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sexta-feira, 10 de agosto de 2012

0 Lucro da Bombardier cai por receita menor em trens

Ganho da terceira maior fabricante de aviões caiu para US$ 182 milhões

Bombardier Challenger 300

Toronto/Bangalore - A canadense Bombardier registrou uma queda de 14 por cento nolucro do segundo trimestre, afetado por uma queda na receita de sua divisão de trens.

O lucro líquido da terceira maior fabricante de aviões do mundo caiu para 182 milhões de dólares, ou 0,10 dólar por ação, ante 211 milhões de dólares, ou 0,12 dólar por ação, um ano antes.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

0 Lucro da Bombardier cai 14% com recuo de encomenda

Resultado da fabricante de aviões e de trens ficou em US$ 190 milhões, ou US$ 0,10 por ação



Toronto - O lucro da fabricante de aviões e trens canadense Bombardier caiu 14% no primeiro trimestre, para US$ 190 milhões, ou US$ 0,10 por ação, de US$ 220 milhões, ou US$ 0,12 por ação, em igual período do ano passado.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

0 Uruguaia Pluna aumenta frota e número de voos para o Brasil



País deve responder por metade do faturamento da companhia aérea em três anos.

A companhia aérea uruguaia Pluna se prepara para anunciar a criação de seis novas rotas de voos ligando a capital Montevidéu a cidades brasileiras. Pelo menos três destinos já estão certos: Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul e Londrina, no Paraná.

Segundo o diretor comercial da companhia no Brasil, Gonzalo Mazzaferro, a estratégia da Pluna é investir em cidades populosas, com boa infraestrutura aeroportuária mas que estão fora das rotas internacionais. Até 2007, quando a extinta Varig detinha 49% da companhia uruguaia, a Pluna operava apenas dois estinos no Brasil: São Paulo e Rio de Janeiro.

Para dar conta da demanda, a Pluna, que hoje opera com 12 aeronaves, vai receber, ainda neste ano, um CRJ 900 da fabricante canadense Bombardier. O modelo tem capacidade para 88 passageiros. Mazzaferro não revela números mas confirma que outras aeronaves já estão a caminho. Tamanha movimentação se explica pelo peso do Brasil na receita da empresa.

Há quatro anos, o país respondia por 18% do faturamento da Pluna. Hoje, esse índice é de 40% e a expectativa é de que chega à metade da receita da aérea dentro dos próximos três anos. A Pluna deve encerrar 2011 com faturamento de US$ 179 milhões.

O número de passageiros transportados pela companhia no Brasil cresceu 83% entre janeiro e setembro deste ano, na comparação com o mesmo período de 2010. O volume de vendas de passagens registrou alta de 162% no mesmo intervalo.

Os bons resultados, entretanto, não conseguem ocultar a fragilidade da empresa quando o assunto é o câmbio. Segundo Mazzaferro, a companhia sentiu as turbulências da elevação do dólar no mês de setembro. "Tivemos um recuo de vendas imediato de 15% no mês", disse o executivo, que garantiu que a operação está normalizada.

Apesar de focar no Brasil como principal fonte de receita, a Pluna também expande suas atividades em outros países e acaba de obter concessão para voos domésticos no Chile.

Parcerias

Além disso, na última semana a a empresa fechou um acordo de codeshare com a America Airlines para voos partindo de Montevidéu, no Uruguai, com destino a Miami, nos Estados Unidos. A companhia também tem parceria comercial com a Iberia, para voos de Montevidéu com destino a Espanha.

No Brasil, a atuação conjunta é realizada com a Tam Linhas Aéreas.


Fonte: Brasil Economico

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

0 Fiesp faz nova proposta de reajuste para o setor aeronáutico

A proposta da Fiesp, diz o sindicato, prevê reposição integral do Índice Nacional de Preços ao Consumidor mais 2,42 por cento de aumento real



Aeronave da Bombardier: a América Latina é responsável por 6% a 8% das vendas de jatos executivos comerciais da empresa



São Paulo - A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) fez nesta terça-feira uma nova proposta de reajuste salarial para os trabalhadores do setor aeronáutico, segundo informações do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e Região.

A proposta da Fiesp, diz o sindicato, prevê reposição integral do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) mais 2,42 por cento de aumento real.

"A proposta será levada para votação em assembleia dos trabalhadores da Embraer, na próxima quinta-feira, dia 3. Se for aprovada, os trabalhadores terão um reajuste salarial de, aproximadamente, 9,5 por cento", disse o sindicato, lembrando que o valor ainda dependeria da inflação do período de novembro de 2010 a outubro de 2011.

A nova proposta da Fiesp também altera a data-base de novembro para setembro a partir de 2012. "Esta é uma antiga reivindicação dos trabalhadores, que passariam a ter a mesma data-base de toda a categoria", informa nota do sindicato.

No final de setembro, os metalúrgicos do primeiro turno da fábrica da Embraer em São José dos Campos entraram em greve por 24 horas, reivindicando maior reajuste salarial e menor jornada de trabalho, entre outros itens.


Fonte: Exame/Abril

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

0 Companhia chinesa pretende comprar jatos da Bombardier

A Bombardier, terceira maior fabricante mundial de aeronaves civis, vê a China como um mercado em expansão para seus aviões




São Paulo - A Bombardier disse nesta quarta-feira que uma companhia aérea chinesa concordou provisoriamente em comprar seis de suas aeronaves comerciais regionais CRJ900 NextGen.

A transação - feira, o contrato de seis aviões valeria 264 milhões de dólares, disse a Bombardier em comunicado.

O pedido provisório foi feito um mês após a Bombardier afirmar que vai cortar a produção de sua família de jatos CRJ, de 60 a 99 lugares, a partir de janeiro, já que as companhias aéreas estão atrasando a realização de novos pedidos em meio às incertezas econômicas.

A Bombardier, terceira maior fabricante mundial de aeronaves civis, vê a China como um mercado grande e em expansão para seus aviões.

Mais cedo este ano, a Bombardier fez um acordo com a Commercial Aircraft Corp of China, maior fabricande de aviões da China, para trabalhar conjuntamente no desenvolvimento de aviões a fim de competir com gigantes do setor como Airbus e Boeing.


Fonte: Exame/Abril

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

0 Delta adia plano de comprar aviões da Embraer ou da Bombardier



Companhia aérea estudava encomendar até 400 aeronaves regionais, mas decisão ficou para depois

A Delta Air Lines Inc. adiou a decisão se irá comprar aviões regionais, fabricados pela Embraer SA ou pela Bombardier Inc, para renovar sua frota, segundo três pessoas com conhecimento do assunto.
Em janeiro, a Delta disse que planejava a compra de 100 a 200 aeronaves de fuselagem estreita, além de avaliar opções para outras 200, com entregas programadas para começar em 2013.
Nesta semana, a diretoria da companhia decide se compra aviões 737 da Boeing Co. ou da família A320 da Airbus SAS, disseram as pessoas, que pediram anonimato por não estarem autorizadas a falar sobre o assunto. Segundo elas, a votação por incluir aeronaves regionais nesses pedidos foi adiada.
A Embraer ainda precisa definir se vai desenvolver um novo avião regional, com mais capacidade que os atuais, ou se modifica os motores nos jatos da família E-Jet. Já a Bombardier deve entregar o primeiro aparelho de sua nova família de aeronaves regionais CSeries em 2013.
A Delta tem mantido conversas com a Embraer e com a Bombardier, disseram duas das pessoas.
John Arnone, porta-voz da Bombardier, negou-se a fazer comentários. A Embraer não respondeu imediatamente o pedido de comentário feito pela Bloomberg.

Boeing e Airbus
Vencer o pedido da Delta daria impulso significativo a Boeing após perder sua relação exclusiva com a American Airlines em 20 de julho, quando a companhia aérea dividiu um pedido de 460 aviões entre a fabricante americana e a Airbus. A Delta operava apenas com aviões da Boeing até incorporar centenas de aparelhos Airbus com a compra da Northwest Airlines, em 2008.
A especulação na indústria de que a Airbus seria favorecida na escolha da Delta tem sido alimentada pelo histórico do atual presidente da empresa, Richard Anderson. Ele presidia a Northwest quando a companhia adquiriu mais aviões da fabricante europeia.
A Delta não comenta seus planos para compra de aeronaves, disse Trebor Banstetter, porta-voz da companhia. John Dern, porta-voz da Boeing, e Martin Fendt, da Airbus, não quiseram comentar o assunto.


Fonte: Exame/Abril

quarta-feira, 20 de julho de 2011

0 Ação da Bombardier recua com ameaça de novo 737 da Boeing



A ação da canadense Bombardier recuava nesta quarta-feira com a notícia de que a Boeing pretende equipar sua aeronave 737 com um novo motor, intensificando a competição no mercado de aviões.

Um modelo menor da aeronave sucesso de vendas da Boeing, o 737-200*, pode ser um forte competidor para a nova linha da Bombardier, a C-Series, sua incursão ousada e dispendiosa no mercado de aeronaves de maior porte, cuja adoção por clientes tem sido lenta.

Uma característica importante para as vendas dos aviões C-Series tem sido seu novo e mais eficiente motor, que reduzirá custos operacionais.

Porém, o modernizado Boeing 737-200* e o A319neo, da Airbus, que também diminuem custos operacionais, reduzirão partes da vantagem da Bombardier, disse o analista Fadi Chamoun, da BMO Capital Markets.

A Boeing estava adiando uma decisão sobre se iria modernizar seu 737 ou desenvolver um avião totalmente novo por mais de um ano, fazendo com que clientes se voltassem para alternativas como o C-Series da Bombardier e o neo da Airbus.

"Suspeitamos que importantes clientes da Boeing que, até o momento, estavam pensando em alternativas para renovar suas frotas na ausência de uma solução a médio prazo da Boeing, devem considerar manter o plano", disse o analista Tasneem Azim, da UBS Securities, em relatório a clientes.

O C-Series, que representa a entrada da Bombardier no mercado de aviões executivos de 110 a 149 lugares* e lhe custou 3 bilhões de dólares canadenses, deve chegar ao mercado no fim de 2013, com o modelo maior CS300 entrando em operação em 2014.

A conquista de encomendas do C-Series tem sido lenta, embora a Bombardier tenha garantido encomendas de 30 unidades durante a Paris Air Show em junho.

Às 16h02 (horário de Brasília), as ações da Bombardier na bolsa de Toronto cediam 2,2 por cento, para 6,30 dólares canadenses.


Fonte: Reuters

quarta-feira, 22 de junho de 2011

0 Paris Air Show: Bombardier apresenta características do cockpit do CSeries



A Bombardier apresentou nesta quarta-feira durante o Paris Air Show as características do cockpit do CSeries, classificado pela fabricante como um dos mais avançados tecnologicamente e eficientes em sua categoria.

Com aviônicos da linha Pro Line Fusion, fabricados pela Rockwell Collins, o painel de instrumentos do CSeries destaca-se por apresentar um visual moderno com cinco grandes monitores de LCD com 15,1 polegadas, os maiores disponíveis atualmente no mercado, sidesticks no lugar dos manches que equipam os demais aviões da Bombardier e duplo head-up display.

Segundo o vice-presidente e gerente geral do CSeries para a Bombardier Commercial Aircraft, Robert Dewar, a tecnologia de ponta usada no desenvolvimento da cabine de pilotagem do CSeries proporcionará redução de custos e maior eficiência operacional, bem como maior consciência situacional aos pilotos, simplicidade, operação sem papéis (reprodução eletrônica de materiais impressos como as cartas de navegação aérea) e menor tempo de treinamento para os pilotos.

As características tecnológicas do painel de instrumentos do CSeries foram ressaltadas também pelo vice-presidente de Vendas, Marketing e Suporte da Rockwell Collins, Colin Mahoney, que explicou que os aviônicos Pro Line Fusion possuem uma interface gráfica homem-maquina intuitiva, extensas capacidades voltadas à consciência situacional e uma ampla integração aos sistemas da aeronave.


Fonte: Portal Contato Radar

sexta-feira, 17 de junho de 2011

0 Novo Bombardier em dificuldades



A Bombardier Inc. está sob pressão crescente para conseguir pedidos para seu novo jato CSeries antes da Salão da Aeronáutica de Paris, na semana que vem.

Depois de 15 meses sem anunciar pedidos, a empresa, sediada em Montreal, anunciou este mês duas pequenas encomendas, que somam um total de 13 pedidos firmes de jatos e opções para outros 13. O CSeries só tem 5 clientes até agora, com pedidos firmes para 103 jatos e opção para outros 103.

É pouco para um dos projetos mais importantes da empresa. A Bombardier ainda não anunciou um cliente que aceite a primeira entrega da aeronave.

Todos esperavam que a Bombardier anunciasse uma série de pedidos do avião de um só corredor — normalmente para viagens curtas e de média distância — na Feira Internacional de Aviação de Farnborough, na Inglaterra, em julho. Mas nenhum se materializou. Um pedido da companhia aérea Qatar Airways Ltd., do Oriente Médio, foi cancelado depois de uma disputa entre a companhia aérea e a fabricante de turbinas Pratt & Whitney sobre os custos de manutenção.

A Bombardier não quis comentar se serão anunciados pedidos no Salão de Paris. Pessoas a par dos planos da fabricante de aviões dizem que provavelmente ela anunciará um punhado de pedidos, mas todos pequenos.

"Não administramos nossos pedidos de acordo com as feiras de aviação, mas teremos mais pedidos este ano", disse Gary Scott, presidente de aviões comerciais da Bombardier, numa entrevista ao Wall Street Journal no mês passado. "O CSeries vai bem e estamos a caminho de entregá-lo no fim de 2013. Não é que não tenha seus desafios, mas não há nenhum grande obstáculo para nós neste momento."

Bombardier
El Bombardier CS300

A Bombardier terceira maior fabricante de aviões do mundo em vendas, atrás da Boeing Co. e da Airbus, esta controlada pela European Aeronautic Defence & Space Co. é mais conhecida por seus jatos regionais e aviões turboélice. A empresa aposta o futuro de seu programa de aviões comerciais no CSeries, que recebeu de 50% a 60% das despesas de capital da Bombardier. A empresa calcula o desenvolvimento da aeronave em US$ 2,5 bilhões, a ser compartilhado por fornecedores e governos como o do Canadá e do Reino Unido, onde a Bombardier tem fábricas importantes.

O principal concorrente da Bombardier, a Empresa Brasileira de Aeronáutica SA, mais conhecida como Embraer, de São José dos Campos, SP, já ultrapassou a Bombardier no mercado de jatos regionais, com sua linha de aviões maiores E-Jets.

A Bombardier afirma que os aviões CSeries que usam um novo projeto feito principalmente de fibras compósitas — prometem manutenção mais barata e consumo menor de combustível que outros aviões no mercado. O CSeries pode acomodar de 110 a 130 passageiros e tem autonomia de no máximo 5.463 quilômetros, suficiente para a maioria das rotas domésticas da Europa, da América do Norte, da China e da Ásia. O jato custa de US$ 55 milhões a US$ 63 milhões cada, a depender do modelo, embora as companhias aéreas costumem negociar descontos no preço de tabela.

Além de buscar o mercado de aviões com menos de 150 passageiros, a Bombardier acredita que o CSeries vai roubar mercado do Boeing 737 e do Airbus A320, os menores jatos de um corredor oferecidos por essas empresas.

Mas as companhias aéreas têm relutado em fazer pedidos do CSeries, enquanto esperam para ver se a Boeing ou a Airbus vão redesenhar seus aviões de um corredor. A alta do combustível também vem adiando os pedidos das companhias aéreas, bem como as lições aprendidas com os repetidos atrasos no desenvolvimento do jato de dois corredores Dreamliner 787, da Boeing. No fundo, as companhias aéreas querem ver o CSeries sair da prancheta e voar antes de se comprometerem a comprá-lo.

John Leahy, diretor operacional para vendas da Airbus, tem atacado de frente o projeto CSeries. Depois de a Airbus ter anunciado ano passado que iria oferecer uma versão atualizada do A320, Leahy disse que o novo design "acaba com o modelo de negócios" para o CSeries.

A Boeing tem sido mais discreta. Num evento com investidores mês passado, executivos da Boeing disseram que a empresa ainda não perdeu nenhum cliente do 737 para a Bombardier. Mas eles reconheceram que o duopólio da Airbus e da Boeing no mercado de jatos de um corredor provavelmente já chegou ao fim.

O CSeries também enfrenta concorrência de fabricantes japoneses, russos e chineses, embora o número de passageiros de seus modelos varie. A Embraer, que ainda não anunciou planos para o sucessor da linha E-Jets, também pode ser um rival difícil.

Com tanta concorrência, "entendo por que as companhias estão em cima do muro", disse Rick Erickson, consultor do setor aéreo de Calgary, no Canadá. "Isso complicou um pouco mais as coisas para a Bombardier."


Fonte: Wall Street Journal

segunda-feira, 30 de maio de 2011

0 Suspeita de acordo secreto Embraer-Bombardier



Telegramas secretos da diplomacia norte-americana, publicados pelo grupo WikiLeaks, revelam novos bastidores da guerra comercial entre Brasil e Canadá em torno dos subsídios ao setor aéreo. Segundo os documentos, os Estados Unidos acreditavam que Embraer e Bombardier só resolveram a disputa após selar um acordo de cavalheiros em que dividiram encomendas. A fabricante brasileira nega, enquanto a canadense não comenta.

A preocupação dos EUA não era com a defesa do livre comércio, mas com os interesses da norte-americana Boeing e como a empresa poderia ser afetada pelo suposto "duopólio". Os telegramas, aos quais a reportagem teve acesso, também evidenciam a percepção da diplomacia dos Estados Unidos sobre os vínculos estreitos entre empresas e governos no setor de aviação.

A disputa entre Bombardier e Embraer é uma das maiores guerras comerciais em que o Brasil já esteve envolvido. Para apoiar as empresas, os governos brasileiro e canadense se acusaram mutuamente na Organização Mundial de Comércio (OMC). Iniciados em 1996, os processos se arrastaram por sete anos e só terminaram quando ambos os países foram condenados a modificar os programas de apoio à exportação de aeronaves.

Nos EUA, porém, não prevaleceu a versão de que a guerra acabou com fim dos subsídios ilegais. Em um telegrama enviado em 4 de agosto de 2005, a embaixada americana em Ottawa, no Canadá, relata o caso ao Departamento de Estado e diz que "a disputa só esfriou em 2002-2003 com uma paz negociada. Bombardier e Embraer dividiram encomendas importantes da US Airways e da Air Canadá".

Dois anos antes, em 7 de novembro de 2003, outro telegrama do consulado americano em Montreal tocaria no mesmo ponto. "Os rumores são de que tanto a Bombardier como a Embraer teriam dado um forte desconto no preço de compra de seus aviões em uma encomenda de 170 jatos no valor de US$ 4,3 bilhões pela US Airways", diz o documento. "A encomenda, anunciada em maio, foi dividida entre as duas fabricantes de aviões".

Procuradas pelo Estado, Embraer e Bombardier reagiram à divulgação dos documentos. "Isso é um absurdo, uma leviandade. Nunca sentamos para conversar com a Bombardier", afirmou o presidente da Embraer, Frederico Curado. "Não comentamos discussões entre governos", disse Haley Dunne, porta-voz da Bombardier, em Montreal. A empresa também não discute telegramas vazados pelo grupo WikiLeaks. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Época Negócios

segunda-feira, 25 de abril de 2011

0 Pluna confirma a compra de 3 novas aeronaves



Estas três novas aeronaves Bombardier CRJ 900 Next Generation , que chegará a Montevidéu antes do final do ano. A nova aeronave irá se juntar à atual frota de 10 unidades idênticas, que são mais velhos, em média, menos de dois anos.

A ampliação da frota é parcialmente financiado pelo Banco de Desenvolvimento do Canadá, que definiu a participar deste novo investimento Pluna, depois de estudar sua evolução e perspectivas.

Esses investimentos permitiram que a companhia aérea uruguaia triplicar o número de passageiros transportados na região entre 2007 e 2010, passando de 6 para 15 destinos, e realizar uma atualização, a empresa não apenas preservou todo o trabalho, mas o aumento . Esta expansão da frota vai significar cerca de 100 novos empregos.

Jorge Lepra, Pluna CEO disse que "a maior frota permitirá reduzir ainda mais o peso dos custos fixos, aumentar o volume das operações e acelerando o processo de recuperação da rentabilidade. Ele nos permite continuar a contribuir para o crescimento do Uruguai como um destino turismo e como central de distribuição de passageiros através de nosso Hub do Sul, em Montevidéu. "

A expansão da frota no final de 2010, quando passou 7-10 aeronaves, permitiu um aumento significativo no número de visitantes durante a temporada de verão, especialmente do Brasil, as rotas em que dobrou o número de passageiros em relação ao ano supra. Em março Pluna dobrou o número total de passageiros transportados sobre o mesmo mês de 2010 e, no caso de rotas entre Uruguai e Brasil quadruplicou.

O aumento da frota irá manter esse crescimento no número de visitantes estrangeiros e entrando no Uruguai. Na última temporada, a estimativa dos passageiros de câmbio irá gerar Pluna Uruguai, usando informações do Ministério do Turismo e Esportes, é de aproximadamente US $ 80 milhões. Na próxima temporada, com três novas aeronaves, Pluna vai aumentar sua capacidade operacional em 30%.

sábado, 2 de abril de 2011

0 China fecha acordo com maior rival da Embraer




Para especialistas, parceria trará ''financiamento ilimitado'' à Bombardier


A China desembarca de vez no setor aéreo mundial e assina com a principal rival da Embraer - a canadense Bombardier - um acordo para o desenvolvimento conjunto de aviões. Para especialistas do setor aéreo, a aliança promete causar uma revolução no setor: garantirá acesso a tecnologia de ponta para a China e, para a Bombardier, acesso a um financiamento ilimitado.
Em entrevista ao Estado no final de 2010, o presidente da Embraer, Frederico Curado, admitiu que a China seria o maior desafio para a empresa na próxima década. Mas o novo acordo pode acelerar a concorrência.
Para completar, cria uma nova suspeita em relação ao financiamento da empresa canadense. Embraer e Bombardier já se enfrentaram nos tribunais internacionais há dez anos, alegando mutuamente o fato de terem recebido subsídios ilegais de seus respectivos governos. Desde então, Brasil e Canadá fecharam acordo de cavalheiros, estabelecendo os níveis de apoio a suas indústrias. Mas a Embraer passou a monitorar o desenvolvimento da nova linha de aviões da Bombardier e, em diversas ocasiões, entrou com queixas nos tribunais contra os subsídios recebidos pelos canadenses.
A entrada da China no projeto promete transformar a equação na disputa por mercado. O acordo foi assinado entre a estatal Commercial Aircraft Corporation of China (Comac) e a empresa canadense, sem a divulgação de valores de investimentos. Especula-se que a injeção de recursos da China atinja US$ 1 bilhão.
A Embraer já deixou claro que um dos temores que tem é de que a China passe a subsidiar o setor, o que representaria a total falta de dados sobre o financiamento na fabricação de jatos.
Na Airbus, o projeto é ainda visto como o maior desafio para o setor nos próximos anos. O acordo estabelece a meta do desenvolvimento de produtos em comum, principalmente aeronaves para uso civil.
De forma concreta, o projeto alavancará o novo modelo da Bombardier, conhecido como CSeries, que competirá com a Embraer. Já os chineses receberão tecnologia de ponta para os aviões da Comac conhecidos como C919, que competirão com Airbus e Boeing. "Acreditamos que essa colaboração vai gerar resultados positivos tanto para o programa C919 como para o CSeries, e abre também a porta para colaboração adicional em outros projetos mutuamente benéficos", disse Pierre Beaudoin, presidente da Bombardier.
Curado, da Embraer, tem questionado a forma pela qual ocorrerá a cooperação, alertando que haveria mais ganhos para os chineses que para os canadenses. Segundo ele, a Bombardier já estaria mais avançada no desenvolvimento de seu novo jato, enquanto os chineses ainda estariam em um estágio menor.
Segundo Curado, ou o jato da Bombardier será retardado em seu desenvolvimento ou o avião chinês será adaptado às tecnologias canadenses.
Militar. A guerra da Embraer contra os subsídios obteve ainda assim uma vitória ontem. A OMC condenou os subsídios americanos à Boeing, à pedido da Airbus. O Brasil, porém, havia sido terceira parte na disputa e os argumentos do Itamaraty foram em grande parte atendidos pelos juízes.
O Brasil argumentava que serviços prestados pela Nasa - a agência espacial americana - e pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos à Boeing deveriam ser considerados como ilegais e uma ajuda desleal que distorce os mercados.
Pela regras da OMC, apenas o financiamento de compra de material e acesso a capital deveria ser considerado como ilegal. Mas, em sua petição, o Brasil chamou a atenção da OMC para que serviços também fossem considerados auxílio ilegal para a competitividade de uma empresa.
A entidade acabou considerando que equipamentos providenciados pela Nasa para a Boeing, além de tecnologia e mesmo mão de obra especializada, permitiram que o jato 787 fosse lançado. Para a OMC, sem a ajuda estatal, o novo avião americano simplesmente não existiria,
Aliança.

terça-feira, 22 de março de 2011

0 Sistemas do Bombardier CSeries começam a ser testados



Os testes envolvendo os primeiros sistemas sendo desenvolvidos para o jato CSeries da canadense Bombardier começaram a ser realizados pelas empresas parceiras do projeto e vendedores no Canadá, EUA e Europa.

Os sistemas serão posteriormente entregues à Bombardier, que os instalará na área de testes de sistemas integrados do avião conhecida como CIASTA (Complete Integrated Aircraft Systems Test Area), que já recebeu algumas partes como a caixa de engrenagens acessória do motor e os controles da cabine de pilotagem e onde no momento estão sendo montadas as estruturas que darão suporte aos equipamentos a serem testados.

"A CIASTA irá integrar os sistemas de controle de voo, aviônicos, hidráulico, elétrico e sistemas de controle ambiental antes do primeiro voo da aeronave CSeries", disse o vice-presidente do Time de Desenvolvimento Integrado de Produto da Bombardier Commercial Aircraft, David Tidd. "É um avanço significativo em relação às estruturas de teste usadas pela Bombardier em programas anteriores de desenvolvimento de aeronaves."

A CIASTA é a primeira de uma série de instalações planejedas para o desenvolvimento do CSeries, estando localizada ao lado da linha de montagem da família de jatos CRJ na fábrica da Bombardier na cidade de Mirabel, no Canadá.

quinta-feira, 17 de março de 2011

0 Garuda deve adicionar 18 jatos regionais até 2015



Garuda Indonésia vai começar uma competição deste ano para selecionar os primeiros jatos regionais.

A companhia espera acrescentar cerca de 18 sub-sede cem aeronaves à sua frota até 2015 para servir de baixa densidade roteadores de alimentação de alto rendimento na Indonésia, diz CEO Emirsyah Satar em uma entrevista com a irmã da ATI publicação Airline Business. A decisão será tomada este ano, ele acrescenta.

A empresa estará estudando tanto CRJs Bombardier e Embraer E-Jets, acrescenta. Enquanto ele não descartou a possibilidade de olhar para o jato regional MRJ Mitsubishi, ele acredita que sua entrada em serviço não pode atender ao cronograma de Garuda. Jets também fazer mais sentido do que turboélices, diz ele.

"Os jatos regionais nos dará muita autonomia, pois há cidades em rápido crescimento dentro da Indonésia que exigem conexões diretas Diga se você quer voar de Balikpapan e Banjarmasin. - É difícil de operar aeronaves maiores, mas um jato regional se enquadraria como de baixa densidade e as rotas de alto rendimento ", diz Satar.

Garuda espera ter uma frota de 153 aeronaves até 2015, quase o dobro dos 86 aviões que agora opera de acordo com dados Flightglobal da ACAS. Além dos jatos regionais, estas incluem 10 aviões Boeing 777-300ER, 18-20 Airbus A330 e quatro cargueiros dedicados. O restante será Boeing 737-800s.

A companhia aérea é susceptível de ordem 777 e A330 adicionais nos próximos anos, à medida que cresce a sua rede de média e longa distância, diz Satar. "O rendimento é muito melhor no avião mais novo e é isso que a companhia está focando", diz Satar.

A companhia espera eliminar gradualmente os seus mais velhos Boeing 737-300/400/500 narrowbody e Boeing 747-400s, nos próximos anos uma vez que estes "não são tanto como baixo consumo de combustível ou o transporte de passageiros muito poucos", acrescenta.

Na segunda fase do seu crescimento da frota, Satar transportadora diz que vai avaliar o Boeing 787 e Airbus A350. Estes são susceptíveis de substituir sua velha 777-200 e Boeing 767-300ER. A companhia aérea não é susceptível de olhar tanto o Airbus A380 ou Boeing 747-8 Intercontinental como eles são "grandes demais para requisitos de Garuda", diz Satar.

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