O problema foi relatado à Folha por funcionários e confirmado pela companhia. Segundo a Webjet, o acúmulo de água sobre a pista gera maior esforço do sistema de frenagem das aeronaves, desgastando os pneus.
A empresa aérea não foi a primeira a registrar problemas com a pista. Em janeiro, em dia chuvoso, uma avião da Passaredo deslizou ao aterrissar e só parou na grama, a cerca de 15 metros do limite da pista.
Segundo o chefe do departamento de engenharia aeronáutica da USP de São Carlos, Fernando Martini Catalano, a implantação do grooving torna a frenagem dos aviões mais eficiente, além de auxiliar na drenagem de água da pista.
"É incrível [o aeroporto de Ribeirão] ainda não ter grooving e o de Franca, que não tem quase nenhum movimento se comparado ao de Ribeirão, já ter as ranhuras na pista", disse.
O Daesp (Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo) disse não ter sido informado do estouro dos pneus, mas que sabe que a falta das ranhuras gera maior esforço de frenagem.
Disse ainda que abriu licitação de R$ 3,1 milhões para implantar o grooving na pista -a obra deve terminar até o fim do ano.











0 comentários:
Postar um comentário