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terça-feira, 7 de agosto de 2012

0 IAG quer comprar fatia na American Airlines, diz jornal

Companhia quer garantir que a empresa aérea norte-americana permaneça na aliança OneWorld, segundo reportagem do Financial Times

A fusão entre British Airways e Iberia aconteceu em janeiro de 2011
Londres - O International Consolidated Airlines Group (IAG), empresa resultante da fusão entre a espanhola Iberia e a British Airways, considera comprar uma fatia minoritária na American Airlines e pretende garantir que a empresa aérea norte-americana permaneça na aliança OneWorld, segundo reportagem do Financial Times.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

0 IAG, dona da Iberia, vê prejuízo dobrar no primeiro tri

O prejuízo operacional da empresa aérea foi de 249 milhões de euros  



Londres - A International Airlines Group, formada pela fusão da British Airways com a Iberia, viu o prejuízo mais do que dobrar no primeiro trimestre, quando os custos crescentes de combustível e a crise na Europa ajudaram a abafar os efeitos da receita maior.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

0 IAG prevê lucrar mais cem milhões com a bmi Slots em Heathrow viabilizam expansão da rede



O IAG, grupo formado pela British Airways e Iberia, já anunciou que eleva em cem milhões de euros a meta de 1,5 milhões de resultados operacionais em 2015 pela compra da bmi à Lufthansa, a qual, por sua vez, assume terá um impacto do negócio “claramente negativo”, mas que espera amortizar em um ano.
“Este negócio é uma boa notícia para o Reino Unido”, comentou o CEO do IAG - International Airlines Group, Willie Walsh, em declaração citada em comunicado do grupo, na qual destaca que a compra da bmi lhe abre uma “oportunidade única de crescer em Heathrow”.
“Utilizando mais eficientemente o portefólio de slots” da bmi, o grupo fica com mais opções de lançar novas rotas de longo curso para países chave para o comércio internacional e alavancar a rede de curto e médio cursos, diz Willie Walsh, acrescentando que desta forma o Reino Unido fica em melhor posição para competir à escala global e Heathrow verá “maximizada a sua posição de aeroporto de classe mundial”.
Willie Walsh admite na mesma declaração que a bmi precisa de ser reestruturada e que neste processo vão ser sacrificados postos de trabalho, contrapondo que, no entanto, desta forma serão preservados mais empregos de alta qualidade no Reino Unido.
“A compra da bmi pelo IAG vai proteger mais postos d trabalho no Reino Unido do que se a companhia tivesse sido fechada e os seus slots em Heathrow vendidos”, afirma o CEO do IAG, que diz no comunicado em no ano de 2010 a bmi, com activos no valor de 284 milhões de libras, perdeu 153 milhões num volume de negócios de 777 milhões.
Os slots (faixas horárias de aterragens e descolagens) em Heathrow tornaram-se um activo ainda mais valorizado depois que as autoridades britânicas chumbaram o projecto de dotar o aeroporto com mais uma pista.
Face a esta decisão, a aquisição de slots tornou-se a única hipótese de expansão e daí que já em Setembro, antes de assinar o acordo de princípio com a Lufthansa, a British Airways tivesse comprado seis pares de slots da bmi.
O comunicado do IAG sobre o negócio da Lufthansa esclarece ainda que a bmi regional e a bmibaby ficaram de fora do acordo, indicando que a Lufthansa ficou com a opção de as vender antes da conclusão do processo, que prevêem possa ocorrer no próximo trimestre.
A bmibaby é uma das low cost que opera de e para Faro, tendo transportado nos onze meses de Janeiro a Novembro deste ano um total de 113.620 passageiros, menos 9,5% que no período homólogo de 2010, face a uma redução do número de voos (partidas e chegadas) em 12,7%, para 952.
No mês de Novembro, com menos 53,8% dos voos que há um ano, ficando em 12, a bmibaby teve em Faro uma queda do número de passageiros em 44,9%, para 1.424.
De acordo com o comunicado, a bmi regional tem uma frota de aviões do fabricante brasileiro Embraer com a qual opera voos de curta distância no Reino Unido e na Europa Continental à partida de sete aeroportos regionais.
A bmibaby, por sua vez, é uma low cost que opera com aviões Boeing a partir dos aeroportos de East Midlands e Birmingham.
A principal companhia bmi, centrada em Heathrow, tem uma frota de Airbus e a sua rede inclui destinos domésticos, da Europa Continental, Médio Oriente e África.
O comunicado do IAG diz ainda que o seu investimento na compra da bmi será com fundos próprios e que vai avançar com 60 milhões de libras em quatro fases antes da conclusão do negócio, tendo como garantia slots em Heathrow.





Fonte: Presstur

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

0 IAG compra British Midland por € 207 milhões

Um Airbus A320-200 da frota da aérea (foto divulgação BMI)

Um Airbus A320-200 da frota da aérea (foto divulgação BMI)


O anúncio realizado em novembro pela International Airlines Group (IAG), dona da British e Iberia, sobre a compra da British Midland Limited, companhia aérea até então parte do Grupo Lufthansa e que tem a maior parte das operações no Reino Unido, na Europa e no Oriente Médio, foi concretizado este mês por € 207 milhões.

Após assinar o acordo, o CEO e presidente do Conselho Executivo da Lufthansa, Christoph Franz, afirmou que os colaboradores da companhia mostraram-se motivados com a mudança. “A aquisição faz parte do desenvolvimento estratégico para com os nossos clientes, fornecedores e colaboradores, que passarão a fazer parte de um grupo com forte posição financeira”, continuou o CEO.

O fim da transação financeira está previsto até o mês de março de 2012.


Fonte: Panrotas

domingo, 13 de novembro de 2011

0 Iberia mudará sua imagem em 2012



IAG espera alcançar um lucro operacional de 1.500 milhões de euros em 2015.

Depois de quase 35 anos, a Iberia vai mudar sua marca no próximo ano. O anúncio foi feito por Rafael Sánchez Lozano, CEO da empresa, durante a sua apresentação a analistas no Dia do Investidor foi realizada ontem em Madrid. Logo depois de a democracia veio para a Espanha em 1977, a Iberia modificado pela última vez a sua imagem, enquanto outras companhias aéreas têm transformado a sua marca em diversas ocasiões.

Da mesma forma, Sanchez-Lozano CEO da Iberia explicou, IAG também planeja fazer no próximo ano do aeroporto de Barajas em um hub de classe mundial. Isso levará várias medidas que visam aumentar as receitas em 56 por cento e reduzir os custos em 44 por cento. É estimado que esta melhoria terá um impacto econômico de cerca de 100 milhões de euros em 2015.

Entre as medidas que irá impulsionar o aeroporto, que é atualmente o maior hub europeu com rotas para a América Latina, são o de melhorar a prontidão e aumentar a eficiência.

Ao mesmo tempo, a Iberia consiste em reorganizar todos os seus escritórios ao redor do aeroporto de Madrid, unificá-los em um novo prédio que será colado na T4 e que poderá operar no final de 2014. Logo após, lançará um novo terminal de cargas para estar pronto em 2015.

40 Aviões para a Iberia Express

Sobre a nova companhia aérea que cobrirá vôos de curtas e médias distâncias que atualmente é conhecida como Iberia Express, o plano de negócios previsto para começar no próximo ano com quatro aeronaves para a frota de ser aumentada em até 40 aeronaves até 2015. IAG acredita que o lançamento da Iberia Express irá ter um impacto econômico positivo na empresa de 100 milhões de euros.

Como para as perspectivas da IAG, e sob os slides e as informações escritas que a empresa tem publicado (como a gravação das intervenções será lançado até alguns dias), o fruto do gigante da união entre British Airways e Iberia tem impedido mais resultados nos próximos anos de 2012 e 2013 e faz um balanço até 2015, em que as duas empresas desaparecem BA Opco e Iberia Opco, e ficará apenas a IAG.

Para este exercício, a empresa espera um lucro operacional de1.500 milhões de euros, que é atingido após o aumento das previsões iniciais de sinergias (economias de custo). Dentro do plano de investimentos, a empresa vai gastar um total de 7.650milhões de euros de 2011 a 2015.

Algumas dessas provém da adição de nova frota de aviões,especialmente de longo curso. Graças à redução dos custos de combustível, novas aeronaves irá aumentar a eficiência de custos em 250 milhões de euros. Com a nova frota, a intenção do grupo é crescer organicamente na capacidade com uma média de 2,5 por cento ao ano até 2015.

Se for verdade que no curto prazo, o grupo liderado por Willie Walsh tenha reconhecido que os preços elevados do petróleo afetará a conta de combustível em 2012. Especificamente, dado o preço atual do petróleo, espera-se que o custo unitário irá aumentar 14 por cento. O combustível já ultrapassa um terço dos custos da IAG.


*Notícia Traduzida por FSGNEWS



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