Mostrando postagens com marcador Avião Espião. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Avião Espião. Mostrar todas as postagens

sábado, 8 de outubro de 2011

0 Aviões-robôs dos EUA são infectados por vírus, diz site



Aviões-robôs militares dos Estados Unidos, que são usados em missões no Afeganistão e em outras zonas de guerra, foram infectados por um vírus, segundo o site da revista "Wired". A ameaça foi inicialmente detectada há duas semanas e não impediu que as máquinas continuassem em suas missões.

O malware infectou o cockpits dos aviões conhecidos como Predator e Reaper, gravando as teclas que os pilotos usam para comandar os robôs à distância, diz a "Wired". Ainda não ficou confirmado se houve algum incidente ou alguma informação secreta foi perdida.

"Nós estamos trabalhando para limpar o computador, mas o vírus continua voltando. Achamos que é benigno, mas ainda não sabemos", disse uma fonte ouvida pela "Wired". Os especialistas não sabem se a ameaça entrou no sistema por acidente ou como ele se espalhou.

De acordo com o site, o uso dos sistemas de aviões-robô já é conhecido pelas falhas de segurança, já que muitos deles não conseguem encriptar o vídeo que é transmitido para as tropas norte-americanas.


Fonte: G1/SP

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

0 Embraer Defesa e Segurança voará junto com empresa israelense


Transferência de tecnologia de não-tripulado




Surge a Harpia Sistemas para explorar veículos aéreos com controle remoto

A Embraer Defesa e Segurança e uma subsidiária da empresa israelense Elbit Systems Ltd, a AEL Sistemas, formalizaram nesta quinta-feira uma parceria para a criação de uma nova empresa, Harpia Sistemas, que tem como foco a exploração do mercado de veículos aéreos não-tripulados, denominados de Vant. A Embraer Defesa e Segurança é detentora de 51% do capital social da Harpia, e a AEL 49%.

Com sede em Brasília, as atividades da Harpia envolverão marketing, desenvolvimento, integração de sistemas, fabricação, comercialização e suporte pós-venda de Vant, bem como simuladores e atividades de modernização de sistemas aviônicos. A empresa oferecerá soluções mais abrangentes em sistemas complexos, aumentando a oferta de produtos genuinamente brasileiros no mercado de defesa e segurança.

"Entre as diretrizes da Estratégia Nacional de Defesa (END) estão a busca de parcerias para o desenvolvimento e capacitação tecnológica e a fabricação de produtos de defesa nacionais", disse Luiz Carlos Aguiar, presidente da Embraer Defesa e Segurança. "A criação da Harpia está em perfeito alinhamento com a END e será um importante instrumento para atender às necessidades das forças armadas e de segurança, devendo-se também ressaltar o potencial de aplicação dual do Vant e da tecnologia gerada em sua obtenção", acrescentou

Transferir tecnologia

O executivo da Embraer Rodrigo Fanton, anteriormente dedicado à área de suprimentos, foi designado CEO da nova empresa. Como parte desta parceria, e com o objetivo de participar no processo de transferência de tecnologia para o Brasil, a Embraer Defesa e Segurança fará a aquisição de 25% do capital social da AEL.

"Estamos muito contentes com a decisão da Embraer Defesa e Segurança em investir na AEL e com o estabelecimento desta sociedade, que é prova do alto nível de satisfação e confiança mútua que nossas duas empresas desenvolveram ao longo de muitos anos de cooperação", disse Shlomo Erez, presidente da AEL Sistemas. A AEL foi uma das primeiras fornecedoras de sistemas para o turboélice de treinamento básico Tucano e o caça subsônico AMX, aeronaves fabricadas pela Embraer nas décadas de 1980 e 1990. Atualmente, a empresa fornece o sistema aviônico do turboélice de ataque leve e treinamento avançado Super Tucano, bem como dos caças F-5M, modernizados pela Embraer para a Força Aérea Brasileira (FAB).

Reabastecimento

A companhia anunciou também nesta quinta-feira que selecionou a Cobham, empresa com sede em Dorset, Inglaterra, para fornecer os pods de reabastecimento em vôo para o jato KC-390. "O inovador jato de transporte militar e reabastecimento KC-390 da Embraer definiu requisitos exigentes a serem cumpridos pelos fornecedores", disse Eduardo Bonini Santos Pinto, vice-presidente de Operações & COO, Embraer Defesa e Segurança. "A vasta experiência no setor aeroespacial da Cobham e os mais de 75 anos de história da empresa agregam expertise e produtos comprovados aos projetos da Embraer."

Os pods de reabastecimento em vôo são sofisticados dispositivos instalados embaixo das asas que possibilitam a transferência de combustível do KC-390 para outra aeronave. O processo é realizado por meio de uma mangueira retrátil que se conecta à aeronave a ser abastecida. Após o reabastecimento, o conjunto é recolhido e guardado dentro do pod (estrutura usada, também, para armazenar combustível). A operação é controlada e monitorada, todo o tempo, pela tripulação da aeronave, por meio de painéis de controle e câmeras de vídeo.

FAB

"A Cobham está feliz por ter sido escolhida pela Embraer e pela Força Aérea Brasileira para fornecer os pods de reabastecimento em vôo para o KC-390. Este programa é muito importante para a companhia e o rigoroso processo seletivo reforçou a posição da empresa de líder mundial no fornecimento deste tipo de sistema", disse Iain Gibson, vice-presidente da Cobham Mission Equipment

A empresa é especializada no fornecimento de informações, conectividade e meios de comunicação para o mercado de defesa, segurança e comercial. O grupo possui clientes e parceiros em mais de 100 países e receita em torno de US$ 3 bilhões.

Radar

A Embraer Defesa e Segurança selecionou a SELEX Galileo, da Itália para fornecer o sistema de radar de missão para o jato de transporte militar e reabastecimento KC-390. "Estamos muito satisfeitos com os resultados obtidos até o momento pela atual e desafiadora fase de seleção de fornecedores de sistemas-chave do KC-390" disse Eduardo Bonini Santos Pinto, vice-presidente de Operações & COOda companhia. "Acreditamos que a SELEX Galileo tem a expertise, experiência e atuação global para ser um importante parceiro do programa de transporte militar da Embraer."

O radar tático Gabbiano, modelo T-20, da Selex Galileo, utiliza tecnologia de última geração para executar todas as missões do KC-390. Contando com um transmissor que usa a nova tecnologia SSA (Solid State Amplifier), este radar tem a vantagem de possui maior MTBF (Tempo Médio entre Falhas), além de apresentar consumo de energia, peso, volume e custos de manutenção reduzidos.

"Estamos trabalhando com a Embraer em vários programas, fornecendo sistemas embarcados, e ficamos particularmente honrados com a escolha do nosso avançado sensor de radar como base para a nova aeronave de transporte da Embraer. O KC-390 deverá ter uma atuação destacada no mercado mundial de transporte aéreo tático e temos a honra de fazer parte deste programa", disse Fabrizio Giulianini, CEO da Selex Galileo,

Feira na Rússia

A Embraer participará da sexta Exibição Internacional de Aviação Executiva Russa, JetExpo 2011, no Centro de Aviação Executiva Vnukovo-3, em Moscou, Rússia, de 14 a 16 de setembro. A empresa promoverá todo o portfólio de jatos executivos e exibirá o Phenom 300, o Legacy 650 e o Lineage 1000, das categorias light, large e ultra-large, na mostra estática.

"Um ano após a apresentação oficial do Lineage 1000 na JetExpo 2010, temos a satisfação de participar mais uma vez do principal evento de aviação executiva da Rússia, apresentando o novo Legacy 650", disse Colin Steven, Diretor de Marketing e Vendas da Embraer - Europa, Oriente Médio e África, Aviação Executiva.

"O Legacy 650 é a aeronave large de maior valor para o mercado russo, devido ao longo alcance, confortável interior com três zonas de cabine e amplo compartimento de bagagem. Nossa participação de mercado na Rússia continua aumentando e esta é uma boa demonstração da aceitação do Legacy 600".


Fonte: Monitor Mercantil

sábado, 27 de agosto de 2011

0 Avião-espião é usado em operação contra o crime na Amazônia


(Avião deste mesmo modelo só que Brasileiro)

Ao todo, são 3,5 mil militares na região da fronteira que separa o Brasil da Colômbia. A faixa de 1,6 mil quilômetros de extensão é uma rota permanente do tráfico de drogas e de armas e do contrabando.

Navios-patrulha, helicópteros de ataque, caças da Força Aérea, e em meio a essa operação de guerra, a novidade é um discreto avião-espião. Seu nome: Vant (Veículo Aéreo Não Tripulado), uma aeronave controlada à distância.

O Vant é de fabricação israelense e está sendo usado pela primeira vez em uma operação militar no Brasil. Ele tem seis metros de comprimento. É equipado com duas câmeras de alta definição, capazes de detalhar tudo o que se passa na imensa área verde. E consegue voar até 16 horas seguidas.

O avião sobrevoa a região a uma altitude de quatro mil metros em velocidade máxima de 110 quilômetros por hora. Do chão, é impossível ver o avião e também não se consegue ouvir um barulho sequer. Mas, lá do alto, o Vant enxerga tudo, registra cada movimento, grava em cores ou por sensores infravermelhos, usados em sobrevoos noturnos.

“Se eu quero detectar uma pessoa que está num ambiente de mata, por exemplo, o ideal é eu usar o infravermelho. Ele detecta a atividade do que nós estamos observando”, explica o tenente-coronel Paulo Laux, comandante do Primeiro Esquadrão do Vant.

A cabine de comando do Vant funciona em uma central. Os pousos e decolagens são automáticos, mas o piloto também pode usar um controle remoto. O trajeto do avião é definido por computador.

“Se eu quero deslocar daqui para cá, uma das maneiras que eu tenho é simplesmente arrastar o ícone que a aeronave vai. É bastante simples até”, diz o tenente-coronel Paulo Laux.

As câmeras do Vant são controladas por um joystick, como em um video-game.

“Posso movimentar e direcionar as câmeras para um setor determinado que eu queira olhar, ou ficar procurando, fazendo uma varredura em determinada área. Posso também modificar o zoom da imagem aproximando ou afastando da área que eu quero olhar”, conta o major Leandro da Silveira, do Primeiro Esquadrão do Vant.

O Vant consegue monitorar a floresta em um raio de 250 quilômetros da base e pode enviar as imagens por satélite em tempo real. Durante um sobrevoo, o Vant identificou uma pista de pouso clandestina em São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas, a 70 quilômetros da fronteira com a Colômbia.

Um clarão no meio da mata de 1,4 mil metros. Segundo o exército, a pista seria usada por traficantes como ponto de apoio no transporte de drogas. Identificado o alvo, o próximo passo é a destruição da pista.

Quatro caças da Força Aérea são equipados com bombas, que carregam quase 200 quilos de explosivos cada uma.

“O objetivo é fazer um buraco na pista para poder a aeronave não pousar. Com diâmetro de quatro metros de profundidade, uns dois metros.”, diz o tenente Marcelo Teixeira, especialista em armamento.

Seguimos de helicóptero. Vinte minutos de viagem até o local onde a pista foi encontrada. Por segurança, acompanhamos a operação a uma distância de dois mil metros dos caças.

Logo, começam os disparos. Gravamos o momento em que as bombas são lançadas. Da cabine de um caça, um piloto também registra os ataques.

“É uma pista não controlada, qualquer aeronave pode estar pousando ali para fazer um abastecimento, para deixar droga, contrabando de armas. O objetivo da missão é eliminar essas pistas para conseguir com que essas atividades ilícitas não consigam a logística de apoio”, afirma o tenente-coronel Fernando Mauro, do Grupamento de Aviação.

Outra pista clandestina também foi bombardeada próximo à fronteira com a Colômbia. Foi durante a madrugada. Sensores de visão noturna permitiram aos pilotos atingir o alvo com precisão.

As ações fazem parte da Operação Ágata, que o Fantástico acompanhou, com exclusividade, durante seis dias. Uma missão inédita das forças armadas, em conjunto com órgãos federais. Além da repressão ao tráfico e contrabando, as equipes também combatem crimes ambientais.

O sistema de proteção da Amazônia identificou por satélite uma área de desmatamento ilegal dentro de uma reserva indígena. Com essa informação, uma aeronave da Força Aérea foi deslocada para a região e registrou imagens de uma serraria em funcionamento. Agora, os agentes federais e uma tropa de 20 militares do Exército vão fazer uma operação no local.

O helicóptero sobrevoa o Rio Negro até chegar à serraria. No desembarque, encontramos o vigilante Reginaldo Pimentel Pereira, que afirma saber não ser permitida da extração de madeira naquela área.

Militares também chegam de barco. Os agentes do Ibama medem as tábuas. Dentro da serraria, eles encontram um depósito trancado. E descobrem mais madeira pronta para comercialização. O material apreendido daria para encher dois caminhões.

Os equipamentos são lacrados. Segundo o vigilante, o dono da serraria é um comerciante de São Gabriel da Cachoeira que teria se instalado na reserva indígena Alto Rio Negro há mais de dez anos.

“Nós identificamos dois tipos básicos de crimes aqui. Primeiro, o depósito irregular de madeira, ou seja, não existe o documento de origem florestal para essa madeira, o DOF, e, segundo, a serraria está operando sem licença”, diz o agente ambiental federal Cícero Furtado.

De São Gabriel nos deslocamos para o município de Benjamin Constant, na região da Tríplice Fronteira. A denúncia é de que toneladas de madeira nobre estavam espalhadas nas margens do Rio Javari - o que se confirmou durante o sobrevoo.

O Ibama apreendeu 600 toras, avaliadas em R$ 500 mil, que estavam em um terreno ao lado de uma serraria. O comerciante possui licença de funcionamento, mas alegou que a madeira não era dele.

“A gente resultou na apreensão e como não foi identificado o proprietário da madeira restou a doação aqui para o Exército Brasileiro”, diz o agente ambiental federal Andrei Souza da Silva.

Os militares também reforçaram a vigilância nos rios que servem como rota do tráfico e que exigem fiscalização rigorosa. Mas também são o caminho de milhares de ribeirinhos.

A falta de segurança nos barcos é uma situação comum: passageiros sem coletes, embarcações precárias e superlotadas.

“Tentamos conscientizar para a segurança, o risco da vida no rio, uso de coletes, uma atenção especial com relação a isso, por ter muitas crianças embarcadas nessas canoas”, diz o capitão Robson do Nascimento, do Serviço de Operações Navio-Patrulha.

Em um flagrante, outro tipo de imprudência: a Marinha para um barco que voltava de um passeio com crianças e mulheres. O piloto não tinha habilitação e havia bebido. “Eu estou norma”, diz.

“Estamos apreendendo a embarcação para fazer a verificação, a notificação e o auto de apreensão”, completa o capitão Robson do Nascimento.

A operação Ágata é resultado de um acordo entre Brasil e Colômbia para reforçar a vigilância na fronteira. Começou há duas semanas e não tem prazo para terminar.

“Houve uma inibição muito grande do ilícito. Tirou a liberdade de ação dos traficantes e daqueles que utilizam dos rios para fazer o tráfico ilegal e cometer os ilícitos. Esse é um dos principais resultados”, conclui o general Pedro Fioravante, da Brigada de Infantaria de Selva.

Fonte: Fantástico (TV Globo)

Visitantes do Mundo

free counters

Licença

Licença Creative Commons
Proibido Copiar Postagens Desse Blogger , Com Tanto que Adicione nosso Link a Tal Postagem Copiada. de Geração Aviação é licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-Uso não-comercial-Compartilhamento pela mesma licença 3.0 Unported.
 

Geração Aviação Copyright © 2011 - |- Template created by O Pregador - |- Powered by Blogger Templates