Em fevereiro, a TAM reajustou o preço das passagens, que em alguns casos subiu 5% no chamado yield (preço médio pago por passageiro em cada quilômetro voado). Esse aumento, segundo a companhia, já reflete o repasse de reajustes anteriores no combustível de aviação. "A TAM está empenhada fortemente na redução dos seus custos operacionais com o objetivo de minimizar o impacto das altas do QAV em seus resultados", afirmou a empresa.
Desde 2006 a TAM realiza operações de hedge para se proteger de aumentos com gastos de combustível. A política da empresa é cobrir com operações de hedge entre 20% e 60% das necessidades futuras de combustível nos 12 primeiros meses e entre 10% e 60% ao longo dos 12 meses posteriores. Atualmente, a empresa possui hedge para 25% dos gastos estimados com combustível nos próximos 12 meses e para 15% dos outros 12 meses seguintes.











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