Mostrando postagens com marcador Compras de Companhias. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Compras de Companhias. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

0 IAG compra British Midland por € 207 milhões

Um Airbus A320-200 da frota da aérea (foto divulgação BMI)

Um Airbus A320-200 da frota da aérea (foto divulgação BMI)


O anúncio realizado em novembro pela International Airlines Group (IAG), dona da British e Iberia, sobre a compra da British Midland Limited, companhia aérea até então parte do Grupo Lufthansa e que tem a maior parte das operações no Reino Unido, na Europa e no Oriente Médio, foi concretizado este mês por € 207 milhões.

Após assinar o acordo, o CEO e presidente do Conselho Executivo da Lufthansa, Christoph Franz, afirmou que os colaboradores da companhia mostraram-se motivados com a mudança. “A aquisição faz parte do desenvolvimento estratégico para com os nossos clientes, fornecedores e colaboradores, que passarão a fazer parte de um grupo com forte posição financeira”, continuou o CEO.

O fim da transação financeira está previsto até o mês de março de 2012.


Fonte: Panrotas

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

0 Gol estaria negociando compra da empresa regional Passaredo



Companhia já teria até pago um sinal de R$ 20 milhões pela transação    

BRASÍLIA - Para ganhar mercado no interior, disputar passageiros com a Azul e de olho em mais espaço em Guarulhos, a Gol está interessada em comprar a Passaredo — segunda maior empresa regional do país, sediada em Ribeirão Preto. Segundo fontes, há cerca de duas semanas o presidente da Gol, Constantino de Oliveira Júnior, sondou a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) sobre a possibilidade de herdar os dez slots (espaço físico e horários de pouso e decolagem) da Passaredo no movimentado aeroporto paulista.
Segundo rumores do mercado, o negócio estaria praticamente fechado, tendo o presidente da Gol adiantado uma quantia de R$ 20 milhões, a título de sinal. A Passaredo nega a informação. Procurada, a Gol informou por nota apenas que não pode comentar o negócio porque a empresa tem ações em Bolsa.
Um executivo ligado à Gol confirmou ao GLOBO que a companhia tem interesse na Passaredo e pretende concluir $o processo da compra da Webjet no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
Em nota, a Gol lembrou apenas que tem acordo, firmado em dezembro de 2010, com a Passaredo para transportar seus passageiros até os destinos não atendidos pela empresa da família Constantino.
A Passaredo voa para 26 cidades em todas as regiões do país. De acordo com dados da Anac, a Passaredo tem apenas 0,68% do mercado, atrás da Trip, com 3,81%.

Fonte: O Globo

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

0 Delta compra 3% das ações da Gol e cias expandem codeshare




Depois de um ano e meio de negociações, a Delta é a mais nova acionista da Gol Linhas Aéreas. O anúncio foi feito aos investidores na manhã desta quarta-feira (07/12) em teleconferência e os detalhes foram apresentados à imprensa em seguida, em São Paulo A companhia aérea norte-americana investirá Us$ 100 milhões na Gol, o que siginfica uma participação da Delta de 3% no capital preferencial da Gol. A empresa brasileira reúne 40% do market share do mercado doméstico e transportou em dez anos 170 milhões de passageitros. "Estamos ampliando nossa presença no mercado internacional, sem diversificar a frota. Levaremos nossos passageiros a destinos no mundo todo sem precisar mudar nosso tipo de operação ou frota. É esse tipo de parceria estratégica que vamos priorizar daqui por diante para garantir nosso crescimento", explicou Constantino de Oliveira Jr, presidente e CEO da Gol Linhas Aéreas. 

Esse valor será, segundo Oliveira Jr, utilizado para a compra pela Delta de dois boeing 767-300 da Gol. A Delta também terá um assento independente no Conselho de Administração da Gol. O representante já foi escolhido e será o presidente da Delta, Ed Bastian. O Conselho passa agora a ter 10 membros. Em 21 de dezembro, os representantes realizam reunião para deliberar sobre o aumento de capital da Gol. Com essa aquisição minoritária, as duas empresas aéreas firmaram um acordo para a expansão do code-share já existente e integração e alinhado dos programas de milhagens. "A Gol transformou o conceito de viagens aéreas no país e para a Delta é uma grande oportunidade ser parceira da Gol, ampliando o corredor de passageiros entre a América do Norte e a América do Sul. Em 2015, o Brasil será o quarto maior mercado mundial de aviação. Acreditamos muito no país, tanto é nos últimos quatro anos dobramos nossa atuação no mercado brasileiro. Com o crescimento desse networking, conectamos os clientes do Brasil para mais de 300 cidades do mundo", destacou Richard Anderson, CEO da Delta AirLines. 

O code-share pleno e a integração dos programas de millhagens Smiles e Sky Miles será concluído até o quarto trimestre de 2012. Um pouco antes, no entanto, ainda no terceiro trimestre, a Gol encerrará oficialmente a parceria com a outra gigante norte-americana, aAmerican Airlines. "Será a primeira vez que colocamos nosso código de voo em outra companhia aérea. Com Delta, nossa marca estará nas frequências que que ligam o Brasil e Estados Unidos e com possíveis conexões para outros destinos", ressaltou Oliveira Jr, mencionando que a Gol está nas fase de readequação de seu sistema de reservas. A nova versão da ferramenta de vendas, de acordo com ele, será entregue em fevereiro do ano que vem e a previsão é colocá-la em funcionamento até o terceito trimestre de 2012. A Delta, por sua vez, poderá colocar seu código em todos os voos da Gol - Brasil, Caribe e América do Sul. A Delta atende mais de 160 milhões de clientes por ano e possui rede global ampla de cerca de 350 destinos em quase 70 países. 

Constantino de Oliveira Jr informou ainda que, embora os programas de milhagens sejam integrados, suas características e benefícios atuais serão preservados. "Todas as promoções serão estendidas aos integrantes das duas empresas", contou. O acordo também garante aos passageiros acesso recíproco às salas VIP em aeroportos; coordenação dos esforços de vendas, permitindo um melhor acesso ao mercado e compartilhamento de instalações aeroportuárias para facilitar o check-in e as conexões dos passageiros. "Vamos manter todos os contratos assinados com outras empresas do setor de turismo como locadores, agências de viagens, hotéis. Nada muda. Vamos buscar os ganhos em sinergia", acrescentou o dirigente da Gol. Ele lembrou que o acordo não contempla a entrada da companhia em uma aliança global e, neste momento, não inclui as operações da Webjet. "Ainda aguardamos a aprovação do CADE sobre a aquisção da Webjet. Mas, por enquanto, vamos preservar essa estrutura. No futuro, pode haver ganhos", completou.





Fonte: Mercado e Eventos

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

0 Compra da Webjet pela Gol fica para o ano que vem

Presidente da Gol afirma que não tem expectativas para conclusão da operação; empresas seguem separadas até aprovação do Cade



São Paulo – A finalização da compra da Webjet pela Gol vai ficar para 2012. Em teleconferência de resultados trimestrais, Constantino Jr., presidente da Gol, afirmou que não tem nenhuma expectativa para que a operação se defina ainda neste ano. “Vamos continuar operando separadamente”, disse ele, em tom desanimado.

No final de outubro, as empresas assinaram com um Acordo de Preservação da Reversibilidade da Operação (Apro) com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para evitar a integração das operações das empresas até o julgamento final pelo órgão de defesa da concorrência. A Gol anunciou no dia 8 de julho a compra de 100% do capital social da WebJet por 311 milhões de reais.

Resultados trimestrais – A Gol registrou prejuízo líquido de 516,5 milhões de reais revertendo lucro de 110 milhões somados um ano antes. O que provocou as perdas foram as variações cambiais do período.

De acordo com o balanço da companhia, a desvalorização da moeda brasileira gerou uma despesa líquida com variação cambial em aproximadamente 476,4 milhões de reais por conta da maior representatividade dos passivos financeiros da companhia em dólar.

Outro ponto que fez cair o lucro da empresa foi o alto valor dos combustíveis. “O preço do petróleo estava elevado, enquanto a indústria estava mais lenta para gerar receita”, avalia Constantino.


Fonte: Exame/Abril

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

0 Air Berlin comprará austríaca Niki Lufthart, de Niki Lauda


O ex-piloto de Fórmula 1 Niki Lauda, tricampeão no esporte, anunciou ontem que venderá sua participação na companhia aérea que criou, a Niki Lufthart, para a Air Berlin. O anúncio foi realizado em coletiva de imprensa em Viena, na Áustria, na qual o ex-piloto afirmou que venderá para a empresa alemã sua participação de 51% na empresa austríaca. A transação deve ocorrer no próximo mês.

Segundo o conselheiro delegado de Air Berlin, Hartmut Mehdorn, que participou da coletiva, a marca Niki será mantida e as operações no aeroporto de Viena serão reforçadas, até sua transformação em hub da empresa aérea alemã. Niki Lauda passará a integrar o Conselho de Administração da Air Berlin, composto por 13 membros. A Niki tem hoje cerca de 800 funcionários e frota de 21 aeronaves que voam para 85 destinos. Em 2010, a empresa transportou 3,4 milhões de passageiros.


Fonte: Panrotas

sábado, 5 de novembro de 2011

0 Dona da British Airways planeja comprar britânica bmi

A compra da unidade britânica da Lufthansa pode expandir seus serviços para mercados como Ásia e América Latina


Londres - A IAG, dona da British Airways, planeja comprar a bmi, unidade britânica da Lufthansa, a fim de impulsionar o crescimento no aeroporto londrino de Heathrow, e expandir seus serviços para mercados como Ásia e América Latina.

O anúncio do acordo ocorreu nesta sexta-feira, após a companhia divulgar resultados que mostraram que as companhias aéreas estão sob pressão do custo mais alto do combustível, salientando a necessidade para as companhias buscarem crescimento onde possível.

A IAG, dona da Ibéria e da British Airways, chegou a um princípio de acordo com a Lufthansa para a venda da deficitária bmi, que opera no vermelho, em negócio que deve ser concluído no primeiro trimestre de 2012.

Com 9 por cento dos slots de pousos e decolagens, a bmi é a segunda maior companhia aérea do Heathrow, o aeroporto mais movimentado da Europa. A compra dará à IAG a oportunidade de crescer no Heathrow, que opera na capacidade máxima depois de cancelar os planos de construir um terceiro terminal.

"Está claro que a bmi como está agora é insustentável, mas estamos confiantes que poderemos ter sucesso com ela", disse o presidente-executivo da IAG, Willie Walsh, a repórteres.

Analistas avaliam o negócio, que inclui a companhia principal e a bmibaby, em cerca de 300 milhões de libras (479 milhões de dólares).

Walsh, que não deu nenhum detalhe financeiro sobre o acordo, disse que a IAG não tem exclusividade no negócio mas fez uma oferta mais atrativa do que os concorrentes.

A IAG, segundo maior grupo do setor na Europa em valor de mercado depois da Lufthanse, viu seu lucro operacional nos três meses até setembro cair para 363 milhões de euros (499 milhões de dólares), contra 528 milhões de euros em um ano antes. Analistas esperavam 350 milhões de euros.


Fonte: Exame/Abril

domingo, 30 de outubro de 2011

0 A Ryanair está chegando...


O Peru deverá ser o ponto de desembarque na América Latina da principal e mais ousada companhia low cost. Estão na reta final os entendimentos para aquisição da Peruvian Airlines , em operação prevista para US$ 50 milhões. O próprio dono da Peruvian Airlines, César Cataño, afirmou que o controle da empresa passará ao consórcio europeu formado pela Ryanair e Aergo, com 65% das ações.

A Peruvian compete diretamente no mercado peruano com a filial da chilena LAN, com participação de 16% no mercado.

Há algum tempo atrás, a Ryanair sequer cogitava de ingresso com seu modelo no mercado sul-americano, quando tivesse que vir para as Américas era o México o seu primeiro pensamento. Atualmente, o pensamento é outro. Já sondou e chegou a articular proposta para ingresso na Webjet, e o fator que inibiu o negócio foi a atual regulamentação brasileira. Quando isto mudar – segue a tramitação no congresso – a companhia irlandesa poderá estar chegando.

AE


Fonte: Jornal Brasil Turis

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

0 Cade congela compra da Webjet pela Gol


O Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) congelou nesta quarta-feira duas operações no setor de aviação e saúde: a compra da Webjet pela Gol e da rede de laboratórios Dasa pela Amil. Foram firmados acordos com as companhias nos quais elas se comprometem a manter as operações separadas até o julgamento definitivo da fusão.

No caso das empresas de aviação, as duas companhias terão que manter as rotas separadas. O conselho permitiu apenas que fossem feitas alterações em rotas que se sobrepunham, mas os horários não puderam ser mudados em mais de uma hora.

As duas companhias, porém, foram autorizadas a remanejar passageiros entre elas. Um passageiro que comprar uma passagem para voar pela Gol, por exemplo, poderá ser colocado em um avião da Webjet, e vice-versa.

LABORATÓRIOS

O Cade congelou também a compra dos laboratórios Dasa pela MD1, empresa controlada pela Amil, como antecipou reportagem da Folha publicada na edição de hoje.

O conselho proibiu ainda a participação dos acionistas da Amil na administração da Dasa. A Dasa tem uma das maiores redes de laboratórios do país e atua principalmente em São Paulo.



Fonte: Folha/UOL

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

0 Compra da Webjet pela Gol é aprovada pela Anac



A Anac (Agência Nacional da Aviação Civil) aprovou nesta terça-feira, com restrições, a compra da Webjet pela Gol. Segundo informou o órgão, o negócio está condicionado à presença de, no máximo, 20% de capital estrangeiro na sociedade.
Com essa aprovação, a Gol pode passar a administrar financeiramente a Webjet.
A medida, porém, ainda não garante a venda da Webjet. As empresas deverão informar a eventual participação de capital estrangeiro no negócio e sua porcentagem para o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), que fará uma nova avaliação.
Cliente Webjet pode ter Smiles da Gol antes da integração
Compra não vai encarecer passagens, diz Gol
Depois, o parecer do Cade será enviado à Anac, que dará um novo parecer sobre a venda da Webjet para a Gol, analisando questões técnicas, união de operações, marcas etc.
Segundo a Anac, a Gol só poderá usar os slots (horários e locais para pouso e decolagem) da Webjet após a conclusão do negócio. Em aeroportos como Congonhas e Guarulhos, os slots são disputadíssimos pelas empresas aéreas.
Essa primeira aprovação da Anac analisou apenas a parte administrativa. A parte operacional será vista na segunda avaliação. Portanto, até a aprovação final do negócio, as duas empresas deverão continuar operando separadamente.


Fonte: Folha de São Paulo

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

0 TAP pode ser um "bom investimento" para a Lufthansa



"Posso imaginar que a Lufthansa está a acompanhar com atenção o nosso programa de privatizações, do qual a TAP faz parte. Certamente que seria um bom investimento", disse o primeiro-ministro ao jornal alemão “Handelsblatt”.


Pedro Passos Coelho afirmou em entrevista a um jornal alemão que a privatização da TAP pode ser um "bom investimento" para a transportadora aérea alemã Lufthansa.

"Posso imaginar que a Lufthansa está a acompanhar com atenção o nosso programa de privatizações, do qual a TAP faz parte. Certamente que seria um bom investimento", disse o primeiro-ministro ao jornal alemão “Handelsblatt”.

“A Lufthansa ficaria muito bem se desenvolvesse o mercado na América do Sul e em África juntamente com a companhia aérea portuguesa”, disse o primeiro-ministro.

A International Airlines Group (IAG), empresa que engloba a British Airways e a Iberia, também está interessada no negócio.

A privatização da TAP faz parte do programa definido pela "troika" para Portugal.


Fonte: Sapo.PT

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

0 Cade autoriza a Gol a usar espaços da Webjet



A Gol deverá receber do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) o aval para usar imediatamente o ativo que a companhia considera mais valioso na compra da Webjet: os slots.
O termo designa horários e espaços para pousos e decolagens. Em aeroportos como Congonhas e Guarulhos, os slots são disputadíssimos pelas empresas aéreas.
Segundo a Folha apurou, a Gol assinará com o conselho um Apro (Acordo de Previsão da Reversibilidade da Operação) em setembro. Esse tipo de acordo é comum nas fusões mais problemáticas (como no caso Sadia-Perdigão) para congelar a operação até ela ser julgada em definitivo.
Isso permite que, caso o conselho decidir vetar o negócio, as duas empresas não estejam totalmente integradas e a fusão possa ser desfeita.
O acordo com a Gol liberará a companhia para usar imediatamente também as aeronaves e a tripulação da Webjet.
A avaliação do conselho é que, assim como os slots, esses ativos são reversíveis, ou seja, em caso de veto à operação, é fácil devolver à Webjet as aeronaves (as duas empresas usam Boeings), slots e funcionários.
O Cade, porém, determinará quais pontos considera irreversíveis para que sejam preservados até o julgamento -que pode levar anos para acontecer.
É o caso da marca Webjet, que não poderá ser abandonada até a análise da fusão. A Gol terá que manter ainda as linhas da aérea comprada nos horários e rotas similares aos que ela opera hoje.

FRETAMENTOS
A companhia terá também que conservar os contratos da Webjet com empresas de turismo e de fretamento.
Outro ponto que poderá ser incluído no acordo é a conservação da mesma participação de mercado detida pela Webjet antes da operação, que é de 5,2%.
A intenção do conselho é garantir que a Webjet não "morra" até o julgamento.
Se considerar que a fusão é prejudicial à concorrência, o Cade poderá determinar que o negócio seja desfeito parcial ou totalmente. Procurada, a Gol informou que, por enquanto, as duas companhias operam separadamente e que nada vai ser feito até a aprovação das autoridades.
A empresa não quis comentar a negociação do acordo com o Cade. A Webjet não quis se pronunciar.
A Gol anunciou a compra da Webjet no início de julho por R$ 96 milhões. A empresa foi avaliada em R$ 310,7 milhões, mas tinha dívidas que somam R$ 214,7 milhões.
Com a compra, a Gol passará a ter mais de 40% do mercado, aproximando-se da TAM, que tem 44%.


Fonte: Folha UOL

sábado, 16 de julho de 2011

0 Gol formalizará aquisição da Webjet no dia 29

O valor de mercado da Webjet seria de R$ 310,7 milhões, mas a diferença em relação aos R$ 96 milhões que serão pagos pela Gol aos sócios se refere a dívidas da empresa FOTO: VIVIANE PINHEIRO



Data é justamente o prazo limite de 15 dias úteis após o anúncio para a empresa protocolar a operação no Cade

A companhia aérea Gol deverá levar formalmente ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) a informação sobre a compra de 100% da Webjet, por R$ 96 milhões, no próximo dia 29.

A data é justamente o prazo limite de 15 dias úteis após o anúncio para a empresa protocolar a operação no órgão antitruste. No caso da Gol/Webjet, o anúncio de fusão ocorreu na última sexta-feira.

Mas ontem (14) já houve um primeiro contato informal entre as partes, em Brasília. Segundo fontes, a empresa se comprometeu com o Cade de que passará todas as informações que forem solicitadas sobre o negócio. Também se dispôs a fazer um Acordo de Preservação da Reversibilidade da Operação (Apro), conforme gostaria o Conselho.

Marca no mercado

Esse Apro garante que a marca Webjet não saia do mercado e que as companhias continuem a operar com estruturas separadas antes de a operação passar pelo crivo da autarquia. Quando anunciou o negócio, a Gol já adiantou que a marca da empresa comprada desapareceria, já que, segundo o presidente da empresa, Constantino de Oliveira Junior, o principal objetivo da compra é ampliar destinos de voos destinados a grandes centros e outras capitais.

Para o Cade, porém, é preciso levar em conta que a marca Webjet é um ativo importante e que a estrutura operacional da companhia poderia ser aproveitada por uma nova empresa que tivesse interesse em entrar no setor, o que tenderia a acirrar a concorrência. A principal preocupação do conselho, e que já foi enfatizada em outras operações do setor que passaram pelo órgão, diz respeito justamente ao interesse demonstrado por Constantino: a de usar a Webjet para ampliar a malha de linhas da Gol. Isso porque, a grade de horários que as aéreas dispõem para colocar suas aeronaves em operação bem como os locais de destino e partida - conhecidos como slots - são os principais ativos do setor e vem sendo disputado de forma acirrada, dado o cenário de aumento do fluxo aéreo no País.

O Cade, num primeiro momento, não se manifesta sobre a operação, mas quer garantir que o mercado não será fortemente alterado em termos de rivalidade até que a aprovação ou rejeição do negócio ocorra.

O valor de mercado da Webjet seria de R$ 310,7 milhões, mas a diferença em relação aos R$ 96 milhões que serão pagos pela Gol aos sócios se refere a dívidas da empresa que a Gol assumirá com a conclusão do negócio. De acordo com dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a Gol encerrou o mês de maio com 35,39% de participação no mercado doméstico e a WebJet, com 5,16%. Juntas, elas se aproximarão da TAM, atualmente com 44,43% do mercado.

Também é aguardada para os próximos dias a avaliação da Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae) do Ministério da Fazenda sobre a união entre as áreas TAM e Lan.

Como a Lan é uma companhia chilena, o processo também está sendo avaliado no país-sede da empresa. O parecer da Seae estava praticamente finalizado, mas antes de ser publicado foi verificado que faltavam informações a respeito das operações de cargas leves e o documento está em reelaboração. Dentro do Cade, a expectativa inicial é de que não haverá problemas de concentração com essa união.



Fonte: Jornal Diário do Nordeste Online

sexta-feira, 8 de julho de 2011

0 Nova Aquisição



De Olho Na Liderança do Mercado Doméstico , Gol Decide Comprar a Webjet

A Gol Linhas Aéreas deve anunciar na tarde desta sexta-feira (08/07), após o fechamento do mercado de ações, a aquisição da Webjet. Atualmente, a Gol é a segunda maior empresa do mercado doméstico, com cerca de 35% dos passageiros. O Grupo TAM, dono também da Pantanal, lidera com participação de aproximadamente de 44%.

O movimento da Gol também serve para evitar que grupos estrangeiros adquiram participação no mercado brasileiro. É sabido que, desde o ano passado, o grupo irlandês Ryan, proprietário da low cost Ryanair, prestava consultoria para a Webjet. Desde então, existem especulações sobre o interesse dos europeus na aquisição de ações da brasileira.

A companhia aérea da família Constantino, que completou dez anos recentemente, já adquiriu em 2007 a parte saudável da Varig, e, segundo as estatísticas de maio, tem 9% do mercado internacional a partir do Brasil. Ano passado, a família Constantino também adquiriu participação majoritária na Global Táxi Aéreo, empresa de fretamento de aeronaves executivas.

A Webjet é a quarta maior empresa do mercado doméstico, com participação de 5% e frota de 20 aeronaves Boeing 737-300 e tem posições em hubs estratégicos, como Guarulhos (SP) e Brasília (DF). A empresa já buscava parceiros e recuou, por conta da alta do preço dos combustíveis neste ano, de uma proposta de abertura de capital.


Fonte: Aeromagazine

quarta-feira, 8 de junho de 2011

0 Qatar Airways avalia compra de 49% da TAP



Presidente da companhia foi procurado pelo governo português, que quer privatizar a aérea
Salvar notícia

TAP: a aérea portuguesa é a empresa internacional que mais transporta passageiros entre Brasil e Europa, o que gerou interesses de companhias como a Qatar

O governo português procurou o presidente da Qatar Airway, Akbar Al Baker, para saber se havia interessa na compra da aérea TAP, informa o jornal português Diário de Negócios. "Estamos estudando essa possibilidade", disse ele na 67ª assembleia geral da Associação Internacional do Transporte Aéreo (IATA), que acontece em Cingapura. “Quando a Qatar estiver pronta, fará uma 'due diligence' e, depois, verá como poderá ajudar a TAP.”
Leia Mais

Além da Qatar Airways, a alemã Lufthansa também estaria interessada na aérea portuguesa. No Brasil, especula-se que a TAM poderia se unir a TAP, caso a fusão com a chilena LAN seja barrada ou mesmo que o grupo Latam seja criado.

A compra da TAP, aliás, blindaria a Latam de eventuais investidas de outras companhias aéreas. “Como o mercado internacional da TAP é o Brasil, há empresas do Oriente Médio, como Emirate e Qatar, que tentariam comprar a portuguesa para reforçar a presença por aqui”, disse o consultor Respício Espírito Santo em recente entrevista à EXAME.com.

Fonte: Exame

quarta-feira, 1 de junho de 2011

0 IAG mira potencial do Brasil por meio da portuguesa TAP



A International Airlines Group (IAG), formada pela fusão da British Airways e da Iberia, afirmou que enxerga poucas oportunidades de consolidação na Europa, mas estudará a compra da Air Portugal (TAP) caso ela seja colocada à venda.

"Não há muito potencial para futuras consolidações na Europa... o setor já está concentrado com a KLM-Air France e a Lufthansa", afirmou o diretor de relações com investidores Andrew Barker em uma teleconferência nesta terça-feira.

"Iremos voltar os olhos para a portuguesa TAP. Sua forte presença no Brasil será importante para fortalecer nossa posição na América Latina", disse Barker.

Portugal está sendo forçado a privatizar a TAP como uma condição para seu resgate de 78 bilhões de euros (109 bilhões de dólares) pela União Europeia e pelo Fundo Monetário Internacional.

O leilão da companhia aérea portuguesa deve ser realizado neste verão (do hemisfério norte), com alguns analistas avaliando-o em 500 milhões de euros.

Qualquer aquisição terá que se enquadrar na estratégia e nas metas financeiras da IAG, disse Barker, acrescentando que a British Airways vai se focar no crescimento na Ásia e em consolidar seu negócio de voos transatlânticos.

Ele afirmou que o aeroporto de Barajas, em Madri, o eixo central da Iberia, oferece oportunidades de crescimento orgânico, "embora ele seja, de certa forma, limitado por restrições de infraestrutura de um grande aeroporto".

A IAG já transferiu algumas de suas rotas para a companhia área de baixo custo espanhola Vueling e pretende usar a empresa para tornar seus negócios de voos de curta distância mais competitivos, disse Baker.

A Vueling, sediada em Barcelona, é a segunda maior companhia aérea de baixo custo após a irlandesa Ryanair e é líder de mercado nos principais aeroportos da Espanha.

Fonte: Reuters

quarta-feira, 18 de maio de 2011

0 Mesmo de olho na TAP, TAM prioriza fusão com a LAN



A companhia aérea TAM não irá pensar na aquisição da portuguesa TAP enquanto não finalizar as negociações com a LAN; as informações, foram passadas pelo presidente da TAM linhas Aeréas, Líbano Barroso, durante divulgação de resultados do primeiro trimestre do grupo.

O período de negociações com a LAN, de acordo com o executivo, faz parte da construção da estratégia internacional do grupo, que vem se dedicando a criar a maior companhia aérea da América Latina por meio da fusão com a chilena, um projeto que deve voltar a andar não antes do final do ano. Para o executivo, o foco principal da TAM é concluir a fusão, algo que depende da empresa obter uma série de licenças em vários países, incluindo Europa, e que não deverá ocorrer até o final do quatro trimestre.

O executivo anunciou ainda que o grupo irá começar a voar para o México este ano, expandindo seu alcance na América Latina e também criará um segundo vôo diário para Orlando, nos Estados Unidos.

A adição da Cidade do México marca o primeiro destino na América Latina atendido pela maior companhia aérea do país e acontece enquanto a rival Gol dedica seus esforços para atender o mercado doméstico, região do Caribe e América do Sul.

"Nossa estratégia é sempre buscar rotas com alta demanda de passageiros e carga e é por isso que estamos anunciando o voo direto para a cidade do México."

A empresa divulgou ontem (16) um lucro de R$ 128,8 milhões no primeiro trimestre deste ano, depois de prejuízo de R$ 70,9 milhões em 2010.

Fonte: DCI

domingo, 8 de maio de 2011

0 British Airways quer comprar TAP


A British Airways prepara uma oferta para comprar a TAP, noticiou hoje o jornal britânico Sunday Times, que cita fontes ligadas ao sector da aviação civil.

O Governo português foi forçado a privatizar a TAP para poder beneficiar do pacote de ajuda no valor de 78 mil milhões de euros por parte da União Europeia e do FMI.

Lufthansa e Latam são outras das empresas que estarão interessadas em comprar a transportadora aérea portuguesa, segundo informações da Dow Jones.

Fonte: DN Globo

0 Grupo IAG interessado na TAP


Segundo uma notícia do fim-de-semana do jornal ‘Sunday Times', o International Consolidated Airlines Group (IAG) poderá fazer uma oferta sobre a transportadora portuguesa. Recorde-se que o IAG - o grupo que resultou da fusão entre a Iberia e a British Airways - já foi referenciado no passado como um potencial interessado na privatização da TAP. Mas agora, o jornal Sunday Times dá conta da possibilidade do grupo estar a estudar o dossier com mais seriedade. O jornal, que não cita fontes, refere que o IAG poderá mesmo ter contratado um banco de investimento para avaliar a operação.

O_IAG não é o único grupo a mostrar interesse pela companhia portuguesa. Há poucas semanas, a brasileira TAM admitiu estar a "acompanhar" a possível venda da transportadora aérea portuguesa. Em entrevista a um jornal brasileiro, o CEO da TAM, Marco António Bologna, revelou que a transportadora aérea está interessada na TAP.

Também outras companhias como a Lufthansa se mostraram interessadas em participar nesta operação. E a Qatar Airways - uma das maiores companhias aéreas do Médio Oriente - foi já apontada como potencial interessada em ter uma participação na transportadora portuguesa.

Ainda na semana passada o secretário de Estado das Obras Públicas e Comunicações, Paulo Campos, afirmou que há "empresas oriundas de vários continentes" que querem ter uma posição na TAP.

Fonte: Sapo.Pt

sexta-feira, 6 de maio de 2011

0 Governo pode financiar compra da Tap pela TAM



O governo do Brasil poderá financiar a aquisição de uma participação na companhia aérea de Portugal TAP estado perturbado pela transportadora aérea doméstica da TAM, uma fonte do governo à Reuters.

TAP e várias outras empresas estaduais estão programados para a privatização deste ano como parte do plano de recuperação financeira de Portugal.

Portugal assinaram um 78.000 milhões de euros da ajuda internacional na quinta-feira.

"A TAM aproximou-se do governo para ver se ele poderia obter um financiamento para participar na privatização da TAP," uma fonte próxima às negociações disse. Ele pediu anonimato porque não estava autorizado a discutir a questão.

A fonte não sabia o tamanho da participação ou a quantidade de financiamento em causa.

Um porta-voz da TAM não quis comentar.

O governo era, em princípio, interessados ​​no apoio da TAM, mas o apoio financeiro poderia dependem do resultado da proposta de fusão da companhia aérea com a LAN Chile.

"O governo veria com bons olhos a aquisição (da TAP) e poderia financiá-la, dependendo da estrutura acionária resultante da fusão LAN", disse a fonte.

O governo estaria mais inclinado a financiar uma empresa brasileira que um chileno, disse a fonte.

Enrique Cueto, CEO da companhia aérea LAN, seria o chefe da empresa resultante da fusão, mas a estrutura accionista do que se tornaria a maior empresa da América Latina ainda não estava claro.

De acordo com a legislação brasileira os estrangeiros não podem deter mais de 20 por cento de uma companhia aérea nacional.

As autoridades chilenas antitruste disseram que eles poderiam se pronunciar sobre a fusão TAM-LAN nas próximas semanas

TAM enfrenta aumento da concorrência no mercado em grande expansão no Brasil viagens aéreas e em março anunciou negociações para se fundir com a operadora de viagem interno regional.

O seu concorrente Gol Linhas Aéreas TAM bateu para fora da liderança no mercado de aviação do Brasil em fevereiro para a primeira vez, conquistando 39,77 partes de mercado por cento contra 39,59 por cento da TAM.

O Brasil vem buscando maneiras de ajudar seus problemas financeiros ex-colonizador, incluindo a possível aquisição da dívida soberana.

"Uma das possibilidades é comprar parte de dívida soberana de Portugal. Também estamos olhando outras alternativas, como uma recompra antecipada de títulos brasileiros na posse do Estado Português", Dilma Rousseff, disse durante uma visita a Portugal, em março.

Fonte: Reuters

Visitantes do Mundo

free counters

Licença

Licença Creative Commons
Proibido Copiar Postagens Desse Blogger , Com Tanto que Adicione nosso Link a Tal Postagem Copiada. de Geração Aviação é licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-Uso não-comercial-Compartilhamento pela mesma licença 3.0 Unported.
 

Geração Aviação Copyright © 2011 - |- Template created by O Pregador - |- Powered by Blogger Templates