A China anunciará a compra de 200 aeronaves da americana Boeing no valor de US$ 19 bilhões, afirmou um funcionário dos Estados Unidos nesta quarta-feira.
"O governo de China anunciará a compra de 200 aeronaves da americana Boeing por um valor avaliado de US$ 19 bilhões", afirmou o funcionário em função a visita do visita do presidente chinês Hu Jintao a Washington.
O presidente dos EUA, Barack Obama, recebeu nesta quarta-feira dirigente chinês na Casa Branca, onde discursaram pelo aprofundamento das relações bilaterais, reiteraram os benefícios mútuos das duas potências serem parceiras e trocaram discretas críticas.
O câmbio artificial utilizado pela China tem fortalecido a economia local (já aquecida e com o papel de maior exportador atual) e sido uma das mais recorrentes críticas de Oabam à economia mundial. Com o valor do yuan baixo, a China fica mais competitiva porque exporta seu excedente por um preço mais barato e a demanda cresce. E, ao mesmo tempo, enfraquece balanças comerciais em todo o mundo. Porém, com o câmbio flutuante, outros países do globo veem suas divisas valorizar -- ficando sempre mais cara que o yuan.
Os Estados Unidos, por exemplo, registram neste ano uma sequência de mais de 20 deficit comerciais. Com o consumo interno ainda muito fraco, o país busca nas exportações uma forma de manter a economia girando. Porém, sem compradores em outros países, a desvalorização cambial acaba sendo uma saída para tornar as vendas ao exterior mais competitivas.
Assim, o câmbio do yuan é motivo de grande atrito entre Estados Unidos e China. Washington têm pressionado Pequim a respeito, afirmando que a taxa é mantida artificialmente baixa a fim de aumentar as exportações chinesas de forma injusta. Em novembro, o governo de Barack Obama deu um ultimato à China para que aja rapidamente na reforma de sua taxa de câmbio.
"O governo de China anunciará a compra de 200 aeronaves da americana Boeing por um valor avaliado de US$ 19 bilhões", afirmou o funcionário em função a visita do visita do presidente chinês Hu Jintao a Washington.
O presidente dos EUA, Barack Obama, recebeu nesta quarta-feira dirigente chinês na Casa Branca, onde discursaram pelo aprofundamento das relações bilaterais, reiteraram os benefícios mútuos das duas potências serem parceiras e trocaram discretas críticas.
O câmbio artificial utilizado pela China tem fortalecido a economia local (já aquecida e com o papel de maior exportador atual) e sido uma das mais recorrentes críticas de Oabam à economia mundial. Com o valor do yuan baixo, a China fica mais competitiva porque exporta seu excedente por um preço mais barato e a demanda cresce. E, ao mesmo tempo, enfraquece balanças comerciais em todo o mundo. Porém, com o câmbio flutuante, outros países do globo veem suas divisas valorizar -- ficando sempre mais cara que o yuan.
Os Estados Unidos, por exemplo, registram neste ano uma sequência de mais de 20 deficit comerciais. Com o consumo interno ainda muito fraco, o país busca nas exportações uma forma de manter a economia girando. Porém, sem compradores em outros países, a desvalorização cambial acaba sendo uma saída para tornar as vendas ao exterior mais competitivas.
Assim, o câmbio do yuan é motivo de grande atrito entre Estados Unidos e China. Washington têm pressionado Pequim a respeito, afirmando que a taxa é mantida artificialmente baixa a fim de aumentar as exportações chinesas de forma injusta. Em novembro, o governo de Barack Obama deu um ultimato à China para que aja rapidamente na reforma de sua taxa de câmbio.











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