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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

0 Que venham os turistas


De olho na Copa, governo cortará tarifas aeroportuárias e imposto de combustível para atrair visitantes


BRASÍLIA - O governo está prestes a lançar um pacote de medidas para atrair os turistas estrangeiros para o Brasil, visando aos grandes eventos esportivos: Copa e Olimpíadas. Redução de tarifas aeroportuárias, corte de impostos sobre combustível de aviação e bens para hotéis e parques temáticos, além de redução do custo da energia para todo o setor estão no cardápio. Ao todo, 14 medidas estão sobre a mesa de negociação que reúne a equipe econômica, o Ministério do Turismo, a Infraero, a Embratur e os empresários neste momento.
Até a semana que vem, deve ser publicada no Diário Oficial autorização para que a Embratur use R$ 8 milhões do orçamento para fazer propaganda no exterior de voos diretos para o Brasil. As companhias aéreas e empresas de turismo poderão se candidatar para receber esse dinheiro. Ganharão o patrocínio do Estado as empresas que oferecerem voos para as cidades que normalmente não são as mais procuradas. A ideia é ampliar os portões de entrada dos estrangeiros — que geralmente desembarcam no Rio de Janeiro e em São Paulo.
Temor de alta de preços generalizada
A equipe econômica também estuda a mudança de classificação de equipamentos para parques temáticos e hotéis. Se a pressão do setor der certo, TVs e aparelhos de ar-condicionado seriam rotulados como investimento e teriam corte de impostos. Isso beneficiaria diretamente os 36 hotéis em construção só no Rio de Janeiro. A estrutura que a cidade tem hoje não comporta o aumento do turismo. Segundo a Associação Brasileira da Indústria Hoteleira (ABIH), a ocupação dos hotéis é de 85% em média.
— Isso significa que, no ano, há picos de 100% de ocupação. O Rio já perde grandes eventos hoje. Na Copa, estamos falando de 600 mil turistas estrangeiros — diz o presidente da ABIH, Enrico Fermi Torquato.
Uma das preocupações do governo é evitar que o setor aumente os preços. Esse foi considerado o "pecado grego" nas Olimpíadas de Atenas: para lucrar mais com o evento, a cidade aumentou todos os preços e o país ficou com a imagem de ser muito caro e afastou turistas. Por isso, a equipe econômica analisa um pedido dos empresários, que conta com total respaldo do Ministério do Turismo: a redução do custo da energia elétrica para o setor.
Para ter certeza de que os preços não vão disparar, o governo quer criar uma câmara setorial para o turismo e fechar um acordo com o setor para que não haja uma alta generalizada.
— O principal legado desses eventos não é o turismo no período dos eventos, mas o que vai gerar depois. É a imagem que vamos deixar para os 20 mil jornalistas que estão aqui — afirma o presidente da Embratur, deputado Flávio Dino (PCdoB).
Ele assumiu o cargo há apenas cinco meses e terá que lidar com problemas de infraestrutura e promoção. Em relação ao primeiro, Dino espera contar com o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que contempla as obras necessárias para Copa e Olimpíadas.
Para a publicidade do país no exterior, foi necessário repensar os rumos do que foi feito até 2011. O presidente da entidade pediu que sua equipe levantasse os casos de campanhas publicitárias de sucesso do Brasil, mas não havia nenhuma para ilustrar a apresentação feita há pouco mais de um mês para os secretários estaduais.
Para dar uma guinada nos rumos do turismo de estrangeiros no país, a Embratur vai concentrar o uso dos R$ 48 milhões que tem para gastar em publicidade. Na nova estratégia, Dino resolveu reduzir os países onde esse dinheiro será gasto. Eram 35 e agora são 17 países, principalmente México — o maior emissor de turistas para a Copa da África do Sul — e Canadá. O Brasil quer deixar de ser um destino clássico apenas para argentinos.
— Os mexicanos são amantes do futebol como nós. Se foram para a África, não é possível que, aqui do lado, não virão — alega Dino.
Brasil vai reabrir filiais no exterior
O Brasil também reabrirá as filiais da Embratur no exterior que passaram 2011 fechadas. A internet é outro foco, já que a maioria dos turistas decide na rede o destino das férias. Foi posto no ar um vídeo interativo em 3D com cinco cidades que serão sede da Copa de 2014. No Rio, é possível fazer uma viagem de asa-delta sobre a cidade. Em Manaus, o passeio é num barco virtual para conhecer as redondezas. Já em Curitiba, é numa bicicleta.
O Executivo quer um acordo entre governadores para que sigam o exemplo de Rio de Janeiro, Bahia e Amazonas, unindo-se ao apresentar roteiros aos estrangeiros numa espécie de venda três em um: em uma viagem só, o turista conhece os três estados.
A principal crítica dos turistas estrangeiros ainda segue sem remédio: a prestação de serviço. A crise política do primeiro ano do governo Dilma Rousseff provocou a suspensão do programa de qualificação por suspeita de desvio de dinheiro. Agora, o Ministério do Turismo estuda usar a estrutura do Sistema S — como Senai e Senac — para treinar mão de obra.
— Hoje, por que uma pessoa nos Estados Unidos iria escolher o Brasil, se o serviço daqui é péssimo? Nos resorts all inclusive, não há garçom e você tem que se servir. O melhor é ir para o Caribe — diz fonte do setor.
Outro desafio do governo é facilitar a entrada pelas fronteiras do país. Atualmente, os postos da Polícia Federal e da Receita Federal já têm fila. E cerca da metade dos turistas que o país recebe hoje vem por terra.
A preocupação com o turismo não é apenas por causa de Copa e Olimpíadas. Com o crescimento da renda do brasileiro e, consequentemente, dos gastos de turistas daqui no exterior, as despesas têm pesado cada vez mais nas contas externas. Em 2012, os gastos do brasileiro em viagens internacionais não devem crescer com a mesma velocidade dos anos anteriores. Mesmo assim, o rombo nas contas externas deve continuar alto e superar o de 2011, que já foi um recorde.
O Banco Central (BC) estima que o déficit em viagens internacionais fique em US$ 14,3 bilhões em 2011. E neste ano, o desempenho deve ser um pouco pior: rombo de US$ 14,5 bilhões.


Fonte: O Globo 

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

0 Concordata pode abrir espaço para bons preços na compra de bilhetes

Momento é propício para o uso de milhas acumuladas em voos da companhia. Mas, no longo prazo, cenário ainda é incerto




A holding controladora da companhia aérea American Airlines entrou com um pedido de recuperação judicial (ou concordata) nos Estados Unidos, que também é conhecido como o “Capítulo 11” da lei de falências do país. Isso não significa que a empresa tenha quebrado, e sim que está recorrendo à proteção da legislação para conseguir renegociar sua dívida com os credores.

Apesar de a companhia ter afirmado que continuará operando normalmente, o cenário ainda é incerto para os clientes. Sobretudo porque ainda não há garantias de que as passagens compradas com bastante antecedência serão honradas ou reembolsadas nos próximos meses. Contudo, no curto prazo, a única certeza é a de que bons preços poderão ser encontrados.

Ocorre que, quando uma companhia aérea pede recuperação judicial, uma nuvem de desconfiança se forma ao seu redor. O maior questionamento dos clientes é se a falta de recursos poderá afetar a qualidade dos serviços ou a segurança dos voos. Diante disso, a tendência imediata, segundo o consultor George Hobica, fundador da empresa de comparação de tarifas Air Fare Watchdog, é que os passageiros busquem outras empresas na hora de efetuarem suas reservas. “Muitas pessoas não aceitam voar em aeronaves de uma empresa que está em recuperação judicial, mesmo que isso não signifique nenhuma mudança imediata”, afirma Hobica.

O efeito prático da menor demanda poderá ser a oferta de passagens mais baratas pela American Airlines nos próximos meses. A menor procura deve também abrir espaço para promoções e vantagens no uso de milhas. Na avaliação da advogada Maria Inês Dolci, do ProTeste, a utilização de milhas poderá ser vantajosa se os passageiros já estiverem se programando para viajar. "Usar as milhas só para aproveitar o momento, sem planos prévios de viagem, não é a atitude mais indicada. O consumidor deve seguir sua programação e verificar se a redução de tarifas vai mesmo se concretizar", afirma.

Por outro lado, tarifas mais altas poderão ser encontradas na concorrência, devido ao aumento das reservas feitas pelos clientes que não quiserem voar pela companhia em recuperação judicial. Vale lembrar que a Federal Aviation Administration, órgão do governo americano que regula as empresas aéreas, informou que vai acompanhar de perto a manutenção de aeronaves e outros procedimentos de segurança junto à American Airlines.

Risco no longo prazo - A American Airlines opera 70 voos semanais no Brasil e deverá expandir essa oferta para 85 a partir de dezembro, com a chegada da alta temporada. É também a aérea estrangeira com o maior tráfego no Brasil - representando 10% dos pousos e decolagens de companhias internacionais. Segundo o Código de Defesa do Consumidor, mesmo em processo de recuperação judicial, a empresa é obrigada a honrar com todos os compromissos assumidos no país, sobretudo as reservas e os reembolsos de passageiros. A Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav) questionou a American Airlines sobre como será a política de reembolso de passagens a partir de agora. Contudo, a empresa ainda não se pronunciou sobre o tema.

A companhia aérea garante que os 4,1 bilhões de dólares que possui em caixa serão suficientes para a manutenção das operações nos próximos meses. O problema, tanto para a empresa como para os clientes, é que a queda na ocupação, sobretudo no mercado americano, afete ainda mais os resultados e levem a reestruturação ao fracasso. “Sem atividade, a empresa não tem como continuar sua geração normal de receitas”, afirmou a ABAV, em comunicado enviado a seus associados.

No Brasil, a operadora de turismo CVC, que ofertará mais de 300 mil pacotes de viagens para o exterior na temporada de dezembro de 2011 a fevereiro de 2012, afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que nada vai mudar nos negócios entre a empresa e a American Airlines.

Em 2009, o diretor de relações institucionais da companhia, Roger Frizzel, afirmou em entrevista a jornalistas brasileiros, na sede da empresa, em Fort Worth, no Texas, que a American Airlines não tinha qualquer lucro com a venda de passagens aéreas, pois as tarifas se mantinham as mesmas havia quase dez anos, ainda que os custos operacionais tivessem aumentado. Seus ganhos eram provenientes de upgrades para classes superiores, venda de produtos à bordo e tarifas extras cobradas por qualquer serviço em voo.

Na época, a empresa havia acabado de conseguir uma injeção de capital de quase 3 bilhões de dólares provenientes da General Electrics e do Citigroup, com o objetivo de ajudar em sua recuperação. Dois anos depois, o valor não foi suficiente para levantar a empresa, mesmo com os sinais de retomada da economia americana detectados em 2010 e no primeiro semestre de 2011. Tomando esse fato como exemplo, ainda não há garantias que o dinheiro que a empresa tem em caixa hoje vai bancar suas operações no médio e longo prazo.

Concorrência – Apesar da situação crítica que a companhia enfrenta, a recuperação judicial não é um caso raro no setor aéreo americano. Somente na última década, as principais companhias dos Estados Unidos já apelaram ao Capítulo 11: United, US Airways, Northwest e Delta. A Continental fez o pedido em duas ocasiões: em 1986 e 1990. Dentre as seis maiores empresas do setor no país, somente a Southwest ainda não recorreu a essa alternativa.

Ao final do processo de recuperação judicial, nenhuma das empresas faliu: ou se reergueram ou se fundiram, como foi o caso da United com a Continental, em 2010, e da Delta com a Northwest, em 2008.


Fonte: Exame/Abril

domingo, 27 de novembro de 2011

0 Tarifa aérea registrou queda de 17,7% de janeiro à agosto

Apenas no mês de agosto, o valor médio caiu 7,7% em relação a agosto de 2010, de R$ 265,24 para R$ 244,74



Brasília – Entre janeiro e agosto, o valor da tarifa aérea dos voos domésticos registrou redução média de 17,7%. Apenas no mês de agosto, o valor médio caiu 7,7% em relação a agosto de 2010, de R$ 265,24 para R$ 244,74.

De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), na comparação com os preços praticados em agosto de 2002, o passageiro pagou nos primeiros meses deste ano menos da metade do que pagava há nove anos para voar em território nacional. Segundo a Anac, os valores médios são calculados com base nas tarifas efetivamente cobradas pelas empresas aéreas.



sexta-feira, 11 de novembro de 2011

0 Tarifas da Gol devem subir ao menos 1% no quarto trimestre

Comparação é com o segundo trimestre de 2010



São Paulo - As tarifas (indicador yield) da Gol devem subir pelo menos 1% no quarto trimestre deste ano em relação ao segundo trimestre do ano passado. "Não temos ainda como estimar qual será esse aumento, mas ele deve ficar acima de 1%", afirmou o presidente da Gol, Constantino de Oliveira Junior, que participou hoje de teleconferência com jornalistas.

Os yields da Gol registraram queda de 7,6% no terceiro trimestre deste ano em comparação com o mesmo período de 2010. Na comparação com o segundo trimestre deste ano houve ligeira recuperação, de 0,7%. Hoje, a Gol divulgou que, em outubro, o yield ficou entre 20 e 20,5 centavos de real, apresentando crescimento de quase 7% em relação ao mesmo período do ano passado.


Fonte: Exame/Abril

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

0 Passagem aérea pode custar 55% barato


Companhias brasileiras cobram 30% a mais por voos com conexão e escalas, mostra estudo feito pelo ITA

O consumidor pode economizar até 55% se comprar a passagem aérea com antecedência. A conclusão é do estudo realizado pelo Nectar (Núcleo de Economia dos Transportes) do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica), a partir de coleta, pela internet, de mais de 2 milhões de tarifas de voos domésticos com saída de Congonhas, em São Paulo, e Cumbica, em Guarulhos, por 24 meses.

Segundo o estudo, a tarifa para voos do aeroporto de Guarulhos comprados com uma antecedência a partir de 45 dias pode sair 55% mais barato que o bilhete adquirido um dia antes da viagem. Para as saídas de Congonhas, o desconto chega a 39%.

“Com a compra antecipada, as companhias aéreas buscam diferenciar o passageiro que viaja a lazer daquele que voa a negócios. É uma forma de cobrar uma tarifa mais alta de quem viaja a negócios”, diz Alessandro Oliveira, diretor-executivo do Nectar.

O estudo mostra ainda que voos a partir de Congonhas são em média 18% mais caros que os oferecidos em Guarulhos. Os voos em feriados são em média 3,8% mais caros.

Na véspera, a passagem fica 12% mais cara. Por outro lado, quem compra o bilhete durante o feriado pode economizar 3,7%. Mas a compra antecipa da pasagem também apresenta restrições. “O consumidor paga mais caro para remarcar a viagem ou pode perder o bilhete em caso de imprevistos. O importante é o planejamento”, diz o diretor.

Ao contrário do que ocorre no restante do mundo, viagens com escalas e conexões no Brasil são 30% mais caras comparadas aos voos sem paradas. “As empresas têm gastos maiores com as conexões. No exterior, a concorrência é maior. É sinal de falta de competição para viagens mais longas no Brasil”, diz.

Como economizar:

Veja algumas dicas do ITA.

1- Comprar com antecedência, mas evitar remarcar passagens.

2 - Pesquisar preços em feriados e períodos de baixa no dólar.

3- Evitar vésperas e dias posteriores a feriados.

4- Optar por voos pela manhã e evitar a noite, mas dar preferências aos “corujões”.

5- Procurar horários onde houver mais opções de companhias aéreas.

6- Reclamar das empresas junto à ANAC quando os preços estiverem altos .




Fonte: Band News

terça-feira, 18 de outubro de 2011

0 Voos com escalas e conexões custam mais no Brasil

No Brasil, as companhias aéreas cobram em média 30% a mais do passageiro em voos com escalas e conexões, mais desagradáveis e demorados.

Para as empresas aéreas, há serviços, gastos com tripulação e tarifas que pagam para a Infraero, que administra os principais aeroportos.

Extenso levantamento do Nectar (Núcleo de Economia dos Transportes), do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica), mostra que esses custos, no Brasil, são repassados para o passageiro.

"A passagem pode ficar até 75% mais cara do que um voo sem parada. Nossa avaliação é que isso acontece porque, no Brasil, há menos concorrência", diz Alessandro Oliveira, pesquisador do Nectar.

Nos EUA, por exemplo, um voo da Delta entre Nova York e Los Angeles com somente uma escala custa US$ 1.668. Um voo com múltiplas paradas entre as mesmas cidades sai por US$ 988.

Como comparação, um voo de Porto Alegre (RS) a Recife (PE) custa R$ 1.684 se tiver uma escala (não há voo direto), ou R$ 1.815, com mais de duas escalas ou conexões.

Os pesquisadores analisaram mais de 2 milhões de tarifas cobradas na internet por voos entre 2008 e 2010, todas com partida dos aeroportos de Congonhas e Guarulhos.

O estudo mostra também que, nas compras com antecedência, o preço das passagens aéreas no Brasil pode ser até 55% menor, no caso do aeroporto de Guarulhos. Mas o desconto "se esgota" se a antecedência superar 45 dias.

Comprar com cinco dias de antecedência, por exemplo, resulta em tarifas em média 21,4% mais baratas do que aquisições no dia da viagem. Com dez dias de antecedência, as passagens ficam 27,8% mais baratas, em média. Com 30 dias, o desconto é de 36,5%. E, se o passageiro comprar com antecedência a partir de 45 dias, o desconto chega a 38%, em média.

Alex Argozino/Editoria de Arte/Folhapress

Os pesquisadores afirmam que, nesse caso, o consumidor está assumindo o risco de que uma eventualidade exija mudanças de passagens. "Se houver remarcação de voo, isso pode custar mais do que comprar uma nova passagem", diz Oliveira.

Segundo o estudo, voar em feriados é 3,8% mais caro. Entre as 13h e as 14h e entre as 17h e as 18h, os bilhetes custam até 18% mais.

DEMANDA CRESCE 9%

Em setembro, a demanda por voos domésticos aumentou 9,06% em relação ao mesmo mês do ano passado, segundo a Agência Nacional de Aviação Civil. No acumulado do ano, o crescimento na procura chegou a 18,52%.

A Gol manteve a liderança do mercado doméstico em setembro, com 38,87% de participação. A TAM ficou com 38,22%. As demais empresas, com 22,91%. Nos voos internacionais, a TAM teve 88,55% do mercado, ante 10% da Gol e 1,45% da Avianca.


Fonte: Folha/UOL

sábado, 15 de outubro de 2011

0 Governo cria tarifa de R$ 7 para conexões em voos

O ônus dessa tarifa será da companhia aérea, e não do consumidor final.




Decisão foi tomada durante a modelagem econômico-financeira das concessões dos aeroportos de Brasília, Congonhas e Viracopos


Brasília - O ministro da Secretaria Especial de Aviação Civil, Wagner Bittencourt, anunciou hoje a criação de uma tarifa de conexão, no valor de R$ 7, para voos domésticos e internacionais. O ônus dessa tarifa será da companhia aérea, e não do consumidor final.

"Quem decide se um voo faz conexão ou não é a companhia aérea. O usuário não será onerado com isso", ressaltou o ministro, durante a entrega da modelagem econômico-financeira das concessões dos aeroportos de Brasília, Congonhas e Viracopos, para o Tribunal de Contas da União (TCU).

Bittencourt também anunciou hoje que, além do valor que a empresa ou consórcio vencedor pagará para administrar o aeroporto leiloado, haverá ainda a cobrança de uma contribuição variável sobre a receita bruta obtida com a gestão dos terminais.

Para Guarulhos, haverá uma contribuição variável de 10% sobre a receita bruta; para Viracopos (Campinas-SP), o porcentual será de 5%; e 2% para Brasília.


Fonte: Exame/Abril

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

0 Para voar em julho, passageiros pagaram cerca de 1/3 do que pagavam em 2002



Brasília, 13 de outubro de 2011 -
Em julho de 2011, os passageiros brasileiros pagaram aproximadamente 1/3 do valor que pagavam há nove anos para voar em território nacional. As informações são do relatório de Tarifas Aéreas da ANAC, divulgado hoje e disponível no endereço http://www2.anac.gov...a/tarifasaereas.

O Yield Tarifa Aérea Doméstico (valor médio que o passageiro paga para voar 1 km em território nacional) atingiu, em julho de 2011, a marca de R$ 0,27, contra R$ 0,81 registrado no mesmo mês em 2002. Em relação a julho do ano passado, a redução foi de 24%.

A Tarifa Aérea Média Doméstica (valor médio pago pelo passageiro por uma viagem aérea em território brasileiro) foi de R$ 223,41 em julho de 2011. Em relação a julho de 2010, verificou-se uma redução da ordem de 22% no valor deste indicador.

Os preços do transporte aéreo doméstico de passageiros de julho de 2011 foram os menores desde 2002, ano em que se iniciou a série de dados de tarifas aéreas domésticas.

Metodologia

Os valores apresentados são calculados com base nos dados das tarifas comercializadas pelas empresas aéreas, mensalmente registradas na ANAC, e são atualizados pelo IPCA – índice oficial utilizado pelo governo brasileiro para medir a inflação – até o mês mais recente apresentado no Relatório de Tarifas Aéreas.

São considerados os dados dos bilhetes de passagem do transporte aéreo doméstico regular de passageiros comercializados junto ao público em geral, independentemente de escalas ou conexões, e desconsiderados os bilhetes oferecidos gratuitamente, os decorrentes de programas de fidelização (milhas) e os vinculados a pacotes turísticos, a tarifas corporativas, a tarifas diferenciadas oferecidas a empregados e a tarifas diferenciadas de crianças.


0 Ryanair quer um só banheiro por avião para cortar custos



Companhia também estuda cobrar para que passageiros usem o toalete


São Paulo – A irlandesa Ryanair conquistou fama internacional ao ser uma das mais agressivas (ou polêmicas) na busca de meios para cortar custos em seus voos. O plano da vez é reduzir o número de banheiros nos aviões – e, eventualmente, cobrar pelo seu uso.

Segundo o The Journal.ie, nesta quarta-feira, o presidente-executivo da Ryanair, Michael O’Leary, admitiu a jornalistas que avalia, junto aos fabricantes de aviões, um layout com um único toalete. Atualmente, são três toaletes em cada aeronave.

Se o projeto for implementado, a remoção de dois banheiros permitirá instalar mais seis assentos em cada avião. A Ryanair calcula que isso poderia reduzir em até 5% o preço médio das passagens, já que os custos também cairiam.

O’Leary afirmou que, se a medida for adotada, valerá para as próximas aeronaves, e não as que já estão em uso. A Ryanair deve receber 40 Boeings 737-800 nos próximos meses, mas eles também conterão três banheiros.

O executivo não descartou, ainda, a criação de uma taxa para os passageiros que quiserem usar o toalete.

Esta não é a primeira proposta polêmica da Ryanair para cortar custos. No ano passado, a companhia chamou a atenção da imprensa internacional, ao divulgar estudos para um novo tipo de assento. Os passageiros viajariam em pé, apoiados numa espécie de sela de cavalo, em voos de curta distância. O objetivo seria aumentar o número de pessoas por voo.


Fonte: Exame/Abril

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

0 Alta do dólar deve aumentar tarifas aéreas, diz Azul



Presidente da empresa acredita que haverá um 'ajuste' nos preços das passagens em todo o setor

O presidente da companhia aérea Azul, Pedro Janot, prevê alta nos preços das passagens aéreas como reflexo da disparada do dólar nos últimos dias. "É natural que a estrutura da aviação civil busque equiparar as tarifas a esse novo impacto de custo", disse ele. O executivo avalia que é difícil que a moeda norte- americana volte ao patamar anterior, na casa do R$ 1,57.

Janot preferiu não citar quanto dos custos da Azul são atrelados ao dólar. "No geral, só os combustíveis (comprados em dólar) respondem por 40% dos custos das companhias aéreas", disse ele, ressaltando que o preço do petróleo não esta cedendo.
Com a guerra das tarifas, liderada por Gol e TAM, os preços atuais das passagens de avião estão em torno de 30% mais baratos que os vistos em 2008. "Mas já há um movimento de ajuste do setor", disse.
Além do combustível, o executivo ressaltou o leasing das aeronaves como outro custo em dólar das companhias aéreas. A Azul, diz, faz hedge de suas posições na moeda norte-americana. Janot participou, hoje, em são Paulo, do Exame Fórum Brasil 2011 - A construção de um Brasil Competitivo.


Fonte: Exame/Abril

sábado, 10 de setembro de 2011

0 Tarifa aérea tem menor preço desde 2002


Quando comparado com o valor aferido em julho de 2002, a redução nas tarifas aéreas chega a 47% FOTO: ALEX COSTA



Valor médio pago pelo passageiro por uma viagem em território brasileiro foi de R$ 271,37 em junho de 2011


Os preços das passagens aéreas vendidas no Brasil de julho de 2010 a junho de 2011 são os mais baixos da série histórica, iniciada em 2002, na comparação mês a mês com o ano anterior, o que mostra uma queda progressiva a cada um desses 12 meses. A informação foi divulgada ontem pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e faz parte do relatório de Yield Tarifa Aérea Doméstico. Em junho de 2011, o Yield Tarifa Aérea Doméstico - valor médio que o passageiro paga para voar um quilômetro em território nacional - atingiu cerca de R$ 0,34, redução aproximada de 14,56% em relação ao mesmo mês do ano passado.

Em Baixa Quando comparado com o valor aferido em julho de 2002, a redução chega a 47%. A Tarifa Aérea Média - valor médio pago pelo passageiro por uma viagem aérea em território brasileiro - foi de R$ 271,37 em junho de 2011. Apesar de apresentar aumento de 1,97% em relação a junho de 2010, em relação a junho de 2002 o valor da tarifa aérea média caiu 33,40%.


Cálculo Os valores são calculados com base nos dados das tarifas comercializadas pelas empresas aéreas, mensalmente registradas na Anac, e atualizados pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o índice oficial da inflação. São considerados os dados dos bilhetes de passagem do transporte aéreo doméstico regular de passageiros, comercializados junto ao público em geral, independentemente de escalas ou conexões; e desconsiderados os bilhetes oferecidos gratuitamente, decorrentes de programas de fidelização (milhas), vinculados a pacotes turísticos ou a tarifas corporativas, tarifas diferenciadas oferecidas a empregados e tarifas diferenciadas de crianças.



quarta-feira, 7 de setembro de 2011

0 Iberia cobra taxa para marcação de assentos



A Iberia disponibiliza a partir de amanhã (quarta-feira, dia 7) um serviço de marcação prévia de assentos na classe econômica, mediante a cobrança de uma taxa.

O valor deverá ser pago apenas após a emissão dos bilhetes e até o dia anterior da viagem. O valor do novo serviço foi estabelecido entre 4 e 60 euros, dependendo da rota e do tipo de assento.

Os assentos reservados durante o auto check-in ou o check-in presencial no aeroporto (24 horas antes do voo) não serão cobrados do passageiro. Clientes com bilhetes em tarifa business plus, econômica completa (Y) e clientes Club Fiesta também estão isentos de cobranças adicionais.


Fonte: Panrotas

terça-feira, 23 de agosto de 2011

0 Cias aéreas só poderão cobrar 10% de taxa para cancelamento



"As companhias aéreas Tam, Gol, Cruiser, TAF e Total deverão reduzir as tarifas de remarcação ou cancelamento de passagens aéreas. A determinação da Justiça Federal impede as empresas de cobrarem um valor porcentual acima de 10% do preço dos bilhetes. Hoje, elas chegam a cobrar 80% do valor das passagens por esses serviços.

Caso os pedidos de cancelamento ou de remarcação das passagens aéreas sejam feitos até 15 dias antes da data da viagem, a taxa máxima permitida é de 5% sobre o valor da passagem. Se a solicitação for feita nos 15 dias que antecedem a data do voo, a tarifa máxima será de 10%. A decisão começa a valer assim que for publicada no Diário Oficial, o que foi determinado pela Justiça na última sexta-feira, 19.

Além do novo modelo de cobrança, a decisão da Justiça determina que as companhias terão que devolver aos consumidores os valores cobrados além desses limites. A devolução deverá ser feita em todos os casos ocorridos desde 5 de setembro de 2002. Se não cumprirem essas decisões, as companhias aéreas terão que pagar R$ 500 para cada caso de negociação irregular.

A Justiça também determinou que as empresas paguem indenização por danos morais coletivos equivalente a 20% dos valores cobrados ilegalmente. A indenização irá para um fundo de defesa dos consumidores.

Na sentença judicial, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) foi obrigada a fiscalizar o cumprimento das medidas. O plano de fiscalização tem que ser apresentado em até 120 dias depois que os prazos de recursos contra a decisão judicial tiverem se esgotado. Se o plano não for apresentado, funcionários da Anac responsáveis pela fiscalização geral da execução dos contratos de transporte de passageiros ficarão sujeitos a multa de R$ 2 mil por dia."

Fonte: O Estadão

sexta-feira, 20 de maio de 2011

0 Tarifas provocam bate-boca entre deputados e aéreas



O deputado César Halum (PPS-TO) provocou risos no plenário da Comissão de Turismo e Desporto, na Câmara Federal, ao relatar suas experiências com as companhias aéreas durante audiência com as mesmas. “Já fui expulso da cadeira conforto, que não é conforto; é saída de emergência. E se terei que operar a saída, a companhia é que tem que me pagar para sentar ali”, afirmou.

Em seguida, o parlamentar pediu explicações para a Tam sobre um bilhete promocional que comprou e, que, por não ter utilizado a ida, também lhe foi negado o direito de usar a volta. “Tive que comprar uma nova passagem de volta e nem abateram o valor que já tinha pago”, contou.

A explicação do vice-presidente comercial e de Alianças da Tam, Paulo Castello Branco, de que a tarifa promocional envolveria as duas pernas e, portanto, não tendo sido utilizado um dos trechos, haveria um descumprimento das regras para obtenção do desconto, provocou o descontentamento por parte dos parlamentares.

“Isso é roubo. A Anac não existe, Infraero não existe”, acusou José Carlos Leão de Araújo (PDT-BA), que mostrou andar com trena para mostrar que mede os espaços entre as cadeiras. “Qualquer hora vamos ter que viajar em pé, com o cinto no pescoço. Essa cadeira conforto é outro absurdo”, reclamou.

Para o deputado Renan Filho (PMDB-AL) as promoções são uma “pegadinha”. “As políticas tarifárias precisam ser mais simples e confiáveis”, disse o deputado, que ainda queixou-se da dificuldade dos consumidores de resgatarem suas milhagens e da falta, sendo reiterado por muitos outros parlamentares.

“O uso da milhagem depende da disponibilidade dos voos. Como a demanda está aquecida, a dificuldade acontece. Mas as regras estão divulgadas. Não posso é deixar de embarcar um passageiro que paga R$ 15 a 16 mil por uma primeira classe para os Estados Unidos, para atender um cliente de milhagem, que somando seus gastos, não chega a R$ 3 mil”, afirmou Branco.

”Então o senhor está dizendo que o seu cliente fidelidade não é importante?”, rebateu o deputado Renan Filho, causando polêmica.

AMEAÇA DE CPI
O Deputado Francisco Escórcio (PMDB/MA) disse ter mais de 100 assinaturas para abrir uma CPI das companhias aéreas que, segundo ele, seria um “remédio mais duro”. “Se essa reunião não tiver efeito prático, vou levar isso adiante. Vou esperar pelo resultado prático.”

“A omissão é do governo é da Infraero, é da Anac. Esses órgãos estão mais a serviço das empresas que do consumidor”, acusou o deputado Moreira Mendes (PPS/RO), um dos autores do requerimento para a audiência.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

0 TAP faz provisão de 115,6 milhões de euros para “limpar” situação líquida negativa da SPdH


A TAP SGPS fez uma provisão de 115,661 milhões de euros,” referente à apropriação da totalidade da situação líquida negativa da SPdH, acrescida do montante de 3.700 milhares de euros relativo a prestações acessórias de capital”, indica o relatório do seu accionista, a Parpública.
 
A Parpública especifica que o valor da rubrica Provisões para investimentos financeiros tem um aumento de 43,556 milhões de euros, que “respeita à apropriação da totalidade do prejuízo desta associada”.
 

O relatório do accionista único da TAP SGPS refere, aliás, que dada “a crítica situação” da SPdH e a decisão da Autoridade da Concorrência que obriga a TAP a “alienar a participação de 50,1% que não foi autorizada a manter”, a sua venda “pressupõe que a empresa seja viável”.
 

Nesse sentido, acrescenta, é essencial “que o processo de reestruturação iniciado em 2010 seja aprofundado e venha a gerar os resultados necessários para inverter a tendência dos último anos, que conduziu à actual situação que é insustentável a vários títulos”.

Fonte: Presstur

terça-feira, 5 de abril de 2011

0 Redução das Tarifas do Aeroporto de São Luís


Em virtude da interdição do atual Terminal de Passageiros do Aeroporto Internacional de São Luís/Marechal Cunha Machado (MA), a Infraero aplicou, desde o dia 28/3, desconto nos preços das tarifas de embarque doméstico e internacional praticados no aeroporto.

A tarifa doméstica passou de R$20,66 para R$13,44; a internacional, de R$67,00 para R$45,00 (atualmente o aeroporto não recebe voos internacionais regulares).

A medida – que deve vigorar enquanto durarem os trabalhos de reforma da cobertura do Terminal de Passageiros – está baseada na Resolução nº 180 da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), de 25/1/2011.

Devolução

A redução dos preços beneficia, inclusive, os passageiros que realizaram o pagamento da tarifa antes da vigência dos novos preços, ou seja, antes do dia 28 de março para viagens a serem realizadas a partir desta data.

Para devolução da diferença das tarifas de embarque, os passageiros devem procurar as empresas aéreas ou agências de viagem, responsáveis pela cobrança dessas tarifas.

A redução de preços das tarifas de embarque do Aeroporto Internacional de São Luís (MA) está sendo realizada em caráter temporário, com base nos serviços e facilidades disponibilizados após a transferência das operações para o antigo Terminal de Passageiros (atual prédio da administração do aeroporto) e áreas adjacentes.

Entre as ações já adotadas pela Infraero no sentido de dar continuidade às operações no Aeroporto de São Luís, estão:

- Reposicionamento dos balcões de check-in e dos pórticos de raio-X no antigo Terminal. O local está sendo adequado para restabelecer rapidamente alguns serviços (climatização, revistaria, lanchonetes, caixas eletrônicos, locadoras etc);

- Instalação – em andamento - de estruturas com climatização, assentos, esteiras e sanitários para o embarque e desembarque de passageiros;

- Disponibilização de mais três ônibus na área interna para o transporte de passageiros entre o Terminal e as aeronaves.

A Infraero agradece a compreensão de todos e busca reduzir, o quanto antes, o desconforto para passageiros e usuários.

Fonte: Assessoria de Imprensa Infraero

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