O primeiro B747-146 (c/n 31 JA8101) chegou em 22/04/1970 e colocado em serviço no dia 01/07/1970, cumprindo a etapa Tokyo Haneda-Honolulu-San Francisco.
No ano seguinte era recebido o primeiro modelo -246. Com o crescimento do tráfego doméstico japonês, foi necessário criar um modelo para atender tal mercado, surgindo o B747-SR46 (Short Range) com uma configuração de 500 paxs, a maioria econômica, e foi empregado nas pesadas rotas para Osaka Itami, Sapporo ou charteres para Kagoshima. O processo de embarque/desembarque durava mais que o vôo em si.
Em novembro de 1983 era recebido o B747-346, sendo que quatro anos mais tarde receberia o 747-346SR.
Em 1990 era vez o -446 chegar na empresa, e no ano seguinte a versão Domestic.
A empresa operou aproximadamente 120 747, o equivalente a 8% de toda a frota de Jumbos no mundo, sendo de longe a maior operadora do modelo e a única a comprar mais de 100 unidades do mesmo. Na década de 90, 80 Jumbos chegaram a operar simultaneamente na empresa. Além da JAL, operou nas subsidiárias JALways (charter sucessora da Japan Air Charter JAZ), Japan Universal System Transport e JAL Cargo Super Logistics (Cargueiras), e na Japan Asia Airways.
Apesar de uma carreira invejável na JL, houve dois acidentes com o 747 da empresa: um foi atentado terrorista em Benghazi, em 1973, felizmente sem vítimas. Mas o mesmo não podemos dizer do JAL123 onde 520 pessoas faleceram no pior acidente aéreo envolvendo apenas uma aeronave.
E os Jumbos saem da JAL devido a dois motivos: a crise econômica na empresa em que os Jumbos se tornaram aeronaves muito caras para manter e por ter um substítuto com as mesmas atribuições dele: o B777-300ER. Pesa também a estagnação do mercado nipônico, onde o Jumbo vem se tornando grande demais em algumas rotas.
Daqui 4 anos será a vez da All Nippon Airways retirar seus B747. Atualmente, todas as rotas internacionais - exceto CDG - foram substituidas pelos B77W, permanecendo apenas os modelos para vôos interno.
No ano seguinte era recebido o primeiro modelo -246. Com o crescimento do tráfego doméstico japonês, foi necessário criar um modelo para atender tal mercado, surgindo o B747-SR46 (Short Range) com uma configuração de 500 paxs, a maioria econômica, e foi empregado nas pesadas rotas para Osaka Itami, Sapporo ou charteres para Kagoshima. O processo de embarque/desembarque durava mais que o vôo em si.
Em novembro de 1983 era recebido o B747-346, sendo que quatro anos mais tarde receberia o 747-346SR.
Em 1990 era vez o -446 chegar na empresa, e no ano seguinte a versão Domestic.
A empresa operou aproximadamente 120 747, o equivalente a 8% de toda a frota de Jumbos no mundo, sendo de longe a maior operadora do modelo e a única a comprar mais de 100 unidades do mesmo. Na década de 90, 80 Jumbos chegaram a operar simultaneamente na empresa. Além da JAL, operou nas subsidiárias JALways (charter sucessora da Japan Air Charter JAZ), Japan Universal System Transport e JAL Cargo Super Logistics (Cargueiras), e na Japan Asia Airways.
Apesar de uma carreira invejável na JL, houve dois acidentes com o 747 da empresa: um foi atentado terrorista em Benghazi, em 1973, felizmente sem vítimas. Mas o mesmo não podemos dizer do JAL123 onde 520 pessoas faleceram no pior acidente aéreo envolvendo apenas uma aeronave.
E os Jumbos saem da JAL devido a dois motivos: a crise econômica na empresa em que os Jumbos se tornaram aeronaves muito caras para manter e por ter um substítuto com as mesmas atribuições dele: o B777-300ER. Pesa também a estagnação do mercado nipônico, onde o Jumbo vem se tornando grande demais em algumas rotas.
Daqui 4 anos será a vez da All Nippon Airways retirar seus B747. Atualmente, todas as rotas internacionais - exceto CDG - foram substituidas pelos B77W, permanecendo apenas os modelos para vôos interno.











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