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quinta-feira, 22 de março de 2012

0 Empresas aéreas podem falir com alta do petróleo


O aumento do preço do petróleo elevará em 34% os custos de funcionamento das empresas





Genebra - Algumas companhias aéreas podem declarar falência se o preço do barril de petróleo alcançar 150 dólares, afirmou em Genebra Tony Tyler, diretor geral da Associação Internacional do Transporte Aéreo (Iata).
De acordo com Tyler, a Europa seria a região mais afetada, mas outras regiões do mundo também poderiam registrar "efeitos significativos".
A Iata fez suas projeções em dezembro com base em um preço de 99 dólares por barril em 2012. Atualmente, a cotação média oscila ao redor dos 120 dólares por barril. Até o fim do ano a expectativa é de um preço médio de US$ 115.
O aumento do preço do petróleo elevará em 34% os custos de funcionamento das empresas. O combustível deve representar neste ano um aumento de gastos de 213 bilhões de dólares, segundo a Iata.
Neste cenário, a entidade reduziu a previsão de lucro em 2012, a três bilhões de dólares, contra uma expectativa prévia de 3,5 bilhões.
Ao comentar a situação, Tyler afirmou que a Europa será a região mais afetada, mas destacou que todas as regiões do mundo serão abaladas em tal cenário.
A principal preocupação em 2011 era a crise da dívida na Europa, mas Tyler destacou que este risco "não está mais sobre a mesa", já que as preocupações com o petróleo aparecem em primeiro lugar agora.

Fonte: Exame/Abril

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

0 2011 é o ano mais seguro para o transporte aéreo mundial, diz Iata



Os indicadores globais de segurança no transporte aéreo, no qual estão incluídos os números de acidentes e o total de passageiros mortos, melhoraram quase 50% neste ano em relação aos 11 primeiros meses de 2010, segundo a Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata). Conforme a Iata, 2011 é, proporcionalmente em números, o ano mais seguro para o transporte aéreo mundial.

Até 30 de novembro deste ano, foram 22 acidentes aéreos graves no mundo, provocando a morte de 486 passageiros e tripulantes. Em 2010, haviam sido 23 tragédias, totalizando 786 mortes. Já em 2006, mais de 855 pessoas morreram em 20 acidentes.



A Iata divulgou os dados em conferência para jornalistas em 8 de dezembro. Segundo o órgão, todas as regiões, incluindo a África, que historicamente é a região mais perigosa para o transporte aéreo, tiveram neste ano uma queda proporcional no número de fatalidades, com exceção da Rússia e dos países relacionados à Comunidades dos Estados Independentes (CEI), ex-repúblicas soviéticas.

“Até o final do ano de novembro, a performance de segurança global na indústria (para aviões de fabricação ocidental) registra o melhor nível histórico e é 49% melhor que o mesmo período do ano passado”, afirmou o vice-diretor de segurança da Iata, Gunther Matschnigg.

A Iata contabiliza dados desde 1945, mas só os divulga desde 2001. O órgão mensura a performance de segurança dos seus países-membros pelo número de acidentes e aeronaves perdidas em relação à quantidade de decolagens realizadas no mundo.

Atualmente, 240 companhias áreas integram a associação, operando em 118 países e responsáveis por cerca de 84% do tráfico aéreo global, diz a Iata.



Fonte: G1.com

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

0 CEO da Iata destaca peculiaridades da aviação brasileira


Em participação no fórum que a Associação Latino-americana de Transporte Aéreo (Alta) realiza ontem e hoje no Rio de Janeiro, o diretor e CEO da Iata, Tony Tyler, destacou duas características específicas do mercado brasileiro, quando falou sobre aviação. Segundo ele, a concessão dos aeroportos e uma política de preços têm papel prioritário no desenvolvimento do setor. “O centro econômico do Brasil precisa de mais conectividade, o que deveria ser uma das principais estratégias econômicas dogoverno”, disse o CEO da Iata. “Mas o programa de concessões de aeroportos desenhado pelogoverno traz sérias questões para as empresas aéreas, uma vez que o governo tem papel duplo, como responsável pelas concessões dos aeroportos e também como regulador econômico”, questionou.

Dirigindo-se às autoridades governamentais que participavam do encontro, Tyler pediu que o governoreavalie a fórmula de paridade de preços para o combustível. “Baseando-se no preço do mercado de Houston e incluindo encargos de importação e transporte, cria-se uma desvantagem competitiva de US$ 400 milhões anuais para as empresas aéreas”, disso. “Isso não deveria ocorrer no Brasil, que pode suprir 80% de suas necessidades de combustível com recursos próprios.” Tyler ainda citou estudo da Oxford Economics, sobre lucratividade na aviação civil. Segundo o estudo, a aviação contribui com R$ 32 bilhões para a economia brasileira, representando 1% do PIB e 700 mil empregos.

Apesar dos comentários sobre o Brasil, o CEO da Iata conclui que uma visão de longo prazo sobre aaviação latino-americana “só pode ser otimista”. “O potencial econômico dessa vasta e variada geografia só pode ser percebido com uma indústria de aviação de sucesso”, disse.


Fonte: Panrotas

quarta-feira, 16 de março de 2011

0 Combustível de aviação é 14% mais caro no Brasil do que em outros países da AL


A constatação é de um estudo da Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata). Para a associação, não há justificativa para o combustível de aviação ser mais caro no Brasil do que nos países vizinhos, já que o Brasil produz 80% da sua demanda em suas próprias refinarias.
Os custos com combustíveis representam, em média, 29% das despesas operacionais das companhias aéres, mas no Brasil a despesa é de 37%.

Fonte: Brasil Econômico

0 Iata: Brasil precisa mudar aeroportos para evitar fracasso em 2014


(Fortaleza uma das cidades sedes,e não teve obras de melhorias do aeroporto iniciadas)


Agência internacional de transporte aéreo aponta os principais problemas que o país precisa resolver antes da Copa do Mundo

A menos que o Brasil invista urgentemente na melhoria de seus aeroportos e do sistema aéreo como um todo, sua experiência como país-sede da Copa do Mundo e das Olimpíadas será um fracasso. Este é o parecer emitido por um relatório da Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata, na sigla em inglês).

O especialista diz que uma solução simples para apressar as melhorias nos aeroportos a tempo é intensificar o diálogo entre todos os elos do setor aéreo, o que inclui órgãos reguladores como a Agência Nacional da Aviação Civil (ANAC), a Infraero, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), Polícia Federal, dentre outros.

Bisignani considera essencial a participação das companhias aéreas na discussão de projetos. "As empresas poderiam trazer soluções para melhorar as operações nos terminais de passageiros e reduzir os congestionamentos", afirma.

Além dos problemas ligados aos eventos esportivos, o executivo aponta ainda outros gargalos da aviação brasileira que precisam ser eliminados:

Infraestrutura e ambiente regulatório
"O modelo da Infraero, que controla 94% dos aeroportos no Brasil, está falido. Terminais de 13 dos 20 principais aeroportos não conseguem absorver a demanda atual. São Paulo, que representa 25% do total do tráfego aéreo no Brasil, tem uma situação crítica. A capacidade é insuficiente e os serviços não correspondem aos padrões globais", diz Bisignani. O presidente da Iata defende, entretanto, a regulação da ANAC, considerada em conformidade com as recomendações internacionais.

Preço do combustível
Segundo Bisignani, no mundo, a parcela do combustível no total de despesas que uma empresa aérea tem para operar é de 29%, em média. No Brasil, este percentual chega a 37%. "Não há justificativa para o fato de os preços do combustível para aviação ser14% mais caro no Brasil do que no restante da América do Sul. O Brasil produz 80% do combustível de que necessita em suas próprias refinarias", diz.

Gerenciamento do tráfego aéreo
A Iata enfatiza que o governo federal deve apoiar os esforços do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DCEA). "As companhias de aviação investiram para aumentar a eficiência dos voos. Porém, a infraestrutura no solo não corresponde à encontrada no ar", diz Bisignani. O órgão chefiado por ele recomenda a implantação de mecanismos operacionais mais eficientes principalmente no Rio de Janeiro e em São Paulo.

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