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quinta-feira, 1 de setembro de 2011

0 Defenap move ação civil pública contra a Puma Air.


Na última sexta-feira, 26, a juíza da 1ª Vara Cível e de Fazenda Pública da Com arca de Macapá, Liége Cristina de Vasconcelos Ramos Gomes, concedeu liminar favorável a Defensoria Pública do Estado do Amapá (Defenap), que no último dia 10 de agosto ingressou com uma Ação Civil Pública contra a empresa Puma Air Linhas Aéreas por desrespeito ao consumidor.

De acordo com o defensor geral, Ivanci Magno, somente este ano 71 procedimentos administrativos foram abertos no Instituto de Defesa do Consumidor do Amapá (Procon), além de outros casos registrados no Juizado Especial, que acabou provocando a Defenap para que agisse em defesa do consumidor.

“Essa foi a primeira Ação Civil Pública movida pela Defenap, que desde 2009 passou a ter autonomia para mover ações que envolvam o direito coletivo”, explicou Ivanci Magno.

Com a decisão, ainda em caráter de liminar, a Puma Air é obrigada a comunicar, de forma imediata, para a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e a Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero), dos cancelamentos dos voos, além de arcar com os custos para que os passageiros, dos voos cancelados, viagem em avião de outra companhia, mas de igual porte, bem como garantir, quando isso não for possível, hospedagem e transporte, até que o passageiro chegue ao seu destino.

O não cumprimento desta determinação implicará em multa diária no valor de R$ 10 mil.


Fonte: Secom-GEA

quinta-feira, 30 de junho de 2011

0 Ryanair é a que transporta maior número de passageiros Emirates é a maior companhia aérea mundial em tráfego internacional




A Emirates, que é a companhia com a maior frota de aviões de longo curso de todo o mundo, com 155 aviões, desde o Airbus A380 ao Airbus A330-200, foi a companhia que em 2010 mais tráfego internacional transportou (em RPK), segundo dados da IATA, que colocam a low cost europeia Ryanair como a que teve o maior número de passageiros transportados em rotas internacionais.
De acordo com a IATA, em RPK, unidade mais utilizada na aviação, por também levar em consideração as distâncias percorridas, uma vez que não é a mesma coisa transportar um passageiro entre o Porto e Lisboa ou entre Lisboa e São Paulo, a Emirates voou no ano passado 143.660 milhões de RPK em operações regulares.
Depois da Emirates vem a alemã Lufthansa, parceira da TAP na Star Alliance e que tem a segunda maior frota mundial de aviões de longo curso, com 124.614 milhões de RPK e na terceira posição figura a norte-americana Delta Airlines, com 119.055 milhões.
A Air France ocupa a 4ª posição, com 115.837 milhões de RPK, seguida da British Airways, com 103.095 milhões.
A completar o Top10 mundial de tráfego internacional estão a Cathay Pacific, a Singapore Airlines, a Ryanair, a American Airlines e a KLM.




Em número de passageiros transportados em voos internacionais, a nº 1 mundial é a Ryanair, com 71,229 milhões, à frente da Lufthansa, com 44,46 milhões, e da easyJet, com 37,665 milhões.
Em comunicado divulgado hoje a Ryanair assinala o que designa como “a confirmação da IATA de que é a favorita mundial entre as companhias aéreas” e destaca que no ano transacto transportou mais 30 milhões de passageiros que a Lufthansa, nº 2, e mais dez milhões que easyJet (nº3) e British Airways (nº6) juntas.
A liderança da Ryanair em número de passageiros e o 8º lugar em RPK evidencia que a low cost, que em Portugal opera para o Porto e para Faro, transporta principalmente passageiros em voos de curta distância, o que é, aliás, um dos pilares do seu modelo de negócios.
Depois da Ryanair, da Lufthansa e da easyJet, surgem a Air France, com 30,882 milhões de passageiros, e a Emirates, com 30,848 milhões. Seguem-se British Airways, com 26,32 milhões, KLM, com 22,787 milhões, Delta, com 21,029 milhões, American Airlines, com 20,356 milhões, e Cathay Pacific, com 19,723 milhões.


Fonte: Presstur

quarta-feira, 15 de junho de 2011

0 Noar Linhas Aéreas completa 1 ano de operação

Companhia regional visa reduzir tempo e distância em viagens pelo Nordeste



Aeronaves LET 410 usados pela Noar tem capacidade para até 19 passageiros


A Noar Linhas Aéreas comemora, nesse mês de junho, seu primeiro aniversário. Encurtando distâncias entre o Nordeste, promovendo a facilidade do transporte aéreo entre cidades com fortes laços históricos, econômicos e sociais, a companhia vai se fortalecendo na região e se tornando, cada vez mais, uma opção valiosa principalmente para quem viaja a negócios.
“Como empresa nordestina, conquistamos uma forte presença regional, somos quem mais conhece e melhor voa o Nordeste e celebramos nosso primeiro aniversário com novidades e melhorias aos nossos passageiros”, afirma Marjony Camelo, diretor executivo da empresa.
Para marcar essa importante data, a Noar apresenta sua nova malha aérea, com voos e horários mais adequados às necessidades de quem faz negócios na região. “Nossa meta é nos consolidarmos como empresa aérea regional que entende as necessidades de quem trabalha e faz negócios no Nordeste, que precisa se locomover com facilidade entre cidades polo da região, oferecendo produtos específicos para as empresas, instituições de governo e profissionais liberais”, completa o diretor.
A nova malha aérea da companhia, que tem seu principal produto batizado de PONTE NOAR, conta com 04 voos diários Recife – Maceió e Maceió – Recife às terças, quartas e quintas; 05 voos diários às segundas e sextas e 01 voo diário aos sábados e domingos. Para os destinos Recife – Natal – Mossoró, são 03 voos diários de segunda a sexta-feira. Ao total, são mais de 300 voos por mês, com passagens à partir de R$ 139,00.
Os horários dos voos também são diferenciados e foram pensados para facilitar a locomoção dos passageiros pelo Nordeste com rapidez e segurança. As opções de saídas vão desde às 6h30 da manhã até às 21h10. “Uma das principais características da nova malha é oferecer alternativas de ida e volta no mesmo dia em horários muito convenientes, privilegiando conexões com a Gol Linhas Aéreas no Recife”, afirma Camelo.
Outra novidade é o PASSAPORTE NOAR, a maneira mais simples de usufruir da Ponte Noar. Trata-se de um produto direcionado, especialmente, para os viajantes a negócios, com benefícios e vantagens na compra de uma determinada quantidade de passagens. Entre eles, destacam-se a não necessidade dos bilhetes serem nominados com antecedência, melhor preço nas tarifas, sem taxa de remarcação (o não comparecimento ou não remarcação implicará pagamento de no show), embarque imediato (caso o voo não esteja lotado), sem necessidade de reservas e validade para viagens a qualquer destino Noar.
É importante ressaltar que, desde setembro do ano passado, a Noar firmou aliança com a Gol Linhas Aéreas Inteligentes, maior companhia aérea da América Latina. Pelo acordo, a Gol passou a oferecer novos voos diretos para os destinos onde a Noar opera e vice-versa.
Sobre a Noar - A Noar Linhas Aéreas é uma empresa com investimento exclusivamente privado, sem contar com recursos públicos de qualquer natureza, inclusive financiamentos. Para a etapa inicial de suas operações, foram investidos cerca de R$ 40 milhões. Durante seu primeiro ano, a Noar gerou cerca de 200 empregos diretos e indiretos, com mão de obra altamente qualificada.
A companhia opera com duas aeronaves modelo L-410, também conhecido como LET 410. Trata-se de um bimotor turboélice com capacidade para até 19 passageiros, ideal para o transporte em pequenas e médias distâncias. Com milhares de unidades voando em todo o mundo, sua configuração com asas altas permite eficiente operação em pistas curtas, além de ampla visão aos passageiros. O amplo espaço interno é uma das principais características do LET 410. Sua cabine é mais larga e alta comparada a outros modelos e as poltronas são distribuídas em fileiras de um e dois assentos em couro, garantindo ótimo espaço e conforto.

Fonte: Site Embarque Nordeste Brasil

terça-feira, 14 de junho de 2011

0 Multiplus se aproxima da TAM em valor de mercado



A
Multiplus, empresa que administra o programa de fidelidade da TAM, tem sido uma surpresa para a família Amaro, controladora da companhia, e para os investidores. A empresa vale R$ 4,4 bilhões apenas um ano e quatro meses depois da sua abertura de capital na bolsa. No dia da oferta, a ação foi vendida a R$ 13,78 e a empresa valia R$ 1,9 bilhão. Na sexta-feira, o papel fechou a R$ 27,45, valendo mais que o dobro da estreia.

A surpresa se deve à expressiva valorização em prazo tão curto, que fez o valor de mercado da Multiplus se aproximar ao da TAM, a maior aérea do país, que vale R$ 5 bilhões. "É como se o investidor da TAM comprasse as ações porque a empresa tem a carteira de clientes da Multiplus e não porque é uma companhia de aviação", diz Rodrigo Glatt, analista sênior e sócio da GTI Administradora de Recursos.

A arrancada da Multiplus na bolsa está atrelada, sobretudo, ao modelo de negócio. O cliente que compra passagens da TAM ou produtos e serviços de parceiros da companhia - como a rede de combustíveis Shell e os hotéis Accor - conta pontos que podem ser trocados por passagens aéreas.

A grande sacada da TAM foi perceber que, ao separar a Multiplus, poderia atrair mais parceiros comerciais e multiplicar o número de clientes. "Hoje, a Multiplus não depende da gestão da TAM para fazer essa ou aquela parceria. E os clientes que compram produtos nos parceiros automaticamente associam a imagem de viagem à TAM."

Para os investidores, o grande risco de uma operação de desmembramento é a nova companhia permanecer dependente da empresa-mãe. "O desafio é justamente fazer com que a empresa tenha capacidade de crescer sozinha, desvinculando ao máximo a operação com a parte relacionada", diz o consultor Paulo Sérgio Dortas, sócio da Ernst & Young.

Apesar da alta das ações da Multiplus, a operação ainda está sendo colocada à prova. Cerca de 98% dos pontos são resgatados hoje por passagens aéreas da TAM. O restante é proveniente de resgates feitos em outros parceiros, como troca por produtos em redes de supermercados.

Para mudar isso, desde a abertura de capital a Multiplus dobrou o número de parceiros comerciais, para 166. E os parceiros onde se acumula e também se troca pontos mais que triplicaram, de 5 para 18. O total de participantes na rede também subiu, de 6,3 milhões para 8,3 milhões no período. (DC)


Fonte: Valor Econômico

segunda-feira, 6 de junho de 2011

0 Gol: internet a bordo



P
or enquanto a Gol não confirma oficialmente, mas quem embarca pela companhia com laptops e celulares que captam sinal wi-fi já percebeu que as aeronaves estão equipadas com internet a bordo.
O acesso está protegido por senha e o serviço não está disponível aos passageiros.
A assessoria de imprensa da companhia informa apenas que a Gol trabalha em uma solução inovadora de entretenimento de bordo.
Hoje, a única empresa que permite algum tipo de comunicação durante o vôo é a TAM, com serviços de ligações e SMS em algumas aeronaves.


Fonte: Jornal Zero Hora

sexta-feira, 3 de junho de 2011

0 Avianca anuncia investimento bilionário no Brasil

(Foto:Marcelo F.de Biasi,Via Airliners.net)


A Avianca Brasil anunciou hoje que investirá US$ 1,5 bilhão até 2016 e que parte desses recursos foi investida na compra de 15 aviões Airbus A318. Há três semanas um desses aviões foi adicionado a frota e ontem foi entregue o segundo. Até agosto, outros três serão entregues.

Segundo o presidente da empresa no Brasil, José Efromovich, a empresa encerra o ano com uma frota de 22 aviões - 14 Fokker 100, três Airbus A319 e cinco Airbus A318. "Esperamos encerar o ano com um crescimento de 38% na demanda de passageiros", disse Efromovich. Segundo o executivo, essa perspectiva é conservadora. Ele anunciou também que até 1 de julho a empresa passara a oferecer voos para três novos destinos: Ilhéus, João Pessoa e Natal.

Dados mais recentes da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) apontam que no primeiro quadrimestre deste ano a demanda no mercado aéreo doméstico brasileiro cresceu 20,22% em relação ao mesmo período de 2010. Já nos voos internacionais operados por empresas brasileiras a alta foi de 21,28%.

Pelos dados de abril, o grupo TAM (formado pela TAM e Pantanal) mantém a liderança no mercado doméstico, com 44,52% de participação, seguido pela Gol/Varig, com 36,47%. As demais empresas do setor aéreo brasileiro ampliaram sua participação de 16,87% em abril de 2010 para 19,01% no mesmo mês deste ano - a Azul tem 7,47%, a Webjet, 5,19%, a Trip, 2,66%, e a Avianca possui 2,60%. Nas rotas internacionais operadas por empresas brasileiras, a TAM ampliou a liderança no setor e responde agora por 89,06% do mercado. A Gol/Varig possui 9,98% e a Avianca, 0,95%.

De acordo com informações da Associação Internacional do Transporte Aéreo (Iata) divulgadas hoje, o Brasil, ao lado da Índia, foi o mercado que mais cresceu em abril no mercado doméstico. No Brasil, a demanda foi 23,8% maior e na Índia, 25,6%, enquanto a média mundial foi de 4,7% na comparação com abril de 2010. Segundo dados da Iata, os mercados de aviação doméstica brasileiro e chinês dobraram de tamanho nos últimos cinco anos e, na Índia, triplicou no mesmo período.

Fonte: skyscrapercity

0 TAM pleiteia alfândega no aeroporto de São Carlos



Empresa espera conseguir serviço da Receita Federal para facilitar trânsito de aeronaves para manutenção

O Ministério da Fazenda confirmou na última terça-feira (31) a aprovação dos estudos para a implantação de um escritório aduaneiro no aeroporto de São Carlos. O início de um serviço da Receita Federal no aeroporto Mário Pereira Lopes é uma reivindicação antiga da TAM, que opera no local o seu centro de manutenção de aeronaves.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, durante reunião com o prefeito de São Carlos, Oswaldo Barba (PT), e o deputado federal Newton Lima (PT), confirmou que a Receita dará procedimento aos estudos para a implantação de uma alfândega no local.

Facilitação

O funcionamento do serviço federal vai facilitar as operações da TAM, que hoje é obrigada a pousar aeronaves internacionais para manutenção em outros aeroportos com alfândega antes de vir para São Carlos. Os passageiros também são obrigados a desembarcar em outros aeroportos antes de seguirem para o terminal aéreo de São Carlos.

"Esta era uma antiga reivindicação da TAM que possibilitará a transformação das suas oficinas no maior centro da América Latina para manutenção de aeronaves. Isto vai facilitar as operações da empresa", explicou o deputado.
Lima disse que, a médio prazo, a medida poderá beneficiar outras empresas da cidade e da região.

Sem previsão

A assessoria de imprensa do Daesp (Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo) informou nesta quarta-feira (1º) que não existe nenhum estudo do órgão para pedir a internacionalização do aeroporto Mário Pereira Lopes, de São Carlos.

De acordo com o departamento, também não existe projeto de ampliação da pista ou reforma das estruturas do aeroporto de São Carlos previstas para serem executadas neste ano. A assessoria de imprensa disse que não foi informada do projeto da companhia aérea TAM de solicitação para implantação de alfândega no aeroporto.

O deputado Newton Lima (PT) disse que novos investimentos no aeroporto de São Carlos vão depender de acordo entre a TAM e o Daesp.


Fonte: Jornal A Cidade

quinta-feira, 2 de junho de 2011

0 Guilherme Paulus, dono da Webjet, diz que pode vender a companhia se receber boas propostas

(Foto: Bravo Alpha , Via Airliners.net)


“Ninguém quer comprar apenas 20% de uma empresa aérea”

O empresário Guilherme Paulus, dono da Webjet, diz que os rumores de que a negocia a venda da empresa para a companhia irlandesa de baixo custo RyanAir não passam de boatos. Em entrevista exclusiva ao iG, o empresário afirmou que a companhia não está à venda, mas, se receber uma boa proposta, pode fechar negócio.

“Não precisamos de sócios, porque a empresa está capitalizada”, disse o empresário. “Mas se aparecerem propostas interessantes, a gente topa sim”, completa.

A elevação do limite de capital estrangeiro para as companhias brasileiras, de 20% para 49%, é que viabilizará os negócios no setor. “Ninguém quer comprar 20% de uma empresa aérea”, diz Paulus.

O empresário, que também é dono da agência de viagens CVC, lembra que a restrição legal a estrangeiros já o impediu de fazer negócios com a Webjet. Esse foi o motivo que a companhia aérea não foi incluída na negociação com o fundo americano Carlyle, que comprou 60% da CVC em dezembro de 2009. “Eles não se interessaram pela Webjet por causa disso“, diz Paulus.

Os rumores de negociações com a RyanAir se fortaleceram depois que a Webjet passou a reestruturar sua operação para o modelo de “baixo custo e baixa tarifa”.

Ações de redução de despesas, como a cobrança de lanches a bordo, começaram a ser implementadas a partir de 2009. O modelo da Webjet foi inspirado na operação de três companhias estrangeiras, uma delas, a RyanAir.

Foco na Bolsa

Apesar de não descartar boas propostas para associações, a Webjet vai priorizar a busca por sócios para companhia no mercado de capitais. A empresa fez um pedido para lançar ações na bolsa de valores em fevereiro desde ano, mas suspendeu a emissão por conta de incertezas no mercado financeiro.

A companhia ainda não definiu um prazo para retomar o IPO (oferta inicial de ações, na sigla em inglês). “A operação está suspensa até que o mercado se acalme”, diz Paulus.

A Webjet ocupa a quarta companhia posição no mercado brasileiro, com 5,19% do tráfego doméstico, segundo dados de abril da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). A companhia possui hoje uma frota com 24 aeronaves Boeing e sua meta é alcançar 30 aeronaves até o fim do ano e 60 em 2014.


Fonte: IG Notícias

0 Tam facilita resgate de pontos Multiplus Fidelidade pelo site



A Tam Linhas Aéreas lançou nesta terça-feira (31/05) a segunda fase da reformulação do seu site de vendas (www.tam.com.br). O novo layout conta agora com menos etapas para resgatar pontos Multiplus Fidelidade, em voos operados pela companhia.

Entre as facilidades, o cliente poderá consultar a disponibilidade de voos com pontos, sem a necessidade de informar o número do Tam Fidelidade e a assinatura eletrônica.

"A melhoria do processo de resgate de pontos pelo site reflete nossos esforços para tornar a experiência do viajante ainda mais confortável. Estamos satisfeitos por proporcionar esse conforto também para o cliente Tam Fidelidade, que vai encontrar facilmente as opções de resgate mais vantajosas", comentou Paulo Castello Branco, vice-presidente Comercial e de Alianças da Tam.

Fonte: Aviação Brasil

terça-feira, 31 de maio de 2011

0 Azul Linhas Aéreas pede autorização para nova base em Juiz de Fora (MG)


A Azul Linhas Aéreas Brasileiras pediu autorização à Agência Nacional de Aviação Civil – Anac – para inclusão da rota entre o Aeroporto Internacional de Viracopos, em São Paulo, e o Aeroporto Regional Zona da Mata, que atende a cidade de Juiz de Fora – Minas Gerais. Se aprovado, a cidade estará conectada por Campinas/Viracopos com duas frequências diárias. As operações estão previstas para serem realizadas a partir de 4 de agosto, com os turboélices ATR 72-200.
Juiz de Fora é uma das cidades brasileiras com melhores índices de qualidade e expectativa de vida do Brasil. A cidade estrategicamente localizada entre os maiores mercados consumidores do País, é dotada de toda a infra-estrutura exigida para modernos empreendimentos e convenções. Tem intensa vida cultural com importantes museus, como o Museu Mariano Procópio, o Museu de Arte Moderna Murilo Mendes e uma Orquestra Filarmônica – a Orquestra Filarmônica Pró-Música. A cidade realiza anualmente um dos maiores festivais de música clássica do mundo, o Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga, que divulga a produção musical barroca brasileira.
Trata-se do terceiro destino da Azul para o estado mineiro, ao lado de Belo Horizonte/Confins e Uberaba.
Assessoria de Imprensa/Turismo em Foco

sexta-feira, 27 de maio de 2011

0 Bologna confia em aprovação da fusão com LAN

(Foto: Airliners.net)


O presidente da TAM holding, Marco Antonio Bologna, diz estar confiante na aprovação da fusão com a chilena LAN. "Estamos confiantes na aprovação da fusão com a LAN pelo Tribunal de Defensa de la Libre Competencia (TDLC) e continuaremos empenhando todos os nossos esforços na criação da Latam, que será um dos maiores grupos de companhias aéreas do mundo, com inúmeros benefícios para nossos clientes e nossos países. Essa fusão é fruto de uma visão estratégica de que a consolidação da aviação comercial no mundo é inexorável", afirmou, por meio de comunicado. O TDLC é o órgão chileno de defesa da livre concorrência.
Bologna aventa a possibilidade de a TAM buscar uma nova parceria no caso de a fusão com a LAN ser negada. "Na hipótese - improvável, na nossa opinião - de a LAN vir a ser impedida de levar adiante a fusão, continuaremos fiéis à nossa visão e buscando essa consolidação do setor aéreo - que é, como disse, inexorável".
Na opinião do presidente da LAN, Enrique Cuerto, as mitigações propostas pela própria LAN devem ser suficientes para que seja concedido o sinal verde do TDLC para que a empresa possa se fundir com a TAM, conforme informações da agência Dow Jones. "As medidas de mitigação nos permitem corrigir qualquer problema que possa ser criado com a fusão em mercados relevantes e criará melhores condições de competição que beneficiarão os passageiros", disse o executivo na audiência pública sobre o caso, realizada nesta quinta-feira, em Santiago, pelo TDLC.
Cuerto reiterou que, apesar do atraso que a decisão do tribunal tem causado no processo de fusão, ele acredita que a aprovação será dada porque o mercado de aviação chileno é "aberto e competitivo". O TDLC suspendeu em janeiro o processo de fusão entre as duas empresas, a pedido da Corporación Nacional de Consumidores y Usuarios de Chile (Conadecus), entidade de defesa do consumidor.
Participaram hoje da audiência pública representantes da Conadecus, da LAN, da TAM, da LAN Cargo, da Aerolineas Pal, da Sky Airline e da Fiscalía Nacional Económica (FNE), entidade do governo chileno. A decisão do tribunal deve ser anunciada no prazo de 60 dias.
Segundo o jornal chileno Diario Financiero, entre as principais medidas de mitigação propostas pela LAN à FNE está a aceitação da entrada de um novo competidor para operar a rota entre Santiago e São Paulo. Além disso, os passageiros dessa nova empresa aérea poderiam acumular milhas da Latam, empresa que será criada caso a fusão da TAM e da LAN seja aprovada.
Outra medida é reduzir em cerca de 10% o yield (indicador de preço de tarifa) da rota entre Santiago e São Paulo. A oferta de mais voos entre as duas cidades é outro compromisso assumido, de forma a ampliar a oferta e, dessa forma, estimular a queda no preço das passagens.


Fonte - Agencia Estado

quarta-feira, 25 de maio de 2011

0 Webjet retira pedido de análise para IPO



Empresa utilizaria os recursos para a expansão da frota de aviões

A companhia aérea Webjet, da família Paulus, ex-controladora da CVC, retirou o pedido para realizar uma oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla inglês), revela o site da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A operação seria primária e com a emissão de certificados de depósitos de ações (units). O JP Morgan, acompanhado do Bradesco e Citi seriam os coordenadores. A intenção era listar os papéis no nível 2 de governança corporativa da BM&FBovespa.

Os recursos captados com a oferta aumentariam a frota da empresa, revela o prospecto.

Fonte: Exame

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