Expectativa dos investidores é que o Cade chileno aprove em breve a criação da Latam.
Rumores de que a fusão da companhia aérea LAN com a TAM está prestes a receber a aprovação da autoridade reguladora de concorrência do Chile levaram as ações da empresa brasileira a liderar a alta na bolsa por dois dias consecutivos. Ontem, a ação da TAM subiu 2,44%, encerrando o pregão cotada a R$ 37,35. Na terça-feira, o papel se valorizou 4,56%.
A alta das ações da empresa brasileira está acompanhando a valorização da LAN, que também liderou os ganhos da bolsa chilena ontem, com avanço de 2,68%.
Os rumores sobre a aprovação da fusão começaram a circular no Chile no fim da tarde de segunda-feira, depois que o gerente-geral da LAN Linhas Aéreas, Ignácio Cueto, concedeu entrevista ao site de notícias chileno Emol afirmando que todo o processo será resolvido "de forma positiva".
Na entrevista, Cueto teria dito que "é preciso respeitar o que dizem as autoridades do Brasil e que a LAN sabe que o TDLC (Tribunal de Defensa de la Libre Competencia) resolverá a situação em alguns dias".
No Chile, o aval à fusão, que criaria a Latam, a maior companhia aérea da América Latina, depende de autorização do TDLC, autarquia equivalente ao órgão antitruste brasileiro Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
O processo está em compasso de espera no TDLC desde janeiro, quando uma associação chilena de defesa do consumidor, a Conadecus, pediu audiência pública para analisar o impacto da associação no mercado local.
"Os investidores podem ter interpretado que o tribunal antitruste chileno deve fazer poucas restrições ao processo de fusão", avalia o analista de aviação da corretora Fator, Felipe Rocha. "Mas não há nada concreto."
As expectativas em relação às restrições é que elas envolvam, sobretudo, a rota Santiago-São Paulo. Os principais concorrentes de LAN e TAM acusam as duas companhias de formar um monopólio nessa rota.
No Brasil, o caso recebeu parecer favorável da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Mas está em análise na Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae) e depende da autorização do Cade. Em razão da demora no processo de avaliação pelos órgão de concorrência, a LAN e a TAM já manifestaram que esperam para março de 2012 a conclusão da fusão.
A alta das ações da empresa brasileira está acompanhando a valorização da LAN, que também liderou os ganhos da bolsa chilena ontem, com avanço de 2,68%.
Os rumores sobre a aprovação da fusão começaram a circular no Chile no fim da tarde de segunda-feira, depois que o gerente-geral da LAN Linhas Aéreas, Ignácio Cueto, concedeu entrevista ao site de notícias chileno Emol afirmando que todo o processo será resolvido "de forma positiva".
Na entrevista, Cueto teria dito que "é preciso respeitar o que dizem as autoridades do Brasil e que a LAN sabe que o TDLC (Tribunal de Defensa de la Libre Competencia) resolverá a situação em alguns dias".
No Chile, o aval à fusão, que criaria a Latam, a maior companhia aérea da América Latina, depende de autorização do TDLC, autarquia equivalente ao órgão antitruste brasileiro Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
O processo está em compasso de espera no TDLC desde janeiro, quando uma associação chilena de defesa do consumidor, a Conadecus, pediu audiência pública para analisar o impacto da associação no mercado local.
"Os investidores podem ter interpretado que o tribunal antitruste chileno deve fazer poucas restrições ao processo de fusão", avalia o analista de aviação da corretora Fator, Felipe Rocha. "Mas não há nada concreto."
As expectativas em relação às restrições é que elas envolvam, sobretudo, a rota Santiago-São Paulo. Os principais concorrentes de LAN e TAM acusam as duas companhias de formar um monopólio nessa rota.
No Brasil, o caso recebeu parecer favorável da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Mas está em análise na Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae) e depende da autorização do Cade. Em razão da demora no processo de avaliação pelos órgão de concorrência, a LAN e a TAM já manifestaram que esperam para março de 2012 a conclusão da fusão.
Fonte: Valor Econômico











0 comentários:
Postar um comentário