Mostrando postagens com marcador Projetos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Projetos. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

0 Nasa e Boeing desenvolvem avião silencioso de design inovador

Projeto visa a criação de um novo paradigma de design para as aeronaves do futuro (Foto: Reprodução)

Nasa e Boeing estão desenvolvendo um avião com design inovador. As pesquisas pretendem construir um modelo de aeronave para transporte de passageiros mais eficiente. Uma das preocupações dos engenheiros envolvidos no projeto X-48 é criar um avião que seja muito mais silencioso, poupando vizinhos de aeroportos do incômodo provocado pelo ruído dos aviões.

Projetar o avião do futuro também envolve criar soluções que aumentem a eficiência no consumo de combustível e a segurança. Para melhorar o desempenho da aeronave, as empresas apostaram num desenho que foge completamente do tradicional: em vez de asas transversais e uma fuselagem longa, o X-48 foi proposto para usar o conceito de asas curvas (blended wings, no inglês).

Essa proposta oferece melhor desempenho aerodinâmico para o avião, o que diminui a necessidade de consumo de combustível: se a aeronave tem melhor capacidade de perfurar o ar e gerar sustentação, menos combustível os motores irão consumir para mantê-la voando.
Em termos de diminuição de ruído, a equipe de projeto decidiu equipar os protótipos com turbinas menores e cuidadosamente isoladas. A ideia é garantir que a aeronave seja mais silenciosa do ponto de vista das pessoas na terra, seja nas manobras no aeroporto, ou nos primeiros quilômetros após a decolagem ou antes da aterrissagem, que perturbam consideravelmente as vizinhanças dos aeroportos.
Não há data prevista para a Boeing lançar comercialmente o primeiro modelo baseado nas concepções do X-48. Entretanto, as diversas versões e protótipos do projeto, juntas, já somam 100 voos bem sucedidos. A Boeing pretende realizar ainda 20 outras missões com os protótipos antes de considerar o programa de desenvolvimento como concluído.

Fonte: TechTudo

terça-feira, 8 de novembro de 2011

0 UPS anuncia iniciativa global de reflorestamento



A Fundação UPS anunciou uma nova iniciativa de preservação do meio ambiente com o investimento de recursos para o plantio e preservação de árvores em áreas rurais e urbanas nos Estados Unidos e ao redor do mundo, incluindo o Brasil. Cerca de US$ 2 milhões de dólares em doações voltadas a projetos ambientais serão distribuídos pela fundação. A UPS está colaborando com as maiores organizações ambientais do mundo com o objetivo de proteger florestas nos EUA, Canadá, Bélgica, Brasil e China. Além dos recursos financeiros, a empresa irá fornecer mão de obra voluntária para as ações. Uma das áreas filantrópicas em que a UPS se mantém focada, é a sustentabilidade ambiental. A companhia concede apoio para organizações ao redor do mundo indicados pelos comitês de funcionários locais, reafirmando a crença que questões globais são melhores resolvidas com soluções locais.


sexta-feira, 4 de novembro de 2011

0 Telebrás e Embraer criam empresa para gerenciar satélite brasileiro

Nova companhia atuará no atendimento das necessidades do governo federal relativas ao plano de desenvolvimento satelital para o Brasil



São Paulo - A Telebrás e a Embraer anunciaram, através de um fato relevante no site da CVM, nesta quinta, 3, a assinatura de um memorando de entendimento para a criação de uma empresa conjunta para gerenciar o projeto do Satélite Geoestacionário Brasileiro (SGB). A Embraer terá 51% do capital da companhia e a Telebrás, 49%.

A nova companhia atuará no atendimento "das necessidades do governo federal relativas ao plano de desenvolvimento satelital para o Brasil, incluindo o Programa Nacional de Banda Larga e comunicações estratégicas de defesa e governamentais", diz o comunicado.

A negociação da parceria envolveria ainda uma espécie de golden share (poder de veto) por parte da Telebrás na empresa formada junto com a Embraer, bem como a necessidades de aportes financeiros por ambas as partes, e não apenas a Telebrás.

A escolha da Embraer para coordenar a integração do SGB se deve ao fato de a empresa já ter experiência nesse tipo de atuação e facilidade logística de atuar em vários países. O estudo nesse sentido foi feito pela AEB (Agência Espacial Brasileira). O prazo para o lançamento do primeiro satélite é 2014, mas informalmente fala-se em uma data um pouco mais longa, talvez 2015 ou 2016. O primeiro satélite será, provavelmente, contratado todo fora, com baixo teor de "conteúdo nacional" e pouca transferência de tecnologia.

As Forças Armadas não devem participar da joint-venture, mas são elas quem, efetivamente, coordenarão o projeto, já que o propósito principal é atender as demandas da Defesa. A operação dos satélites terá uma parte voltada para o uso militar, uma parte voltada para a Telebrás e o PNBL e uma terceira para eventuais usos comerciais que sejam feitos. Na parte do PNBL, o satélite servirá apenas para backhaul, e não para atendimento direto ao consumidor.


Fonte: Exame/Abril

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

0 Unicamp vai monitorar fauna nos aeroportos de São Paulo



No ano passado, foram registradas 936 colisões entre aviões e pássaros no País, a maioria na aviação civil.


O governo do Estado contratou a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) para o monitoramento da fauna nos aeroportos paulistas administrados pelo Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo (Daesp). A pesquisa teve início nos aeródromos de Jundiaí, Ribeirão Preto e São José do Rio Preto e se estenderá para os aeroportos de Campinas (Amarais), Presidente Prudente, Araçatuba, Marília, Bauru/Arealva e Sorocaba. O estudo servirá de base para a implantação de manejo da avifauna para cada aeroporto.

Acidentes entre aves e aviões é um tema que preocupa. No ano passado, foram registradas 936 colisões entre aviões e pássaros no País, a maioria na aviação civil. O motor e a cauda dos aviões foram os pontos mais atingidos, com prevalência para o momento da decolagem.
Os casos ganharam visibilidade em janeiro de 2009, com o acidente no Rio Hudson (Estados Unidos), quando o piloto de um avião comercial com 155 pessoas a bordo foi obrigado a efetuar uma perigosa manobra poucos minutos depois de ter descolado do aeroporto de La Guardia, em Nova York. Não houve vítimas. Mas as imagens correram mundo e o fato de o acidente ter sido provocado por um embate com um bando de pássaros, do qual resultaram danos nos motores, reacendeu a discussão sobre esse tipo de ocorrência.

A pesquisa da Unicamp começou em Jundiaí pelo aeroporto daquela cidade estar em uma área de proteção ambiental e ter muito movimento de aviões. Nessa região, os pesquisadores encontraram grande quantidade de lebres europeias, o que exigiu o aprofundamento do trabalho por mais alguns meses, informou o Daesp. A pesquisa está em andamento em Ribeirão Preto e São José do Rio Preto, com estimativa de encerramento em dezembro.

O estudo de monitoramento da avifauna que o Daesp está elaborando em parceria com a Unicamp é fundamental, segundo a assessora ambiental do Daesp e coordenadora do projeto, Mika Saito, para a segurança operacional dos aeroportos, pois diagnostica a fauna, especialmente as aves, existentes no sítio aeroportuário e em seu entorno.
“A ideia é identificar e monitorar a ocorrência, o tipo de aves e a presença também de animais mamíferos e exóticos no sítio aeroportuário. De posse dos dados coletados, será elaborado um plano de manejo da fauna em aeródromos para determinar as ações necessárias para o controle dos animais”, afirmou.


Fonte: RAC - Campinas

segunda-feira, 9 de maio de 2011

0 Setor espacial precisa de ‘Embraer’, diz chefe da AEB




Em reunião de cientistas, presidente da AEB diz que falta sincronia no setor Presidente do Inpe, no entanto, reclama de poucos recursos e do papel assumido pela própria agência espacial

O programa espacial brasileiro precisa do setor produtivo para decolar.
É isso que afirmou o presidente da AEB (Agência Espacial Brasileira), Marco Antonio Raupp, urante a reunião magna da ABC (Academia Brasileira de Ciências).

"Não existe hoje no setor espacial do Brasil nenhuma empresa que conduza as atividades como a Embraer faz no setor aéreo", disse Raupp.
A AEB é hoje responsável por formular e coordenar a política espacial brasileira.

Isso significa investir em observação da Terra em distâncias curtas para, por exemplo, obter dados sobre queimadas na Amazônia, clima e previsão de safra.
A elaboração dos projetos espaciais e o acompanhamento do que está sendo feito ficam por conta do DCTA (Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial) e do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).

"O Inpe faz pesquisa, forma pessoas, projeta satélites, operacionaliza as atividades. Não dá para uma instituição fazer tudo", disse Raupp. Ele Era diretor do instituto até assumira AEB, em março.
"Temos um satélite a cada quatro anos. Mas um programa espacial só sobreviveria se fizesse quatro satélites por ano", completou o cientista.

LIMPANDO A CASA

Desde que chegou a AEB, Raupp está fazendo uma "varredura" na agência para entregar um relatório ao ministro Aloizio Mercadante (Ciência e Tecnologia).
Para ele, há um problema de sincronia de iniciativas no setor. Exemplo disso é o CLA (Centro de Lançamento de Alcântara), no Maranhão.
Recentemente, a torre de lançamento de Alcântara foi reconstruída depois de uma série de incidentes (veja infográfico). Mas ainda não houve nenhum lançamento.

O primeiro satélite a ser lançado do CLA, o Cbers-4, projetado pelo Inpe, deve partir somente em 2014.
Outros, com lançamento previsto no exterior, como o Amazônia-1, estão com atraso de alguns anos.

Consultado pela Folha, o diretor do Inpe disse que os atrasos acontecem por simples falta de recursos.
"Não houve investimento espacial no governo FHC. A retomada dos recursos aconteceu em 2004", disse.

Mas, para Câmara,alem da falta de dinheiro, o setor espacial brasileiro sofre pelo modo como é gerido.
"A Nasa brasileira é o Inpe, e não a AEB", disse. "A criação da agência foi imposta goela abaixo", completou.

Indústria desinteressada e conflitos travam programa

O presidente da AEB colocou o dedo na ferida ao apontar o desinteresse da indústria pelo programa espacial.
Enquanto nos EUA as empresas disputam a tapa contratos para desenvolver espaçonaves e foguetes para a Nasa, no Brasil a indústria faz de tudo para se afastar.

São duas as razões. A primeira é a notória falta de gosto da indústria brasileira por pesquisa e desenvolvimento.
A Embraer é uma exceção. Mas a gigante aeronáutica brasileira não demonstrou interesse em expandir sua esfera de atuação para além da atmosfera quando teve chance, por exemplo, de desenvolver partes brasileiras para a Estação Espacial Internacional, há alguns anos.

O segundo problema é a instabilidade orçamentária. Que empresa se arriscaria a investir para atender a uma demanda que flutua de forma quase aleatória?
A AEB enfrenta, desde sua criação, dificuldade em disciplinar os órgãos responsáveis pelos projetos.

O DCTA, órgão da Força Aérea responsável pelos veículos lançadores, tem sua própria agenda.
O Inpe, encarregado de conceber os satélites nacionais, nem se fala. O instituto empurra com a barriga todo projeto que não cai nas graças de sua diretoria.

Colocar ordem na casa,e o programa espacial nos trilhos, exigirá mais que conclamar a indústria.
É preciso uma manifestação inequívoca das prioridades e os prazos para a execução dos diversos objetivos quese acumulam há décadas nas planilhas do governo.


Fonte: Sabine Righetti e Salvador Nogueira para a Folha de São Paulo, via CECOMSAER

Visitantes do Mundo

free counters

Licença

Licença Creative Commons
Proibido Copiar Postagens Desse Blogger , Com Tanto que Adicione nosso Link a Tal Postagem Copiada. de Geração Aviação é licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-Uso não-comercial-Compartilhamento pela mesma licença 3.0 Unported.
 

Geração Aviação Copyright © 2011 - |- Template created by O Pregador - |- Powered by Blogger Templates