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terça-feira, 13 de dezembro de 2011

0 Avianca prevê expansão de 70% no próximo ano




Novos aviões, ampliação de frequências e da malha aérea se somam para a Avianca projetar crescimento de 70% no número de passageiros transportados no próximo ano sobre 2011.
A projeção é alcançar em 2012 cerca de 5,4 milhões de usuários nos 147 voos diários para 22 destinos no país e um no Exterior.


Até 2 de janeiro, a companhia terá quatro novos Airbus A320 em voo. O primeiro dessa encomenda entrou em operação na sexta-feira, fazendo a rota Porto Alegre-Recife, com escalas em São Paulo(Guarulhos) e Brasília.
Com capacidade para 162 passageiros, o A320 amplia a oferta de assentos no primeiro horário dessa linha. Além de zero-quilômetro, os novos Airbus têm um completo sistema de entretenimento, com telas individuais e conexão USB.


Em 2012, ainda chegarão mais cinco A318 (a partir de maio), com capacidade para 120 passageiros, somando-se aos cinco já em operação.
Nesse caso, são aviões que estavam voando na companhia chilena Lan. A ampliação da frota faz parte de investimento de R$ 2,7 bilhões até 2016.


Conforme Tarcísio Gargioni, vice-presidente comercial e de marketing da empresa, o mercado de aviação deve continuar com avanço expressivo em 2012, entre 8% e 9% "A classe média se acostumou a viajar de avião" afirma.


Ainda de acordo com o executivo, 70% das passagens na Avianca são pagas por meio de cartão de crédito, em até cinco parcelas. Cerca de 65% dos usuários da empresa são pessoas que viajam a trabalho.
Esse segmento é puxado pelos voos entre Rio e São Paulo. Os novos aviões serão utilizados para ampliar a oferta de assentos nas rotas já realizadas, principalmente para o Nordeste.
A única nova operação prevista para 2012 é o voo para Maceió. No Rio Grande do Sul, além de Porto Alegre, a companhia voa para Passo Fundo.
"Vamos fortalecer nossos destinos" explica Gargioni.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

0 Aerolíneas cresce 28% no Brasil e garante expansão


Entre janeiro e outubro, a Aerolíneas Argentinas transportou 267 mil passageiros nas rotas que ligam Brasil e Argentina, crescimento de 25% na comparação com igual período do ano passado. Entre janeiro e setembro, o incremento nas vendas foi de 28% - a expectativa inicial, entretanto, era de 60%.

“A demanda na temporada de neve foi reprimida por conta do vulcão Puyehue”, explicou o diretor geral Brasil da companhia, Ariel Rodríguez, que, na companhia do gerente comercial São Paulo, Ivan Cadahia, recebeu a reportagem do Portal PANROTAS no escritório da empresa, esta na manhã, em São Paulo.

Rodríguez fez questão de afirmar que a companhia está em processo de expansão e não de redução das operações internacionais. “Uma empresa que em um ano adquiriu 20 Embraer 190 e que fechará 2012 com 24 aviões Boeing 737 modelos 700 e 800 não pode estar em processo de redução.” Segundo ele, a presidenta da Argentina, Cristina Kirchner, solicitou à companhia uma análise da malha internacional para que sejam maximizadas as operações em mercados de maior demanda, como o do Brasil. “A companhia não falou em cancelamento de rotas”, disse o diretor. “Temos a obrigação de dizer ao trade brasileiro que todos os voos disponíveis no sistema serão operados, sem nenhum problema”, complementou.



Fonte:
Panrotas

terça-feira, 22 de novembro de 2011

0 Delta cresce 32% em receita e traz nova configuração na executiva


Há 14 anos, a Delta Air Lines iniciava suas operações no Brasil. Era um único voo: Rio de Janeiro/São Paulo/Atlanta/Cincinnati. Hoje, a companhia soma 32 frequências diretas ligando o Brasil ao território norte-americano. "Desde o lançamento da primeira rota em 1997, tivemos lucratividade. Isso foi um bom sinal. E ao longo desse período aumentamos gradativamente nossa oferta. No final deste ano, vamos crescer ainda mais nossa malha aérea no país", afirmou Luiz Henrique Teixeira, diretor Regional e Assuntos Governamentais da Delta Air Lines no Brasil, em entrevista exclusiva ao MERCADO & EVENTOS nesta terça-feira (22/11), em São Paulo. Em dezembro, a Delta contará com cinco voos diários saindo do Brasil e com destino às cidades de Atlanta, Detroit e Nova York. Em 11 e 14 de dezembro, a Delta transformará as rotas São Paulo-Detroit e Brasília-Atlanta em operação diária. "Antes tínhamos cinco frequências semanais para Detroit e três por semana partindo de Brasília para Atlanta", destacou.

Também neste período, a Delta inaugura a nova configuração da Business Elite (classe executiva) nos voos entre São Paulo e as cidades de Atlanta e Nova York. Com a mudança da aeronave Boeing 767-300 para o modelo 767-400, a Business Elite ganha uma estrutura mais moderna e atual. A Delta será, segundo Teixeira, a primeira empresa aérea que voa para os Estados Unidos a oferecer o conceito de "flat bed". "O passageiro consegue ficar totalmente deitado na poltrona e tem à disposição travesseiros de pena de ganso e edredon. Além disso, reformulamos o kit de amenities e o menu a bordo", explicou o diretor. A nova configuração começa a funcionar em 13 de dezembro na rota São Paulo-Nova York e em 14 de dezembro nos voos São Paulo-Atlanta. Os clientes da classe econômica, por sua vez, ganharam um up grade em serviço com a "economy comfort". Os assentos têm dez centímetros adicionais entre as fileiras e reclinam 50% a mais que as poltronas da classe econômica padrão da Delta. "A diferença de preço para ter acesso ao Economy Comfort é mínima", acrescentou. Outra novidade é a implantação de sistema de entretenimento em todos os assentos da tradicional classe econômica.

Esse crescimento de oferta se deve, de acordo com Teixeira, ao DNA carismático da companhia. "Sempre posicionamos a Delta como uma empresa de atitudes humanas e disposta a atender bem nossos clientes. Dessa maneira, conquistamos a simpatia do mercado brasileiro e construimos uma relação com as agências de viagens", disse, lembrando que os agentes são responsáveis por mais de 90% das vendas dos bilhetes aéreos da Delta no país. "O agente é o fator de sucesso da Delta no Brasil", ressaltou. O codeshare com a Gol Linhas Aéreas iniciado em fevereiro deste ano também contribuiu para a expansão das operações da Delta em território brasileiro.

"Essa parceria é um de nossos melhores patrimônios. Além da reciprocidade de milhas, a Delta se tornou mais viável no mercado brasileiro. Passamos a alcançar destinos que antes atingíamos em pequenas proporções como o Nordeste", explicou o executivo. Ele lembra que, embora tenha suspendido as rotas que conectavam Atlanta a Fortaleza, Recife e Manaus, essas mesmas cidades são servidas pela empresa por meio do compartilhamento de voos com a Gol. "Não chegamos a perder share nessas regiões. Passamos a operar em Brasília, que, por sua vez, serve de hub para distribuição de passageiros de outras localidades fora do eixo Rio-São Paulo", completou.

Até outubro deste ano, a empresa registrou um incremento de 32% em receita nas operações brasileiras. A ocupação em todas as rotas da Delta saindo do Brasil superam, de acordo com Luiz Henrique Teixeira, os 80%. De Detroit, por exemplo, os passageiros podem realizar conexões para todo o meio oeste americano e para a Ásia. "Para a véspera de Natal, já temos 126 assentos vendidos. Dos 35 lugares na classe executiva, temos apenas para comercialização seis lugares", salientou o diretor.

De Atlanta, a Delta apresenta 1.000 voos diários - 80% do aeroporto é operado pela companhia - e conecta seus passageiros para qualquer lugar dos Estados Unidos, Europa e Ásia. O Brasil já é o quarto destino internacional mais rentável para a Delta Air Lines. O país fica atrás somente do Japão, Alemanha e Inglaterra. "O Brasil é, definitivamente, nossa prioridade para novos investimentos. Temos planos ambiciosos não só para o mercado brasileiro, mas para toda a América Latina. Em 2012, alguns projetos serão concretizados, mas ainda dependemos de aprovações governamentais", adiantou Teixeira. Para o ano que vem, a estimativa da Delta é crescer 20%.

Novos terminais - Em maio do ano que vem, a Delta inaugura um segundo terminal exclusivo em Atlanta. Atualmente, os passageiros provenientes do Brasil descem no terminal E. Com o lançamento do terminal F, a Delta realocará as operações internacionais para esse novo espaço. Já para 2013, a empresa também terá um terminal próprio em Nova York. "Atuamos no terminal 4, mas algumas melhorias estruturais estão sendo feitas como a construção de mais portões de embarque", justificou o diretor. Ao todo, a Delta investe US$ 2 bilhões em aeroportos, produtos, serviços e tecnologia até 2013. "Boa parte desses recursos serão aplicados na instalação de sistema wi fi nos aviões e na reconfiguração de aeronaves como o MD 90", finalizou Teixeira.

Globalmente, a Delta deve chegar ao final deste ano com um faturamento de US$ 1 bilhão. No último trimestre, a empresa obteve a marca de US$ 775 milhões em receita.



sábado, 12 de novembro de 2011

0 Gol apresenta recuperação do yield


A Gol apresentou crescimento de 3,5% no mercado doméstico em relação ao mesmo período do ano anterior. A menor expansão da demanda doméstica ocorreu em função do aumento de cerca de 7,0% no yield médio entre os períodos. Essa tendência vem sendo observado desde o final de agosto deste ano, quando a Companhia iniciou um movimento mais consistente de recuperação de tarifas.

Adicionalmente, a não ocorrência de um feriado prolongado de 4 dias de duração na semana do dia 12 de outubro conforme ocorreu em 2010 contribuiu para uma menor expansão do tráfego interno.

Na comparação mensal, houve queda de 3,1% principalmente em função do aumento do yield médio na malha aérea da Companhia.
O mercado internacional da Gol apresentou queda anual de 15,8%. A queda na demanda internacional deve-se principalmente em função da devolução de 3 aeronaves do modelo Boeing 767 que operavam fretamentos internacionais, da descontinuidade da operação para Bogotá na Colômbia e da depreciação do Real frente a moeda americana em cerca de 4,5% entre os períodos. Em relação ao mês anterior, a demanda internacional ficou estável, apresentando um aumento de apenas 0,4%.

A oferta do sistema total apresentou crescimento de 9,7% na comparação anual, principalmente devido a alta produtividade das aeronaves (cerca de 13,2 horas-bloco diárias em Out/2011 e 12,8 horas-bloco diárias em Out/2010), combinado a adição do voo Fortaleza – Rio Branco, que contempla integrações entre as cidades do Norte e Nordeste, a oferta de novo voo entre os trechos Porto Alegre – Santiago e a adição de 2 novos voos regulares para Punta Cana no Caribe.

Em relação ao mês de setembro, houve aumento de 3,5% principalmente em função do maior número de dias operados entre os meses. Para 2012, a empresa continuará adotando uma postura conservadora na adição de oferta no mercado, com uma projeção de crescimento na demanda doméstica de não mais que 4% em sua oferta doméstica.

No período, a Gol apresentou uma taxa de ocupação no sistema total de 65,2%, queda de 5,2 pontos percentuais e 4,3 pontos percentuais na comparação anual e com o mês anterior, respectivamente. A taxa de ocupação reflete o processo de recuperação do yield da Companhia para os próximos meses. O yield da companhia ficou entre R$20,0 e R$20,5 centavos, apresentando crescimento de cerca 7% em relação ao mesmo período do ano anterior. O PRASK ficou praticamente estável na comparação com o ano anterior. A partir do quarto trimestre de 2011 a Webjet já integrará os resultados da Gol.



Fonte: Aviação Brasil

terça-feira, 8 de novembro de 2011

0 Lucro da Ryanair cresce 22% no trimestre apesar de custos mais altos



SÃO PAULO - A Ryanair, maior companhia aérea de baixo custo da Europa, somou lucro líquido de 404,2 milhões de euros (US$ 555 milhões) em seu segundo trimestre fiscal, encerrado em 30 de setembro. O lucro é 22% superior aos 404,2 milhões de euros obtidos no mesmo período de 2010, quando os voos foram prejudicados por cinzas vulcânicas.

A receita operacional da companhia, considerando mesmas operações do segundo trimestre do ano fiscal passado, também cresceu 22%, para 1,56 bilhão de euros.

"Essa é uma prova da força do modelo de menor taxa/menor custo da Ryanair, que entregou crescimento robusto do tráfego e do lucro apesar dos preços do petróleo significativamente mais altos e da recessão econômica na Europa", disse o presidente da empresa, Michael O'Leary, no relatório de resultados.

No acumulado do primeiro semestre fiscal, a Ryanair reportou alta de 20% no lucro líquido, para 544 milhões de euros, e de 24% na receita, para 2,71 bilhões de euros.

Diante dos resultados, a Ryanair revisou em 10% para cima a projeção de lucro para todo o ano fiscal.

(Luciana Seabra | Valor)




Fonte:
O Globo

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

0 Europa e EUA disputam novos 777 da Tam



COMANDATUBA - A Tam receberá quatro Boeing 777 em 2012, dois em 2013 e outros dois em 2014. Se a decisão fosse hoje, eles seriam usados para rotas entre o Brasil e os Estados Unidos. Isso proque a Europa teve uma queda de produção e sinaliza para um 2012 difícil. "A nossa redução de voos entre o Rio e a Europa é culpa da Europa e não do Rio", disse Líbano Barroso, presidente da Tam, em encontro com a imprensa no Transamérica Ilha de Comandatuba, para o Top Tam 2011. Quem se beneficiou foi a América do Norte, já que a Tam colocou mais um voo para Orlando, e um novo para o México.

"Estamos buscando alternativas de mercado, como é o caso do voo Congonhas-Miami, em que o passageiro despacha a bagagem direto pra Miami e troca de avião em Confins. São cerca de 80 a 100 passageiros por dia saindo de Congonhas", conta ele.

O vice-presidente de Planejamento da Tam, Nelson Shinzato, reafirma o compromisso da empresa com o Rio. "Criamos um hub no Rio, mas leva tempo para que se consolide. Tanto acreditamos na cidade que implantamos uma base de comissários no Rio há cerca de um mês", explicou. A Tam tinha apenas base de comissários em São Paulo.

Hoje 75% da venda da Tam para a Europa é feita no Brasil, e apenas 25% lá fora. O diretor da Tam na Europa, José Sales Filho, está confiante de que os 777 irão para destinos europeus. "O mercado está reagindo". afirma.


Fonte: Panrotas

sábado, 15 de outubro de 2011

0 Avianca vai começar a ter lucro a partir de 2012, diz presidente

Segundo José Efromovich, próximo ano será “o da virada” para companhia aérea, que desde 2008 luta para se reposicionar no mercado




São Paulo – A partir do próximo ano, a Avianca vai sair do vermelho e começar a gerarlucro, afirmou o presidente da empresa, José Efromovich. “2012 é o ano da virada”, disse o empresário, em coletiva com a imprensa, nesta sexta-feira.

Desde 2008, Efromovich está à frente da companhia de aviação e já conseguiu sair de um prejuízo de 253 milhões de reais para 60 milhões de reais, em 2010. “Este ano, segundo nossas estimativas, vamos reduzir ainda mais o prejuízo e quem sabe conseguir compensar nosso caixa. Tudo vai depender do mercado até o fim do ano”, afirmou.

A expectativa tem relação, principalmente, devido ao aumento do número de aeronaves na frota da companhia. Até o final de 2012, a Avianca terá um incremento de nove novos aviões, desses, quatro serão do modelo Airbus A320.

“Vamos receber essas novos modelos entre dezembro deste ano e janeiro de 2012. Com isso, estimamos saltar de 241.000 passageiros transportados em janeiro de 2011 para 413.00 passageiros em janeiro do próximo ano. Alta de 71%”, afirmou Efromovich.

O número de assento por quilômetro (ASK, no jargão do setor) deve apresentar crescimento de cerca de 90% na comparação entre o mesmo período.

O modelo A320 será o com maior capacidade de passageiros dentro da companhia, com capacidade de transportar até 162 passageiros. Além do A320, cinco novos aviões A318 devem ser entregues à Avianca no próximo ano e mais cinco em 2013, finalizando assim o plano de expansão de frota da empresa.

O pacote faz parte dos investimentos anunciados pela companhia no começo deste ano. Até 2016, a Avianca vai aportar 1,5 bilhão de dólares para ampliar suas operações e atender a demanda do mercado.


Fonte: Exame/Abril

segunda-feira, 18 de julho de 2011

0 Trip Linhas Aéreas espera alcançar de R$ 1,3 bilhão neste ano



A empresa dona de 3% do mercado doméstico de aviação, garante que não teme a união entre Webjet e Gol

Os planos da Trip Linhas Aéreas para 2011 incluem crescer 70% até o final do ano, alcançando uma receita de R$ 1,3 bilhão. A companhia projeta acrescentar dez novas aeronaves no período à sua frota e alcançar 55 unidades, além de contratar mais tripulantes. A empresa espera encerrar 2012 com uma frota de 70 aeronaves e comemora o aumento de sua força de trabalho — a qual cresceu de 300 funcionários em 2008 para os atuais 3 mil, com tendência de expandir-se ainda mais, afirmou em entrevista um dos principais executivos da organização, Evaristo Mascarenhas.

A união entre Webjet e Gol não vai prejudicar a companhia, garante ele. Até o fim deste ano, a Trip começará a voar para 10 novos destinos. Mascarenhas garantiu que o movimento de consolidação é natural no mercado de aviação mundial.

A Trip tem um público maior de executivos, ao passo que a WebJet tem mais participação de viajantes a turismo. Porter um perfil diferenciado, o profissional crê que não haverá grandes mudanças com a transação de R$ 310 milhões envolvendo duas de suas concorrentes (que ainda está sujeita à aprovação do órgão público garantidor da concorrência, o Cade). Entre as novas localidades que receberão voos da Trip ainda este ano estão Bauru (SP), Marabá (PA) e Barreiras (BA).

Vale lembrar que a Trip, fundada pelo Grupo Caprioli em 1998, está em negociações avançadas com outra empresa aérea, a TAM, para vender a esta 31% de seu capital, sendo 25% da venda composta por capital votante e o restante em ações preferenciais.


Fonte: DCI

terça-feira, 5 de julho de 2011

0 Gol, Azul e Air Minas lideram em eficiência operacional



Eficiência da Gol em 2010 foi fe 84%, acima da média do setor, de 77%; Azul e Air Minas ficaram com 83%

A Gol/Varig foi a empresa aérea que apresentou o maior índice de eficiência operacional no ano passado: 84%, ante a média do setor, de 77%. O dado foi divulgado nesta segunda-feira pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Em segundo lugar ficaram as empresas Azul e Air Minas, com 83%. A TAM obteve índice de eficiência de 75%, enquanto a Avianca, 78%, a Trip, 72%, e a Webjet, 69%. Com relação ao resultado financeiro, a companhia aérea que apresentou a melhor margem líquida em 2010 foi a TAM: 5%, seguida pela Gol (4%), a Webjet e a Trip (ambas com 3%). A Azul e a Avianca apresentaram margem líquida negativa, de -10% e -11%, respectivamente.


O tráfego aéreo brasileiro doméstico, composto por voos com origem e destino dentro do País, cresceu 4% em relação ao ano de 2009. Assim, a participação internacional de voos com destino fora do Brasil no total de rotas operadas por empresas aéreas brasileiras diminuiu, passando de 10% em 2009 para 6% em 2010.

O Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, superou em 2010 a oferta doméstica do Aeroporto de Congonhas (zona sul de São Paulo). Aeroporto exclusivamente doméstico, Congonhas manteve seus 75 mil voos programados, enquanto Guarulhos passou de 65 mil voos domésticos, em 2009, para cerca de 80 mil no ano passado.

Já as operações internacionais de Guarulhos, que somavam 20 mil voos, chegaram a cerca de 30 mil voos. As companhias brasileiras aumentaram sua participação no aeroporto de Guarulhos e foram responsáveis por 82% das operações, em 2010, enquanto em 2009 eram responsáveis por 81,3%.

De acordo com o documento da Anac, a ponte aérea Rio-São Paulo é a rota brasileira com a maior quantidade de assentos e voos oferecidos. No mercado doméstico, essa ligação representou 5% dos assentos oferecidos e 4,7% dos voos realizados no Brasil em todo ano de 2010. A ponte aérea é operada entre os aeroportos de Congonhas e Santos Dumont, exclusivamente domésticos, e registrou cerca de 5,7 milhões assentos oferecidos e quase 40 mil voos realizados.

A segunda rota mais movimentada é a ligação entre Congonhas e Brasília, com cerca de 2,7 milhões assentos oferecidos e 17 mil voos realizados. A terceira e a quarta rota fazem a ligação Guarulhos-Salvador e Congonhas-Confins (MG).

Internacional

O ano de 2010 fechou com cerca de 3,24 milhões passageiros pagos transportados entre Estados Unidos e o Brasil, a maior média registrada desde 2002. Nos últimos oito anos o número de passageiros transportados entre os dois países quase dobrou. Já os outras origens/destinos mais procurados pelos passageiros são a Argentina, que registrou cerca de 700 mil passageiros transportados a mais em relação a 2009, Portugal, que fechou o ano de 2010 com cerca de 1,4 milhão passageiros transportados, e França, que recebeu quase o dobro de passageiros em 8 anos, passando de 560 mil para 1,016 milhão.

De acordo com o levantamento da Anac, os passageiros da Região Sudeste foram os que mais viajaram no ano de 2010: cerca de 32 milhões de passageiros transportados com origem no Sudeste para as outras regiões do Brasil. Em seguida ficou o Nordeste, com 14 milhões de passageiros.

Carga

Com relação ao mercado de carga, a rota doméstica Guarulhos - Manaus é a que mais transporta carga aérea. Em 2010, foram transportadas 98.337 toneladas entre as duas cidades, o que representou um aumento de 40% na quantidade de carga transportada em relação a 2009. O volume é mais do que o triplo da segunda rota ranqueada, que foi de 20 mil toneladas, entre Guarulhos - Fortaleza.

Já o aeroporto de Manaus manteve a terceira posição entre os 20 que mais movimentam cargas no Brasil. O número registrado, em 2010, chegou a 175 mil toneladas de carga embarcada e desembarcada por empresas brasileiras e estrangeiras. A primeira e a segunda posição ficaram com os aeroportos de Guarulhos e Campinas, em São Paulo, com mais de 600 mil toneladas juntos .


Fonte: Agencia Estado

sábado, 25 de junho de 2011

0 Desvio de rota

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Concorrência: propaganda da Azul próxima ao Aeroporto Internacional André Franco Montoro,
em Guarulhos (SP), explora o caos no maior aeroporto do País


Aviação regional segue o fortalecimento das economias do interior do País, cresce acima da média nacional e escancara a necessidade de novos investimentos

A cena composta por saguões lotados, passageiros mal acomodados e improvisos na gestão dos aeroportos brasileiros se tornou sinônimo das dores de crescimento decorrentes da forte expansão da economia nos últimos anos. Antes restrito às capitais, o boom da aviação tem mostrado sua força no interior do País, onde o ciclo de prosperidade tem levado as companhias aéreas a investir em novas rotas para explorar o rentável filão da aviação regional.

A recente interiorização da malha aérea já produz números que impressionam. Se, na média nacional, o número de passageiros cresceu 21,2% em 2010, em várias cidades médias, o crescimento superou os 35%. Trata-se de um fenômeno que no setor aéreo se convencionou a chamar de classe “I”, o viajante do interior disposto a pagar para voar – e que não quer mais dirigir um automóvel – até seu destino final. O setor lidera o crescimento, que só não é maior porque os terminais do interior não comportam a demanda crescente ou não têm estrutura para receber aviões de carreira.

As rotas regionais sempre fizeram parte da aviação brasileira, embora a malha de cidades atendidas por voos regulares tenha encolhido de 189 para 128 localidades, entre 1999 e 2008, ano em que a Azul entrou no mercado. Ao escolher Viracopos, em Campinas (SP), como seu centro de operações, a nova empresa do setor colocou o interior no mapa das rotas comerciais. Desde então, as rotas operadas regularmente subiram de 582 para 838, enquanto o número de cidades atendidas permaneceu praticamente estável.

Ou seja, há cada vez mais ligações entre os aeroportos em operação. Desde março, a Azul incorporou quatro novos destinos em São Paulo, um no Paraná e outro em Minas Gerais. Todos a partir de Viracopos, onde o número de passageiros disparou 61,4% em 2010. “A chegada de voos regulares a essas regiões contribui para o desenvolvimento econômico do País, gerando emprego e renda”, disse à DINHEIRO Paulo Nascimento, diretor comercial e de marketing da Azul.


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A participação das empresas regionais no mercado ainda é pequena, mas elas vêm tirando espaço das grandes (veja quadro à esq.). Entre 2009 e abril deste ano, a fatia da Azul aumentou de 3,67% para 7,71%. A Trip, que voa para 85 destinos, cresceu de 1,5% para 2,59%. No ano passado, suas receitas engordaram 66,2%. Neste ano, devem superar pela primeira vez a casa do R$ 1 bilhão. “Surgimos com o objetivo de ser regionais e hoje temos a maior malha aérea do Brasil”, diz Evaristo Mascarenhas de Paula, diretor de marketing e vendas da Trip.

O forte crescimento da aviação regional escancara a carência de investimentos no setor. Aeroportos como o de Ribeirão Preto já mostram sinais de saturação. Só em 2010, quatro companhias lançaram rotas para a cidade, uma das mais ricas do interior paulista, o que levou a um aumento de 43,2% no número de passageiros. Há também problemas para expandir a malha aérea. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) tem sido forçada a negar a concessão de novas rotas quando os aeroportos não atendem aos padrões mínimos de segurança, como ausência de caminhões e brigadas contra incêndios e aparelhos de raios X para passageiros e bagagens.


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“Queríamos voar para Paracatu, em Minas Gerais, mas não há condições”, diz Mascarenhas, da Trip. Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Transporte Aéreo Regional, são necessários R$ 3 bilhões para adequar a operação de 180 aeroportos e aeródromos brasileiros. Criada em março, a Secretaria de Aviação Civil (SAC) já começou a mapear a demanda nos aeroportos regionais. Entre as medidas previstas pela SAC, figuram o aumento de participação de empresas estrangeiras no capital das companhias, dos atuais 20% para 49%, além do reforço em linhas de crédito para aquisição de aeronaves.

Também não está descartada a entrega de aeroportos da Infraero para a gestão de Estados e municípios, que poderiam concedê-los à iniciativa privada. O Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo iniciou estudos para privatizar parte dos 31 aeroportos que administra. “Vamos aprimorar as parcerias com Estados e identificar as necessidades de investimentos nesses aeroportos regionais”, disse à DINHEIRO Wagner Bittencourt, ministro da SAC.


Fonte: Isto É /Economia

terça-feira, 14 de junho de 2011

0 Gol registra demanda por voos 12,7% maior em maio



Em relação a abril deste ano, porém, houve um recuo de 7,9% na demanda

A Gol informou hoje que sua demanda total por voos cresceu 12,7% em maio, ante o mesmo período do ano passado. Em relação a abril deste ano, porém, houve um recuo de 7,9% na demanda.

A taxa de ocupação total foi de 62,9% em maio deste ano, o que equivale a um avanço de cinco pontos porcentuais ante o mesmo mês de 2010 e a uma queda de 8,4 pontos porcentuais na comparação com abril deste ano.

De acordo com a companhia aérea, a oferta aumentou 3,8% ante o mesmo período do ano anterior e 4,4% em relação a abril. A demanda doméstica subiu 12,3% em maio, na comparação com maio de 2010, mas recuou 8,1% frente a abril.

A taxa de ocupação doméstica subiu 4,4 pontos porcentuais em relação a um ano antes, para 63,2%, e caiu 9,0 pontos porcentuais ante o mês anterior. A oferta doméstica cresceu 4,4% ante maio de 2011 e 5,0% ante abril. Já a demanda internacional avançou 16,7% em maio ante o mesmo mês de 2010 e recuou 5,8% em relação a abril deste ano.

Na comparação anual, a taxa de ocupação internacional subiu 9,9 pontos porcentuais, para 59,8%. Em base mensal, houve queda de 3,0 pontos porcentuais. A oferta internacional da Gol foi 2,6% menor ante maio de 2010 e 1,1% menor em relação a abril de 2011.


Fonte: Agencia Estado

sexta-feira, 3 de junho de 2011

0 Avianca anuncia investimento bilionário no Brasil

(Foto:Marcelo F.de Biasi,Via Airliners.net)


A Avianca Brasil anunciou hoje que investirá US$ 1,5 bilhão até 2016 e que parte desses recursos foi investida na compra de 15 aviões Airbus A318. Há três semanas um desses aviões foi adicionado a frota e ontem foi entregue o segundo. Até agosto, outros três serão entregues.

Segundo o presidente da empresa no Brasil, José Efromovich, a empresa encerra o ano com uma frota de 22 aviões - 14 Fokker 100, três Airbus A319 e cinco Airbus A318. "Esperamos encerar o ano com um crescimento de 38% na demanda de passageiros", disse Efromovich. Segundo o executivo, essa perspectiva é conservadora. Ele anunciou também que até 1 de julho a empresa passara a oferecer voos para três novos destinos: Ilhéus, João Pessoa e Natal.

Dados mais recentes da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) apontam que no primeiro quadrimestre deste ano a demanda no mercado aéreo doméstico brasileiro cresceu 20,22% em relação ao mesmo período de 2010. Já nos voos internacionais operados por empresas brasileiras a alta foi de 21,28%.

Pelos dados de abril, o grupo TAM (formado pela TAM e Pantanal) mantém a liderança no mercado doméstico, com 44,52% de participação, seguido pela Gol/Varig, com 36,47%. As demais empresas do setor aéreo brasileiro ampliaram sua participação de 16,87% em abril de 2010 para 19,01% no mesmo mês deste ano - a Azul tem 7,47%, a Webjet, 5,19%, a Trip, 2,66%, e a Avianca possui 2,60%. Nas rotas internacionais operadas por empresas brasileiras, a TAM ampliou a liderança no setor e responde agora por 89,06% do mercado. A Gol/Varig possui 9,98% e a Avianca, 0,95%.

De acordo com informações da Associação Internacional do Transporte Aéreo (Iata) divulgadas hoje, o Brasil, ao lado da Índia, foi o mercado que mais cresceu em abril no mercado doméstico. No Brasil, a demanda foi 23,8% maior e na Índia, 25,6%, enquanto a média mundial foi de 4,7% na comparação com abril de 2010. Segundo dados da Iata, os mercados de aviação doméstica brasileiro e chinês dobraram de tamanho nos últimos cinco anos e, na Índia, triplicou no mesmo período.

Fonte: skyscrapercity

terça-feira, 31 de maio de 2011

0 Avianca quer voar alto no NE

(Foto: Jetphotos.com)


Instalação de duas novas bases, uma em João Pessoa e outra em Natal, é parte da estratégia da empresa

Com um investimento de R$ 1,5 bilhão a ser aplicados ao longo de 2011, a companhia aérea Avianca anunciou a aplicação no Nordeste a partir da instalação de duas novas bases: uma em João Pessoa (PB) e outra em Natal (RN); e o aumento da densidade da malha aeroviária da empresa, que contemplará os destinos já cobertos com a criação de mais voos.

"Nós vamos para onde já estamos próximos", ressaltou o presidente da companhia, José Efromovich, a respeito da estratégia de expansão arquitetada pela Avianca que decidiu sobre a construção das novas bases. Com elas, a empresa passará a cobrir oito cidades nordestinas, em seis estados: Bahia, Ceará, Pernambuco, Sergipe e, agora, Paraíba e rio Grande do Norte.

"A partir disso, com certeza, Fortale za terá um incremento considerável em chegadas", garantiu Efromovich.
A certeza, segundo ele, deve-se, principalmente, à esta maior densidade que a malha de cobertura da Avianca terá.

Sem saber mensurar quanto a Capital cearense representa nos voos da companhia, "por conta do grande fluxo de passageiros e destinos", Efromovich conta que, a partir da nova estratégia, "uma cidade que só tinha um voo, a partir de agora, terá dois ou mais". Em cerca de 35 dias, a nova malha da empresa aérea será anunciada, de acordo com o presidente da companhia aérea.

Aplicação
Para dar sustentação às implementações anunciadas, o plano de expansão da Avianca também prevê aplicar parte dos R$ 1,5 bilhão em infraestrutura, na construção de um centro de treinamento de funcionários próprio e na compra de novas aeronaves, além da manutenção das existentes. Ao todo, foram 15 aeronaves Airbus A318 contratadas em lotes de cinco por ano, a partir de 2011.

De ac ordo com Efromovich, um dos aviões já encontra-se em operação e as outras quatro previstas para este ano chegaram até dezembro.

Diferencial
"Nós não somos os mais caros e nem os mais baratos, mas cobramos um preço justo, o que faz valer a pena pelo nosso serviço", argumentou o presidente da Avianca sobre o conforto que os passageiros da empresa dispõem nos voos. A empresa foi a primeira a receber da Agência Nacional de Aviação Civil a classificação A na avaliação dimensional, por conta do espaço maior de 73 centímetros entre as poltronas de cada aeronave da empresa. "Nós temos entre 76,4 e 78,6cm entre cada assento, sem falar que somos a única companhia a servir refeições quentes entre todos os trechos", ressaltou o executivo.


Fonte: Jornal Diário do Nordeste

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