Imagem: CNF AO VIVO
Conforme relato de uma passageira, que preferiu não se identificar, todos foram orientados a esperar por um ônibus para ir até um hotel em Nova York. A partir daí, afirmou a passageira, os problemas só aumentaram. A TAM não devolveu as malas dos passageiros, que ficaram sem poder trocar de roupa ou ter acesso a itens como remédios, que não estavam nas bagagens de mão. Ela informou ter ouvido de uma aeromoça que, por prevenção, todos deveriam viajar com uma roupa sobressalente na bagagem de mão.
As condições do hotel onde foram alojados também foram motivo de reclamações. Segundo a passageira, houve reclamações de que o restaurante do hotel era pequeno, não tinha condições para atender a todos e de que os quartos e banheiros estavam sujos.
Em nenhum momento, qualquer funcionário da TAM acompanhou os passageiros, embora entre os clientes estivessem duas meninas de cerca de 12 anos, que viajavam sozinhas. A passageira ouvida pela Agência Estado enviou por e-mail a foto de um cartaz afixado pela companhia aérea no hotel. Escrito a mão, o aviso recomendava que os passageiros não deixassem seus quartos até que o voo, com atraso indefinido, fosse remanejado.
Na manhã deste domingo, um ônibus estacionou em frente ao hotel e coube aos próprios passageiros descobrir que ele tinha vindo para levá-los ao aeroporto. Os passageiros foram realocados no voo JJ 9374 e a última informação era que deixariam Nova York em direção a São Paulo ao meio-dia (horário local). A Agência Estado procurou a TAM e ainda aguarda um posicionamento oficial da companhia sobre o caso.











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