Com este anúncio de compra, já são 99 os pedidos registrados pela Embraer desde o início do ano, informou o vice-presidente executivo de Negócio de Aviação Comercial do grupo, Paulo Cesar de Souza e Silva.
No total, a Embraer recebeu mais de 1.000 pedidos e 750 opções para seus E-Jets desde o início da comercialização em 2004, informou Souza. Sessenta companhias aéreas de 40 países já adquiriram o modelo.
"É realmente impressionante ver que alcançamos a marca de 1.000 pedidos apenas sete anos depois de nossa primeira entrega", celebrou o executivo.
Os E-Jets (E170, E175, E190 e E195) são bimotores com capacidade para 70 e 120 passageiros.
A Embraer também informou que projeta um crescimento do setor aéreo mundial será de 5,2% por ano entre 2011 e 2030, principalmente graças aos países emergentes.
O crescimento será de 7,5% na China, 7,2% na América Latina, 6,9% no Oriente Médio, 5,9% na Comunidade de Estados Independentes (CEI, antigas repúblicas soviéticas da Ásia Central) e de 5,5% na África.
Nas economias desenvolvidas, o crescimento pode alcançar 4,4% na Europa e 3,5% na América do Norte, segundo a empresa, que prevê uma demanda mundial total de 7.225 aviões entre 2011 e 2030.
As companhias que fizeram novos pedidos no Salão de Le Bourget são a indonésia Sriwijaya (20 E190 por 856 milhões de dólares) e a empresa do Cazaquistão Air Astana (2 E190 por 85,6 milhões), com duas opções que podem elevar o total do pedido em 171 milhões de dólares.
Além disso, a companhia Air Kenya assinou uma carta de intenções para 10 E190.
As empresas de aluguel Air Lease e GE Capital Aviation Services (GECAS) também anunciaram novos pedidos. A Air Lease assinou uma ordem de cinco novas aeronaves, elevando a 30 o número de aviões encomendados a Embraer em um ano (25 E190 e 5 E175), e a GECAS para dois E190. O valor dos dois contratos não foi divulgado.
Fonte: AFP











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