A INFRAERO irá assinar nesta quarta-feira com o Ministério da Defesa e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) o Acordo de Cooperação referente ao programa Espaço Livre, desenvolvido pela Corregedoria Nacional de Justiça.
Os espaços a serem "livrados" em diversos aeroportos do Brasil encontram-se atualmente ocupados por aeronaves dos mais diversos tipos, desde pequenos monomotores até grandes aviões comerciais de finadas companhias aéreas brasileiras.
"Em tempo", ou mesmo "já passou da hora", seriam as palavras aplicáveis a este processo de limpeza de áreas tão necessárias aos aeroportos, mais ainda quando se fala de aeroportos que a cada dia ficam mais saturados em meio ao acelerado crescimento da demanda sendo experimentado pela aviação nacional.
"Necessário" diriam muitos saudosistas, não sem algum pesar no coração, uma vez que parte desses aviões, atualmente coadjuvantes indesejados, um dia foram atores principais nos céus brasileiros como os sonoros 737-200 da VASP (ok, barulhentos para os não aficionados) e os coloridos 767 da Transbrasil.
Esses aviões e companhias são exemplos marcantes e fáceis de se encontrar viajando pelo Brasil, e a eles juntam-se tantos outros, sejam os aviões de companhias de menos destaque ou os da aviação geral, todos, com certeza, com muitas histórias para contar.
Fosse a história diferente poderiam tais aviões ter tido um fim mais honroso, mas como essa não é uma história de vencedores resta dar destino ao espólio dos vencidos, que neste caso tem como fiel depositária a INFRAERO, devendo guardá-lo e mantê-lo até a decisão final da justiça, que por questões envolvendo falência, recuperação judicial ou apreensão tem sua custódia.
Aos demais, especialmente aos amantes da aviação e seus administradores, resta a custódia da história, e que ela não se acabe junto com esses aviões, que em suas asas carregam lado a lado as boas lembranças de outros tempos e os motivos que os levaram a estar onde estão.
Os espaços a serem "livrados" em diversos aeroportos do Brasil encontram-se atualmente ocupados por aeronaves dos mais diversos tipos, desde pequenos monomotores até grandes aviões comerciais de finadas companhias aéreas brasileiras.
"Em tempo", ou mesmo "já passou da hora", seriam as palavras aplicáveis a este processo de limpeza de áreas tão necessárias aos aeroportos, mais ainda quando se fala de aeroportos que a cada dia ficam mais saturados em meio ao acelerado crescimento da demanda sendo experimentado pela aviação nacional.
"Necessário" diriam muitos saudosistas, não sem algum pesar no coração, uma vez que parte desses aviões, atualmente coadjuvantes indesejados, um dia foram atores principais nos céus brasileiros como os sonoros 737-200 da VASP (ok, barulhentos para os não aficionados) e os coloridos 767 da Transbrasil.
Esses aviões e companhias são exemplos marcantes e fáceis de se encontrar viajando pelo Brasil, e a eles juntam-se tantos outros, sejam os aviões de companhias de menos destaque ou os da aviação geral, todos, com certeza, com muitas histórias para contar.
Fosse a história diferente poderiam tais aviões ter tido um fim mais honroso, mas como essa não é uma história de vencedores resta dar destino ao espólio dos vencidos, que neste caso tem como fiel depositária a INFRAERO, devendo guardá-lo e mantê-lo até a decisão final da justiça, que por questões envolvendo falência, recuperação judicial ou apreensão tem sua custódia.
Aos demais, especialmente aos amantes da aviação e seus administradores, resta a custódia da história, e que ela não se acabe junto com esses aviões, que em suas asas carregam lado a lado as boas lembranças de outros tempos e os motivos que os levaram a estar onde estão.
Fonte: Portal CR











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