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sábado, 27 de abril de 2013

0 Pan Am planeja voltar a operar até 2014



A Pan American Airways (Pan Am) já busca hubs no sudeste norte americano para voltar a operar, tanto em vôos regulares domésticos e internacionais como em vôos charter e de carga. A intenção é começar a voar entre o fim de 2013 e o começo de 2014.
Esta será a sexta tentativa de ressucitar o nome mais emblemático da aviação. A atual dona do nome Pan Am é a empresa PAA Global, sediada no estado de Nova Jersey, mas rumores dizem que o hub inicial seria Atlanta.


Fonte: Portal AeroIN

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

0 Aéreas têm dificuldade para aumentar passagem

Foto ilustração
via Exame

Rio de Janeiro - Diferentemente do que planejaram, as companhias aéreas brasileiras não têm conseguido repassar para o preço das passagens a explosão de custos que o setor da aviação atravessa. Com um primeiro semestre ainda com excesso de oferta de assentos, as empresas não puderam elevar muito o valor dos bilhetes, sob risco de ver a ocupação dos voos cair. Prova de que as passagens aéreas ainda não estão pesando mais no bolso do brasileiro este ano é que o item acumula queda de 5,3%, até setembro, no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A inflação oficial, aferida pelo indicador, tem alta de 3,77% no ano.
Os números, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), referem-se basicamente a passagens compradas para turismo e lazer. Em trechos em que o movimento de passageiros que voam a negócios é mais intenso, como na ponte aérea Rio-São Paulo, o consumidor se depara com bilhetes caros. A percepção do setor é de que, se os preços subirem amplamente, a nova classe média, que puxou o boom da demanda nos últimos anos, voltará a andar de ônibus. A combinação indigesta para as companhias - bilhetes muito baratos e dólar, combustível e taxas aeroportuárias em alta - resultou em prejuízos bilionários em 2011, cenário que persiste.
"Estamos num momento em que o passageiro incorporado com a última redução de preço está chegando no limite de sua capacidade. Se o preço subir, muita gente sai do avião e volta para o ônibus", diz o presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), Eduardo Sanovicz. Cálculo da entidade aponta que, para cada 1% de aumento de preço, a demanda por transporte aéreo cai 1,4%.
Líder no segmento doméstico, a TAM admite que não foi possível fazer o repasse como pretendia no primeiro semestre, mas vê espaço para as passagens subirem na segunda metade de 2012. A principal base para isso seria uma maior disciplina na oferta vista desde meados do ano. A TAM planeja reduzir a oferta em 2% agora, e em cerca de 7% em 2013. Na Gol, vice-líder no mercado doméstico, a meta de redução é de entre 2% e 4,5%. A empresa não divulgou projeção para o ano que vem.
Fonte: Exame

sábado, 15 de setembro de 2012

0 Aéreas economizam R$ 300 mi ao ano com desoneração


Incluídas na segunda leva do plano de desoneração da folha de pagamentos apresentado hoje pelo governo federal, as companhias aéreas pagarão menos INSS a partir de janeiro. Segundo a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), as companhias deixarão de pagar os 20% de contribuição patronal sobre o INSS e o pagamento será atrelado ao faturamento. A partir de janeiro, as empresas aéreas pagarão o equivalente a 1% sobre o faturamento. “A inclusão do setor é positiva e abre uma agenda de diálogo e avanço que nos estimula a continuar construindo um meio de transporte cada vez mais acessível”, comentou o presidente da Abear, Eduardo Sanovicz.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

0 Anac quer fim de reserva das primeiras fileiras nos aviões


​A Agência Nacional de Aviação Civil desenvolveu uma proposta para acabar com a reserva das três primeira fileiras das aeronaves para gestantes, idosos e deficientes. A resolução está aberta para sugestões desde a última segunda-feira (06/08). Ela libera as companhias aéreas para que acomodem seus passageiros em qualquer área do avião, desde que os assentos fiquem no corredor e tenham braços móveis ou removíveis.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

0 TAM e as aéreas que mais ganham com taxas e serviços extras

Estudo exclusivo das consultorias Amadeus e IdeaWorksCompany mostra que áreas tem faturado dez vezes mais com a venda de complementos – veja quais são as dez líderes


TAM Viagens





São Paulo – Ficou pra trás o tempo em que as companhias aéreas faturavam apenas com as vendas de passagens. Hoje uma parte importante do negócio está na oferta de serviços complementares, aqueles adicionais ao bilhete, que vão de espaço extra e acesso ao longe a uso do wi-fi nos aviões. Em dez anos, a receita proveniente desses serviços foi multiplicada por dez – as vendas saltaram de 1,72 bilhão de euros, em 2007, para 18,23 bilhões de euros, em 2011. O número de empresas que ofertam esses serviços duplicou no mesmo período.
Os dados, fornecidos por uma pesquisa inédita feita pelas consultorias Amadeus e IdeaWorksCompany, a partir dos relatórios financeiros de 108 companhias aéreas em todo mundo, mostram que a receita com esse tipo de serviço cresceu 66% apenas nos últimos dois anos. Se antes essas ofertas eram limitadas às empresas de baixo custo, hoje elas se tornaram prioridade para a maioria das companhias do setor.

terça-feira, 5 de junho de 2012

0 5 companhias aéreas que sumiram das rotas nos últimos anos




São Paulo – Ainda não é certo, mas a fusão entre a Azul e Trip, anunciada na semana passada, pode resultar no desaparecimento de uma das duas marcas no mercado de aviação comercial no Brasil.

quinta-feira, 22 de março de 2012

0 Empresas aéreas podem falir com alta do petróleo


O aumento do preço do petróleo elevará em 34% os custos de funcionamento das empresas





Genebra - Algumas companhias aéreas podem declarar falência se o preço do barril de petróleo alcançar 150 dólares, afirmou em Genebra Tony Tyler, diretor geral da Associação Internacional do Transporte Aéreo (Iata).
De acordo com Tyler, a Europa seria a região mais afetada, mas outras regiões do mundo também poderiam registrar "efeitos significativos".
A Iata fez suas projeções em dezembro com base em um preço de 99 dólares por barril em 2012. Atualmente, a cotação média oscila ao redor dos 120 dólares por barril. Até o fim do ano a expectativa é de um preço médio de US$ 115.
O aumento do preço do petróleo elevará em 34% os custos de funcionamento das empresas. O combustível deve representar neste ano um aumento de gastos de 213 bilhões de dólares, segundo a Iata.
Neste cenário, a entidade reduziu a previsão de lucro em 2012, a três bilhões de dólares, contra uma expectativa prévia de 3,5 bilhões.
Ao comentar a situação, Tyler afirmou que a Europa será a região mais afetada, mas destacou que todas as regiões do mundo serão abaladas em tal cenário.
A principal preocupação em 2011 era a crise da dívida na Europa, mas Tyler destacou que este risco "não está mais sobre a mesa", já que as preocupações com o petróleo aparecem em primeiro lugar agora.

Fonte: Exame/Abril

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

0 Aeroportos avaliam medidas para reduzir tempo de atendimento


O aeroporto de Cumbica, em Guarulhos (Grande São Paulo) é o primeiro da lista de nove aeroportos brasileiros que terão metas de atendimento e tempo máximo de espera dos passageiros nas filas. Também há parâmetros para imigração, inspeção e Receita Federal, entre outros. 


A iniciativa da Secretaria de Aviação Civil pretende melhorar a eficiência dos aeroportos sem recorrer necessariamente a obras e, em março, chegará ao Galeão e a Confins. 


Antes da medição, a Gol atendia o passageiro na fila do check-in em até 49 minutos, quase o tempo de voo entre São Paulo e o Rio. Com o acompanhamento da secretaria, reduziu para 46 - ainda distante dos 39 que o governo federal quer. 


A Tam, já conseguiu atingir a sua meta de 29 minutos no atendimento. De acordo com a secretaria a companhia terá de manter esse índice. 
Por ser um projeto piloto, só as duas empresas serão cobradas inicialmente. A proposta é estender a iniciativa para as demais. 
Larissa D`Almeida

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

0 Companhias aéreas buscam estratégias para fidelizar classes C e D



A estratégia de criar postos de vendas em locais de aglomeração popular tem sido adotada por empresas ligadas ao turismo. E a razão é uma só: atrair e fidelizar a clientela das classes C e D - consideradas as novas estrelas do consumo brasileiro. O potencial estimado é de 25 milhões de novos compradores. E para que isso aconteça, ninguém economiza esforços ou criatividade. Competir em um mercado tão disputado está levando empresas a elaborarem estratégias cada vez mais ousadas. 

Preços acessíveis e pagamentos a perder de vista, com cartão de crédito ou até no carnê, também fazem parte da estratégia para levar cada vez mais consumidores a destinos nacionais e internacionais, com os quais até então eles só podiam sonhar. Na temporada 2011/2012, a operadora está oferecendo 1 milhão de pacotes, para mais de 100 destinos turísticos do Brasil e do mundo, a partir de mais de 20 cidades do Brasil. Esse é o maior volume de pacotes já anunciado em 39 anos de existência da companhia. 

“Este cenário seria impensável há alguns anos. E impressiona a capacidade do mercado de se adaptar a essa nova e boa realidade”, atesta o ministro do Turismo, Gastão Vieira. “Nessas horas, ganha quem não perde o foco no cliente e aposta na ousadia. Mas para isso, é preciso ter um profundo conhecimento do mercado e de suas expectativas. E mais: entender quais são os sonhos do público”, conclui Gastão Vieira. 

Quem passa pela estação do metrô de Pinheiros, na cidade de São Paulo, pode ficar surpreso: balcões de check-in, iguais aos existentes nos aeroportos, dividem espaço com poltronas colocadas contra a parede. O objetivo é reproduzir a primeira fila de assentos de uma aeronave. Já na estação do Butantã, também na capital, 45 mil usuários do metrô passam diariamente por uma vitrine dos sonhos, na qual galerias de fotos sugerem viagens a regiões de praias e de montanhas, além de algumas das cidades mais cobiçadas do mundo. 

O ambiente que reproduz o interior de avião faz parte, também, das táticas de uma das maiores companhias aéreas do Brasil. O objetivo é fazer com que viajantes menos experientes, ou mesmo os que vão embarcar pela primeira vez, saibam de antemão como é e como funcionam as instalações de uma aeronave. 

Quiosques da companhia aérea foram abertos nas estações paulistanas do metrô de Itaquera, Sé e Luz. Também o Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre receberam esses balcões. A estratégia é abrir até 20 pontos de venda de passagens em locais com grande circulação de pessoas até o final do primeiro semestre de 2012. 



Fonte: Mercado e Eventos

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

0 Companhias áreas crescem 30% na fatia do mercado


A participação da Gol e Tam no mercado doméstico em dezembro de 2011 foi de 75,52% contra 81,13% no mesmo mês de 2010. Esse índice aumentou a participação de mercado de empresas menores em 29,75%, comparando dezembro de 2010 e de 2011. Comparados os dois anos completos, o índice fica em 21,75%. No último mês de 2011, a procura pelo transporte aéreo doméstico cresceu 7,27%. 

A demanda triplicou na última década. No acumulado de 2011, a expansão foi de 15,72%, com aumento de 194% desde 2002. As informações constam dos Dados Comparativos Avançados divulgados hoje pela Anac. 

A média de ocupação dos voos domésticos de passageiros, em 2011, foi de 70,18%, enquanto em dezembro foi de 70,40%. 

O mercado internacional operado por empresas brasileiras, apresentou crescimento anual de demanda de 11% no ano passado sobre 2010. No acumulado de 2006 e 2011, a expansão foi de 62%. 

Mais informações sobre as tabelas elaboradas pela Anac a partir de dados enviados pelas companhias aéreas brasileiras estão disponíveis no site: 
www.anac.gov.br/dadosComparativos/DadosComparativos.asp



sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

0 Empresas aéreas liquidam passagens antes do Ano-Novo

As liquidações foram motivadas pela dificuldades para vender passagens para o fim do ano, possibilidade de greve dos aeroviários e de chuva


Aeroporto de Congonhas

Contrariando a máxima de que para comprar passagens com desconto é preciso planejar a viagem com antecedência, as companhias aéreas estão liquidando bilhetes às vésperas do Ano-Novo. Nas compras de última hora há preços baixos não apenas em voos para destinos pouco procurados no dia 31. Para os passageiros que temem passar a virada dentro de um avião, há lugares em voos que partem pela manhã.
Na última quinta-feira, era possível achar passagens de Campinas para o Rio, palco da festa de réveillon mais procurada do País, por 53 reais, sem taxas, na TAM. Para chegar à capital fluminense partindo de Vitória, o valor mais baixo era de 72 reais, pela Azul. De São Paulo para Florianópolis, outro destino de fim do ano, havia passagens por menos de 100 reais.Um dos valores mais baixos foi encontrado na Webjet: 30 reais do Rio para Belo Horizonte.
Com preços mais elevados nas últimas semanas, algumas empresas tiveram dificuldades para vender passagens para o fim do ano. Como as vendas não decolaram, as aéreas se viram obrigadas a baixar as tarifas para encher os aviões. Para o consultor Allemander Pereira, as promoções foram uma forma de atrair os consumidores receosos de comprar passagens e passar o réveillon em aeroportos.
Pereira afirma que a possibilidade de greve dos aeroviários e dos aeronautas este mês deixou os passageiros mais cautelosos. Além disso, com a previsão de chuvas para esta época do ano, há o risco de alguns aeroportos interromperem temporariamente pousos e decolagens.

Fonte: Veja/Abril

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

0 Companhias aéreas podem ter um ano recorde em segurança


Agence France-Presse/Getty Images
Destroços de um avião que caiu na Papua Nova Guiné, em outubro, um dos poucos acidentes ocorridos este ano
Este ano está a caminho de se tornar o mais seguro da história da aviação comercial, com apenas uma morte para cada 7,1 milhões de passageiros aéreos no mundo, embora as autoridades da aviação civil alertem que melhorias nas estatísticas de acidentes costumam mascarar perigos persistentes.
Faltando poucos dias para terminar o ano, 2011 está prestes a ultrapassar o recorde mais recente de baixo número de óbitos em acidentes aéreos desde 1945, o de 2004, quando houve uma morte para cada 6,4 milhões de passageiros, segundo a Ascend, uma consultoria de Londres. O ano também aparentemente terá um dos menores números de mortes de passageiros, em 401 até quarta-feira, apesar da forte expansão mundial no número de voos e passageiros no mundo. Morreram 344 passageiros em acidentes com voos comerciais em 2004, mas o setor transportou um número 30% menor de passageiros em muito menos voos, segundo a Ascend. Os números não levam em conta atentados terroristas.
"A segurança está melhorando, e mais rápido do que a expansão do próprio setor", disse Paul Hayes, diretor de segurança da Ascend.
O histórico de acidentes das empresas que operam aviões fabricados em países ocidentais é melhor. Essas empresas tiveram este ano apenas um acidente grave para cada três milhões de voos no mundo, quase 49% melhor que em 2010 e cerca de três vezes melhor que em 2001, segundo a Associação Internacional do Transporte Aéreo, conhecida pela sigla em inglês Iata. O número representa o melhor desempenho do setor desde que a Iata começou a compilar os dados sobre acidentes aéreos, na década de 40. Se levados em conta os aviões de fabricação russa e de outros países, o índice mundial de acidentes cai levemente, para cerca de duas aeronaves destruídas para cada milhão de voos, ou sete vezes a proporção dos aviões fabricados em países ocidentais, como os da Airbus — filial da European Aeronautics Defence and Space Co. — a Boeing Co., a Bombardier Inc. e a Embraer SA.
O ano também está chegando ao fim com outro recorde notável: o maior período na aviação moderna sem um único acidente fatal, segundo Harro Ranter, presidente da Rede de Segurança da Aviação, uma organização sem fins lucrativos que monitora acidentes e incidentes. Desde 13 de outubro, quando um avião movido a hélice caiu na Papua Nova Guiné com 28 passageiros, que ninguém morre num voo comercial, geralmente definido como um avião de companhia aérea que leve 14 passageiros ou mais. O período mais longo até então tinha sido de 61 dias, em 1985, segundo Ranter.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

0 Empresas renegociam dívida sem pagar prêmio




Após Energisa, Fibria chega a acordo com credor e Lupatech está na fila; Tam pagou mais.
A temporada de renegociação com credores começou e as companhias que já atingiram o limite de endividamento acordado com debenturistas e têm conseguido rolar prazo e taxas sem pagar prêmio adicional por descumprimento de cláusulas, conhecidas como "covenants".
Energisa e Fibria já se sentaram com investidores e ajustaram o teto de endividamento sem ônus, e esta semana será a vez de Suzano e Lupatech. A Tam também renegociou, mas na contramão das demais, teve que dar remuneração extra para agradar os investidores.
Conforme antecipou o Brasil Econômico, essas companhias (e outras, como Gol Linhas Aéreas) buscam aumentar o limite de alavancagem sobre o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), num cenário de crédito menos abundante e impacto de variação cambial.
Ontem, a Fibria Celulose comunicou que renegociou os termos dos empréstimos bancários que somam R$ 2,5 bilhões, sem pagar taxa ou juros mais altos. No novo acordo, a Fibria aumentou elevou o nível máximo de alavancagem para o final do quarto trimestre deste ano e o primeiro e segundo trimestres de 2012.
A empresa não informou o novo limite para a alavancagem, que era limitada a 4 vezes com os credores Santander, Citigroup e Bank of America.
Na sexta-feira, a Energisa também comunicou que seus debenturistas Banco do Nordeste, HSBC e Citi aprovaram elevação da relação entre dívida financeira líquida e Ebitda para 3,5 vezes, sem detalhar o teto anterior e sem apontar qualquer pagamento extra para tal ajuste. Ontem, a empresa informou que deve emitir até R$ 200 milhões em novas debêntures.
Já a Tam rompeu o teto de cobertura da dívida acima de 130% sobre o Ebitda e fez acordo com debenturistas de uma série emitida em 2006 para pagar prêmio de 0,9% por papel.
Próximas assembleias
Esta semana estão agendadas assembleias com debenturistas da Suzano, amanhã, e da Lupatech, na quinta-feira. A expectativa é que as companhias também consigam acordos, de preferência, sem desembolso extra.
No caso da Lupatech, que tem o BNDES como um dos principais acionistas, analistas acreditam não só num perdão do rompimento de dívida, contornando o que seria um calote, como num aporte extra por parte do banco de fomento. No caso da Lupatech, o descumprimento está relacionado a metas de resultado. O BNDES já sinalizou que tenta encontrar uma solução junto a outros investidores da companhia.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

0 Anac aperta cerco sobre as companhias aéreas


Empresas aéreas que tiverem índices elevados de atrasos e cancelamentos vão perder parte de seus voos em horários disputados de aeroportos como Guarulhos, Brasília, Confins e Santos Dumont. Embora ainda preservem "janelas" livres em períodos de menor demanda, esses quatro aeroportos têm faixas de horários completamente lotadas, como o início da manhã e o fim da tarde, dificultando a entrada de novos concorrentes que queiram voar nos períodos de pico.
Hoje, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) já pode redistribuir os "slots" (autorizações de pousos e decolagens) de empresas que não cumprem índices trimestrais de 80% de regularidade e pontualidade, mas a regra só vale para aeroportos congestionados durante todo o dia, o que na prática limita sua aplicação a um único caso: o aeroporto de Congonhas.
No primeiro trimestre de 2012, essa norma mudará e será aplicada por faixas de horário, segundo o diretor-presidente da Anac, Marcelo Guaranys. "A regra atual é de difícil operacionalização e não coíbe suficientemente os cancelamentos e atrasos. Nossa intenção é fazer com que a empresa operando em um aeroporto congestionado se comprometa a fazer um uso mais eficiente da infraestrutura", diz Guaranys.
Ainda não está definido se haverá mudanças no índice mínimo de regularidade e pontualidade. Técnicos da agência vão propor à diretoria alterações na forma de redistribuir os "slots" tomados. Pela regra em vigor, a Anac sorteia 80% dos voos perdidos entre as próprias companhias que atuam no aeroporto, reservando apenas 20% para novas pretendentes. A proposta da área técnica é que essa divisão seja igualitária, mas a diretoria pode apertar mais esses números.
Outra mudança para coibir atrasos e cancelamentos será aplicada antes disso, possivelmente em janeiro. As empresas aéreas serão obrigadas a informar, em seus sites, os índices de regularidade e pontualidade de cada voo, além da categoria a que pertencem os assentos - a Anac tem um selo de qualidade, que vai de A a E, para dimensionar o espaço útil entre as poltronas.
"Tudo isso força as companhias a dar mais informações no ato da compra e estimula melhorias no atendimento aos passageiros", afirma Guaranys, funcionário de carreira da Secretaria do Tesouro. Após passagem pela Anac como diretor, de 2007 a 2010, ele foi escolhido pela presidente Dilma para comandar a agência em julho, liderando a elaboração dos editais de concessão dos aeroportos de Guarulhos, Viracopos e Brasília.



Fonte: Valor Online

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

0 Aéreas dizem não ter plano alternativo para greve



O negociador indicado pelo Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (SNEA) perante o Tribunal Superior do Trabalho (TST), Odilon Junqueira, afirmou hoje que não há um plano alternativo para garantir a normalidade no atendimento dos passageiros das companhias aéreas no caso de ser deflagrada greve dos aeroviários (pessoal de terra) e dos aeronautas (embarcados) no próximo dia 22 de dezembro. A declaração foi dada durante a audiência de conciliação que ocorre neste tarde no Tribunal Superior do Trabalho (TST). "Não fomos notificados. Não há nada preparado como diz a lei", afirmou, referindo-se a uma notificação que os trabalhadores deveria ter apresentada às empresas por se tratar de serviço essencial.

O assessor econômico do Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA), Cláudio Toledo, admitiu que os trabalhadores podem alterar a data do início da greve. "Parece que ainda existe tempo hábil para um acordo. Mas nada impede que a paralisação mude de data se for por questão de prazo legal", afirmou.

A ministra Maria Cristina Peduzzi interrompeu a reunião no meio da tarde para mais uma rodada de negociaçãoentre empresas e empregados, na tentativa de evitar a greve. O SNEA oferece reajuste dos salários pela variação do INPC, que seria de 6,17%. No início da negociação, há cerca de 60 dias, os trabalhadores pediam reajuste de 13%. Depois baixaram a exigência para 9% e agora pedem pelo menos 7%. As empresas dizem que não há possibilidade de conceder aumento real este ano.

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