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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

0 Concessionária assume a operação total de GRU


Com o fim do período de transição previsto no edital de concessão, a concessionária do Aeroporto Internacional de Guarulhos (foto), GRU Airport, assume, amanhã (16/02), a gestão integral do terminal, agora sem o acompanhamento da Infraero. O plano total de investimentos até 2032 é de R$ 6 bilhões, sendo que cerca de R$ 3 bilhões serão investidos até a Copa de 2014.

Nesses três primeiros meses no controle da operação, a concessionária administrou o fluxo de passageiros em período de concentração de demanda, como o feriado de 15 de novembro (com recorde 104 mil pessoas, em 918 pousos e decolagens), o Ano Novo e o carnaval.

MUDANÇAS
Para dar conta da demanda na alta temporada, a GRU Airport promoveu alterações nos Terminais 1 e 2. No estacionamento principal, foram criadas mais de 500 vagas, em duas áreas: a standard, com 2,3 mil vagas, e a premium, com 1,2 mil. No Terminal 4, onde operam as companhias aéreas Azul, Trip e Passaredo, também foi aberta uma nova área, com cerca de 200 vagas.

A sinalização de orientação ao passageiro também foi trocada, com a instalação de 900 placas, das quais 700 iluminadas. Cerca de 600 bancos foram reformados ou substituídos e distribuídos pelos terminais e foi feita manutenção da iluminação, com a troca e instalação de 1,2 mil lâmpadas.

O presidente da GRU Airport, Antonio Miguel Marques, afirma que é preciso fazer mais. “Temos a certeza de que as obras em andamento, principalmente o novo terminal de passageiros, trará a qualidade necessária para que as pessoas possam viajar com tranqüilidade.”



Fonte: Panrotas

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

0 Dilma desiste de privatizar Galeão


Vista aérea do Galeão: governo desistiu de privatizar o terminal, que não entrará no pacote de concessões de portos e aeroportos a ser anunciado no próximo mês
Foto: Genilson Araújo

BRASÍLIA — O governo desistiu de privatizar os aeroportos do Galeão, no Rio; e Confins, em Belo Horizonte, nos mesmos moldes de concessão adotado em Guarulhos (SP), Brasília, Viracopos (Campinas) e o novo terminal de São Gonçalo do Amarante (RN). Mas, diante da pressão por melhoria na gestão do Galeão e dos gargalos em Confins, o Palácio do Planalto trabalha com a alternativa de uma espécie de Parceria Público-Privada (PPP) com um grande gestor aeroportuário estrangeiro, que atuaria em parceria com a Infraero. A ideia é que a estatal incorpore novas práticas de gestão e sistemas tecnológicos mais avançados.
O objetivo é atrair um grande parceiro privado, com experiência em administrar aeroportos com movimento superior a 30 milhões de passageiros por ano. Esta é a posição mais recente do Executivo e tem como justificativa o fato de que a Infraero, estatal que administra Galeão e Confins, passará a ter prejuízo, se perder esses dois aeroportos, que são muito importantes para a manutenção das suas receitas.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

0 Governo pode usar parcerias público-privadas em aeroportos

A avaliação é de que no aeroporto do Galeão por exemplo, o volume de investimentos ser menor não justifique a aplicação de um modelo "puro" de concessões


Aeroporto de Guarulhos


Brasília - O governo está analisando usar Parcerias Público-Privadas (PPPs)nas próximas licitações de aeroportos federais, disseram à Reuters duas fontes com conhecimento do assunto.
A avaliação é de que no aeroporto do Galeão (RJ), por exemplo, o volume de investimentos pode ser menor do que no de Guarulhos, não justificando a aplicação de um modelo "puro" de concessões, segundo uma fonte que participa das discussões.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

0 Aeroportos de Guarulhos, Viracopos e Brasília cobrarão tarifa por usuário



Leiloados em fevereiro, os terminais deveriam ter sido repassados à iniciativa privada em 20 de março
Foto: Marcos Alves / Agência O Globo

BRASÍLIA e SÃO PAULO — Com a assinatura dos contratos de concessão de Guarulhos, Brasília e Viracopos, na quinta-feira, pelos novos concessionários, as conexões nesses aeroportos para outros destinos passarão a ser cobradas. Custarão R$ 7 por usuário e serão pagas diretamente pelas companhias aéreas, que pretendem repassar o custo adicional às passagens. A tarifa foi a alternativa encontrada pelo governo durante o processo de privatização para tornar Brasília (importante centro de distribuição de rotas) atraente para o setor privado.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

0 Para diretor, falta de investimentos é gargalo para aviação civil

Para Ricardo Chaves Rocha, os investimentos "devem aumentar no ano que vem, quando tivermos os recursos oriundos do valor de outorga das concessões"


avião em aeroporto


Brasília - Um dos grandes gargalos do setor de aviação civil no país é a falta deinvestimentos, especialmente em infraestrutura, disse hoje (8) o diretor do Departamento de Política de Serviços Aéreos da Secretaria de Aviação Civil, Ricardo Chaves Rocha.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

0 Anac publica homologação de leilão de aeroportos

O leilão ocorreu dia 6 de fevereiro, e a assinatura dos contratos será no dia 25 de maio  



Brasília - O Diário Oficial da União publica hoje (9) a homologação do resultado do leilão da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para a concessão dos aeroportos de Guarulhos, Campinas e de Brasília à iniciativa privada. O leilão ocorreu dia 6 de fevereiro. A homologação foi feita em reunião da Anac, na última quinta-feira (5), no Rio

sexta-feira, 6 de abril de 2012

0 Infraero descarta novo leilão de aeroportos em 2012

Novo leilão não deve acontecer por falta de tempo hábil, segundo o presidente da instituição



(Foto: José Luiz Salgueiro Jr.)

Rio de Janeiro - O presidente da Infraero, Gustavo do Vale, afirmou nesta quinta-feira que não deve ocorrer novo leilão de aeroportos este ano, em decorrência da falta de tempo hábil para isso.
"Todo mundo sabe que para fazer uma concessão esse ano o processo já deveria ser começado. É uma questão de tempo. É impossível ser esse ano", disse Vale a jornalistas.

segunda-feira, 26 de março de 2012

0 Comissão da Anac confirma leilão de Viracopos

A Agência Nacional de Aviação Civil decidiu manter a habilitação do consórcio vencedor do leilão do aeroporto, liderado pela Triunfo Participações


São Paulo - A Comissão Especial de licitação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) decidiu manter a habilitação do consórcio vencedor do leilão do aeroporto de Viracopos (SP), liderado pela Triunfo Participações, informou o Diário Oficial da União desta segunda-feira.
A decisão, que confirma o resultado o leilão realizado em fevereiro, ainda precisa ser ratificada pela diretoria da agência, o que ocorrerá até sexta-feira.
O resultado do leilão do terminal de Viracopos, em Campinas (SP), foi contestado por dois recursos, um do consórcio liderado pela Odebrecht, derrotado na disputa, e outro pela empresa ES Engenharia.
A Triunfo venceu a licitação por Viracopos em parceria com a UTC Participações e a francesa Egis Airport Operation. O consórcio, chamado de Aeroportos Brasil, ofereceu 3,8 bilhões de reais pelo aeroporto, com ágio de 160 por cento ante o preço mínimo estabelecido pelo edital.

Fonte: Exame/Abril

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

0 Leilão dos aeroportos arrecada R$ 24,5 bilhões


Os consórcios Invepar, Aeroportos Brasil e InfrAmérica foram os vencedores do leilão realizado nesta segunda-feira (06/02) em São Paulo. Elas serão responsáveis pela ampliação, manutenção e exploração dos aeroportos Internacionais de Guarulhos (SP), Viracopos (Campinas-SP) e Brasília (DF), respectivamente. A Invepar fez o lance de R$ 16,2 bilhões com um ágio de 373,51%. Para Viracopos, o lance foi de R$ 3,8 bilhões, o que correspondeu a 159,75% acima do preço mínimo. A concessão ficou com o consórcio Aeroportos Brasil composto pelas empresas TPI-Triunfo Participações e Investimentos S/A, UTC Participações S/A e pela francesa EGIS Airport Operation. Já o aeroporto de Brasília foi arrematado por R$ 4,5 bilhões pela InfrAmérica, que reúne as empresas Infravix Participações S/A e Corporación América S/A. O ágio foi de 673,39%. 


Os três aeroportos receberam 22 propostas. Onze consórcios apresentaram lances pelos terminais. O aeroporto de Guarulhos recebeu dez propostas; Viracopos, quatro propostas e o aeroporto de Brasília teve oito propostas. Com isso, o governo garante a arrecadação de R$ 24, 5 bilhões, quase cinco vezes o valor mínimo total de R$ 5,477 bilhões estipulado pelo Governo. Organizado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), essas empresas foram aquelas cujas maiores propostas, somadas, representaram a maior contribuição fixa ao sistema aeroportuário. 


O leilão dos três aeroportos foi realizado simultaneamente e os valores mínimos eram de R$ 3,4 bilhões para o aeroporto de Guarulhos, R$ 1,5 bilhão para o de Campinas e R$ 582 milhões para o de Brasília. A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) terá participação de até 49% no capital dos consórcios. O leilão aconteceu sete meses após a decisão do Governo de incluir esses aeroportos no Programa Nacional de Desestatização (PND). Empresas nacionais e estrangeiras, isoladas ou em consórcio, participaram da disputa. 


Os prazos das concessões são diferenciados por aeroporto: 30 anos para Viracopos, 25 anos para Brasília e 20 anos para Guarulhos. Os contratos só poderão ser prorrogados, uma única vez, por cinco anos, como instrumento de recomposição do equilíbrio econômico-financeiro em caso de revisão extraordinária. Além da contribuição fixa (preço arrecadado com o leilão), que será paga em parcelas anuais, de acordo com o prazo de concessão de cada aeroporto, os concessionários também recolherão anualmente uma contribuição variável ao sistema, cujo percentual será de 2% sobre a receita bruta da concessionária do aeroporto de Brasília, 5% de Viracopos e 10% de Guarulhos. 


A arrecadação será direcionada ao Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC), que vai destinar recursos a projetos de desenvolvimento e fomento da aviação civil. O objetivo é garantir que os demais aeroportos do sistema aeroportuário nacional também se beneficiem dos recursos advindos da iniciativa privada, especialmente, o sistema de aviação regional. O fundo é administrado pela Secretaria de Aviação Civil (SAC). 


O ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Wagner Bittencourt destacou que o ágio pago pelos consórcios depende das estratégias e dos planos de negócios das empresas, e que a competição entre os grupos garantiu o sucesso do leilão. Bittencourt explicou que os recursos arrecadados ao FNAC vão melhorar não só a qualidade dos aeroportos existentes, mas aperfeiçoar outros aeródromos, garantindo as condições para que as empresas aéreas possam voar para esses destinos, melhorando o desenvolvimento e a integração do País. O diretor-presidente da Anac, Marcelo Guaranys, reforçou o papel da agência reguladora na fiscalização dos aeroportos que estão sendo concedidos. 


A Anac publicará, no dia 17 de fevereiro, a ata de julgamento relativa à análise dos documentos de habilitação da proponente classificada em primeiro lugar de cada um dos três aeroportos. De 23 a 29 de fevereiro é o prazo para pedido de vista de documentos referentes ao julgamento da proposta econômica e de habilitação. A homologação do resultado do leião pela diretoria da Anac deve ocorrer em 20 de março. A convocação para a celebração do contrato deverá ser publicada no dia 4 de maio. Já a assinatura dos contratos deverá ser feita até 45 dias após a homologação do leilão. A agência explica que a partir da celebração do contrato haverá um período de transição de seis meses (prorrogável por mais seis meses), no qual a concessionária administrará o aeroporto em conjunto com a Imfraero. Depois desse período, o novo controlador assume o controle das operações do aeroporto. A gestão do espaço aéreo nos aeroportos concedidos não sofrerá mudanças e continuará sob controle do Poder Público. 


Os aeroportos de Guarulhos, Viracopos e Brasília respondem, conjuntamente, pela movimentação de 30% dos passageiros, 57% da carga e 19% das aeronaves do sistema brasileiro. Os aeroportos concedidos serão fiscalizados pela Anac, também gestora dos contratos de concessão. A Infraero, por sua vez, continuará operando 63 aeroportos no país, responsáveis pela movimentação de 67% do total de passageiros. 


Investimentos - A Anac declarou ainda que as obras em curso nos aeroportos concedidos continuarão a ser executadas pela Infraero. Já as novas serão de responsabilidade da concessionária de cada aeroporto.Um dos objetivos das concessões é acelerar a execução das obras necessárias ao atendimento da demanda atual e futura pelo transporte aéreo, onde se incluem grandes eventos como a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos. Até o final da concessão de cada aeroporto estão previstos investimentos da ordem de R$ 4,6 bilhões em Guarulhos, R$ 8,7 bilhões em Viracopos e R$ 2,8 bilhões em Brasília. Além disso, os contratos assinados determinam o estabelecimento de padrões internacionais de qualidade de serviço. Além disso, a concessionária de cada aeroporto deverá concluir as obras para a Copa do Mundo de 2014. A multa por descumprimento é de R$ 150 milhões, mais R$ 1,5 milhão por dia de atraso. 


Para o Aeroporto de Brasília, estão previstos nesta fase R$ 626,53 milhões em investimentos, incluindo um novo terminal para, no mínimo, dois milhões de passageiros/ano. Para Viracopos, os investimentos até a Copa somarão R$ 873,05 milhões, com novo terminal para, no mínimo, 5,5 milhões de passageiros/ano. No caso de Guarulhos, os aportes até a Copa serão da ordem de R$ 1,38 bilhão, incluindo o novo terminal, com capacidade para sete milhões de passageiros/ano. Além dos terminais, estão previstas obras em ampliação de pistas, pátios, estacionamentos e vias de acesso. 


Confira o resultado do leilão: 


* Aeroporto Internacional Governador André Franco Montoro (Guarulhos/SP) 


Preço mínimo: R$ 16,2 bilhões 


Prazo de concessão: 20 anos 


Investimentos até a Copa do Mundo: R$ 1,38 bilhão 


Investimentos totais: R$ 4,6 bilhões 


Contribuição anual ao FNAC: 10% da receita bruta 




* Aeroporto Internacional Juscelino Kubistchek (Brasília/DF) 


Preço mínimo: R$ 4,5 bilhões 


Prazo de concessão: 25 anos 


Investimentos até a Copa do Mundo: R$ 626,53 milhões 


Investimentos totais: R$ 2,8 bilhões 


Contribuição anual ao FNAC: 2% da receita bruta 






* Aeroporto Internacional de Viracopos (Campinas/SP) 


Preço mínimo: R$ 3,8 bilhões 


Prazo de concessão: 30 anos 


Investimentos até a Copa do Mundo: R$ 873,05 milhões 


Investimentos totais: R$ 8,7 bilhões 


Contribuição anual ao FNAC: 5% da receita bruta 
Leila Melo

0 Aeroportos recebem 22 propostas em leilão


Os três aeroportos (Guarulhos/ Viracopos/ Brasília) em leilão nesta segunda-feira (06/02) na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) receberam 22 propostas. Onze consórcios apresentaram lances pelos terminais. O aeroporto de Guarulhos recebeu dez propostas, a maior delas de R$ 16,213 bilhões. Já Viracopos, em Campinas, recebeu quatro propostas, sendo a mais alta de R$ 3,821 bilhões. Já o aeroporto de Brasília teve oito propostas, com lance máximo de R$ 3,5 bilhões. Com isso, o governo garante a arrecadação de, pelo menos, R$ 23,534 bilhões com o leilão dos três terminais. 


Pelas regras do leilão, avançam as três maiores ofertas válidas para cada um dos três aeroportos e os que apresentarem ofertas cujo valor for equivalente a 90% da maior oferta válida irão para a disputa viva-voz. Para a disputa viva voz foram definidos que os lances mínimos serão de R$ 800 milhões para Guarulhos, R$ 400 milhões para Campinas e R$ 200 milhões para Brasília. 


Durante o leilão viva voz, os consórcios que estiverem na disputa poderão fazer quantos lances quiserem, em mais de um aeroporto. Ou seja, o proponente com o lance mais alto para um determinado aeroporto na abertura dos envelopes pode, no leilão em viva voz, aumentar a oferta dada em outro aeroporto de forma a arrematar a concessão de sua preferência. 


A cada novo lance, o sistema eletrônico reclassificará as propostas, permitindo que os concorrentes façam também novos lances. Segundo a Anac, esse modelo de leilão foi escolhido para aumentar a competitividade do certame, maximizando a concorrência a fim de obter a maior contribuição fixa. 




Veja as propostas apresentadas 


- A primeira proposta aberta foi a do consórcio Aeroportos Brasil, representado pela corretora Planner, no valor de R$ 3,821 bilhões. 


- A segunda proposta aberta foi a do consórcio OBA – Operadora Brasileira de Aeroportos, representado pela corretora Votorantim, no valor de R$ 12 bilhões para o aeroporto de Guarulhos. 


- A terceira proposta foi do consórcio Advent-Asur, representado pela corretora Bradesco, no valor de R$ 8,530 bilhões para Guarulhos. 


- A quarta proposta foi do consórcio Aeroportos do Brasil, representado pela BTG Pactual com proposta de R$ 2,5 bilhões para o aeroporto de Brasília. 


- A quinta proposta é do consórcio ADC&Has-Fidens-Millstream, representado pela Mundinvest, no valor de R$ 3,082 bilhões para Brasília. 


- A sexta proposta foi feita pelo consórcio Invepar- ACSA, representado pela Gradual, no valor de R$ 16,213 bilhões para Guarulhos. 


- A sétima é do consorcio Inframérica Aeroportos, representado pela Citi, com proposta de R$ 11.500.132.500,00 para Guarulhos. 


- A oitava foi do consórcio Novas Rotas, representado pelo safra com lance de R$ 2,524 bilhões para Campinas 


- A nona foi do consórcio Aeronáutico Operador, representado pela Link, com proposta de R$ 982 milhões para Brasíia. 


- A décima foi feita pelo consórcio Sócrates, representado pela HSBC, com proposta de R$ 6,12 bilhões para Guarulhos. 


- A décima primeira foi do consórcio Aeroportos do Brasil, representado pela Ativa, no valor de R$ 12,863 bilhões para Guarulhos. 


- A décima segunda foi do consórcio Inframérica Aeroportos, representado pela Citi, no valor de R$ 3,500,132,500 para Brasília. 


- A décima terceira foi do consórcio OBA – Operadora Bras. de Aeroportos, representado pela Votorantim, de R$ 1,7 bilhão para Campinas 


- A décima quarta foi da Planner, Consórcio Aeroportos Brasil, com proposta de R$ 4,551 bilhões para Guarulhos. 


- A décima quinta foi do consórcio Invepar – ACSA, representado pela Gradual, com proposta de R$ 3,213 bilhões para Brasília. 


- A décima sexta foi da Novas Rotas, representado pela Safra, no valor de R$ 582 milhões para Brasília. 


- A décima sétima foi do Aeroportos do Brasil, representado pela BTG Pactual, no valor de R$ 6,010 bilhões para Guarulhos. 


- A décima oitava foi do Novas Rotas, representado pela Safra, no valor de R$ 8,321 bilhões para Guarulhos. 


- A décima nona foi do Aeroportos Brasil, pela Planner, no valor de R$ 1,821 bilhão para Brasília 


- A vigésima, do OBA – Oper. Bra. de Aeroportos, representado pela Votorantim, no valor de R$ 2,8 bilhões para Brasília. 


- A vigésima primeira foi do consórcio Aeronáutica Operador, representado pela Link, no valor de R$ 8,872 bilhões para Guarulhos. 


- A vigésima segunda foi do Invepar, representado pela Gradual, no valor de R$ 2,113 bilhões para Campinas.

 Fonte: Globo Online, Via: Mercado e Eventos

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

0 Leilão de privatização dos aeroportos será disputado por 11 grupos


O leilão de privatização dos aeroportos de Guarulhos, Viracopos e Brasília será disputado por onze grupos que já apresentaram suas propostas na Bovespa. O leilão está marcado para esta segunda feira. Só poderão participar as empresas que apresentarem a documentação mínima exigiida no edital. Entre os grandes conglomerados estão a Queiroz Galvão, CCR, Odebrecht, Ecovias e Invepar. 


Os três aeroportos respondem por 30% da movimentação de passageiros em todo o país e por 57% da carga aérea. Com a privatização dos três terminais o Governo espera arrecadar R$ 5,4 bilhões
Luiz Marcos Fernandes

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

0 Mais estrangeiros confirmam participação no leilão de aeroportos


Pelo menos dez grupos já fecharam acordos com operadores internacionais para participar, no dia 6 de fevereiro, do leilão dos aeroportos de Cumbica (Guarulhos), Viracopos (Campinas) e Juscelino Kubitschek (Brasília) — apesar dos cinco pedidos de impugnação do edital encaminhados à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e da indefinição do Tribunal de Contas da União (TCU), que ainda não deu sinal verde ao processo. Grandes operadores de aeroportos de países como Estados Unidos, França, Alemanha, Suíça, Espanha e Portugal já fecharam sociedades com construtoras brasileiras, enquanto outros, como a indiana GMR e a turca TUV, ainda negociam parcerias. As propostas financeiras e as garantias dos grupos que participarão do leilão devem ser entregues à Anac na quinta-feira, 2 de fevereiro.


As cinco empresas grandes interessadas são CCR, Odebrecht, Queiroz Galvão, Ecorodovias e Invepar. Hoje há 13 grupos interessados e, na pior das hipóteses, esse número vai baixar para dez ou 11 consórcios. Entre as empresas nacionais, a novidade é a associação das construtora Constran com o grupo Triunfo Participações. Eles vão formar um consórcio que ainda contará com a Aeroservice (empresa de projetos para aeroportos) e a Egisavia, uma operadora francesa de aeroportos.


O passo mais delicado para o governo assegurar o leilão do dia 6/2 será dado na amanhã (1/2), quando os ministros do TCU se reúnem em plenário para analisar as modificações nos termos econômicos e financeiros do edital, pedidas à Anac em dezembro, e dar seu parecer sobre os aspectos jurídicos e contratuais definidos para o leilão.


Outra possível fonte de problemas para os planos do governo de realizar de qualquer maneira o leilão no dia 6 de fevereiro são os funcionários da Infraero. Na semana passada, empregados da estatal entraram com uma ação popular na 8 Vara de Justiça Federal, em Campinas. Pelo edital, a Infraero será sócia minoritária (com 49% do capital) das concessionárias privadas que vencerem os leilões, e existe a possibilidade de seus funcionários terem uma fatia da sociedade. Mas quem decidirá se os empregados continuarão trabalhando nos aeroportos privatizados serão os concessionários. Caso sejam dispensados, os funcionários da Infraero serão transferidos para outro aeroporto mantido pela estatal.


A Anac divulgará no site oficial um comunicado com o resultado do julgamento de cinco atos de impugnação ao edital — apresentados por empresas que não concordaram com as explicações aos questionamentos que fizeram à Anac e querem mais tempo para atender às exigências do edital e entrar na disputa.



segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

0 Privatização dos aeroportos: leilão aguarda posição da Anac e TCU



As empresas interessadas em participar do leilão de privatização dos aeroportos devem apresentar suas propostas até este dia 2. A data inicial prevista do leilão é na próxima segunda feira, mas isso pode não acontecer caso a Anac leve em consideração algum dos cinco pedidos de impugnação do mesmo. 

Por sua vez, a realização do leilão depende também do parecer do plenário do TCU (Tribunal de Contas da União) que também irá analisar, na quarta-feira, o edital de concessão dos aeroportos de Guarulhos (SP), Viracopos (SP) e Brasília (DF). 



Por: Luiz Marcos Fernandes



sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

0 Anac divulga hoje se há pedidos de impugnação a leilão

A Anac aguarda a consolidação das informações de suas sedes no Rio de Janeiro, em São Paulo e Brasília


Concessão de aeroportos


São Paulo - A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) só informará hoje se recebeu ou não pedidos de impugnação referentes ao edital do leilão dos aeroportos de Guarulhos, Brasília e Viracopos. Hoje, expirou o prazo para a apresentação desses pedidos. A Anac aguarda a consolidação das informações de suas sedes no Rio de Janeiro, em São Paulo e Brasília para então fazer a divulgação.
O leilão está marcado para o dia 6 de fevereiro, na sede da BM&FBovespa, em São Paulo. A data-limite para a entrega das propostas pelos interessados é 2 de fevereiro. Segundo o advogado Frederico Dieterich, do escritório Azevedo Sette, mesmo que tenham sido apresentados pedidos de impugnação, eles não impedem que o leilão seja realizado na data marcada, pois a avaliação final sobre as impugnações pode ser anunciada posteriormente.


Fonte: Exame/Abril

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

0 Anac prorroga prazo para privatizações de aeroportos

O comunicado informou que a data foi alterada devido ao grande volume de questionamentos, que ultrapassou 1,3 mil pedidos


Brasília - A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) prorrogou para o dia 2 de fevereiro a data-limite para o recebimento, pela BM&FBovespa, das propostas para a licitação das concessões dos aeroportos de Brasília, Viracopos e Guarulhos.

A extensão do prazo foi divulgada hoje por meio do comunicado relevante. O comunicado informou que a data foi alterada devido ao grande volume de questionamentos que ultrapassou 1,3 mil pedidos.
Ainda segundo o comunicado, a ata com respostas aos pedidos de esclarecimentos do edital será divulgada ainda hoje, em horário a ser definido.
No dia 3 de fevereiro será publicada a lista das empresas não habilitadas a participarem das concessões. O investidor que não tiver o nome na lista estará apto a participar do leilão. Os nomes serão mantidos em sigilo por questão estratégica.
Fonte: Exame/Abril

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

0 CCR busca parceria para licitação de aeroportos brasileiros



O Grupo CCR anunciou esta semana a entrada no setor aeroportuário, depois que a assembléia geral extraordinária de acionistas aprovou a mudança do objeto social da companhia. Na ocasião também foi aprovada a compra da participação acionária pertencente aos controladores da companhia, as construtoras Andrade Gutierrez e Camargo Correa, nos aeroportos internacionais de Equador, Costa Rica e Curaçao por US$ 214,5 milhões. Juntos, os três aeroportos atendem a 10,3 milhões de passageiros por ano e têm um faturamento anual estimado em US$ 180 milhões. 

Com a compra desses ativos, o grupo já teria condições de atender o edital dos leilões de aeroportos que prevê que os consórcios tenham como sócio um operador estrangeiro de aeroportos, com no mínimo 10% de participação. A companhia quer participar da licitação de três aeroportos brasileiros que serão licitados em 6 de fevereiro: Guarulhos, Viracopos e Brasília. Apesar do atendimento do pré-requisito, a CCR está negociando a formação de um consórcio com a operadora internacional suíça Zurich. 

“A gente já estaria liberado da participação de um sócio estrangeiro, mas a gente acha que faz mais sentido nesse caso um sócio, até porque você precisa ter gente com expertise e que conheça o negócio. A nossa opção é nesses três projetos ainda estar com um operador", afirmou Renato Vale, presidente do Grupo CCR. 

Zurich e CCR definem até o dia 22 de janeiro se participam em conjunto dos leilões e ainda em quais licitações devem participar. A data limite para a apresentação das propostas é no dia 30 de janeiro. 

Segundo Vale, o foco do braço aeroportuário da CCR é a América Latina. Ele não descartou, no entanto, a participação na privatização dos aeroportos da ANA, operadora aeroportuária estatal de Portugal e da Aena, operadora aeroportuária da Espanha. A CCR passa a concentrar todas as operações aeroportuárias de Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez. A empresa pagará US$140 milhões por 45,5% no aeroporto de Quito; US$50 milhões pela compra de 48,8% no San José, ambos da Camargo Corrêa; e US$24,5 milhões por 40,8% no de Curaçao. 





Fonte: Mercado e Eventos

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