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terça-feira, 5 de junho de 2012

0 5 companhias aéreas que sumiram das rotas nos últimos anos




São Paulo – Ainda não é certo, mas a fusão entre a Azul e Trip, anunciada na semana passada, pode resultar no desaparecimento de uma das duas marcas no mercado de aviação comercial no Brasil.

domingo, 8 de abril de 2012

0 Venda de aviões privados cresce no país mirando novo tipo de público

Número de aviões privados saltou 32% em 5 anos no país, segundo Anac. Monomotores são vendidos por até R$ 200 mil; jatos chegam a R$ 5 milhões.



aviação aviao (Foto: Arquivo Pessoal) 
Empresário Othon Ribeiro deixou de enfrentar filas em aeroportos ao adquirir sua aeronave pessoal (Foto: Arquivo Pessoal)



Aos 40 anos, Carlos Kallas está fechando a compra do seu primeiro avião. O servidor público de Uberlândia (MG) tenta convencer a mulher – que tem medo de voar em aviões pequenos – que um Corisco, da Embraer, será uma boa aquisição para a família.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

0 Veja como esse gigante da aviação, sucateado, vai virar pó


O C 141 Starlifter foi retirado do serviço ativo da Força Aérea americana em 2005: agora, estão virando matéria-prima para celulares, televisores e outros produtos (Foto: Reuters)


Você está vendo, acima, o gigantesco avião militar de transporte C 141 Starlifter, um dos orgulhos da Força Aérea dos Estados Unidos durante décadas.
Como tudo e todos, as grandes aeronaves também têm seu tempo de vida útil. E os grandes C 141, quando aposentados — eles pararam de voar nos EUA em 2005 –, junto a milhares de outros aparelhos, militares e civis, vão parar em cemitérios de aeronaves americanos. E partem para a reciclagem.
Veja um desses colossos sendo massacrado na base da Força Aérea Davis-Monthan, perto de Tucson, Arizona, onde fica o maior cemitério de aeronaves do mundo.
Antes de ser estraçalhado, os aviões são depenados por técnicos de tudo o que ainda pode ser útil, especialmente os motores e a parte eletrônica. Depois disso, é o massacre: uma espécie de retroescavadora corta primeiro a parte das asas que sustentava os motores. Em seguida, corta fora as asas. O avião é feito em pedaços adequados a seu transporte por caminhões.
Uma segunda sessão de cortes — e o que sobrou do grande pássaro vai para esteiras de reciclagem, que, imantadas, conseguem separar metais de plásticos e outros materiais.
O que sobra é moído e chega perto de virar pó – para, então, se transformar em matéria-prima para telefones celulares, automóveis, televisores e uma multidão de outros produtos.

Confira:

0 Na cidade da Embraer, um aeroporto padece

Aeroporto de São José dos Campos (SP) não consegue receber dois vôos simultâneos; prefeitura que tomar o local e concedê-lo à iniciativa privada



São José dos Campos, a menos de 100 quilômetros de São Paulo, figura na lista das vinte cidades mais ricas do país, com um Produto Interno Bruto (PIB) de 22 bilhões de reais. Lá estão 26 mil empresas, algumas do porte da Embraer, General Motors e Ericsson, e os mais importantes centros de pesquisa da América Latina nas áreas espacial, energética e aeronáutica. O município conta ainda com pujantes polos de defesa e petroquímico. Na cidade que domina a tecnologia de voar, no entanto, o aeroporto é uma lástima. Operado há oito anos pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), o terminal Professor Urbano Ernesto Stumpf é um exemplo completo do descaso e incompetência da estatal.

Desde que a Infraero assumiu o controle do aeroporto, o fluxo anual de passageiros saltou de 50 mil em 2003 para 240 mil em 2011 (o limite é de 90 mil), sem que fosse feita sequer uma reforma nas instalações. Houve apenas o recapeamento das pistas. Passageiros que partem da cidade para estadias de curta duração não podem deixar seus carros em garagens – simplesmente porque só há uma com capacidade para apenas 50 veículos. Serviços simples e indispensáveis, como banheiro, causam vergonha nas empresas que recepcionam empresários vindos de outros locais e que são obrigados a descer em São José dos Campos pela falta de opção em Guarulhos. “Muitos chegam a pedir para desembarcar Guarulhos, apesar da distância, devido à falta de estrutura aqui”, afirma um executivo de uma empresa da cidade que pediu para não ter seu nome citado.

Ineficiência estatal
Em ano de revisão do sistema aeroportuário brasileiro, em que o governo arrecadou 24 bilhões de reais nas concessões à iniciativa privada dos aeroportos de Guarulhos, Viracopos e Brasília, o de São José dos Campos é um retrato da vergonhosa ineficiência que impera no setor aéreo nacional – sobretudo nos terminais de cidades de porte médio. No aeroporto que fica a poucos metros da sede da Embraer – empresa que é referência internacional em tecnologia aeronáutica –, dois voos não conseguem ser desembarcados ao mesmo tempo por falta de terminal, esteiras e espaço físico. Para lá, voam apenas as empresas Trip e Azul. Para se ter ideia, na também paulista Ribeirão Preto, que tem praticamente o mesmo número de habitantes de São José (pouco mais de 600 mil), o aeroporto – operado pelo governo do estado de São Paulo – teve um fluxo de um 1,4 milhão de passageiros no ano passado e conta com os serviços de cinco companhias aéreas.
Para tentar reverter esse quadro e transformar o local em um centro lucrativo, o prefeito da cidade, Eduardo Cury (PSDB/SP), enviou em 2011 um ofício ao ministro da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Wagner Bittencourt, em que pedia a municipalização do aeroporto. Em um plano de negócios de quase 40 páginas, elaborado em parceria com uma consultoria privada, a prefeitura expõe a intenção de tomar para si a gestão do local e, posteriormente, concedê-la à iniciativa privada – tal como ocorreu com as três “joias” da aviação nacional.
O projeto
A ideia de Cury é transformar o aeroporto de São José em um centro de negócios com uma área para comportar indústrias, outra para um novo terminal de passageiros, um centro de eventos empresariais, um terminal para aviação executiva e outro para cargas. Na argumentação do prefeito consta não só a presença maciça de empresas na cidade, mas também a existência de mão de obra especializada formada nas diversas instituições de ensino locais, como o Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA), e centros de treinamento de pilotos. “São mais de dois milhões de metros quadrados de área disponível. Dá para fazer muita coisa respeitando o plano diretor do aeroporto – sobretudo porque temos um complexo viário muito desenvolvido que vem até São José”, afirma o prefeito.
Não será tarefa fácil convencer o governo federal e a Infraero a ceder o terminal. A estatal não está nada disposta a engolir uma 'nova derrota', após perder o controle dos três principais aeroportos do Brasil. Teoricamente, ela prevê investir os recursos das outorgas de Guarulhos, Viracopos e Brasília – que serão depositados no Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC) – nos aeroportos menores e assim fomentar a aviação regional. Além disso, São José dos Campos está no centro estratégico e industrial do estado de São Paulo, com um potencial de negócios que desperta cobiça.
Especialistas ouvidos por VEJA apontam que o aeroporto Professor Urbano é um dos que maior potencial guarda mesmo com a ‘concorrência’ de Guarulhos, a apenas 73 quilômetros de distância dali, e de Viracopos – ambos terão sua capacidade ampliada significativamente pelas concessionárias privadas. “Há uma demanda reprimida muito grande na região para voos domésticos e que pode ser suprida por São José, sem afetar Guarulhos”, afirma um técnico da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). “Contudo, é preciso saber que um aeroporto melhor não irá trazer mais progresso para a cidade. Isso porque, até hoje, São José mostrou ser capaz de atrair empresas sem contar com essa estrutura”, afirma a fonte.
Em estudo 
Procurada pelo site de VEJA, a Secretaria de Aviação Civil (SAC) afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que está estudando o projeto apresentado pela prefeitura e deverá emitir um parecer ainda neste semestre. Três cenários são possíveis: municipalização, concessão ou a manutenção do terminal nas mãos da Infraero.
O ministro Bittencourt, conforme apurou a reportagem, já mandou um recado “aos apressadinhos”. Ele disse que estudará o projeto e que, para isso, levará o ano inteiro. Até lá, não tomará qualquer decisão. Ante a demora já anunciada, o secretário teria se comprometido a trabalhar para que a Infraero construa um Módulo Operacional Provisório (MOP) – o famoso “puxadinho” – para tentar aumentar a capacidade de pousos e decolagens simultâneas do local. Por ora, apenas promessas.

Fonte: Exame/Abril

terça-feira, 27 de março de 2012

0 A Incrível história da fortaleza voadora congelada por meio século



Cartaz do documentário sobre o B-29 sepultado no gelo, que foi ao ar pela emissora pública de TV americana, a PBS (Foto: PBS)

Kee Bird era o nome da poderosa superfortaleza voadora B-29-95, daquelas que, aos milhares, ajudaram os Aliados a vencer o nazismo e o militarismo japonês na II Guerra Mundial.
Realizando uma missão secreta de espionagem durante a Guerra Fria — coordenada pelo Comando Aéreo Estratégico (SAC) –, o grande avião, pertencente ao 46º Esquadrão de Reconhecimento da Força Aérea dos Estados Unidos, precisou fazer uma aterrissagem forçada no desolado e geladíssimo noroeste da Groenlândia no dia 21 de fevereiro de 1947.
A Força Aérea conseguiu resgatar a tripulação depois de três dias de agonia na desolação da tundra do Ártico, mas precisou abandonar o avião no local — segundo parecia, para sempre. Várias tentativas de localizar e de recuperar o Kee Bird em 1947 e ao longo dos anos não deram certo.
Até que em 1994, quase meio século mais tarde, uma expedição privada americana liderada por um especialista em restauração de aeronaves, Danny Greenamyer, conseguiu localizar a velha fortaleza, congelada mas em bom estado. Trabalhando dia e noite, a equipe retirou o avião de seu túmulo de gelo, reparou-o, lubrificou as peças necessárias e — quase um milagre — logrou fazer seus poderosos motores funcionarem novamente.
Aí, contudo, ocorreu um imprevisto. Vejam vocês mesmos no vídeo abaixo. A dica, uma vez mais, foi passada ao blog pelo ex-variguiano José Carlos Bolognese.
A proeza da expedição resultou num documentário, B-29-Frozen In Time (B-29 Congelado no Tempo), que foi ao ar em 1996 pela emissora pública de TV americana, a PBS.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

0 Vídeo Incrível: em 2 minutos e meio, a montagem e a pintura de um Boeing



O coloridíssimo "Florida One": sua montagem e pintura em vídeo são incríveis

Vejam que alucinante esse vídeo que mostra, em apenas 2 minutos e 30 segundos, todo o processo de montagem de um dos Boeings 737 de última geração da empresa norte-americana Southwest Airlines.
A Southwest tem como marca registrada homenagear Estados americanos não apenas colocando seus nomes nos aviões como pintando-os com temas alusivos a cada um e colorido espalhafatoso.
O “Florida One”, que naturalmente homenageia a Flórida, foi montado na sede da Boeing em Seattle, Estado de Washington, e o processo de pintura demorou 8 dias, com 32 pintores trabalhando em três turnos as 24 horas do dia.
Partes do avião, pré-montadas, seguiram para Seattle de trem.
O vídeo vale a pena. Confira:



sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

0 Aviões de traficantes driblam radares em território brasileiro

Christian Rizzi/Gazeta do Povo / Aeronave sobrevoa posto da Polícia Rodoviária em Santa Terezinha de Itaipu: voos rasantes passam despercebidos pelos radaresAeronave sobrevoa posto da Polícia Rodoviária em Santa Terezinha de Itaipu: voos rasantes passam despercebidos pelos radares


Com voos em baixa altitude, criminosos passam despercebidos pelo sistema de monitoramento na fronteira e conseguem arremessar drogas em direção ao solo


Com voos em baixa altitude para desviar de radares, traficantes e contrabandistas conseguem entrar no espaço aéreo brasileiro para arremesar drogas e armas trazidas de países vizinhos. As rotas mais visadas pelas aeronaves ilegais passam pelos estados fronteiriços da região Centro-Oeste e Norte do Brasil. No Paraná, a Polícia Federal (PF) não tem registro de apreensão de aeronaves, até porque a geografia é propícia à prática do contrabando fluvial e terrestre.



Dependendo do nível de voo, podem existir alguns espaços sem cobertura de radar, onde o controle é feito de modo convencional, por meio da comunicação de rádio entre controladores e pilotos. O estado do Mato Grosso é um dos focos das aeronaves rasantes. Pon­­to de entrada e armazenamento de drogas, a região tem monomotores e bimotores apreendidos todos os anos pela PF. Só em 2011 foram retidas quatro aeronaves. Outro estado com frequentes movimentações ilegais de aviões é São Paulo. A cocaína é o entorpecente mais visado pelo tráfico aéreo.
O delegado de Combate ao Cri­­me Organizado na PF do Mato Grosso, Eder Rosa de Ma­­galhães, diz que são comuns os casos de “arremessos” em áreas rurais. Ae­­ronaves sobrevoam o espaço aéreo brasileiro, em áreas de 50 a 100 quilômetros da fronteira, lançam entorpecentes em pontos preestabelecidos e retornam ao país de origem.
Outra prática presente é a descarga da droga em pistas clandestinas. Cada aeronave leva, em mé­­dia, entre 250 e 500 quilos de cocaína por viagem. Em alguns aviões são encontradas armas.
Origem
A maior parte da droga sai de regiões produtoras da Bolívia, como Chapare, para ser distribuída em vários estados brasileiros. Apesar de ter um custo elevado, o tráfico aéreo é um recurso recorrente do crime organizado, porque as chances de a droga chegar ao Brasil são grandes. “Até mesmo fornecedores bolivianos e brasileiros radicados na Bolívia que tradicionalmente faziam rotas terrestres e fluviais, empregando mulas [indivíduos que, conscientemente ou não, transportam drogas], agora têm optado pelo transporte aéreo”, diz Magalhães.
Com a disseminação da prática, o delegado afirma que municípios matogrossenses distantes da fronteira, incluindo Tangará da Serra, Campos de Júlio, Campo Novo do Parecis e Sinop, também já entraram na rota do tráfico aéreo. As ci­­dades são usadas quando a chegada ao destino final implica em reabastecimento da aeronave. Os estados do Mato Grosso do Sul, de Rondônia e São Paulo são os mais usados como rota pelo tráfico aéreo.
Depois que entram no Brasil por aeronaves, as cargas de contrabando e entorpecentes chegam ao destino final por rotas terrestres. As malhas rodoviárias preferidas são as dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.
No dia 16 de março de 2011, a Força Aérea Brasileira (FAB) interceptou uma aeronave boliviana que voava a 500 metros de altitude em Rondônia. Caças A-29 chegaram a efetuar o tiro de aviso. A Polícia Militar e a PF apreenderam a aeronave com 176 quilos de pasta base de cocaína.
Canaviais paulistas atraem criminosos
Os canaviais existentes no interior paulista tornaram-se atrativo para tráfico e contrabando aéreo. Um dos focos das ações do crime organizado é a região de Ribeirão Preto, a 300 quilômetros da capital paulista.
Nos últimos cinco anos, a Polícia Federal (PF) apreendeu 12 aeronaves na região, das quais oito ligadas ao tráfico de drogas e quatro ao contrabando. “É uma região propícia por ser plana e ter grandes plantações de cana”, diz o delegado da PF em Ribeirão Preto Edson Geraldo de Souza.
A existência de carreadores – corredores ou pequenas ruas existentes nos canaviais da região – é um dos motivos que levam as quadrilhas a se estabelecerem na região. Alia-se a isso a presença de uma malha rodoviária com ramificações para Minas Gerais e Rio de Janeiro, propícia para a distribuição de drogas e produtos contrabandeados.
As aeronaves, segundo o delegado Souza, em geral são monomotores com capacidade para suportar uma carga de 500 quilos. Entre os veículos apreendidos há aviões brasileiros e paraguaios – alguns com prefixos falsificados, como se fossem brasileiros, para ludibriar os radares instalados em território nacional. Após as apreensões, a justiça decreta perdimento da aeronave, que é encaminhada a leilão.
Em outubro deste ano, em uma ação cinematográfica, a PF interceptou um avião carregado com produtos eletrônicos em um canavial de Pontal, município a 320 quilômetros de São Paulo. A aeronave transportava 114 computadores portáteis, impressoras e câmeras avaliados em R$ 200 mil. Um agente jogou uma caminhonete contra a asa esquerda do avião, propositalmente, impedindo a decolagem de cinco criminosos.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

0 Ibovespa sobe 2,85% por Europa, mas fecha novembro no vermelho

Nesta quarta-feira, o Ibovespa subiu 2,85 por cento, a 56.874 pontos; no fechado do mês, porém, o principal índice da bolsa caiu 2,51 por cento.



Gol, a líder, subiu 7,06 por cento, a 13,50 reais


São Paulo - A Bovespa subiu forte na última sessão do mês, mas isso não foi bastante para evitar queda acumulada em novembro, após ter subido 11,5 por cento em outubro, em meio ao vaievém da crise da crise europeia. Para analistas, a expectativa é de alta em dezembro.

Nesta quarta-feira, o Ibovespa subiu 2,85 por cento, a 56.874 pontos. No fechado do mês, porém, o principal índice da bolsa caiu 2,51 por cento. O giro financeiro deste pregão foi de 9,8 bilhões de reais.

"Foi um mês bem complicado, com agravamento da situação na Europa, a saída de dois (primeiros) ministros e eleição de mais um", disse o diretor da Ativa Corretora Álvaro Bandeira, lembrando da saída de Sílvio Berlusconi e de George Papandreou dos governos da Itália e Grécia, respectivamente, além da eleição de Mariano Rajoy como primeiro-ministro da Espanha.

"Mas dezembro deve ser um mês de menor estresse, neutralizando um pouco as perdas do ano", opinou.

O analista William Alves, da XP Investimentos, endossa a expectativa mais otimista para o próximo mês e também para a situação na zona do euro.

"A partir do momento em que grandes países são envolvidos (na crise), como Itália, isso exige que a Europa e os bancos centrais tomem uma ação coordenada. Cada vez mais caminha para uma solução". A expectativa para dezembro é de um mês mais positivo", ressaltou.

Já o chefe da divisão de corretagem da Mirae, Pablo Spyer, considerou que o comportamento do índice continuará dependendo das informações sobre a crise na Europa.

"Os títulos da dívida italiana dispararam, o Berlusconi caiu, mudou o governo na Grécia, as agências de risco ameaçaram rebaixar toda a Europa, os Estados Unidos não chegou a um acordo para reduzir a dívida pública".

Para ele, nesta quarta-feira o mercado se deparou com notícias realmente positivas, como o corte da taxa de depósito compulsório pela China e o anúncio de uma ação coordenada entre os principais bancos centrais das economias desenvolvidas, contra a crise europeia. "Essa foi a melhor notícia desde que se aprofundou as preocupações com a Europa", disse.

No Ibovespa, a maioria das ações subiram. Gol, a líder, subiu 7,06 por cento, a 13,50 reais. O setor financeiro, o que mais contribuiu para elevar o índice, teve na dianteira Itaú Unibanco, com ganho de 5,98 por cento, a 31,90 reais.

Entre as blue chips, a preferencial da Petrobras subiu 2,99 por cento, a 22,05 reais, enquanto a da Vale teve leve alta de 0,46 por cento, a 39,03 reais.

Marfrig foi o destaque de queda, caindo 8,77 por cento, a 8,22 reais.


Fonte: Exame/Abril


quarta-feira, 23 de novembro de 2011

0 Passagens aéreas sobem 68% em um ano; alta foi de 84% no Rio


SÃO PAULO - Em novembro, as passagens aéreas subiram 4%, em média, ante uma alta de 14,23% em outubro, de acordo com os dados divulgados nesta quarta-feira (23) no IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Em 12 meses, o preço das passagens já acumula alta de 68,22%, sendo o Rio de Janeiro a capital que teve a maior alta, de 84,03%.

Com o aumento no mês, os preços das passagens acumulam, nos 11 primeiros meses do ano, alta de 56,31%.

Neste caso, o destaque é o Rio de Janeiro, que registrou alta de 71,31%. Recife e Fortaleza aparecem em seguida, com acréscimos de 65,74% e 66,52%, respectivamente.

Das 11 capitais analisadas pelo instituto, o destaque ficou com Fortaleza, com alta de 11,15% em novembro frente ao mês anterior. Por outro lado, Belo Horizonte registrou queda 2,34%.

Variação do Preço das Passagens Aéreas
CapitalNovembroNo ano12 Meses
Rio de Janeiro9,53%71,31%84,03%
Porto Alegre1,21%

57,86%

73,39%
Belo Horizonte-2,34%48,32%48,83%
Recife6,99%65,74%82,85%
São Paulo3,76%47%65,64%
Distrito Federal5,55%51%65,34%
Belém---
Fortaleza11,15%66,52%86,18%
Salvador6,75%57,21%73,86%
Curitiba-2,10%60,31%73,71%
Goiânia4,62%60,37%63,81%
Nacional4%56,31%68,22%
Fonte: IBGE

Transportes
A desaceleração registrada no preço das passagens aéreas contribuiu para conter o aumento no grupo Transportes - que, além das passagens aéreas, é composto por ônibus urbano, táxi, trem, ônibus intermunicipal, ônibus interestadual, ferry-boat, metrô, barco e transporte escolar -, cuja variação foi de apenas 0,02% neste mês, ante 0,57% em outubro.

Porto Alegre e Curitiba foram as capitais onde o transporte teve a maior alta, de 0,68% e 0,43%, nesta ordem. Neste mês cinco de 11 capitais registram queda.

De janeiro a novembro, o grupo já acumula alta de 6,13%. Os destaques de alta são Curitiba (7,67%), Belo Horizonte (7,43%) e Rio de Janeiro (6,70%). Os menores aumentos foram registrados em Recife (3,17%) e Salvador (3,25%).

Já em 12 meses, os transportes ficaram 6,31% mais caros. Em Curitiba, o grupo registrou aumento de 7,56%, sendo este o mais intenso. Em seguida, vêm Belo Horizonte (7,51%), Rio de Janeiro (7,18%) e São Paulo (6,58%).



Fonte: Economia/UOL

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