologia aeronáutica –, dois voos não conseguem ser desembarcados ao mesmo tempo por falta de terminal, esteiras e espaço físico. Para lá, voam apenas as empresas Trip e Azul. Para se ter ideia, na também paulista Ribeirão Preto, que tem praticamente o mesmo número de habitantes de São José (pouco mais de 600 mil), o aeroporto – operado pelo governo do estado de São Paulo – teve um fluxo de um 1,4 milhão de passageiros no ano passado e conta com os serviços de cinco companhias aéreas.
Para tentar reverter esse quadro e transformar o local em um centro lucrativo, o prefeito da cidade, Eduardo Cury (PSDB/SP), enviou em 2011 um ofício ao ministro da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Wagner Bittencourt, em que pedia a municipalização do aeroporto. Em um plano de negócios de quase 40 páginas, elaborado em parceria com uma consultoria privada, a prefeitura expõe a intenção de tomar para si a gestão do local e, posteriormente, concedê-la à iniciativa privada – tal como ocorreu com as três “joias” da aviação nacional.
O projeto
A ideia de Cury é transformar o aeroporto de São José em um centro de negócios com uma área para comportar indústrias, outra para um novo terminal de passageiros, um centro de eventos empresariais, um terminal para aviação executiva e outro para cargas. Na argumentação do prefeito consta não só a presença maciça de empresas na cidade, mas também a existência de mão de obra especializada formada nas diversas instituições de ensino locais, como o Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA), e centros de treinamento de pilotos. “São mais de dois milhões de metros quadrados de área disponível. Dá para fazer muita coisa respeitando o plano diretor do aeroporto – sobretudo porque temos um complexo viário muito desenvolvido que vem até São José”, afirma o prefeito.
Não será tarefa fácil convencer o governo federal e a Infraero a ceder o terminal. A estatal não está nada disposta a engolir uma 'nova derrota', após perder o controle dos três principais aeroportos do Brasil. Teoricamente, ela prevê investir os recursos das outorgas de Guarulhos, Viracopos e Brasília – que serão depositados no Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC) – nos aeroportos menores e assim fomentar a aviação regional. Além disso, São José dos Campos está no centro estratégico e industrial do estado de São Paulo, com um potencial de negócios que desperta cobiça.
Especialistas ouvidos por VEJA apontam que o aeroporto Professor Urbano é um dos que maior potencial guarda mesmo com a ‘concorrência’ de Guarulhos, a apenas 73 quilômetros de distância dali, e de Viracopos – ambos terão sua capacidade ampliada significativamente pelas concessionárias privadas. “Há uma demanda reprimida muito grande na região para voos domésticos e que pode ser suprida por São José, sem afetar Guarulhos”, afirma um técnico da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). “Contudo, é preciso saber que um aeroporto melhor não irá trazer mais progresso para a cidade. Isso porque, até hoje, São José mostrou ser capaz de atrair empresas sem contar com essa estrutura”, afirma a fonte.
Em estudo 
Procurada pelo site de VEJA, a Secretaria de Aviação Civil (SAC) afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que está estudando o projeto apresentado pela prefeitura e deverá emitir um parecer ainda neste semestre. Três cenários são possíveis: municipalização, concessão ou a manutenção do terminal nas mãos da Infraero.
O ministro Bittencourt, conforme apurou a reportagem, já mandou um recado “aos apressadinhos”. Ele disse que estudará o projeto e que, para isso, levará o ano inteiro. Até lá, não tomará qualquer decisão. Ante a demora já anunciada, o secretário teria se comprometido a trabalhar para que a Infraero construa um Módulo Operacional Provisório (MOP) – o famoso “puxadinho” – para tentar aumentar a capacidade de pousos e decolagens simultâneas do local. Por ora, apenas promessas.

Fonte: Exame/Abril

quinta-feira, 29 de março de 2012

0 Lançado edital para obras de reforma do Aeroporto de Vitória

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  A Infraero publicou na segunda-feira (26/3), no Diário Oficial da União (DOU), o edital de licitação para obras de reforma, ampliação e adequação das áreas comerciais e operacionais do Aeroporto de Vitória/Eurico Aguiar Salles (ES). A licitação, na modalidade concorrência, tem abertura prevista para 2/5.

As melhorias contemplam ações como reformas no edifício do aeroporto, novas instalações de combate a incêndio, implantação de novas redes elétrica, hidrossanitária e telemática, fornecimento de nova esteira de bagagem e adequações de acessibilidade, entre outros. O investimento estimado para os trabalhos é da ordem de R$ 7,91 milhões, e o prazo de execução é de 450 dias corridos a partir da assinatura da Ordem de Serviço.

      O superintendente de Vitória, Autemar Lopes, pontuou a importância das melhorias. “O ganho em conforto e infraestrutura será perceptível para o aeroporto, com sistemas internos e instalações mais modernas para os usuários”, afirmou.



0 Aberta a licitação para projetos de ampliação da pista de Joinville

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A Infraero abriu nesta segunda-feira (26/3) a licitação para a elaboração dos projetos básico e executivo para a ampliação da pista de pouso e decolagem do Aeroporto de Joinville/Lauro Carneiro de Loyola (SC). Duas empresas e quatro consórcios entregaram documentação para participar do certame. Na primeira etapa, serão analisadas as habilitações técnicas e financeiras das concorrentes. Em seguida será feita a análise dos preços propostos. 


Os trabalhos preveem elaboração de projetos para expandir a pista e o sistema de taxiamento do aeroporto, assim como a ampliação das vias de serviço interno, aumento das áreas dos lotes para abastecimento de aeronaves e dos hangares e a recuperação do sistema de luzes de pista e pátio de aeronaves. A estimativa é que cerca de R$ 2,1 milhões sejam investidos nos projetos, que deverão ser executados em até 285 dias após a emissão da Ordem de Serviço.

      “Esses projetos fazem parte de uma grande parceria entre União, o Governo de Santa Catarina e a Prefeitura de Joinville para ampliar a infraestrutura de um grande aeroporto da Infraero”, destacou o superintendente de Joinville, Rones Heidemann.





Fonte: Assessoria de Imprensa - Infraero

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

0 Infraero deve economizar R$ 945 mil em contas de luz

No ano passado, já foram sentidos resultados, com economia de R$ 232 mil  

Infraero

Rio de Janeiro - A Infraero prevê economia de R$ 945 mil nas contas de luz dos aeroportos do Galeão e Santos Dumont em 2012 após a implementação de um programa que incentiva o uso racional de energia. No ano passado, já foram sentidos resultados, com economia de R$ 232 mil.
No período de novembro a abril, durante o horário de pico (entre 17h30 e 20h30) o Galeão reduziu a demanda de 18.000 kW para 17.000 kW. Já a redução do Santos Dumont foi de 3.184 kW para 2.600 kW.
Segundo a Infraero, a iniciativa está de acordo com os objetivos da Conferência Rio+20, que será promovida pela Organização das Nações Unidas (ONU) em junho no Rio.

Fonte: Exame/Abril

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

0 Aeroporto de João Pessoa completa 33 anos de operações sob administração da Infraero




O Aeroporto Internacional Presidente Castro Pinto, na Grande João
 Pessoa, está comemorando nesta segunda-feira (30) 33 anos de operação.
 No artigo abaixo, o superintendente da Infraero (Empresa Brasileira
 de Infraestrutura Aeroportuária), Alexandre Oliveira, narra um pouco
 dessa história e afirma que o equipamento tem muito ainda para crescer.
 Leia o artigo na íntegra:
Este mês, mais precisamente no dia 30 de janeiro, o Aeroporto
 Presidente Castro Pinto/João Pessoa completa 33 anos sob a administração
 da Infraero.  Um tempo de profunda dedicação e parceria que sempre
 teve nas diversas esferas de governo na Paraíba seus principais aliados.  Reformas, ampliações e modernizações fazem parte dessa história 
que sempre buscou dotar o Estado de um aeroporto em 
condições de acompanhar o desenvolvimento da aviação
 comercial, criando a infraestrutura necessária para que as aeronaves
 de todos os tempos sempre tivessem na capital paraibana o local
 adequado para um pouso seguro.
Mas, a História guarda dados anteriores a essa parceria, quando, muito
 antes, em 1957, a necessidade de implantação de um 
destacamento de proteção ao voo, do então Ministério da
 Aeronáutica, trouxe consigo a demanda de uma infraestrutura mais 
complexa, dotada de terminal de passageiros, pátio de aeronaves e 
pista para os pousos e decolagens.
Daí em diante o Aeroporto não parou de crescer e receber
 as adequações necessárias para atender as demandas crescentes do 
segmento da aviação civil. A mais recente mudou completamente a
 arquitetura e projetou uma capacidade para os anos seguintes. Novas
 lojas e um terminal completamente climatizado redimensionaram
 as condições do Aeroporto, que, no final do ano passado, comemorou
 seu primeiro milhão de passageiros atendidos, um acontecimento 
que uniu autoridades governamentais e empresariais para comemorar
 o bom momento do turismo paraibano.
Com o crescimento do Aeroporto, a pequena cidade que funciona
 24 horas por dia, também ofereceu empregos em suas muitas
 atividades e é cada vez maior o número de empresas aéreas 
interessadas em voar para a Paraíba. Hoje, a comunidade
 aeroportuária é composta por cerca de 1.050 empregados 
que vivem da existência do Aeroporto em suas mais diversas 
e complexas atividades.Longe dos olhos

Mas não é somente a tecnologia das grandes e modernas aeronaves
 que geram postos de trabalho. Em área do entorno do terminal de
 passageiros, cerca de 200 hectares de terras férteis estão arrendadas 
para 60 pequenos agricultores a preços simbólicos. Dessa terra, cercada
 de tecnologia, saem a macaxeira, o inhame, o abacaxi e a batata doce, totalizando cerca de 1500 toneladas de abacaxi por ano – a cultura predominante. É a mão da Infraero contribuindo para a inserção social e proporcionando aos agricultores o sustento de suas famílias e a educação de seus filhos.
O Aeroporto não para de crescer. Neste ano em que completa mais
 de três décadas vinculado à Infraero, estão previstos investimentos
 que vão melhorar ainda mais a infraestrutura, começando pela ampliação
 do estacionamento de veículos e os novos balcões de check-in, já em
 fase de instalação. Além disso, um novo e moderno terminal de
 passageiros começa a ser pensado para que a Paraíba tenha um
 portão de entrada de turistas à altura de sua vocação.

Via | Portal Turismo em Foco

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

0 Obras no Aeroporto de Confins seguem em bom ritmo

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As obras de reforma e modernização do Aeroporto Internacional de Confins/Tancredo Neves (MG) avançam com rapidez, com o início de duas novas etapas. Uma delas é a construção da nova via de veículos, que atravessará os estacionamentos A, B e D. Atualmente, estão sendo feitas as adequações nos espaços para a implantação do acesso viário. Após a conclusão da via, serão realizadas adequações nos cinco bolsões de estacionamento do aeroporto. 
 
      Também teve início em janeiro a retirada do piso do terceiro andar do terminal de passageiros, onde está localizado o terraço panorâmico. O pavimento receberá a nova praça de alimentação do terminal. 
 
      No momento, cerca de 200 operários estão envolvidos no empreendimento, além de equipe técnica formada por profissionais da Infraero e empresas contratadas. No total, as obras em Confins, iniciadas em setembro de 2011, representam um investimento de R$ 226,5 milhões, com prazo de conclusão para dezembro de 2013. 
 
      O serviço contempla a readequação do sistema viário, substituição das escadas rolantes, esteiras de bagagem e pontes de embarque, ampliação dos espaços comerciais, troca do revestimento e iluminação, modernização dos sistemas elétricos e eletrônicos, entre outras ações.
 
      “A progressão dos trabalhos nos dá muita satisfação. Outro ponto de destaque é a atuação contínua de todas as equipes da Infraero para garantir conforto e segurança aos passageiros e usuários”, afirmou a superintendente de Confins, Maria Edwirges Madeira.



Fonte: Assessoria de Imprensa - Infraero

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

0 Galeão recebe projeto de R$ 59,5 mi para bagagens


Se todos os requisitos forem cumpridos, consórcio Tecnenge/Vanderlande ganhará a licitação

BRASÍLIA - A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) iniciou nesta quinta-feira, 5, a fase de verificação dos documentos de habilitação das empresas que formam o consórcio que ofereceu o melhor preço para  fornecer e instalar o novo Sistema de Transporte e Manuseio de Bagagens (STMB) do Terminal 2 do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, o Galeão/Antônio Carlos Jobim. A operação está sendo firmada por meio do Regime Diferenciado de Contratações (RDC), o novo sistema que atende obras da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016.
O grupo que apresentou o menor valor para executar o projeto foi o consórcio Tecnenge/Vanderlande, com proposta final de R$ 59,5 milhões. Se todos os requisitos forem cumpridos - a apresentação de atestados de regularidade fiscal, trabalhista e de capacitação, entre outros -, esse consórcio será declarado habilitado e considerado definitivamente como vencedor. O superintendente de licitações e compras da Infraero, José Antônio Pessoa Neto, explica que o grupo Vanderlande, de origem holandesa, já operou, por exemplo, no aeroporto Charles de Gaulle, na França.


Com o novo STMB, o terminal 2 do Galeão terá um sistema de bagagens capaz de atender requisitos internacionais de segurança, argumenta a Infraero. A ideia é que esse terminal concentre o tráfego internacional no aeroporto na época da Copa. Este é o terceiro projeto da Infraero lançado por meio do RDC, explica o superintendente de licitações e compras da empresa, José Antônio Pessoa Neto. Antes disso, foram lançadas as contratações por RDC para a reforma e modernização do terminal 1 do Galeão e, depois, dos estudos de impacto ambiental para a ampliação do aeroporto Salgado Filho, de Porto Alegre, que ainda está em andamento.


Na contratação das obras para o sistema de bagagens do terminal 2 do Galeão, quatro grupos apresentaram propostas. O consórcio Siemens apresentou primeiramente o valor de R$ 137,49 milhões, reduzido para R$ 98 milhões depois de aberta a fase de lances, etapa permitida pelo RDC que tem o objetivo de reduzir preços. O consórcio MPE/Alstef fez uma primeira proposta de R$ 109,39 milhões, depois reduzida para R$ 74,2 milhões. O consórcio Beumer/Eface apresentou proposta inicial de R$ 76,9 milhões, posteriormente reduzida para R$ 66,13 milhões. O consórcio que apresentou o menor preço foi o Tecnenge/Vanderlande, fez proposta inicial de R$ 93,06 milhões, que depois caiu para R$ 59,5 milhões, na fase de lances.


Pessoa afirma que a redução de preços obtida no processo foi um benefício do RDC. "O RDC tem a possibilidade de lances e negociação ao longo do processo, ao contrário da 8.666 (Lei de Licitações), que não permite essa negociação", diz o superintendente. "Com isso, foi o mercado que ditou a regra", destaca. Podiam participar empresas nacionais ou estrangeiras, sozinhas ou em consórcio.


Como a diferença de preço entre a melhor oferta e a segunda colocada foi maior que 10% (na verdade, chegou a 11,15%), não houve segunda fase de lances. Uma vez que o consórcio Tecnenge/Vanderlande tiver a habilitação aprovada e for considerado definitivamente o vencedor, haverá prazo de cinco dias úteis para apresentação de recursos.


A Infraero traçou alguns objetivos que devem ser alcançados com esse processo de modernização do STMB no terminal 2 do Galeão. Quando implantado, o sistema permitirá, por exemplo, o endereçamento automático das bagagens e a inspeção automática de 100% do material em cinco níveis de segurança.


O processo de contratação começou no início de dezembro e as obras de implantação do novo STMB devem iniciar em março. Ainda este mês, a Infraero deve lançar dois novos processos de contratação por meio do RDC: o primeiro relativo a apoio à fiscalização da reforma do aeroporto de Confins (MG); e outro para a reforma e ampliação do terminal de passageiros do aeroporto de Fortaleza.


Padrão internacional


Com a implantação do novo Sistema de Transporte e Manuseio de Bagagens (STMB) no Terminal 2 do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, o Galeão/Antônio Carlos Jobim, o local alcançará o "nível 5" no Sistema de Segurança e Inspeção de Bagagens (SSIB). Conforme explica Carramaschi, com isso o tratamento das bagagens no terminal carioca estará no mesmo patamar que os dos aeroportos Charles de Gaulle, na França, e dos terminais internacionais de Nova York e de Frankfurt. O sistema deverá estar situação operacional em 2013 e em plena capacidade de operação na Copa do Mundo de 2014, quando o terminal 2 do Galeão concentrará voos internacionais.


As principais novidades envolverão o embarque. O sistema de classificação, inspeção, distribuição e armazenamento será feito de forma automática, assim como o endereçamento das bagagens. Cada unidade será identificada por peso e dimensão, entre outras características. Carramaschi destaca que o sistema de desembarque de bagagens também será modernizado.


Quanto à segurança, todas as bagagens embarcadas serão submetidas ao "raio X", sem exceção. No caso de uma bagagem ser reprovada, haverá inspeção por um técnico (sem a abertura da bagagem) e, se ainda assim, houver dúvidas, a unidade serão submetida a inspeção por meio de um tomógrafo. "Esse equipamento coloca em 3D tudo o que tem dentro da mala", explica o coordenador, sobre a função do tomógrafo. Se ainda persistirem dúvidas, será chamado o "dono" da bagagem, para que abra a mala. Se o responsável não for identificado ou não comparecer, a bagagem será destruída. O sistema terá capacidade de operar, no pico, com o embarque de 4 mil bagagens por hora. Esse processo será acompanhado pela Polícia Federal.


"Há ganhos no processamento e na confiabilidade", afirma Carrasmaschi. Além disso, esses critérios rígidos de segurança e no cuidados na identificação, classificação e manuseio do material despachado representará um "carimbo de qualidade" à bagagem, facilitando o trâmite no destino. Carramaschi explica que esse forte controle reduzirá os riscos de extravio.




Fonte: Economia/O Estadão

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