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sexta-feira, 4 de novembro de 2011

0 Multiplus fatura R$ 397,3 mi no 3T11, 32,4% maior que o mesmo período do ano anterior



Multiplus, que atua com o conceito de rede de empresas e programas de fidelização, encerrou o segundo trimestre com um faturamento na venda de pontos de R$ 397,3 milhões representando um crescimento de 32,4% sobre o mesmo período do ano anterior. A empresa encerrou o trimestre com uma rede composta por 168 parcerias e 8,9 milhões de participantes. Um pouco mais de dois anos após a criação da Multiplus, foi possível discutir e entender melhor o papel da companhia no mercado brasileiro de fidelização. Assim, no dia 1º de setembro, a empresa anunciou um novo posicionamento e uma nova identidade visual. Por meio da visão “juntos podemos muito mais”, a nova Multiplus chegou reforçando a missão de conectar empresas e pessoas por meio de uma rede de relacionamentos onde todos ganham.

A receita líquida da empresa foi de R$ 321,5 milhões, comparado a R$ 130,0 milhões no terceiro trimestre do ano anterior. A companhia apresentou um lucro líquido de R$ 51,3 milhões, representando uma margem líquida de 16,0%. Conforme divulgado, os recursos adiantados à TAM Linhas Aéreas, em fevereiro de 2010, para a compra de bilhetes aéreos a serem entregues aos participantes de sua rede, de aproximadamente R$ 622,1 milhões, foram plenamente utilizados até o final de junho de 2011, conforme divulgado nos resultados do segundo trimestre. Objetivando otimizar o retorno a seus acionistas, a companhia celebrou uma nova antecipação à TAM Linhas Aéreas para compra de bilhetes aéreos para entrega futura, totalizando R$ 400,0 milhões, mediante a concessão de desconto em relação aos preços contratuais vigentes, em condições de mercado.

Principais destaques do 3T11: .8,9 milhões de participantes, aumento de 17,0% vs 3T10 e de 3,7% vs 2T11 |.20,0 bilhões de pontos emitidos, crescimento de 38,5% vs 3T10 e de 7,9% vs 2T11 |.12,5 bilhões de pontos resgatados, vs 4,6 bilhões de pontos no 3T10 e 10,9 bilhões de pontos no 2T11|.Breakage médio (12 meses) de 24,0% vs 22,6% no 3T10 e 23,3% no 2T11|.Faturamento de pontos de R$ 397,3 milhões, crescimento de 32,4% vs 3T10 e 12,1% vs 2T11|.Receita líquida de R$ 321,5 milhões vs R$ 130,0 milhões no 3T10 e R$ 285,1 milhões no 2T11|.Lucro líquido de R$ 51,3 milhões, vs R$ 44,5 milhões no 3T10 e R$ 81,2 milhões no 2T11 (16,0% de margem)|. Ebitda de R$ 78,1 milhões, aumento de 64,5% vs 3T10 e redução de 14,6% vs 2T11 (24,3% de margem).|.Ebitda ajustado de R$ 81,2 milhões, redução de 8,2% vs 3T10 e redução de 0,1% vs 2T11 (21,9% de margem).



Fonte: Portal Fator

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

0 Apertem os Cintos. As Milhas Sumiram !



O programa de milhagens aéreas da TAM está sofrendo problemas que podem estar associados a fraudes no sistema de acesso aos benefícios, segundo a Pro Teste (associação de defesa do consumidor).

De acordo com o órgão, os clientes da companhia perderam as milhas no programa de fidelidade e tiveram os seus pontos usados na emissão de passagens em nome de terceiros.

Quem foi lesado percebe que houve troca da senha para o acesso ao sistema online.

O problema aparece ao entrar no site do programa, quando a senha do beneficiário é rejeitada.
A Pro Teste alega ainda que a TAM se nega a reembolsar as perdas, o que desrespeitaria uma
determinação do Código de Defesa do Consumidor.

"O fornecedor de serviços responde, independentemente da existência de culpa, pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos relativos à prestação dos serviços", diz a Pro Teste.

Resposta
Por meio de nota, a TAM disse que "está apurando as ocorrências relatadas por clientes do programa e esclarece que adota diversos procedimentos para garantir a segurança das informações de seu programa".

A companhia pede para que os clientes fiquem atentos aos pedidos de confirmação de dados que recebem por e-mail.

Segundo a TAM, toda solicitação do programa é direcionada ao site oficial da empresa. Os clientes lesados devem buscar uma solução com a companhia aérea.


Fonte: Agora/UOL

quinta-feira, 21 de julho de 2011

0 Programa de vantagens da Azul ultrapassa 1,6 milhão de Clientes



Com pouco mais de dois anos de lançamento, o programa de vantagens da companhia aérea Azul já soma mais de 1,6 milhão de clientes cadastrados. São 600 mil a mais em relação à base de clientes de 2010.
O sucesso se dá pelo diferencial do programa que, ao invés de milhas, dá ao cliente o equivalente a 5% do valor da tarifa a cada viagem. Os créditos podem ser utilizados em múltiplos de R$ 50, como desconto na compra de uma nova passagem, sem restrições de data, destino, ou quantidade de assentos.
Ainda, ao acumular 100 créditos de 1 de janeiro a 31 de dezembro do mesmo ano, o cliente é promovido para a categoria mais alta do programa, que oferece check-in preferencial em seis aeroportos, franquia de 33kg para despacho de bagagem, telefone e email exclusivos para se comunicar com a companhia, além de acumular 10% do valor da tarifa.


Fonte: Revista Flap, Via: Portal Info Aviação

terça-feira, 14 de junho de 2011

0 Multiplus se aproxima da TAM em valor de mercado



A
Multiplus, empresa que administra o programa de fidelidade da TAM, tem sido uma surpresa para a família Amaro, controladora da companhia, e para os investidores. A empresa vale R$ 4,4 bilhões apenas um ano e quatro meses depois da sua abertura de capital na bolsa. No dia da oferta, a ação foi vendida a R$ 13,78 e a empresa valia R$ 1,9 bilhão. Na sexta-feira, o papel fechou a R$ 27,45, valendo mais que o dobro da estreia.

A surpresa se deve à expressiva valorização em prazo tão curto, que fez o valor de mercado da Multiplus se aproximar ao da TAM, a maior aérea do país, que vale R$ 5 bilhões. "É como se o investidor da TAM comprasse as ações porque a empresa tem a carteira de clientes da Multiplus e não porque é uma companhia de aviação", diz Rodrigo Glatt, analista sênior e sócio da GTI Administradora de Recursos.

A arrancada da Multiplus na bolsa está atrelada, sobretudo, ao modelo de negócio. O cliente que compra passagens da TAM ou produtos e serviços de parceiros da companhia - como a rede de combustíveis Shell e os hotéis Accor - conta pontos que podem ser trocados por passagens aéreas.

A grande sacada da TAM foi perceber que, ao separar a Multiplus, poderia atrair mais parceiros comerciais e multiplicar o número de clientes. "Hoje, a Multiplus não depende da gestão da TAM para fazer essa ou aquela parceria. E os clientes que compram produtos nos parceiros automaticamente associam a imagem de viagem à TAM."

Para os investidores, o grande risco de uma operação de desmembramento é a nova companhia permanecer dependente da empresa-mãe. "O desafio é justamente fazer com que a empresa tenha capacidade de crescer sozinha, desvinculando ao máximo a operação com a parte relacionada", diz o consultor Paulo Sérgio Dortas, sócio da Ernst & Young.

Apesar da alta das ações da Multiplus, a operação ainda está sendo colocada à prova. Cerca de 98% dos pontos são resgatados hoje por passagens aéreas da TAM. O restante é proveniente de resgates feitos em outros parceiros, como troca por produtos em redes de supermercados.

Para mudar isso, desde a abertura de capital a Multiplus dobrou o número de parceiros comerciais, para 166. E os parceiros onde se acumula e também se troca pontos mais que triplicaram, de 5 para 18. O total de participantes na rede também subiu, de 6,3 milhões para 8,3 milhões no período. (DC)


Fonte: Valor Econômico

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