(Foto: Andres Dallimonti,Via Airliners.net)
A incorporação da Avianca Brasil na operação da companhia aérea colombiana homônima é uma questão de tempo, afirma o presidente da Avianca Brasil, José Efromovich. As duas empresas pertencem ao mesmo dono, o grupo Sinergy, dos irmãos German e José Efromovich, mas funcionam separadamente.
“A inclusão da empresa brasileira no grupo Avianca-Taca é uma decisão óbvia”, diz o empresário. A operação não esbarraria na legislação do setor aéreo, que limite o capital estrangeiro nas companhias, já que os irmãos Efromovich são bolivianos naturalizados brasileiros.
Segundo ele, a união ainda não se concretizou porque a Avianca colombiana está em fase de conclusão da fusão com a Taca, uma empresa aérea de El Salvador. Com uma frota de 160 aviões, a Avianca-Taca atende mais de cem destinos. O faturamento da empresa atingiu US$ 3 bilhões em 2010, um valor equivalente a R$ 4,76 bilhões na cotação atual.
No Brasil, a Avianca é quinta companhia aérea em participação de mercado, com 2,6% dos voos domésticos. A empresa pretende investir R$ 2,4 bilhões no Brasil até 2016, principalmente na aquisição de aeronaves. Hoje, a companhia possui 19 aviões, mas deve receber mais três até agosto. O faturamento não é divulgado.
A união das duas Aviancas segue a tendência mundial de formação de grandes grupos no setor aéreo. Na América Latina, a chilena LAN e a brasileira TAM deram um passo à frente nesta estratégia e acertaram uma fusão.
Efromovich diz que não pensa em novas aquisições no momento, mas que não descartaria novos negócios no futuro. Questionado se teria interesse em participar da privatização da TAP, ele se diz indeciso. “Se você me perguntasse isso há um ano eu diria que não. Hoje, eu digo que não sei. Mas se fosse ano que vem eu provavelmente diria que sim”, afirma o empresário. Vender a Avianca também não está nos planos, diz.
Novos destinos
A Avianca Brasil anunciou nesta quarta-feira que iniciará voos para mais três cidades: Ilhéus, João Pessoa e Natal. Com essas rotas, a companhia passa a voar para 23 cidades.
A empresa estuda novas parcerias comerciais para potencializar os negócios do seu programa de fidelidade. Para isso, acaba de contratar o executivo Tarcísio Gargioni para o cargo de vice-presidente comercial e marketing. Ele já atuou na Gol e na Vasp.
“A inclusão da empresa brasileira no grupo Avianca-Taca é uma decisão óbvia”, diz o empresário. A operação não esbarraria na legislação do setor aéreo, que limite o capital estrangeiro nas companhias, já que os irmãos Efromovich são bolivianos naturalizados brasileiros.
Segundo ele, a união ainda não se concretizou porque a Avianca colombiana está em fase de conclusão da fusão com a Taca, uma empresa aérea de El Salvador. Com uma frota de 160 aviões, a Avianca-Taca atende mais de cem destinos. O faturamento da empresa atingiu US$ 3 bilhões em 2010, um valor equivalente a R$ 4,76 bilhões na cotação atual.
No Brasil, a Avianca é quinta companhia aérea em participação de mercado, com 2,6% dos voos domésticos. A empresa pretende investir R$ 2,4 bilhões no Brasil até 2016, principalmente na aquisição de aeronaves. Hoje, a companhia possui 19 aviões, mas deve receber mais três até agosto. O faturamento não é divulgado.
A união das duas Aviancas segue a tendência mundial de formação de grandes grupos no setor aéreo. Na América Latina, a chilena LAN e a brasileira TAM deram um passo à frente nesta estratégia e acertaram uma fusão.
Efromovich diz que não pensa em novas aquisições no momento, mas que não descartaria novos negócios no futuro. Questionado se teria interesse em participar da privatização da TAP, ele se diz indeciso. “Se você me perguntasse isso há um ano eu diria que não. Hoje, eu digo que não sei. Mas se fosse ano que vem eu provavelmente diria que sim”, afirma o empresário. Vender a Avianca também não está nos planos, diz.
Novos destinos
A Avianca Brasil anunciou nesta quarta-feira que iniciará voos para mais três cidades: Ilhéus, João Pessoa e Natal. Com essas rotas, a companhia passa a voar para 23 cidades.
A empresa estuda novas parcerias comerciais para potencializar os negócios do seu programa de fidelidade. Para isso, acaba de contratar o executivo Tarcísio Gargioni para o cargo de vice-presidente comercial e marketing. Ele já atuou na Gol e na Vasp.
Fonte: IG













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