Os ratings da TAM estão em observação positiva desde 16 de agosto de 2010, logo após a companhia anunciar acordo de fusão com a chilena LAN.
“A observação positiva dos ratings da TAM reflete a opinião de que o perfil de crédito combinado das duas companhias será mais forte do que o atual perfil de crédito da TAM”, diz a Fitch em nota. A agência de classificação de risco lembra que a fusão das duas companhias ainda não foi aprovada por autoridades de defesa de concorrência.
Segundo a Fitch, os ratings da TAM refletem sua elevada alavancagem e a sua volátil geração de fluxo de caixa nos últimos anos. Os ratings também incorporam a sólida posição de liquidez, a forte presença no mercado de aviação doméstico e o fato de ser a única companhia brasileira a operar rotas de longa distância para a Europa e Estados Unidos.
Caso a economia brasileira cresça 4,5% em 2011, a Fitch acredita que a demanda nos mercados doméstico e internacional deva aumentar entre 12% e 15% no ano, “o que está em linha com os esperados incrementos de 10% a 14% na capacidade da TAM e de 10% no segmento internacional. Os yields devem continuar relativamente estáveis em 2011, pressionados basicamente pela crescente concorrência de participantes menores”, acrescenta a Fitch.
“A observação positiva dos ratings da TAM reflete a opinião de que o perfil de crédito combinado das duas companhias será mais forte do que o atual perfil de crédito da TAM”, diz a Fitch em nota. A agência de classificação de risco lembra que a fusão das duas companhias ainda não foi aprovada por autoridades de defesa de concorrência.
Segundo a Fitch, os ratings da TAM refletem sua elevada alavancagem e a sua volátil geração de fluxo de caixa nos últimos anos. Os ratings também incorporam a sólida posição de liquidez, a forte presença no mercado de aviação doméstico e o fato de ser a única companhia brasileira a operar rotas de longa distância para a Europa e Estados Unidos.
Caso a economia brasileira cresça 4,5% em 2011, a Fitch acredita que a demanda nos mercados doméstico e internacional deva aumentar entre 12% e 15% no ano, “o que está em linha com os esperados incrementos de 10% a 14% na capacidade da TAM e de 10% no segmento internacional. Os yields devem continuar relativamente estáveis em 2011, pressionados basicamente pela crescente concorrência de participantes menores”, acrescenta a Fitch.
Fonte:Valor Online











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