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terça-feira, 5 de março de 2013

0 Tráfego aéreo cresce no mundo e cai no Brasil em janeiro


A demanda aérea global cresceu 2,7% em janeiro, em comparação ao mesmo período do ano passado, segundo as estatísticas da Iata apresentadas hoje. Segundo a associação, os resultados mostram a tendência de aumento de demanda verificada desde o final do ano passado – acompanhada pelo aumento da oferta, de 2,2%. Com isso, a ocupação média registrada em janeiro foi de 77,1%. 

A América Latina teve o segundo maior crescimento entre as regiões, ao registrar aumento de 12,2% na demanda, na comparação com janeiro de 2012. Em primeiro lugar, esteve o Oriente Médio, com aumento de 14,3%. Na América Latina, janeiro foi marcado pelo aumento de 13,7% na oferta – superior à demanda, portanto. A ocupação média para o período ficou em 79% e a Iata destaca a expansão de economias como Bolívia, Chile, Colômbia e Peru como determinantes para o resultado. 

O Brasil, destacado nas estatísticas, teve retração de 3,7% na demanda em janeiro, segundo a Iata. “Embora o aumento de renda e a redução no desemprego devessem estimular a demanda doméstica, verificamos que esses resultados foram comprometidos pelo crescimento econômico aquém do esperado, pelos altos custos e pela infraestrutura”, diz o estudo. Em resposta a isso, as aéreas brasileiras teriam reduzido em 9,1% sua oferta, em relação a janeiro de 2012. 

“A demanda dos passageiros cresce de acordo com o aumento dos níveis de confiança nos negócios. Nos últimos meses, temos visto sinais positivos da economia tanto nos Estados Unidos quanto na China, enquanto a Zona do Euro tem demonstrado certa estabilidade”, diz o CEO da Iata, Tony Tyler. “É claro que alguns riscos se mantêm, como o impacto na redução do orçamento dos Estados Unidos e o aumento nos preços do combustível”, alertou.



Fonte: Panrotas

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

0 Piloto brasileiro chega em Campinas neste sábado após volta ao mundo

Walter Toledo busca confirmação do 'Guinness Book' de recorde mundial.Aos 21 anos, ele conseguiu realizar viagem em 53 dias com monomotor.

Walter Toledo sobrevoa a Groelândia (Foto: Walter Toledo )

Piloto brasileiro sobrevoa a Groelândia durante volta ao mundo (Foto: Walter Toledo / Arquivo Pessoal)

O piloto brasileiro Walter Toledo pretende encerrar a volta ao mundo a bordo de um monomotor no sábado (1), chegando no Aeroporto Campo dos Amarais, em Campinas (SP). Aos 21 anos, ele encerrou no dia 25 de agosto o trajeto definido pelo 'Guinness World Records' em 53 dias para bater o recorde mundial da pessoa mais nova a concluir o feito, quando pousou em Miami (EUA). Após 56 dias de viagem, o jovem comandante retornou ao território brasileiro e pousou na terça-feira (28) em Boa Vista (RR). Ele segue para Goiânia (GO) e termina a expedição 'Brasil Voando Alto' em Campinas, onde iniciou o projeto no dia 3 de julho.

A marca do piloto mais jovem a dar a volta ao mundo é, oficialmente, do jamaicano Barrington Irving, que completou a viagem em 97 dias em 2007 aos 23 anos. Walter Toledo reuniu imagens de GPS, registros de voo, carimbos nos passaportes dos países que passou, além de vídeos e fotografias produzidos por um amigo e vai apresentar o material à equipe do 'Guinness World Records', onde o projeto já foi inscrito, para buscar a confirmação do novo recorde.

domingo, 8 de julho de 2012

0 Aeronaves particulares são usadas até para ir a um restaurante


A empresária Mayuli Lurbe se matriculou num curso de piloto depois de comprar um avião particular Foto: Marcos Alves / O Globo

SÃO PAULO - Seis aviões de pequeno porte passam por manutenção no aeroporto de Jundiaí, cidade próxima a São Paulo, quando a empresária Mayuli Lurbe Fonseca, de 35 anos, chega dirigindo sua Mercedes Benz.

quinta-feira, 29 de março de 2012

0 Hawker Beechcraft prepara pedido de concordata, dizem fontes

A Hawker contestou na Justiça dos Estados Unidos a decisão que concedeu a licitação de compra de aeronaves da Embraer


Washington - A Hawker Beechcraft, fabricante de aeronaves controlada pelo braço de private equity do Goldman Sachs e pela Onex, está preparando um pedido de concordata, disseram fontes próximas ao assunto.

A Hawker contestou na Justiça dos Estados Unidos a decisão que concedeu a licitação de compra de aeronaves da Embraer.
A empresa, que foi comprada em 2007 por 3,3 bilhões de dólares pelas empresas de private equity, está negociando uma concordata pré-estabelecida com seus maiores credores, grupo que inclui a Centerbridge Partners, Angelo Gordon e Capital Research & Management, disseram as fontes.
A Centerbridge, uma empresa de investimentos sediada em Nova York com foco em aquisições alavancadas e em ativos de risco elevado, é o maior credor, disseram as fontes.
A Hawker e a Onex se recusaram a comentar. O Goldman Sachs e os credores não puderam ser imediatamente contatados.
Esses credores provavelmente forneceriam financiamento "debtor-in-possession" (na sigla em inglês, DIP, uma linha de crédito para empresa concordatais) para permitir à Hawker continuar a operar sob concordata, disseram as fontes.
Uma das fontes disse que o financiamento deve ser de menos de 500 milhões de dólares, mas alertou que o número não é final e pode ser alterado.
O Goldman Sachs Capital Partners, fundo de private equity do banco, e a maior empresa de aquisições do Canadá, a Onex, compraram a Raytheon Aircraft da Raytheon no início de 2007, no ápice do boom das aquisições, e renomearam-na Hawker Beechcraft.
A Hawker disse na terça-feira que chegou a um acordo com credores que providenciará à empresa um empréstimo de 120 milhões de dólares e adiará as obrigações da empresa para garantir pagamentos de juros.
O acordo, que deve expirar no final de junho, dará tempo à Hawker para finalizar os detalhes de uma concordata pré-estabelecida com seus principais credores, disseram as fontes.

Fonte: Exame/Abril

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

0 Alta: 11 milhões de brasileiros entram no mercado de aviação até 2014


O crescimento econômico brasileiro, as oportunidades de negócios e a melhora dos aeroportos brasileiros foram os temas principais da abertura da Alta´s Airline Leaders Forum. O encontro que aconteceu na manhã desta quinta, dia 17, no Rio de Janeiro, reuniu líderes da indústria de aviação comercial da América Latina e Caribe.

Para todos, a participação do setor privado será fundamental para que os grandes aeroportos brasileiros apresentem condições condizentes com o desenvolvimento do País, e não apenas para atender às necessidades da realização da Copa do Mundo em 2014 e dos Jogos Olímpicos em 2016.

A partir do segundo semestre de 2012, os Aeroportos de Guarulhos, de Viracopos e de Brasília passarão a ser administrados e operados por empresas privadas, sendo aberta a participação do capital estrangeiro. E o ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil, Wagner Bittencourt, ressaltou que o setor é vital para o desenvolvimento econômico do País.

“Não tenho dúvida nenhuma que o leilão dos três aeroportos no final do ano será um sucesso, pois são aeroportos muito bons e com potencial de crescimento. O setor privado está muito interessado”, declara.

Com base neste modelo, o diretor geral da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA, sigla em inglês), Tony Tyler, espera que haja uma melhora nos aeroportos brasileiros e que o novo modelo de concessão faça com que eles tenham condições de receber a nova demanda oriunda das classes B e C, que já respondem por 43% do potencial de consumo nacional.

“O Brasil vive um momento importante devido ao seu crescimento econômico. Espero que não vejam os aeroportos como coletores de impostos, é preciso ter cuidado com a privatização, pois a América Latina tem diversos exemplos de privatizações realizadas de forma errada”, contesta.

Outra cobrança feita por Tony Tyler é a redução do preço dos combustíveis para aeronaves no Brasil e na América Latina. “O Governo Federal deve rever o valor dos combustíveis, não é possível um país produtor cobrar um valor tão alto”, disse.

Discurso parecido é o de Roberto Kriete, presidente da Associação de Transporte Aéreo da América Latina e Caribe (Alta), que declarou que 11 milhões de brasileiros vão entrar pela 1ª vez em um avião até 2014. Ele vê nisso uma oportunidade para geração de empregos. “O mercado brasileiro, em termos de crescimento, só fica atrás do da China. A importância do crescimento da classe C é fundamental para o Brasil. O modelo de privatização deve estar atento para esses novos consumidores”, afirma.




segunda-feira, 14 de novembro de 2011

0 Navio resgata idosa após queda de monomotor


Uma mulher de 78 anos foi resgatada por um navio de carga russo depois que o avião monomotor em que ela viajava caiu no Canal da Mancha.

Anne-Marie Dickinson viajava com o marido, Ian, de 79 anos, que pilotava a aeronave alugada na tarde de sábado.

Ele teria ficado preso no avião e afundado nas ondas. O corpo e os destroços não foram encontrados.

Anne-Marie foi levada de helicóptero para um hospital, onde foi tratada por hipotermia, mas já recebeu alta.

Desastre

O acidente aconteceu quando o casal ia do sul da Inglaterra para casa, em Alderney, nas Ilhas do Canal, em um avião alugado.

As autoridades francesas que lideravam as equipes de buscas anunciaram o fim das operações na tarde de domingo, mas as investigações sobre causas do acidente continuam.

"A sra. Dickinson está na companhia de parentes e parece estar bem apesar do sofrimento que enfrentou", disse o detetive de polícia John Davis, afirmando que ela ainda não foi interrogada.

A Associação de Investigação de Acidentes Aéreos (AAIB, na sigla em inglês) disse que pode levar meses até que os detalhes do acidente sejam averiguados.


Fonte: UOL Notícias - Cotidiano

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

0 Parcerias para pesquisar biocombustível de aviação


A Petrobrás e o Centro de Pesquisa Canavieira (CTC) de Piracicaba pesquisam o etanol celulósico, do bagaço da cana, no qual o açúcar é fermentado e produz um etanol mais denso. Para atender o mercado interno de combustíveis e exportar, o setor de cana, que hoje processa 600 milhões de toneladas por ano, teria de aumentar esse volume para 750 milhões de toneladas. Para Alfred Szwarc, consultor de emissões e tecnologia da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), o setor deve reequilibrar-se entre um a dois anos.

Outra frente de pesquisa é o biocombustível para a aviação. Em 2005, a Embraer foi pioneira com o lançamento do Ipanema, primeiro avião a ser produzido em série com motor movido a etanol. Agora, a iniciativa volta-se para aeronaves de grande porte. No final de 2009, a Embraer, a General Electric e a Amyris firmaram uma parceria para avaliar os aspectos técnicos e de sustentabilidade do combustível renovável para jatos que resultará em um voo de demonstração de um E-Jet da Embraer,de propriedade da Azul Linhas Aéreas com motores GE, no início de 2012.

A Embraer também firmou uma parceria com a Boeing e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) para criar um grupo de estudos de pesquisa e desenvolvimento de biocombustíveis para aviação com a participação da Azul, Gol, TAM e Trip.

O potencial do mercado trouxe ao Brasil a americana Amyris que iniciou a produção do farneseno, mistura de moléculas de carbono e álcool, para produzir querosene aeronáutico, com investimentos entre US$ 4 bilhões e US$ 5 bilhões até 2020. "Escolhemos o Brasil porque tem uma indústria de cana bem estabelecida", explica Joel Velasco vice-presidente sênior de relações externas da Amyris. A empresa tem parcerias com Cosan, Bunge, Guarani, além da São Martinho, para ter acesso a até 12 milhões de toneladas de cana-de-açúcar esmagada por ano.

Além da fábrica em Piracicaba, abrirá outras em Pradópolis e Brotas, ambas no interior de São Paulo. Além do Brasil e Estados Unidos, a Amyris tem operações na Espanha e projeta uma produção entre 40 e 50 milhões de litros de farneseno até 2012, com previsão de triplicar o volume em 2013. Devido às inúmeras certificações exigidas pela indústria de turbinas e da Aeronáutica para homologar o bioquerosene, os voos comerciais devem começar a partir de 2015.


Fonte: Valor Econômico, via: Clipping

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

0 Fiesp faz nova proposta de reajuste para o setor aeronáutico

A proposta da Fiesp, diz o sindicato, prevê reposição integral do Índice Nacional de Preços ao Consumidor mais 2,42 por cento de aumento real



Aeronave da Bombardier: a América Latina é responsável por 6% a 8% das vendas de jatos executivos comerciais da empresa



São Paulo - A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) fez nesta terça-feira uma nova proposta de reajuste salarial para os trabalhadores do setor aeronáutico, segundo informações do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e Região.

A proposta da Fiesp, diz o sindicato, prevê reposição integral do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) mais 2,42 por cento de aumento real.

"A proposta será levada para votação em assembleia dos trabalhadores da Embraer, na próxima quinta-feira, dia 3. Se for aprovada, os trabalhadores terão um reajuste salarial de, aproximadamente, 9,5 por cento", disse o sindicato, lembrando que o valor ainda dependeria da inflação do período de novembro de 2010 a outubro de 2011.

A nova proposta da Fiesp também altera a data-base de novembro para setembro a partir de 2012. "Esta é uma antiga reivindicação dos trabalhadores, que passariam a ter a mesma data-base de toda a categoria", informa nota do sindicato.

No final de setembro, os metalúrgicos do primeiro turno da fábrica da Embraer em São José dos Campos entraram em greve por 24 horas, reivindicando maior reajuste salarial e menor jornada de trabalho, entre outros itens.


Fonte: Exame/Abril

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

0 Goiânia sedia 1º Forum Regional de Aviação Geral




A cidade de Goiânia vai sediar o 1° Fórum Regional de Aviação Geral, promovido pela ABAG (Associação Brasileira de Aviação Geral), a mesma entidade que também organiza anualmente a Labace (Latin American Business Aviation Conference and Exhibition) em São Paulo, considerada a segunda maior feira de aviação executiva do mundo. O evento sediado no Aeroporto Santa Genoveva, já conta com o apoio do Governo do Estado de Goiás e será dividido em seminário e exposição de aeronaves, produtos e serviços ligados ao universo da aviação geral. O seminário acontece nos dias 18 e 19 de novembro deste ano. Para participar é necessário se credenciar antecipadamente ou ser convidado de um dos expositores. Mais informações podem ser obtidas no endereço www.abag.org.br .



segunda-feira, 24 de outubro de 2011

0 Mesmo com ganhos de até R$ 100 mil, faltam pilotos agrícolas em MT

Badan, com seu Cessna 1943 e a frota de aviões agrícolas ao fundo


A afirmação é do empresário da aviação agrícola, Rodrigo Cocato Badan, de 32 anos, que reside em Nova Mutum (250 km de Cuiabá) e possui seis aviões para atender os agricultores da região Médio Norte de Mato Grosso. Conforme Badan, mesmo com ganhos entre R$ 80 mil a R$ 100 mil por safra, é difícil encontrar pilotos disponíveis. “Existe hoje no mercado pilotos muitos novos, com poucas horas de voo. Mas aqueles pilotos experientes trocaram a aviação agrícola pela aviação comercial”, disse, em entrevista ao Olhar Direto.

A troca do agronegócio para a aviação comercial está ligada às melhores condições de trabalho e a maior rentabilidade. Com o crescimento da viação regional no país, a demanda por pilotos aumentou, diz Badan. Ele também informa que faltam cursos de formação. “O Brasil conta com apenas duas escolas técnicas em funcionamento, uma no Rio Grande do Sul e outra no Paraná. Esporadicamente são formados pilotos também em São Paulo, mas ainda é pouco”.

Rodrigo diz que os riscos oferecidos pela aviação agrícola podem estar afastando os interessados em continuar na atividade. Ele comenta, por exemplo, que os voos sobre as lavouras são em baixa altitude, muitas vezes se aproximando de matas. Porém, o empresário diz que atualmente há poucos riscos de contaminação agrotóxica do piloto, já que os aviões mais novos possuem ar-condicionado, filtros e é exigido o uso de Equipamento de Proteção Individual (EPI). “Logicamente que é necessário trabalhar com todo o cuidado, mas o risco é bem menor do que o operador de trator com o pulverizador”.

Para se tornar piloto de aviação agrícola, o interessado precisa ter carteira de piloto privado, que são 35 horas de voo, depois se tornar piloto comercial, que são mais 150 horas, e para concretizar o curso de piloto agrícola deve-se contabilizar 400 horas. Badan revela que muitos pilotos novos, para entrarem rapidamente no mercado de trabalho, acabam “maquiando” a quantidade de horas voos que possuem.

“É o famoso voo na BIC, somente na ponta da caneta, sem realmente fazer as horas necessárias e tais constarem apenas no papel. Esse tipo de piloto existe bastante, mas é arriscado contratar, já que não terá capacidade técnica para pilotar sobre a lavoura”, finaliza o empresário, que pilota há 12 anos.


quarta-feira, 28 de setembro de 2011

0 Base aérea do pré-sal em 2015



A Petrobras espera colocar em operação em 2015 a Base Aérea de Santos, no município de Guarujá (SP). A previsão é do gerente da Unidade de Operações de Exploração e Produção da Bacia de Santos, José Luiz Marcusso.

A companhia, segundo ele, já deu andamento aos trabalhos de sondagem e topografia e agora desenvolve estudos de impacto ambiental. A base é resultado de um termo de cooperação firmado em agosto do ano passado entre a diretoria de E&P da estatal e o alto comando da Aeronáutica.

A Base Aérea de Santos, que se somará às de Itaguaí (RJ) e Cabo Frio (RJ) vai apoiar as atividades do pré-sal na Bacia de Santos. Atualmente todo o transporte de pessoal à área é feito a partir do aeroporto de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro (RJ).



Fonte: Guia Oil & Gas Brasil

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

0 Choque entre aves e aviões dobra nos céus do Brasil

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Aviões e pássaros estão se encontrando muito mais nos céus do país. Nos últimos cinco anos, o número de choques dobrou. Foram quase mil em 2010 -2,7 por dia. A frota comercial do país cresceu 13% no mesmo período.

O caso do Galeão, no Rio, é emblemático. Ele pode ser extrapolado para todos os grandes aeroportos do país. E mostra o motivo deste crescimento de colisões.

O entorno da pista está repleto de focos de poluição, como o lixão de Gramacho e as águas sujas da baía de Guanabara. São cenários propícios para o banquete de garças e de urubus.
De acordo com um comandante da TAM, que prefere o anonimato, os pilotos de outros países, por causa das aves, costumam classificar o Galeão como um dos piores aeroportos do mundo para decolar ou pousar.

"Mas os problemas dos lixões, da falta de saneamento básico e da ocupação irregular existem em vários outros [aeroportos]", diz. Relatórios internos da TAM, a maior companhia aérea do país, mostram que em 2011 houve um choque por dia entre seus aviões e pássaros no espaço aéreo nacional.
De acordo com o relatório mais recente do Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes), com dados de 2010, o aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), é o campeão de colisões.

Foram reportados 56 acidentes no local. O risco é maior, mostram os dados, durante a decolagem. E, na maioria das vezes, os pássaros entram no motor do avião.
Viracopos, Brasília, Porto Alegre e outros aeroportos têm mais um problema. Além da poluição, existem reservas naturais no entorno desses locais, o que aumenta a incidência de aves na região.

Como os relatos dos choques não são obrigatórios no Brasil, o número de ocorrências pode ser até três vezes maior, estima o setor aéreo.
Apesar de no Brasil não ter sido registrado nenhum acidente grave até hoje, o risco é alto dizem pilotos.


Fonte: Folha.com

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

0 Prefeito de BH diz que continuará a fretar avião



O prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda, disse hojeque vai continuar fretando aviões nas suas viagens oficiais, apesar da ação movida pelo Ministério Público de Minas Gerais (MP-MG) que aponta prejuízo de R$ 875,9 mil aos cofres do município. A Promotoria de Defesa do Patrimônio Público analisou 39 viagens entre 6 de fevereiro de 2009 e 20 de julho de 2011.

Lacerda disse que os custos se justificam em função da "dupla agenda": ele tinha que estar na capital mineira antes e depois de tais viagens e, portanto, não poderia estar sujeito à disponibilidade de horários e eventuais atrasos nos voos comerciais. Não foi o que aconteceu, no entanto, quando o prefeito viajou a São Paulo para a festa de aniversário de um jornal de circulação nacional. O próprio Lacerda disse que deixou Belo Horizonte às 16 horas e retornou na manhã seguinte.
Questionado sobre o motivo de não pegar um voo comercial diário que sai do Aeroporto da Pampulha às 17 horas em direção a São Paulo, o prefeito respondeu: "Se fosse para ir a São Paulo através de um voo comercial, dada a insegurança do transporte aéreo brasileiro de passageiros, eu nem teria ido a essa atividade". Ele disse que a viagem foi importante para fazer contatos com políticos e empresários.


Fonte: Agência Estado

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

0 Piaggio, o avião da Ferrari, será vendido no Brasil


Modelo P180 Avanti II será oferecido pela Algar Aviation no País; piloto Felipe Massa participa do lançamento na feira Labace


A Ferrari comecará a vender no Brasil as aeronaves da fabricante italiana Piaggio Aero, da qual é acionista. O lançamento do produto será feito nesta quinta-feira, durante a feira de aviação executivaLabace, e terá a presença de Felipe Massa, piloto da Ferrari na Fórmula 1. A representante exclusiva da marca será a Algar Aviation, companhia que oferece serviços de fretamento, manutenção e venda de aeronaves no Brasil.

O modelo oferecido é o Piaggio P180 Avanti II, um dos aviões bimotores turboélice mais rápidos do mercado, capaz de voar a 745 km/h. Apesar da velocidade alta, o modelo é econômico – os turboélices consomem cerca de 30% menos combustível que jatos. O produto custará US$ 7,1 milhões, cerca de R$ 11,5 milhões na cotação atual.

Hoje, existem 210 aeronaves do modelo em operação no mundo. No Brasil, a meta da Algar Aviation é vender em média entre quatro e seis aeronaves por ano nos próximos cinco anos. Os modelos são indicados para percusos de até 2.700 km.

Além da família Ferrari, a italiana Piaggio tem como acionistas o grupo indianoTata, o fundo Mubadala, de Abu Dhabi, e família Di Mase.


Fonte: IG Economia

quinta-feira, 21 de julho de 2011

0 Avião do governo gaúcho está parado desde maio

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O avião oficial do governo do Estado, o King Air B200 fabricado e adquirido em 1998, está parado desde o dia 25 de maio no aeroporto de Ijuí, no noroeste do Estado.

Na ocasião, a aeronave foi utilizada para levar o chefe da Casa Civil, Carlos Pestana, à solenidade de comemoração aos 50 anos do Museu Antropológico Diretor Pestana, em homenagem a seu bisavô, Augusto Pestana, primeiro prefeito de Ijuí.

Conforme a assessoria de imprensa do governo, a aeronave apresentou problemas na bomba de combustível e não pôde retornar à Capital. A peça não é fabricada no Brasil, e não há previsão de compra do equipamento. Na quinta-feira, será aberta licitação para manutenção do turboélice.

A ideia é incluir a compra da nova bomba na licitação. A assessoria de imprensa não soube informar valores do reparo. Para evitar ações de vândalos, quatro policiais militares se revezam na vigilância do aparelho.

Em 2009, por conta dos problemas do King Air, a então governadora Yeda Crusius cogitou comprar uma nova aeronave, mas desistiu da ideia após a repercussão negativa da proposta.


Fonte: Zero Hora

quarta-feira, 20 de julho de 2011

0 Coreia do Sul lança avião executivo por US$ 568 mil



A aeronave atinge a velocidade máxima de 389 km/h

Foto: AFP


A Coreia do Sul anunciou nesta quarta-feira seu primeiro avião executivo construído no país. A aeronave chamada Naraon tem capacidade para transportar quatro pessoas e custa US$ 568 mil (R$ 887,2 mil). A velocidade máxima atingida é de 389 km/h, com um alcance de 1.850 km. As informações são do The Economic Times.

O lançamento faz parte dos esforços do país asiático de participar do mercado de aviões comerciais. Segundo a fabricante, a Kia, o monomotor Naraon é 10% mais eficiente que seus rivais. O voo de estreia foi realizado pela Korea Aerospace Industries (KAI)
.



Fonte: Terra Notícias

quinta-feira, 14 de julho de 2011

0 Especialistas defendem melhor formação de pilotos de aviões



Os motivos que levam aos acidentes são os mesmos: falha humana, condições climáticas desfavoráveis e falta de manutenção preventiva.

Especialistas em segurança aérea dizem que a maior parte dos acidentes acontece com aeronaves comandadas por pilotos que não são profissionais, como em Bragança Paulista. Só este ano, 57 pessoas morreram no Brasil em desastres aéreos. Para os especialistas, boa parte desses casos poderia ser evitada com uma melhor formação dos pilotos.

Com a tragédia no Recife, já foram 79 acidentes aéreos este ano. As estatísticas mostram que, de 2007 para cá, o número de quedas de aviões no Brasil cresceu, mas em ritmo bem menor do que o movimento no espaço aéreo, que aumentou cerca de 30% em 2010.

“Isso diz que nós estamos investindo em programa de prevenção de segurança. As aeronaves que são de transporte público no Brasil, que são as empresas aéreas e as empresas de táxi aéreo, são requeridas pela Anac [Agência Nacional de Aviação Civil] a cumprirem o programa de segurança operacional”, afirma Francisco Lyra, presidente da Associação Brasileira de Aviação Geral (Abag).

No setor privado, o número de acidentes é maior. E não podia ser diferente: das 12,5 mil aeronaves da frota nacional, só 570 são comerciais. Ao todo, 11.930 são particulares.

“Os aviões pequenos a gente tem a impressão que hoje caem mais pela quantidade de número de voos. Hoje no Brasil a gente tem muito mais aviões pequenos do que aviões grandes. Então, a quantidade de voos é maior e a proporção de acidentes também é maior. Porém, na escala é a mesma coisa”, explica o piloto Fernando Bondezan.

O avião que caiu no Recife era um bimotor turboélice. Os especialistas em aviação são unânimes em dizer que voar em um avião de pequeno porte ou voar em um avião comercial tem o mesmo risco. Os motivos que levam aos acidentes são os mesmos: falha humana, condições climáticas desfavoráveis e falta de manutenção preventiva.

“A segurança não está relacionada com o porte da aeronave, mas com quem opera, quem é o piloto: se é um piloto que está obedecendo aos mais elevados padrões de segurança operacional, se ele tem doutrina de segurança, se ele é treinado para endereçar os problemas de emergência com proficiência; ou se ele é um piloto amador, que está ali exercendo uma atividade não remunerada, transportando seus convidados. Esse, sim, tem índices de acidentes muito maiores”, aponta o presidente da Abag, Francisco Lyra.

Quem analisa acidentes aéreos sempre reforça: um desastre com aviões dificilmente é provocado por um único fator. Normalmente há uma sucessão de eventos que levam à queda.


Fonte: G1.com

terça-feira, 5 de julho de 2011

0 Decea acaba com limitação de 7.500 pés para voos VFR


O novo pacote de medidas emitido pelo Decea (Departamento de Controle do Espaço Aéreo), que entrou em vigor esta semana, traz um verdadeiro alívio aos operadores da aviação geral, ao extinguir o teto de 7.500 pés (2.286 metros) para voos visuais nas Regiões de Informação de Voo de Brasília (FIR-BR) e Curitiba (FIR-CW). 

As novas normas relativas às operações das aeronaves que voam na área dessas duas FIR beneficiarão, principalmente, as aeronaves sob “Regras de Voo Visual” – (VFR) Visual Flight Rules, como o termo é conhecido pela nomenclatura internacional. A medida também afeta as demais aeronaves que operam em altitudes mais baixas, incorporando uma série de importantes benefícios aos usuários, ao flexibilizar a margem de utilização de níveis de voo e prover mais autonomia aos pilotos.

Os novos NOTAMs (documento, de caráter imediato, que divulga orientações às operações de voo), publicados pelo Decea, dizem respeito apenas às FIR-Brasília e FIR-Curitiba. Segundo eles, as aeronaves que voam sob regras visuais poderão operar até o teto de 14.500 pés (FL 145 ou 4419 metros). Em junho último, durante o Broa Fly-In, foi realizada a 1ª Cageb (Convenção de Aviação Geral no Brasil), liderada pelo presidente da Appa (Associação dos Pilotos e Proprietários de Aeronaves), George Sucupira. 

Também estiveram presentes o diretor de Aeronavegabilidade da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), Cláudio Passos Simão, que fez uma exposição sobre o trabalho da agência em relação a aviação geral, e o chefe do Subdepartamento de Operações do Decea (Departamento de Controle do Espaço Aéreo), coronel Frederico José Moretti da Silveira. Moretti explicou que as aeronaves que voam VFR poderão operar até 14.500 pés (FL 145 / 4.419 metros), antes limitados até o nível de 7.500 pés.

Com a mudança, os voos por instrumento (IFR – Instrument Flight Rules), poderão ser executados em todo o Espaço Aéreo Inferior, desde que observadas as regras de segurança pertinentes. O novo aviso faz parte de um pacote de soluções, a curto e longo prazo, no qual também faz parte o “Plano de Ação de Reestruturação do Espaço Aéreo Brasileiro e Evolução do Serviço de Informação de Voo”. 

Em desenvolvimento pelo Decea, o plano tem o objetivo de reestruturar o Espaço Aéreo nacional. As novas medidas adaptam o País aos conceitos referendados pela Oaci (Organização de Aviação Civil Internacional). “Os aviões menores vão poder cruzar as aerovias desde que sejam autorizados”, afirma Moretti. 

O plano inclui também mudanças no traçado de aerovias, com a extinção de rotas pouco utilizadas. Moretti anunciou também a intenção de separar o Serviço de Informação de Voo (FIS) da atividade de controle do espaço aéreo. “Esse serviço já é prestado, mas muitas vezes acaba mascarado dentro da atividade principal dos controladores”, explica. 

Para isso, será necessária a criação de uma nova carreira. O plano deve ser colocado em prática a partir do próximo ano.

Fonte: Aeromagazine

0 Fogo atinge fábrica de componentes aeronáuticos em Guaratinguetá




Um incêndio atingiu, na manhã desta terça-feira (5), a fábrica da Liebherr em Guaratinguetá, a 187 km da capital paulista. Segundo a empresa, as chamas tiveram início por volta das 6h30 e rapidamente atingiram toda planta Aeroespace, que produz componentes aeronáuticos. O fogo já foi controlado.
Quando o fogo começou, havia cerca de 20 funcionários no prédio. Segundo informações iniciais da Liebherr, nenhum deles ficou ferido. A unidade foi totalmente destruída. Equipes da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros de várias cidades da região foram deslocadas para trabalhar no combate ao fogo.
Como a empresa trabalha com produtos inflamáveis, as chamas consumiram a unidade rapidamente. Para o trabalho de rescaldo, estão sendo utilizados três caminhões-pipa.

Empresa
A Liebherr produz, em Guaratinguetá, escavadeiras hidráulicas, escavadeiras móveis sobre pneus,, betoneiras e guindastes móveis para o mercado sul-americano. A empresa também tem uma outra unidade no mesmo local. É a Liebherr-Aerospace Brasil Ltda, que produz carcaças e blocos de válvulas para as atividades aeronáuticas da Liebherr-Aerospace.


Fonte: G1.com

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