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sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

0 Governo Federal investirá em novos aeroportos no CE


Nove cidades cearenses serão contempladas pelo pacote de investimentos do setor aeroportuário, anunciado ontem pelo Governo Federal, com implantação de novos equipamentos, reformas e ampliações. Segundo a Secretaria do Turismo do Ceará (Setur), tudo deve estar concluído até 2015, com voos comerciais operando.  
Serão implantados os aeroportos de Itapipoca, Sobral e Canindé. Jericoacoara, Crateús e Aracati terão os equipamentos ampliados. Já os aeroportos de Iguatu, Juazeiro do Norte e Quixadá passarão por reformas. De acordo com o titular da Setur, Bismarck Maia, os recursos aplicados virão do Fundo Nacional da Aviação Civil (Fnac), sem investimentos diretos do Governo do Estado.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

0 Na cidade da Embraer, um aeroporto padece

Aeroporto de São José dos Campos (SP) não consegue receber dois vôos simultâneos; prefeitura que tomar o local e concedê-lo à iniciativa privada



São José dos Campos, a menos de 100 quilômetros de São Paulo, figura na lista das vinte cidades mais ricas do país, com um Produto Interno Bruto (PIB) de 22 bilhões de reais. Lá estão 26 mil empresas, algumas do porte da Embraer, General Motors e Ericsson, e os mais importantes centros de pesquisa da América Latina nas áreas espacial, energética e aeronáutica. O município conta ainda com pujantes polos de defesa e petroquímico. Na cidade que domina a tecnologia de voar, no entanto, o aeroporto é uma lástima. Operado há oito anos pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), o terminal Professor Urbano Ernesto Stumpf é um exemplo completo do descaso e incompetência da estatal.

Desde que a Infraero assumiu o controle do aeroporto, o fluxo anual de passageiros saltou de 50 mil em 2003 para 240 mil em 2011 (o limite é de 90 mil), sem que fosse feita sequer uma reforma nas instalações. Houve apenas o recapeamento das pistas. Passageiros que partem da cidade para estadias de curta duração não podem deixar seus carros em garagens – simplesmente porque só há uma com capacidade para apenas 50 veículos. Serviços simples e indispensáveis, como banheiro, causam vergonha nas empresas que recepcionam empresários vindos de outros locais e que são obrigados a descer em São José dos Campos pela falta de opção em Guarulhos. “Muitos chegam a pedir para desembarcar Guarulhos, apesar da distância, devido à falta de estrutura aqui”, afirma um executivo de uma empresa da cidade que pediu para não ter seu nome citado.

Ineficiência estatal
Em ano de revisão do sistema aeroportuário brasileiro, em que o governo arrecadou 24 bilhões de reais nas concessões à iniciativa privada dos aeroportos de Guarulhos, Viracopos e Brasília, o de São José dos Campos é um retrato da vergonhosa ineficiência que impera no setor aéreo nacional – sobretudo nos terminais de cidades de porte médio. No aeroporto que fica a poucos metros da sede da Embraer – empresa que é referência internacional em tecnologia aeronáutica –, dois voos não conseguem ser desembarcados ao mesmo tempo por falta de terminal, esteiras e espaço físico. Para lá, voam apenas as empresas Trip e Azul. Para se ter ideia, na também paulista Ribeirão Preto, que tem praticamente o mesmo número de habitantes de São José (pouco mais de 600 mil), o aeroporto – operado pelo governo do estado de São Paulo – teve um fluxo de um 1,4 milhão de passageiros no ano passado e conta com os serviços de cinco companhias aéreas.
Para tentar reverter esse quadro e transformar o local em um centro lucrativo, o prefeito da cidade, Eduardo Cury (PSDB/SP), enviou em 2011 um ofício ao ministro da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Wagner Bittencourt, em que pedia a municipalização do aeroporto. Em um plano de negócios de quase 40 páginas, elaborado em parceria com uma consultoria privada, a prefeitura expõe a intenção de tomar para si a gestão do local e, posteriormente, concedê-la à iniciativa privada – tal como ocorreu com as três “joias” da aviação nacional.
O projeto
A ideia de Cury é transformar o aeroporto de São José em um centro de negócios com uma área para comportar indústrias, outra para um novo terminal de passageiros, um centro de eventos empresariais, um terminal para aviação executiva e outro para cargas. Na argumentação do prefeito consta não só a presença maciça de empresas na cidade, mas também a existência de mão de obra especializada formada nas diversas instituições de ensino locais, como o Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA), e centros de treinamento de pilotos. “São mais de dois milhões de metros quadrados de área disponível. Dá para fazer muita coisa respeitando o plano diretor do aeroporto – sobretudo porque temos um complexo viário muito desenvolvido que vem até São José”, afirma o prefeito.
Não será tarefa fácil convencer o governo federal e a Infraero a ceder o terminal. A estatal não está nada disposta a engolir uma 'nova derrota', após perder o controle dos três principais aeroportos do Brasil. Teoricamente, ela prevê investir os recursos das outorgas de Guarulhos, Viracopos e Brasília – que serão depositados no Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC) – nos aeroportos menores e assim fomentar a aviação regional. Além disso, São José dos Campos está no centro estratégico e industrial do estado de São Paulo, com um potencial de negócios que desperta cobiça.
Especialistas ouvidos por VEJA apontam que o aeroporto Professor Urbano é um dos que maior potencial guarda mesmo com a ‘concorrência’ de Guarulhos, a apenas 73 quilômetros de distância dali, e de Viracopos – ambos terão sua capacidade ampliada significativamente pelas concessionárias privadas. “Há uma demanda reprimida muito grande na região para voos domésticos e que pode ser suprida por São José, sem afetar Guarulhos”, afirma um técnico da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). “Contudo, é preciso saber que um aeroporto melhor não irá trazer mais progresso para a cidade. Isso porque, até hoje, São José mostrou ser capaz de atrair empresas sem contar com essa estrutura”, afirma a fonte.
Em estudo 
Procurada pelo site de VEJA, a Secretaria de Aviação Civil (SAC) afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que está estudando o projeto apresentado pela prefeitura e deverá emitir um parecer ainda neste semestre. Três cenários são possíveis: municipalização, concessão ou a manutenção do terminal nas mãos da Infraero.
O ministro Bittencourt, conforme apurou a reportagem, já mandou um recado “aos apressadinhos”. Ele disse que estudará o projeto e que, para isso, levará o ano inteiro. Até lá, não tomará qualquer decisão. Ante a demora já anunciada, o secretário teria se comprometido a trabalhar para que a Infraero construa um Módulo Operacional Provisório (MOP) – o famoso “puxadinho” – para tentar aumentar a capacidade de pousos e decolagens simultâneas do local. Por ora, apenas promessas.

Fonte: Exame/Abril

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

0 Aeroporto de João Pessoa completa 33 anos de operações sob administração da Infraero




O Aeroporto Internacional Presidente Castro Pinto, na Grande João
 Pessoa, está comemorando nesta segunda-feira (30) 33 anos de operação.
 No artigo abaixo, o superintendente da Infraero (Empresa Brasileira
 de Infraestrutura Aeroportuária), Alexandre Oliveira, narra um pouco
 dessa história e afirma que o equipamento tem muito ainda para crescer.
 Leia o artigo na íntegra:
Este mês, mais precisamente no dia 30 de janeiro, o Aeroporto
 Presidente Castro Pinto/João Pessoa completa 33 anos sob a administração
 da Infraero.  Um tempo de profunda dedicação e parceria que sempre
 teve nas diversas esferas de governo na Paraíba seus principais aliados.  Reformas, ampliações e modernizações fazem parte dessa história 
que sempre buscou dotar o Estado de um aeroporto em 
condições de acompanhar o desenvolvimento da aviação
 comercial, criando a infraestrutura necessária para que as aeronaves
 de todos os tempos sempre tivessem na capital paraibana o local
 adequado para um pouso seguro.
Mas, a História guarda dados anteriores a essa parceria, quando, muito
 antes, em 1957, a necessidade de implantação de um 
destacamento de proteção ao voo, do então Ministério da
 Aeronáutica, trouxe consigo a demanda de uma infraestrutura mais 
complexa, dotada de terminal de passageiros, pátio de aeronaves e 
pista para os pousos e decolagens.
Daí em diante o Aeroporto não parou de crescer e receber
 as adequações necessárias para atender as demandas crescentes do 
segmento da aviação civil. A mais recente mudou completamente a
 arquitetura e projetou uma capacidade para os anos seguintes. Novas
 lojas e um terminal completamente climatizado redimensionaram
 as condições do Aeroporto, que, no final do ano passado, comemorou
 seu primeiro milhão de passageiros atendidos, um acontecimento 
que uniu autoridades governamentais e empresariais para comemorar
 o bom momento do turismo paraibano.
Com o crescimento do Aeroporto, a pequena cidade que funciona
 24 horas por dia, também ofereceu empregos em suas muitas
 atividades e é cada vez maior o número de empresas aéreas 
interessadas em voar para a Paraíba. Hoje, a comunidade
 aeroportuária é composta por cerca de 1.050 empregados 
que vivem da existência do Aeroporto em suas mais diversas 
e complexas atividades.Longe dos olhos

Mas não é somente a tecnologia das grandes e modernas aeronaves
 que geram postos de trabalho. Em área do entorno do terminal de
 passageiros, cerca de 200 hectares de terras férteis estão arrendadas 
para 60 pequenos agricultores a preços simbólicos. Dessa terra, cercada
 de tecnologia, saem a macaxeira, o inhame, o abacaxi e a batata doce, totalizando cerca de 1500 toneladas de abacaxi por ano – a cultura predominante. É a mão da Infraero contribuindo para a inserção social e proporcionando aos agricultores o sustento de suas famílias e a educação de seus filhos.
O Aeroporto não para de crescer. Neste ano em que completa mais
 de três décadas vinculado à Infraero, estão previstos investimentos
 que vão melhorar ainda mais a infraestrutura, começando pela ampliação
 do estacionamento de veículos e os novos balcões de check-in, já em
 fase de instalação. Além disso, um novo e moderno terminal de
 passageiros começa a ser pensado para que a Paraíba tenha um
 portão de entrada de turistas à altura de sua vocação.

Via | Portal Turismo em Foco

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

0 Contratada empresa para revitalização no terminal de passageiros de Goiânia

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A Infraero publicou nesta terça-feira (27/12), no Diário Oficial da União, a assinatura do contrato para execução da obra de reforma e substituição da cobertura do terminal de passageiros do Aeroporto de Goiânia/Santa Genoveva (GO). Após a assinatura da Ordem de Serviço, próxima etapa do processo, a empresa contratada terá 180 dias para concluir os trabalhos. Cerca de R$ 250 mil serão investidos nessas melhorias.
      A obra proporcionará maior segurança e conforto aos usuários do aeroporto, e se junta a outros trabalhos em andamento, como a expansão e reforma do estacionamento, que aumentará a capacidade do espaço para 600 vagas e receberá investimentos da ordem de R$ 1,3 milhão; e a revitalização geral de pinturas e forro de gesso do terminal de passageiros, orçada em R$68 mil.
      Além dessas melhorias, está previsto para janeiro de 2012 o início das obras de ampliação do saguão do terminal de passageiros, que incorporará a área da antiga sala de embarque e aumentará o novo espaço para cerca de 350m².
      "Estas obras representam mais um passo rumo ao nosso objetivo de oferecer cada vez mais conforto aos passageiros. Cada melhoria estrutural ou operacional, mesmo que pequena, é sentida positivamente pelo nosso cliente", ressaltou o superintendente do aeroporto, Ricardo Signorini.



quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

0 Primeira etapa de obra na pista do Aeroporto de Fortaleza é concluída

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A Infraero finalizou nesta terça-feira (29/11) a primeira etapa da obra de recapeamento asfáltico da pista de pousos e decolagens do Aeroporto Internacional de Fortaleza/Pinto Martins (CE). Com a conclusão desta etapa, e tendo em vista o período da alta temporada, a pista será liberada a partir desta quarta-feira (30/11) até 1º/2/2012, quando as obras de recapeamento serão retomadas. Antes da conclusão dos trabalhos na parte central da pista, prevista para abril, haverá outra pausa nos trabalhos no período do Carnaval (17 a 27/2).

Os trabalhos de recapeamento tiveram início em outubro. Durante as obras, as operações de pouso e decolagem foram interrompidas no período das 5h às 11h da manhã, e os voos previstos para esta faixa foram remanejados para outros horários. Para garantir o bom funcionamento do aeroporto durante as obras, a Infraero implantou uma série de medidas, como o reforço do contingente de empregados no saguão para orientações aos passageiros e das equipes de inspeção. Todas as ações contaram com o acompanhamento do Centro de Gerenciamento Aeroportuário (CGA).

De acordo com o superintendente de Fortaleza, Wellington Santos, a avaliação da primeira etapa dos trabalhos é positiva. “O resultado do recapeamento já nesta fase trará melhorias na infraestrutura do aeroporto, garantindo os níveis de conforto e segurança das operações”, afirmou.

Cronograma das obras

A primeira etapa dos serviços, de 16/10 a 29/11, compreendeu parte do recapeamento da parte central da pista. A segunda etapa, que dará continuidade aos trabalhos na área central, terá início em 1º/2 e conclusão prevista para abril. Com a finalização dos trabalhos desta fase, a pista do Aeroporto de Fortaleza retomará as operações no período da manhã. As duas últimas etapas compreendem o recapeamento das cabeceiras e a finalização do recapeamento da parte central, com previsão de conclusão das obras em setembro de 2012.




1 Cumbica inaugura no dia 20 mais um terminal, a 2 quilômetros dos atuais



Construído onde ficava o antigo galpão da Vasp, o novo espaço é remoto, ou seja, desconectado do aeroporto

Às vésperas das viagens de fim de ano, o Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, inaugura no dia 20 mais um terminal de passageiros. A estrutura - construída em cinco meses pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) para evitar caos aéreo nas férias - amplia a capacidade anual de Cumbica dos atuais 20,5 milhões para 26 milhões de pessoas.

Construído onde ficava o antigo galpão de cargas da Vasp, o novo terminal é remoto, ou seja, desconectado do aeroporto. Fica a cerca de 2 km de distância dos Terminais 1 e 2. Na prática, é o terceiro terminal de Cumbica, embora oficialmente o tão aguardado Terminal 3 propriamente dito ainda esteja em fase de terraplenagem. Vai ficar depois do aeroporto, na área onde hoje funciona um heliponto (que será demolido). O Terminal 3 será uma obra da iniciativa privada, tocada pela empresa que ganhar a concessão de Cumbica. O leilão está marcado para o dia 22.

O Terminal Remoto é polêmico desde o início. Começou a ser construído em julho, ao custo de R$ 86 milhões em "caráter emergencial", segundo destacou a Infraero. O Ministério Público Federal questionou o contrato com a construtora Delta e a Justiça Federal chegou a mandar parar as obras em setembro. A desembargadora Marli Ferreira, do Tribunal Regional Federal da 3.ª Região, porém, aceitou os argumentos da Infraero e determinou a imediata continuidade das obras dois dias depois.

No dia 20, ele não será inaugurado totalmente pronto - o prazo oficial para o fim das obras é janeiro, mas a Secretaria de Aviação Civil (SAC) já havia anunciado que colocaria o terminal em operação antes. Serão 12 mil metros quadrados de área, com espaço para receber 5,5 milhões de pessoas ao ano.

Permanente. Apesar dos apelidos de "puxadinho" e "puxadão", o Terminal Remoto é permanente e ainda vai ganhar um adendo: até dezembro do ano que vem, o galpão desativado da antiga Transbrasil, anexo ao da Vasp, também vai se transformar em terminal, criando um único "puxadão".

Outra obra inicialmente provisória mas que a Infraero já disse que veio para ficar é o Módulo Operacional Provisório (MOP), uma sala de embarque inaugurada em agosto, com capacidade para 1 milhão de passageiros. "O terminal é agradável, limpo, confortável. É um engano achar que não pode ser uma solução de longo prazo ", disse, à época, o ministro da SAC, Wagner Bittencourt.

Ampliação

8 milhões
de passageiros será a capacidade anual do Terminal Remoto no fim do ano que vem, quando ficar pronta a segunda parte da obra no antigo galpão de cargas desativado da Transbrasil.




Fonte: O Estadão

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

0 Capacidade do aeroporto de VG alcança 2,4 mi

Foto: Lucas Ninno

Foi inaugurado na tarde desta quarta (30) o Módulo Operacional Provisório (MOP) do Aeroporto Marechal Rondon. Para a sua construção, foram investidos R$ 2,2 milhões e a nova estrutura vai permitir o atendimento de 2,4 milhões de pessoas por ano. Antes do MOP, a capacidade era de 1,7 milhão de passageiros por ano/ano.

A nova ala do aeroporto tem ao todo 675 m² e entra em operação com duas novas esteiras de 15m cada uma. A estrutura que começou ser construída em julho deste ano tem como desafio proporcionar mais celeridade ao desembarque de passageiros, área considerada a mais crítica do Aeroporto.

Foto: Lucas NinnoSegundo o governador do Estado, Silval Barbosa (PMDB) esta, é a primeira parte da reforma e ampliação que será feita no Aeroporto. “É uma parte importante e que trará mais conforto e comodidade aos passageiros”, pontuou o governador.

O presidente da Empresa Brasileira de Infra-estrutura Aeroportuária (Infraero), Antonio Gustavo Matos do Vale, explica que as obras do aeroporto foram divididas em etapas, sendo que o próximo passo prevê o alargamento da pista de desembarque, que deverá ter 23 metros de largura, área exclusiva para voos internacionais, oito novos boxes, quatro novas esteiras e mais uma para desembarque internacional.

“As obras desta segunda etapa devem começar no primeiro trimestre de 2012 e o término está previsto para setembro de 2013”, explicou Vale. Ao final desta segunda etapa de obras, que está orçada em R$ 87,5 milhões, o Aeroporto terá a capacidade para atender 5,7 milhões de passageiros/ano.


Camila Ribeiro – Especial para o Circuito Mato Grosso
Fotos: Lucas Ninno



Fonte: CircuitoMatogrosso

domingo, 27 de novembro de 2011

0 Demanda nos aeroportos vai provocar reformas


O forte crescimento no número de passageiros do Castro Pinto coloca o aeroporto na lista dos maiores da regional da Infraero, como Fortaleza, Salvador, Recife, Maceió e São Luís. O crescimento fez com que problemas antes contornáveis demandassem obras de expansão e, de acordo com a Infraero, a capacidade do aeroporto hoje (2,3 milhões de passageiros por ano) deve duplicar em 5 anos.

Segundo o superintendente da Infraero no Castro Pinto, Alexandre Oliveira, os principais problemas enfrentados hoje são as filas na hora do check-in e o estacionamento, defasado em relação à demanda. “No próximo mês começaremos o projeto de expansão que deve quadruplicar a área de check-in, e as obras devem estar finalizadas até julho do ano que vem, resolvendo o problema”, diz Alexandre.

As esteiras de bagagem, consideradas pequenas, devem receber ampliação em meados do ano que vem, já que a Infraero contratou uma empresa para ampliar todas as esteiras da Região.

Já em relação ao estacionamento, o problema é mais sério. O processo licitatório que deveria acontecer na quarta-feira, mas não foi bem sucedido, pois não apareceram interessados no projeto, que quer quadruplicar a área para carros. Agora, o projeto deverá ser novamente licitado no ano que vem, e as obras devem começar em dezembro de 2012.

Novos projetos devem ampliar a torre de controle e o estacionamento para aeronaves do aeroporto até 2014 e construir um novo terminal de cargas, até meados de 2013. A construção de hangares também está na pauta da Infraero para o próximo ano, já que a demanda por mais espaço tem sido cobrada.

Apesar da importância das obras, uma delas será a mais importante: a construção do novo terminal de passageiros.

“Recebemos um sinal verde da Infraero para a confecção do novo terminal. Estamos imaginando que essa realidade de ociosidade, pela dinâmica do mercado, só deve mudar em longuíssimo prazo, então partimos para um novo terminal de passageiros, não faremos mais obras no atual”, decreta Alexandre, que prevê que todo o processo deva levar cinco anos para estar concluído.


Fonte: Jornal da Paraíba Online

terça-feira, 22 de novembro de 2011

0 Edital do Trem de Guarulhos já está disponível; Metrô também detalha projeto

Divulgação


O edital para contratação dos projetos básico e executivo do Trem de Guarulhos foi disponibilizado pela CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) no 1º dia de novembro e encontra-se no site da cia. para as empresas interessadas pela futura ligação férrea entre Guarulhos e a capital paulista. Com 11 km de extensão e investimento de R$ 1,2 bilhão, a Linha Jade terá capacidade para transportar 120 mil passageiros/dia, fazendo parte do projeto duas estações em Guarulhos - Parque Cecap e Aeroporto - e a reconstrução da estação engenheiro Goulart, onde será feita transferência para a Linha 12-Safira na zona leste de São Paulo. Dia 20/12 será feita a abertura dos envelopes com as propostas, sendo a conclusão da obra prevista para 2014, “caso não surjam entraves burocráticos ou jurídicos”, ressalva a CPTM.
METRÔ
Falando ontem com exclusividade para o DG, o arquiteto e urbanista Alberto Epifani, gerente de Planejamento e Integração do Metrô, detalhou os planos de expansão voltados a Guarulhos. A chamada linha 19-Celeste cortará o município longitudinalmente, com estações na Av. Tancredo Neves, Centro (Guarulhos), Anel Viário (Castelo Branco), Vila Endres e Fernão Dias, seguindo em direção à estação Dutra. Esta última servirá para baldeação com outra linha prevista, que seguirá até a Penha, Vila Prudente, onde o passageiro terá opções de escolher seu destino na capital ou vice-versa dentro da rede.
“O governador Geraldo Alckmin fez questão de que a linha Celeste seguisse até Guarulhos, pois os estudos iniciais previam que ela deveria terminar na Vila Maria”, explicou Epifani. Para o arquiteto, o prazo para conclusão dessas linhas de metrô é mesmo 2018. “São muitas as etapas necessárias para se construir uma linha: diretrizes, projeto funcional, licença ambiental, desapropriações, projeto executivo e execução. As obras mesmo devem começar só em 2013, com recursos do Tesouro ou, talvez, parte delas, numa PPP (Parceria Público Privada).”
Para o deputado Alencar Santana (PT) Guarulhos necessita há muito tempo de metrô. “Espero que desta vez o governo do Estado, de fato, tire o projeto do papel, pois se tivessem cumprindo as promessas anteriores o povo de Guarulhos já usaria esse meio de transporte até São Paulo.” Em relação ao Trem de Guarulhos, Alencar não enxerga como ideal a ligação a Penha. “Dentre as alternativas existentes é mais fácil para o governo Estadual.”



quinta-feira, 17 de novembro de 2011

0 Com atraso, começam as obras no aeroporto de Manaus



A Infraero deu início, nesta quarta-feira (16/11), aos trabalhos de ampliação do terminal de passageiros do aeroporto internacional de Manaus, o Eduardo Gomes. O início das intervenções, porém, já contabiliza 32 meses de atraso de acordo com o primeiro cronograma da Infraero, segundo o qual a modernização deveria ter sido iniciada em janeiro de 2009.

Por outro lado, a conclusão foi adiantada, de acordo com a Infraero, em dois meses - de fevereiro de 2014 para dezembro de 2013. As obras começam apenas 15 dias após a assinatura do contrato firmado com o consórcio Encalso-Engevix-Kallas, vencedor da licitação.

De acordo com a infraero, a modernização do aeroporto deve ser finalizada até dezembro de 2013. Orçada em R$ 344 milhões, a obra irá aumentar o terminal de passageiros de 43 mil m² para 97,2 mil m². Assim, o Eduardo Gomes estará capacitado para receber até té 13,5 milhões de passageiros por ano. Uma adequação do sistema viário também está prevista no "pacote" de obras.

O Eduardo Gomes passa a ser o terceiro aeroporto (entre os 13 que servirão a Copa do Mundo) com obras no terminal de passageiros. Galeão (Rio) e Confins (Belo Horizonte) já passam pelo mesmo tipo de intervenção.



quarta-feira, 9 de novembro de 2011

0 Infraero lança edital de licitação para projetos de melhorias no Aeroporto de Paulo Afonso

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A Infraero publicou nesta segunda-feira (7/11) edital de licitação para elaboração de projetos de engenharia - nas etapas de estudo preliminar, projetos básico e executivo - para restauração dos pavimentos da pista de pouso, pista de táxi, pista de acesso aos hangares, pátio de aeronaves, recuperação e complementação de dispositivos de drenagem, implantação de Área de Segurança de Pista de Pouso (RESA) e sistemas de Navegação Aérea do Aeroporto de Paulo Afonso (BA).

A abertura da licitação está marcada para o dia 12/12, às 14h, no auditório interno da Infraero, localizado no Aeroporto Internacional de Salvador/Deputado Luís Eduardo Magalhães, Praça Gago Coutinho, s/nº, São Cristóvão, em Salvador-BA. O orçamento global previsto no edital é de R$ 1,2 milhão.

Clique aqui para conferir o edital de abertura

Para o superintendente da Regional Centro Leste da Infraero, José Cassiano Filho, as melhorias são importantes para a operacionalidade do aeroporto e para a região. “Paulo Afonso tem importância estratégica de apoio à usina hidroelétrica da Companhia Hidroelétrica do São Francisco, para o desenvolvimento do turismo local e para a integração nacional”, afirmou.


sexta-feira, 4 de novembro de 2011

0 Müller define Vila Oliva como prioridade para o novo aeroporto

MARCELO G. RIBEIRO/JC
Presidente da Fiergs  falou a empresários na CIC de Caxias do Sul
Presidente da Fiergs falou a empresários na CIC de Caxias do Sul

O presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), Heitor Müller, não admite que a construção do novo aeroporto da Região da Serra, em Vila Oliva, demore além de 2017. Na sua visão, a obra precisa ser iniciada imediatamente e integra a pauta de prioridades da entidade.

No encontro que teve com empresários da Câmara de Indústria, Comércio e Serviços (CIC) de Caxias do Sul ontem, o dirigente admitiu que a Fiergs também apoia a construção, a partir de 2017, em Nova Santa Rita, de um novo aeroporto na Região Metropolitana como alternativa ao Salgado Filho, que não deve mais atender as demandas no prazo de dez anos. "Tenha santa paciência se o aeroporto de Vila Oliva não ficar pronto neste período."

Müller também defendeu que o governo viabilize a obra com a participação da iniciativa privada, seguindo o exemplo da União, que já decidiu privatizar a administração de alguns aeroportos. O dirigente observou que a entidade sempre tem se manifestado favorável ao projeto de Vila Oliva nas audiências e reuniões realizadas em diferentes áreas públicas e privadas. "Estamos pressionando da forma que nos é possível fazer."

No rol de prioridades, o presidente da Fiergs citou os três principais objetivos: ampliação de mercados para as indústrias gaúchas, promoção da competitividade industrial e mudanças estruturais econômicas e sociais no Estado e no Brasil. Uma das maiores preocupações é com a infraestrutura logística, razão para que a entidade lidere e se associe a movimentos que busquem melhorias em todos os modais. "De nada adianta ter o produto com melhores preços e qualidade se ele chega atrasado ao cliente e com custos logísticos muitos elevados."

O presidente da Fiergs não só reafirmou apoio à decisão do governo de aumentar a taxação do IPI sobre veículos importados, como defendeu sua extensão para outros segmentos industriais. Para Müller, o governo precisa dar proteção à produção nacional impondo cotas aos importados ou elevando os tributos. Mas ponderou que deve ser temporal até a resolução da crise mundial. "Com o baixo consumo nas economias europeia e norte-americana, os grandes países produtores querem colocar seus excedentes no Brasil. E isto não pode ser admitido."

Embora as dificuldades impostas pelo Custo Brasil, Müller entende que estão sendo abertas novas oportunidades para o empresariado. Exemplificou com o Plano Brasil Maior, a queda de juros, o esforço de compensação do câmbio, o anúncio do metrô em Porto Alegre, as obras do PAC, o projeto da segunda ponte sobre o rio Guaíba e os investimentos nos polos florestal e naval, além daqueles da Petrobras. Neste caso específico, a meta da Fiergs é ampliar dos atuais 2% para, no mínimo 8%, até 2015, a participação dos gaúchos na estatal.



quinta-feira, 3 de novembro de 2011

0 Fundo Iguaçu pretende investir R$ 500 mi em aeroporto


O Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu/Cataratas (PR) passará por reformas da ordem de R$ 66 milhões por intervenção do Programa de Aceleração de Crescimento (PAC). A licitação já corre e algumas empresas estão habilitadas. As mudanças do PAC vão desde a colocação de uma nova casa de força, colocação de uma nova cobertura de acesso, repaginação do espaço interno até um “puxadinho” com 1,2 mil m².

O Fundo Iguaçu, por outro lado, pretende apresentar um projeto à Infraero que tem, ao todo, investimento próprio de R$ 500 milhões. “Queremos transformar Foz do Iguaçu em um hub da América do Sul”, disse o presidente do Fundo Iguaçu, Gilmar Piolla, que faz parte da Superintendência de Comunicação Social da Itaipu Binacional.

ANTECIPAÇÃO
Piolla acredita que o projeto apresentado “queimará etapas” para a ampliação do aeroporto. Para ele, a expectativa é que as ações sejam concluídas em 2013, algo que, para a Infraero, levaria de quatro a cinco anos. “Propomos uma transformação total do terminal”, disse.

A área de embarque, no projeto, terá cinco mil m² e cinco fingers móveis. Apesar de a cidade não ter grande demanda, será construído um terminal de cargas. O pátio, que tem capacidade para oito aeronaves, passará a comportar 16. Haverá uma nova pista com três mil ², fazendo com que a atual seja utilizada apenas para o taxiar das aeronaves. O número de voos diários passaria dos 24 atuais para 50. O estacionamento para veículos dos clientes também será ampliado.


Fonte: Panrotas

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

0 Em alta, aeroporto de Jundiaí terá investimento



Governo do Estado vai instalar nova sinalização na pista e volta a falar em estudos para privatizar local

Ao mesmo tempo que anuncia investimentos no aeroporto Comandante Rolim Amaro, em Jundiaí, o Daesp (Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo) confirma os planos de privatização dos 31 aeroportos que administra e o jundiaiense está incluído.

Nesta quarta-feira (26), o Daesp anunciou que a empresa Enar Engenharia e Arquitetura tem 180 dias para apresentar um projeto de sinalização vertical, após ter vencido uma licitação de R$ 52 mil – a execução das obras estão previstas para 2012.

De acordo com o Daesp, a sinalização será composta por placas verticais que ajudarão a orientar as aeronaves, e com isso trazer mais segurança nos pousos – o aeroporto de Jundiaí é o que tem mais movimento de aeronaves entre todos os administrados pelo órgão ligado ao governo do Estado.

E ainda segundo o Daesp, até o fim do ano serão entregues com investimento de R$ 583 mil para construção a seção contra incêndio, complementação da torre de controle, implantação da unidade de serviço e equipamentos de manutenção e sinalização do talude da cabeceira de pista (esta obra foi finalizada).

Também está previsto para 2011 mais R$ 1,8 milhão no monitoramento e ruído e complemento das instalações elétricas. Privatização Ainda sem data para conclusão, o Daesp confirmou ontem estar em estudo um modelo de concessão para os 31 aeroportos que administra no Estado –possivelmente será uma parceria público-privada.

A privatização ganhou força com a criação da Secretaria de Aviação Civil, criada em março por Medida Provisória pelo governo federal com status de ministério.

Conforme o Daesp, todos os aeroportos que administra são deficitários. O órgão não passa números de Jundiaí. Apontado como substituto de Congonhas, em São Paulo, na aviação executiva, em dez anos foram construídos 23 hangares no aeroporto de Jundiaí – duas áreas foram alugadas na semana passada para o pastor evangélico Valdemiro Santiago, fundador da Igreja Mundial, por cerca de R$ 166 mil mensais para a construção de hangares.

Viracopos terá concessão de 30 anos
O principal empenho da nova Secretaria de Aviação Civil é a privatização de aeroportos federais. Para Viracopos, em Campinas, o lance mínimo será de R$ 521 milhões e o prazo de concessão será de 30 anos, a partir de maio do próximo ano. Os estudos técnicos e econômicos das concessões, além dos investimentos dos projetos de ampliação dos aeroportos, já foram entregues ao TCU (Tribunal de Contas da União)

14,7
Mil passageiros já embarcaram ou desembarcaram este ano em Jundiaí


Fonte: Diário de S.Paulo

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

0 MP apura segurança de obra na cabeceira do aeroporto

Obras de terraplenagem e rebaixamento do solo estão adiantadas


O Ministério Público instaurou inquérito civil para investigar a construção de supermercado na cabeceira da pista do aeroporto de Rio Preto. O promotor de Justiça Sérgio Clementino esteve no local para conhecer a situação da obra em andamento, ao lado da avenida Rui Seixas no bairro Vila Aeroporto. “Ali é uma questão de segurança. Quero saber o que está acontecendo e verificar se todas as autorizações e regras de segurança foram observadas pela empresa”, afirmou o promotor.

Clementino encaminhou pedido de informações sobre o empreendimento à Prefeitura e ao Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo (Daesp) sobre as autorizações e alvarás liberando a construção de um supermercado naquela região da cidade.

O Daesp já afirmou não ter conhecimento da obra. Já a Aeronáutica informou ter autorizado o empreendimento. As obras de terraplenagem já foram iniciadas pelo grupo Tonin Superatacado, com um investimento inicial previsto em R$ 4 milhões. Cerca de 150 empregos estão previstos com o funcionamento do novo empreendimento.

Uma das preocupações do promotor é a concentração de pessoas e um local nas proximidades do aeroporto. O temor de Clementino é referente a possíveis acidentes. “Neste primeiro momento estou notificando a Prefeitura e o Daesp pedindo as explicações e, posteriormente, a Aeronáutica.”

Representantes da empresa já divulgaram que a obra foi iniciada com aval do 4º Comando Aéreo Regional (Comar). Ontem, o secretário de Comunicação, Deodoro Moreira, não soube dizer se o município já havia concedido alvará de construção à empresa para dar continuidade à obra.



terça-feira, 18 de outubro de 2011

0 Obras estão dentro do cronograma

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Paralisação dos voos prossegue todas as manhãs, entre 5h e 11h, até setembro do ano que vem. O intuito é trazer mais segurança para pista do aeroporto de Fortaleza
KID JÚNIOR


A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) confirmou que a obra de recapeamento no trecho central da pista do Aeroporto Internacional Pinto Martins está sendo executada dentro cronograma planejado. A intervenção teve início no último domingo, 16, e deve prosseguir até setembro do ano que vem, sempre entre 5h e 11h da manhã, com exceção de feriados prolongados e meses de alta estação.

Nesses dois primeiros dias de obra, os poucos passageiros, que estiveram no terminal, afirmaram ter sido pegos de surpresa, apesar do intenso trabalho informativo para evitar transtornos por parte das companhias, Infraero e Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

O superintendente do Pinto Martins, Wellington Santos, já afirmara que dos 35 voos, sendo um deles cargueiro, 12 foram suspensos, enquanto que os demais foram remanejados para outros horários.

A pista tem 2.545 metros de extensão. O recapeamento será feito em quatro etapas. A primeira fase da obra, que começou no domingo, só deve ser finalizada no fim de novembro. A Infraero orienta que os usuários procurem as empresas aéreas para confirmar os horários dos voos.

Horário de verão

Em nota, a estatal informou que os 66 aeroportos da Rede Infraero funcionarão de acordo com a programação estipulada pelo Decreto 6.558 de 2008, que institui o horário de verão nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, assim como na Bahia. A população dessas áreas deve adiantar os relógios em uma hora, informa a Infraero.

Remanejamento

35 voos, sendo um cargueiro, foram cancelados ou redistribuídos pelas companhias para outros horários

CONTRA PRIVATIZAÇÕES
Paralisações ameaçam prejudicar aeroportos

São Paulo.
Funcionários da Infraero ameaçam parar os aeroportos de Brasília e de Guarulhos nas próximas quinta e sexta-feiras, em protesto contra a privatização do setor. As manifestações foram aprovadas em assembleia. Campinas, que assim como Brasília e Guarulhos integra o plano de concessão da gestão de aeroportos à iniciativa privada, decide hoje se adere ou não à manifestação.

No entanto, apesar da ameaça do Sindicato Nacional dos Aeroportuários, que diz contar com apoio de outros movimentos sociais, a Infraero garante que não vai haver interrupção de voos. "Temos um plano de contingência que prevê funcionários de confiança exercendo atividades operacionais na ponta", diz Marçal Goulart, superintendente de gestão operacional da Infraero. Ele estima que entre 500 e 600 funcionários deverão cruzar os braços nos dias 20 e 21. "Temos certeza de que os dois dias passarão despercebidos pelos passageiros".

As polícias Civil e Militar já foram acionadas para ajudar a "manter a ordem". "A manifestação é legítima e pedimos apoio da polícia para que ela seja feita de forma pacífica", afirmou o representante da Infraero.



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