A Trip Linhas Aéreas, companhia aérea regional que tem o maior número de destinos no País, deve passar a integrar nos próximos dias o grupo Latam. Segundo informações do mercado, ainda não está claro se a aquisição do controle acionário deve ser feita pela TAM ou diretamente pela empresa unificada. A tendência é que as ações da empresa sejam adquiridas diretamente pela Latam. Ainda não há informações sobre valores envolvidos na negociação.
A fusão de LAN e TAM para a criação da Latam já foi aprovada no Brasil, mas ainda depende de aprovação de órgãos de defesa do consumidor do Chile. Além da TAM Linhas Aéreas, a TAM MRO (Centro de Manutenção de Aeronaves), a regional Pantanal, a TAM Cargo também fazem parte da TAM S.A. no Brasil. A LAN é controladora da Absa, empresa de carga aérea.
Caso se concretize, a aquisição da Trip vai precisar de aprovação do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). O órgão deve analisar se a compra da nova empresa não afeta a concorrência no mercado interno. O Cade pode aprovar, rejeitar ou impor restrições para a compra. Juntas, TAM e Pantanal têm 43,35% do mercado doméstico. A Trip, segundo a ANAC, transporta 2,51% dos passageiros em voos dentro do Brasil. A maior preocupação deve ser em relação à concorrência no mercado de aviação regional, onde atuam a Trip e a Pantanal.
Tanto a chilena como a brasileira são donas de empresas em outros países da América Latina, como Peru, Colômbia e Paraguai. A Latam seria também um dos grupos interessados na TAP, empresa que o governo de Portugal já anunciou o interesse em privatizar. A TAP é hoje a principal empresa na ligação aérea entre o Brasil e a Europa.
A fusão de LAN e TAM para a criação da Latam já foi aprovada no Brasil, mas ainda depende de aprovação de órgãos de defesa do consumidor do Chile. Além da TAM Linhas Aéreas, a TAM MRO (Centro de Manutenção de Aeronaves), a regional Pantanal, a TAM Cargo também fazem parte da TAM S.A. no Brasil. A LAN é controladora da Absa, empresa de carga aérea.
Caso se concretize, a aquisição da Trip vai precisar de aprovação do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). O órgão deve analisar se a compra da nova empresa não afeta a concorrência no mercado interno. O Cade pode aprovar, rejeitar ou impor restrições para a compra. Juntas, TAM e Pantanal têm 43,35% do mercado doméstico. A Trip, segundo a ANAC, transporta 2,51% dos passageiros em voos dentro do Brasil. A maior preocupação deve ser em relação à concorrência no mercado de aviação regional, onde atuam a Trip e a Pantanal.
Tanto a chilena como a brasileira são donas de empresas em outros países da América Latina, como Peru, Colômbia e Paraguai. A Latam seria também um dos grupos interessados na TAP, empresa que o governo de Portugal já anunciou o interesse em privatizar. A TAP é hoje a principal empresa na ligação aérea entre o Brasil e a Europa.











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